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Penedo decreta situação de emergência por infestação de Aedes aegypti

Penedo – AL

O prefeito de Penedo, Marcius Beltrão, decretou estado de emergência em decorrência da infestação do mosquito Aedes aegypti na cidade. O documento, datado de 4 de julho, foi publicado no Diário Oficial do município nesta segunda (08/07), estando em vigor por 120 dias.

No decreto, a prefeitura declara que Penedo está em situação epidêmica, registrando 295 casos (não-especificados) dentre a população de 27 mil habitantes. Alertas estão sendo transmitidos para órgãos estaduais e federais de Saúde pública, para que se previna uma proliferação em território estadual.

Dentre as medidas decretadas, a Secretaria Municipal de Saúde deve realizar procedimentos diários para o combate ao mosquito e suas doenças. O Município deve ainda articular ações com cidades próximas a Penedo para evitar que a epidemia ganhe maiores proporções. Durante a vigência do decreto, o Executivo fica dispensado de processos licitatórios para aquisições de bens relacionados ao controle das doenças.

Fonte: Cada Minuto


Em extinção, arara-azul nasce no Zoológico de Curitiba

Filhote deve ter nascido há cerca de quatro meses, segundo equipes do Zoológico de Curitiba — Foto: Luiz Costa/SMCS
Quatro filhotes de arara-azul já nasceram no Zoológico de Curitiba — Foto: Luiz Costa/SMCS

Uma arara-azul, que é uma espécie de ave em extinção, nasceu no Zoológico de Curitiba. De acordo com a prefeitura, esse é o 4º filhote de arara-azul que nasce no local.

Equipes do zoo notaram que o casal de arara-azul estava passando mais tempo no ninho e, então, descobriram o filhote. Eles estimam que o nascimento tenha acontecido há cerca de quatro meses.

O filhote está sob os cuidados dos pais e fica em um recinto fora de exposição. Ele é irmão do Blu, que também é morador do zoológico. Ao todo, cinco aves dessa espécie – contando com o filhote – são habitantes do local.

Um teste de DNA vai dizer se filhote é macho ou fêmea. O resultado, conforme a administração municipal, deve sair até agosto.

A arara-azul é uma espécie que vive nas regiões do Pantanal e da Amazônia.

Fonte: G1


Incêndios no DF destroem área de 1.155 campos de futebol em 35 dias

Incêndio florestal na DF-250, próximo ao Itapoã, no Distrito Federal — Foto: Corpo de Bombeiros do DF/Divulgação
Incêndio florestal na DF-250, próximo ao Itapoã, no Distrito Federal — Foto: Corpo de Bombeiros do DF/Divulgação

Entre os dias 1º de junho e 6 de julho, os incêndios florestais no Distrito Federal destruíram uma área de 8.248.002 m², segundo o Corpo de Bombeiros. Nos cálculos da corporação, divulgados neste domingo (7), essa metragem consumida pelo fogo equivale a quase 1.155 campos de futebol.

Durante esse período, os bombeiros receberam 696 chamados de combate a incêndio. Planaltina foi a região com mais ocorrências – 80. Logo em seguida, aparecem Paranoá e Brazlândia, com 51 e 46 atendimentos, respectivamente (veja abaixo).

  • Planaltina: 80;

  • Paranoá: 51;

  • Brazlândia: 46;

  • Sobradinho: 46;

  • São Sebastião: 34;

  • Gama: 31.

Na última sexta-feira (5), um incêndio atingiu uma área de vegetação entre a via L4 Sul e o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). De acordo com os bombeiros, somente nessa ocorrência, uma área de 70 mil m² foi destruída pelo fogo.

A fumaça podia ser vista desde o Memorial JK, no Eixo Monumental, a uma distância de 11 quilômetros. Os militares usaram água dos caminhões e abafadores para conter as chamas.

E a chuva?

Embora os moradores do DF tenham registrado chuvas em áreas isoladas na sexta (5) – decorrentes de uma massa de ar frio que passou pelo Centro-Oeste –, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de que o tempo continue seco e sem precipitações até setembro.

“Já estamos no período da seca que deve se agravar até agosto, e não há qualquer previsão de chuva a curto prazo”, apontou o meteorologista Hamilton Carvalho.

Fonte: G1


Tornado deixa mortos e quase 200 feridos na China

Carro fica danificado na passagem de tornado em Kaiyuan, na província de Liaoning, na China — Foto: AFP

Seis pessoas morreram e quase 200 ficaram feridas na passagem de um tornado pela cidade de Kaiyuan, no nordeste da China, na tarde de quarta-feira (3).

Árvores e postes de eletricidade caíram e telhados ficaram danificados com a passagem de ventos extremamente fortes por Kaiyuan, na província de Liaoning.

O tornado feriu mais de 190 pessoas, anunciou o Bureau de Segurança Pública da cidade na rede social Weibo, nesta quinta (4). Quarenta e três feridos precisaram ser hospitalizados.

 

 

Fonte: G1


Macron diz que Bolsonaro foi chave para acordo de Mercosul e União Europeia

O presidente da França, Emmanuel Macron, durante encontro do G20 em Osaka, no Japão. — Foto: Ludovic Marin/AFP
O presidente da França, Emmanuel Macron, durante encontro do G20 em Osaka, no Japão. — Foto: Ludovic Marin/AFP

Após Mercosul e União Europeia fecharem um dos maiores acordos comerciais da atualidade, o presidente da França, Emmanuel Macron, disse neste sábado (29) que o presidente Jair Bolsonaro garantiu a ele o compromisso do Brasil com o Acordo de Paris e a “luta pela biodiversidade”.

“O presidente Bolsonaro me confirmou o seu compromisso, ao contrário das preocupações que se podia ter, com o Acordo de Paris e a luta pela biodiversidade”, disse em entrevista em Osaka, no Japão.

“Estamos comprometidos com o acompanhamento desses compromissos.”

Segundo Macron, a “garantia dada por Bolsonaro” foi chave para que o entendimento entre Mercosul e União Europeia fosse firmado.

“A verdadeira mudança na fase final de negociação foi a afirmação clara pela qual o Brasil se comprometeu com o Acordo de Paris e na luta pela biodiversidade.”

O acordo de comércio entre Mercosul e União Europeia prevê que os signatários se comprometem com a “efetiva implementação” do Acordo de Paris — entendimento pelo qual os países adotaram metas de redução de gases poluentes.

Às vésperas do G20, Macron havia declarado que a França não firmaria o acordo com o Mercosul se o Brasil deixasse o Acordo de Paris.

Encontro entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente francês Emmanuel Macron — Foto: TV Globo

No dia seguinte, ele teve uma reunião informal com Bolsonaro após almoço de líderes. Mas a versão de Macron para esse encontro destoa da informação dada pelo presidente brasileiro, que também se encontrou com a chanceler Angela Merkel para falar da pauta ambiental brasileira.

Em entrevista coletiva também neste sábado, Bolsonaro disse que tanto no encontro com Macron quanto na conversa com a chanceler alemã, ele criticou o que chamou de mania de “colocar o meio ambiente acima de tudo”.

Segundo ele, os dois europeus “arregalavam os olhos” com frequência durante o diálogo.

“De maneira cordial, mostramos que o Brasil mudou com o atual governo e vai ser respeitado. Falei da psicose ambientalista que existe conosco”, relatou, argumentando que os líderes europeus “se alienam” com informações de ONGs ambientais.

“Convidei Merkel e Macron para vir à Amazônia. Eles poderiam ver que não existe esse desmatamento tão propalado”, afirmou.

O presidente Jair Bolsonaro, a chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi em encontro do G20. — Foto: Brendan Smialowski / AFP
O presidente Jair Bolsonaro, a chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi em encontro do G20. — Foto: Brendan Smialowski / AFP

Perguntado se o entendimento comercial entre os dois blocos comerciais apontava que o Brasil permaneceria no Acordo de Paris durante todo o seu mandato, Bolsonaro disse que “no momento estamos no acordo” e que o Brasil “não tem como cumprir” todas as metas do Acordo de Paris.

“Falei com Angela Merkel e a Alemanha não vai cumprir o acordo no tocante a energias fósseis. O que cada brasileiro bota para fora de gás carbônico, o alemão é quatro vezes mais”, disse.

“A nossa (meta), né? A gente não tem como cumprir, nem que pegue aqui agora 100 mil homens no campo e comece a reflorestar a partir de agora, até 2030 não vai atingir essa meta”, emendou.


Senado devolve à Funai demarcação de terras indígenas

Índios produzem óleo de pequi em terra indígena de MT — Foto: Rogério Assis/ISA

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), devolveu nesta terça-feira (25) ao Palácio do Planalto o trecho da medida provisória (MP) do presidente Jair Bolsonaro que transferiu a demarcação de terras indígenas para o Ministério da Agricultura.

Em uma rede social, Davi Alcolumbre acrescentou que a decisão foi tomada em uma reunião dos líderes partidários porque, na opinião dos parlamentares, a demarcação cabe ao Ministério da Justiça. A decisão foi lida em plenário.

“Definimos, em reunião de líderes, que o Congresso Nacional vai devolver parte da Medida Provisória 886/2019, que trata da demarcação de terras indígenas. Concordamos que o tema deve ser competência do Ministério da Justiça e Segurança Pública”, publicou Davi Alcolumbre.

Nesta segunda (25), o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu o trecho da MP que trata da demarcação.

Com a decisão de Barroso, a demarcação deve retornar para a Fundação Nacional do Índio (Funai), vinculada ao Ministério da Justiça.

A decisão do ministro é liminar, ou seja, provisória. Diante disso, já pediu ao plenário do Supremo para julgar o tema de maneira definitiva.

Entenda a polêmica

Até o ano passado, a demarcação de terras indígenas era atribuição da Funai. Quando tomou posse em janeiro, Bolsonaro editou uma MP reestruturando todo o governo. Na medida, o presidente transferiu a demarcação de terras para o Ministério da Agricultura.

A MP chegou a ser aprovada pelo Congresso, mas os parlamentares modificaram o trecho sobre a demarcação, fazendo com que a atribuição retornasse para a Funai.

Bolsonaro, então, editou uma outra medida provisória, devolvendo a atribuição ao Ministério da Agricultura. Esta MP é a que será devolvida pelo Congresso.

Uma medida provisória tem força de lei assim que é publicada no “Diário Oficial da União”. Para se tornar uma lei em definitivo, porém, precisa ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias.

Demarcação em Palmeira dos Índios

Em Palmeira dos Índios, a cidade abriga oito aldeias distribuídas na zona rural. A população indígena foi estimada em mais de três mil índios, cerca de 600 famílias. A maioria vive nas aldeias, e divide 1,3 mil hectares de terras regularizadas.

Outra parte pode ser encontrada fora das áreas rurais, tradicionalmente habitadas por índios e descendentes, residindo na periferia da cidade.

A demarcação atinge desde imóveis com área abaixo de um hectare até latifúndios com 200 hectares. A maior parte das pessoas possui de 10 a 20 hectares. Os produtores que possuem terras em áreas delimitadas no relatório disseram que estão preocupados com o processo de retomada.

 

 

Fonte: Todo Segundo


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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