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Defesa Civil alerta para chuvas passageiras

Por: Vanessa Santos

Devido à previsão de chuvas de intensidade moderada neste sábado,24, e no domingo,25, a secretaria Adjunta Especial de Defesa Civil já esta em alerta durante todo final de semana.

Em caso de ocorrências, a população pode entrar em contato com o corpo de Bombeiros (193), para que a defesa Civil seja acionada.

“A recomendação para as pessoas que moram em áreas de riscos e que se dirijam para locais mais seguros, caso a chuva seja muito intensa”.

O final de semana e possivelmente a segunda-feira em Alagoas serão de chuvas moderadas em todas as regiões, com pancadas mais intensas ao longo do dia.


Outono tem início nesta terça com previsão de tempo seco

Alagoas se despede da estação do verão e recebe o outono nesta terça-feira (20), a partir das 13h14, com a perspectiva de um cenário ainda com sol, porém com a tendência de diminuição das temperaturas a partir do mês de abril. A Sala de Alerta da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) estima um outono com chuvas dentro da normalidade em todas as regiões de Alagoas até o final da estação, que finaliza em 21 de junho.

O início do outono não tem grandes alterações climáticas em Alagoas, segundo informações do meteorologista da Sala de Alerta, Vinícius Pinho. “Nos primeiros 30 dias, os alagoanos poderão esperar o tempo bastante seco e altas temperaturas. Isso ocorre porque aqui no Nordeste as estações do outono e primavera não são bem definidas”, explica o meteorologista.

Período chuvoso

Alagoas começa a sentir uma mudança significativa no clima a partir da segunda quinzena de abril, quando o período chuvoso inicia. O vento começa a soprar de Sudeste trazendo ar mais úmido para o litoral alagoano e com isso as temperaturas tendem a cair.

O período chuvoso está inserido nas estações do outono e inverno. Nessa época ocorre a incidência das “ondas de leste”. O meteorologista esclarece ainda que esse fenômeno traz chuvas regulares, porém sem descartar a possibilidade de eventos extremos de chuva forte e concentrada até a primeira quinzena do mês de agosto, época em que encerra o período chuvoso em Alagoas.

Fonte: Semahr

Aves e jabutis resgatados em Alagoas são soltos no Sertão

Praticamente inexistente no seu habitat natural, o jabuti é uma das espécies mais ameaçadas de extinção na caatinga alagoana. Na manhã desta quinta-feira (15), 270 desses répteis foram devolvidos à Caatinga, no município de Belo Monte, pela Equipe de Fauna da Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia Hidrográfica do São Francisco (FPI do São Francisco).

“Os jabutis ainda são muito comuns em cativeiros, mas a criação é proibida e pode gerar multa de R$ 5 mil por animal apreendido. A maioria devolvida hoje à natureza foi de entrega voluntária. É importante essa conscientização da comunidade”, explicou o coordenador da equipe de soltura, Lahert Lobo.

Além dos jabutis, cerca de 60 aves típicas do bioma também foram libertadas.

Galos de Campina estão entre os pássaros soltos nesta quinta

FOTO: JONATHAN LINS/ASCOM MPE

 

“As aves soltas hoje são conhecidas popularmente como Galo de Campina, Extravagante, Azulão, Cancão e Rolinha Fogo-Apagou. Após a soltura, realizamos visitas posteriores sempre que possível, para monitoramento e também fazemos a inspeção nas comunidades para saber se houve captura”, disse Lahert Lobo.

A princípio, segundo explicou o coordenador, os bichos soltos ainda terão comportamento de animais domesticados, mas ao conseguirem se reproduzir, as novas gerações serão silvestres, se mantendo longe do contato humano.

“Soltamos os animais em uma área com oferta de alimentos, próximo de pontos com água. Esse trabalho da FPI vem para contribuir com a reintrodução e diversificação das espécies nos seus biomas típicos”, concluiu.


FPI do São Francisco multa Prefeitura de Feliz Deserto por lançamento de esgoto

O mucípio de Feliz Deserto guarda em suas terras um verdadeiro santuário de flora e fauna. Lagoas, pântanos e banhados formam um aglomerado de águas superficiais que proporcionam uma paisagem extraordinária, servindo de berçário de peixes e ponto de descanso e reprodução de aves migratórias. Tudo isso integra a área de preservação ambiental (APA) da Marituba, que alimenta o corpo do Rio São Francisco e contribui com a formação dos manguezais.

É neste cenário, porém, que o esgoto da cidade deságua. Direto das residências, sem qualquer tratamento. Nesta terça-feira (06), a Fiscalização Preventiva e Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (FPI do São Francisco) flagrou o lançamento de resíduos poluentes no Rio Canduípe, que corta a cidade e cujas águas alcançam a Praia do Peba, na altura de uma região conhecida como Barrinha.

O despejo de esgoto ocorre paralelamente à falta de tratamento da água que abastece os consumidores das zonas urbana e rural. Distribuída pela Prefeitura do Município, ela não passa por qualquer tratamento básico, como desinfecção ou aplicação de cloro. Resultado: uma população vulnerável a doenças e um meio ambiente desequilibrado.

“A distribuição de água sem tratamento expõe os seus consumidores a doenças de veiculação hídrica, como a diarreia, que pode matar. A contaminação pela presença de bactérias patogênicas pode ocorrer na reservação da própria água ou no processo de distribuição dela”, disse a coordenação da Equipe de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário.

O analista ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA) na Bahia, Alberto Santana, explicou que a poluição da água afeta a qualidade de vida do bioma existente na APA da Marituba.

“O despejo de esgoto doméstico sem qualquer tratamento nas águas da APA provoca o aumento de matéria orgânica, que, por sua vez, retira o oxigênio e outros nutrientes, causando a eutrofização e contaminando a água do banhado. Na sequência, tal recurso hídrico contamina a água do Rio São Francisco e, consequentemente, a água do mar”, expôs o analista.


FPI do São Francisco flagra supressão de 17 hectares de Mata Atlântica

A Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (FPI do São Francisco) identificou a supressão de cerca de 17 hectares de Mata Atlântica. A área desmatada foi encontrada em duas propriedades rurais localizadas no município de Penedo. Os proprietários das terras serão autuados e responderão pelos crimes junto aos órgãos ambientais.

Segundo os agentes da FPI,  as áreas foram descobertas por um levantamento georreferenciado, que acompanha toda área de Mata Atlântica da região e norteia os trabalhos dos fiscais durante a realização da FPI. Entretanto, os fiscais foram surpreendidos com um aumento recente das áreas suprimidas.

Em um dos sítios, localizado no povoado de Castanho Grande, foram encontrados pouco mais de três hectares onde a mata nativa deu lugar a plantações de mandioca e maracujá. Os fiscais ainda flagraram a realização de uma queimada, que devastou pelo menos mais 0,3 hectares de Mata Atlântica. A prática vem provocando a devastação  paulatina da floresta na área.

Já na região conhecida como Fafi, o dono de uma fazenda de gado suprimiu 13 hectares de Mata Atlântica para dar lugar a pasto.

“É preciso impedir a continuação dessa prática. Os produtores avançam devagar, discretamente, e a  mata vai desaparecendo a cada ano. Isso traz um prejuízo enorme para o meio ambiente, inclusive para o agricultor que, com essa prática de queimada e destruição da mata nativa,  produz um solo pouco produtivo.  Sem a floresta, todos saem perdendo”, declarou Roberto Wagner, analista ambiental do Ibama.

Mata Atlântica

Restando preservados apenas 12,5% da formação vegetal que um dia ocupou 1,3 milhão de km², atravessando 17 estados, o bioma da Mata Atlântica ainda é, ao mesmo tempo,  um dos mais ameaçados  e mais importante do país.

Segundo levantamento da ONG SOS Mata Atlântica, aproximadamente 40% de toda a biodiversidade da flora brasileira é endêmica da Mata Atlântica, ou seja, existe apenas nesse bioma. O estudo revela ainda que nessas florestas vivem 60% das espécies de animais ameaçados de extinção no país.

Área desmatada foi encontrada em duas propriedades rurais

FOTO: Assessoria


FPI do São Francisco flagra catadores trabalhando sem EPIs em lixão

A Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (FPI do São Francisco) flagrou, na manhã desta segunda-feira (5), catadores trabalhando sem equipamentos de proteção individual num lixão localizado no Povoado de Capela, zona rural de Penedo. Ele recebe diariamente resíduos sólidos da cidade e do município de Igreja Nova.

Segundo a Prefeitura de Penedo, 55 catadores cadastrados trabalham no lixão, buscando diariamente material reciclável no local.

“É complicado trabalhar assim. A gente cata sem luva, sem proteção. De vez em quando, os caminhões da Prefeitura trazem resíduos de hospital, como seringa e soro, tudo misturado com lixo do povo. Já me machuquei com vidro e gancho [instrumento de trabalho]“, disse um catador de 28 anos, que há oito trabalha no local e vende o material reciclável para um empresário de Arapiraca.

Pedindo para não se identificar, o trabalhador afirmou que os moradores do Povoado Riacho Vermelho reclamam da fumaça decorrente das queimadas no lixão. Sem máscara, os próprios catadores convivem com a poluição do ar desde a hora que chegam até o despejo do último caminhão.

Sobre os relatos de trabalho infantil no local, o encarregado do lixo de alto risco, José Carlos dos Santos, vinculado à Secretaria de Serviço Público, nega a presença de crianças e adolescentes. “Há pouco mais de oito meses, dava para encontrá-los aqui. Mas, para não dar problema aos adultos que trabalham no lixão, conseguimos mandar as crianças e adolescentes de volta à escola”, disse.

Contaminação da água

Os agentes da FPI do São Francisco constaram que o chorume do lixão desce para dois recursos hídricos na localidade: a Lagoa do Caradanjo e o Brejo da Pucaba. De lá, a sujeira segue direto para as águas do “Velho Chico”.

“Se no verão a gente encontra a lagoa desse jeito, imagine no inverno, quando alaga tudo. O lixão chegou a dar espaço a um aterro por algum tempo, mas agora está essa loucura, acabando com a saúde dos ribeirinhos”, lamentou Geraldo Santos, morador do Povoado de Capela, Penedo.

O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), por meio do procurador-geral de justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, firmou em dezembro último um termo de acordo de não persecução penal com dezenas de municípios para que todos os lixões fossem encerrados até o dia 5 de abril. Por essa razão, o Instituto do Meio Ambiente (IMA) intimou a Prefeitura de Penedo a apresentar o projeto de destinação dos resíduos, uma vez que o Poder Executivo da cidade se comprometeu a fazer o descarte da forma correta no prazo estabelecido no acordo . “Se o Município não der um destino adequado aos resíduos sólidos até o prazo estabelecido, os órgãos de fiscalização e o Ministério Público Estadual adotarão as medidas cabíveis para assegurar um meio ambiente equilibrado e a saúde da população ribeirinha”, explicou a promotora de Justiça Lavínia Fragoso.

Além do MPE/AL e do IMA, integram a equipe de Resíduos Sólidos e Extração Mineral representantes do Departamento Nacional de Produção Mineral, Batalhão de Policiamento Ambiental, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Alagoas e Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco.


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