Confira a previsão do tempo para o Carnaval

A previsão para o feriado de Carnaval em Alagoas mostra tempo com sol e possibilidades de chuvas fracas no início da manhã. A constatação climática é da Sala de Alerta da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh). Confira!

Sexta-feira (9)

Nas regiões do Litoral e Zona da Mata, o dia iniciou com chuvas fracas. Para o restante do dia, sol entre nuvens.

No Agreste e Sertão, a previsão é de sol. As temperaturas ficam entre 25° C, a mínima, e 32° C, a máxima.

Sábado (10)

No primeiro dia de Carnaval, as chuvas fracas pela manhã devem ocorrer no Litoral e Zona da Mata. No entanto, o sol tende a aparecer ao longo do dia.

Nas regiões do Agreste e Sertão, o tempo é de sol. As temperaturas irão marcar 32° C, no Litoral, e 35° C, no Sertão.

Domingo (11)

A chuva pela manhã deve apresentar diminuição no domingo. A previsão é de que o tempo fique com predomínio de sol todo o dia em todas as regiões do Estado. As temperaturas podem chegar aos 33° C no Litoral, e 36° C, no Sertão.

Segunda-feira (12)

O tempo permanece com sol em todas as regiões de Alagoas na segunda. A sensação de tempo seco e abafado pode ser predominante. As temperaturas variam entre 25° C e 32° C no Litoral e 26° C e 36° no Sertão.

Terça-feira (13)

No último dia de Carnaval, o sol continua a esquentar em todas as regiões de Alagoas. Os termômetros estarão marcando entre 33° C e 36° C.

A previsão é disponibilizada diariamente no site www.semarh.al.gov.br e também no aplicativo “Semarh Tempo Alagoas” para os sistemas Android e iOs.

Fonte: Ascom Semarh

Defesa Civil alerta para previsão de chuvas intensas e trovões até quarta

Nos casos de risco, população deve avisar à Defesa Civil nos telefones 192 ou do 0800 030 6205

As chuvas que atingem o Estado nesta terça-feira (23) pegaram o alagoano de surpresa, mas já eram esperadas pelo radar metereológico da Ufal e pela Defesa Civil, que alerta: a previsão é de que o clima pode se manter chuvoso até amanhã em todo o Nordeste. A população também pode esperar relâmpagos e trovões.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Maceió, Dinário Lemos, a situação de hoje é comum nesta época do ano, a conhecida chuva de verão.

Ele afirmou que o radar metereológico da Ufal deverá fazer outra varredura ao longo do dia de hoje para avaliar se o “temporal” vai se dissipar ou se poderá se intensificar.

Chuva e ventos fortes

A Sala de Alerta da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), informou que as regiões do Litoral e Zona da Mata de Alagoas poderão ser atingidas por pancadas de chuvas fortes, e que o motivo disso é a “presença de um cavado sobre a costa alagoana, favorecendo a formação de uma nebulosidade mais intensa”.

“Essas chuvas poderão ser acompanhadas de raios e rajadas de vento em alguns pontos das regiões do Litoral e Zona da Mata”, explica o meteorologista e coordenador da Sala de Alerta da Semarh, Vinícius Pinho.

A Semarh também tranquilizou a população que mora às margens de rios e de lagoas, informando que não há risco de transbordamento.

Nos casos em que a população desconfiar de situações de risco, deve avisar à Defesa Civil através dos telefones 192 ou do 0800 030 6205


Segundo fim de semana do ano tem previsão de chuvas fracas em Alagoas

O final de semana em Alagoas tem previsão de chuvas intercaladas com períodos de tempo seco. De acordo com a Sala de Alerta da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), a tendência é que as chuvas diminuam gradativamente ao longo do dia.

A previsão para o sábado (13) é de chuvas fracas intercaladas com momentos de tempo seco nas regiões do Litoral, Agreste e Sertão. Na Zona da Mata, o predomínio maior é de tempo seco com possibilidade de chuvas passageiras. As temperaturas ficam em torno de 25º C, a mínima, com máxima de 31º C.

Já no domingo (14), o tempo permanece com chuvas fracas e períodos de tempo seco no Litoral, Agreste e Sertão. Na Zona da Mata, tempo seco e chuvas passageiras. As temperaturas ficam em torno de 25º C a mínima e 31º C a máxima.

A previsão também está disponível no site www.semarh.al.gov.br e no aplicativo “SEMARH TEMPO ALAGOAS” para os sistemas Android e iOs.


Rajadas de vento devem continuar intensas em Alagoas até o final do mês

Em Alagoas, além do forte calor, está ventando muito. As rajadas de vento ganharam mais força neste fim de semana no estado e devem continuar assim até o final do mês, mas de forma oscilada.

Quem está no Baixo São Francisco, Agreste e no Litoral do estado sente ainda mais a força da natureza.

Em Maceió, quem vai à orla pode perceber as nuvens de areia que pairam no ar e as estruturas físicas se balançando. A fiação de vários postes ficaram suspensas. Na Praia da Pajuçara, até os enfeites de natal foram atingidos.

O fenômeno é chamado Vento Nordeste, característico nessa época do ano. Segundo a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), as rajadas aparecem entre os meses de novembro e dezembro, período de transição entre primavera e verão.

Meteorologistas da secretaria explicam que o Vento Nordeste está com rajadas entre 40 e 50 km/h. No entanto, a intensidade do vento sofre nuances. Ou seja, em dias alternados, o vento poderá ter rajadas mais intensas. Em outras ocasiões, perde a sua força.


Estudo revela cocaína em alta concentração no mar do litoral

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Santa Cecília (Unisanta) apontou altas concentrações de produtos farmacêuticos e de cocaína na Baía de Santos, no litoral de São Paulo. No laboratório, já foram comprovados os danos que as substâncias trazem ao ambiente marinho. Agora, os pesquisadores buscam aprofundar mais esse estudo sobre as concentrações de drogas ilícitas nesse ecossistema e seus reais danos.

A pesquisa foi coordenada por Camilo Seabra Pereira, ecotoxicologista e professor do curso de mestrado em Ecologia da Unisanta. O grupo é também composto pelos pesquisadores Luciane Maranho, Fernando Cortez, Fabio Pusceddu, Aldo Santos, Daniel Ribeiro, Augusto Cesar e Luciana Guimarães.

Em 2014, os pesquisadores iniciaram o monitoramento na baía de Santos e observaram a presença de cocaína e fármacos concentrados em determinadas áreas. Por conta disso, atualmente são feitas coletas da água a cerca de 4,5 km da costa brasileira, justamente na área que sofre uma influência do estuário de Santos e São Vicente, principalmente, do esgoto doméstico das cidades.

Segundo o professor-doutor Camilo Seabra, da Unifesp, tanto a cocaína como as substâncias encontradas na urina estão presente durante todo o ano na água. Eles encontraram a cocaína tanto na forma pura como também metabólica, quando a droga é transformada pelo usuário. Os principais responsáveis pelo aporte das drogas no ambiente marinho são os efluentes domésticos.

“Em todas as estações encontramos tanto a cocaína quanto metabólicos. As maiores concentrações foram no carnaval de 2014. As quantidades de cocaína na água já estão próximas das que causam efeitos em organismo marinhos, que é na ordem de 200 a 2.000 nanogramas por litro, ou seja, para cada 1 litro de água, são 500 nanogramas de cocaína”, explica Seabra.

A partir dos primeiros estudos que comprovaram essas substâncias no mar, os pesquisadores começaram a se aprofundar no tema e a estudar quais os efeitos biológicos e o risco ambiental das drogas nos ambientes costeiros. Eles fizeram a coleta e a quantificação da cocaína em laboratório, assim como a avaliação da toxicidade aguda e crônica das drogas em mexilhões.


Operação integrada flagra desmatamento de quase 100 hectares de vegetação

Foram localizados 98,88 hectares de vegetação local desmatada por ação humana no município de Belo Monte, Sertão de Alagoas, durante ação conjunta do Ibama, Instituto do Meio Ambiente (IMA) e Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) nesta terça-feira (21).

Os trabalhos fazem parte da ‘Operação Integrada do São Francisco’, iniciada nesta segunda (20). Mais de 50 pássaros silvestres e cinco cágados foram apreendidos na primeira etapa, e 41 animais silvestres nesta terça.

Os pontos foram localizados através do geoprocessamento de diversas áreas de possíveis desmatamentos no interior do estado durante o planejamento da ação.

Na fiscalização, ficou constatado que nos últimos 3 anos houve destruição de 9,66 hectares de vegetação nativa em área de preservação permanente, na margem do rio São Francisco.

Pontos foram localizados através do geoprocessamento de diversas áreas de possíveis desmatamentos no interior do estado (Foto: Divulgação/BPA) <!– [if IE 9]><![endif]–> Pontos foram localizados através do geoprocessamento de diversas áreas de possíveis desmatamentos no interior do estado (Foto: Divulgação/BPA)

Pontos foram localizados através do geoprocessamento de diversas áreas de possíveis desmatamentos no interior do estado (Foto: Divulgação/BPA)

Foi identificado também o desmatamento de 87,22 hectares de vegetação do bioma caatinga, sem autorização do órgão ambiental competente.

As áreas degradadas foram embargadas e os infratores foram autuados resultando na indicação de multa no valor de R$ 138 mil.