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Previsão do tempo para hoje é de chuvas fracas

A previsão do tempo para o dia de Corpus Christi, nesta quinta-feira (15), em Alagoas, foi disponibilizada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), por meio da Sala de Alerta.

O tempo deve ficar instável com possibilidade de chuvas nas regiões do Litoral, Baixo São Francisco e Zona da Mata. No Agreste, a previsão é de chuvas isoladas durante o dia. No Sertão e no Sertão do São Francisco, existe a possibilidade de chuva passageira, intercalada com períodos de tempo seco.

Na sexta-feira (16), a previsão continua de tempo instável com chuva no Litoral, Zona da Mata e Baixo São Francisco. No Agreste existe a previsão de chuva passageira. Já no Sertão e no Sertão do São Francisco, a previsão é de chuva leve, intercalada com períodos de tempo seco.

A previsão do tempo é atualizada diariamente do site www.semarh.al.gov.br e também no app Semarh Tempo Alagoas disponível de forma gratuita para as plataformas android e iOS.

 


18 cidades de Alagoas e Pernambuco estão em emergência ao mesmo tempo por seca e chuva

Antes afetados pela falta de água, municípios agora têm que De um dia para o outro, famílias que dependiam de caminhão-pipa para ter água em casa perderam tudo o que tinham para as enchentes.

De um dia para o outro, famílias que dependiam de caminhão-pipa para ter água em casa perderam tudo o que tinham para as enchentes. O governos dos estados de Alagoas e Pernambuco já tinham decretado situação de emergência por causa da seca em dezenas de cidades. Agora, 18 delas entraram também para as listas de municípios em situação de emergência por conta das chuvas das últimas semanas, que deixaram 85 mil desabrigados nos dois estados.

O reconhecimento de emergência é feito por decretos dos governos estaduais, e permite que o município tenha acesso a recursos destinados a mitigar os impactos de desastres naturais. Como cada desastre tem um leque de auxílios específicos, um decreto de emergência por conta de chuvas não anula um de secas.

Pernambuco vive o sexto ano consecutivo de estiagem. Em abril, o governo do estado decretou emergência por conta da seca em 56 cidades. Três estão no decreto que reconhece emergência por conta das chuvas em 24 cidades, assinado pelo governador Paulo Câmara (PSB) na última terça-feira (30).

Caruaru é uma delas. Um dos moradores, Ivanildo Pereira dos Santos, de 72 anos, dividia com os vizinhos os R$ 200 cobrados por caminhões-pipa todos os meses. Agora, as chuvas das últimas semanas trouxeram um prejuízo extra: a água invadiu a casa do aposentado e destruiu parte dos móveis.

“Aqui pegou muita água, foi quase meio metro da nossa casa. Perdemos praticamente tudo. A gente se sente abandonado aqui, o poder público aqui não chega.”

“Qualquer chuva aqui é uma agonia, com os esgotos que acabam estourando também”, disse o idoso, que vive no bairro José Carlos de Oliveira.

E água nas torneiras? Nada até agora. Mesmo com a barragem do Prata, principal manancial da cidade, subindo de 9% para 50% da capacidade, a distribuição não foi normalizada na cidade. A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) afirma que faz estudos para rever o racionamento.

De acordo com a prefeitura de Caruaru, mais de 200 ruas foram danificadas. Cerca de 20 árvores de grande porte destruíram veículos estacionados e interditaram ruas. Parte do teto da maternidade Casa de Saúde Bom Jesus desabou, comprometendo as cirurgias eletivas, e mais de 20 unidades do Programa da Saúde da Família tiveram infiltrações, avarias e alagamentos.

Cidades de Pernambuco e Alagoas que seão em situação de emergência por conta de seca e chuva (Foto: Editoria de Arte/G1) <!– [if IE 9]><![endif]–> Cidades de Pernambuco e Alagoas que seão em situação de emergência por conta de seca e chuva (Foto: Editoria de Arte/G1)

Cidades de Pernambuco e Alagoas que seão em situação de emergência por conta de seca e chuva (Foto: Editoria de Arte/G1)

Prejuízos em Alagoas

Em Alagoas, mais da metade dos municípios amargam prejuízos por causa da seca. Dos 102, 77 estão em emergência reconhecida pelo governo do estado. Agora, 15 desses entraram em emergência também pelas chuvas.

A cidade de União dos Palmares, na Zona da Mata alagoana, enfrentou rodízio no abastecimento de água por causa do nível baixo do Rio Mundaú até o mês passado. Para evitar colapso, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto dividiu a cidade em dois grupos, que tinham águas nas torneiras em dias alternados.

Agora, União tem mais de mil pessoas fora de casa e foi incluída no decreto do governador, Renan Filho (PMDB), que colocou 27 cidades do estado em situação de emergência por conta das chuvas. O nível do rio subiu tanto que a Defesa Civil recomendou que os ribeirinhos deixassem as moradias e procurassem abrigo em locais seguros.

Ajuda em dinheiro

De acordo com o Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE-AL), os municípios em emergência por causa da seca e da chuva continuarão a receber verbas referentes a cada decreto, já que eles são independentes. Entretanto, eles vão ter que comprovar depois que usaram os recursos para os fins correspondentes.

A comprovação deve ser feita junto ao TCE, quando se tratar de verba estadual, e junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), quando se tratar de verbas federais.

Caso os recursos não tenham sido utilizados como deveriam, as prefeituras deverão devolver o dinheiro aos cofres públicos.

Segundo o advogado especialista em direito público Gladimir Chiele, uma cidade em situação de emergência por conta de seca pode decretar em razão das chuvas, porque cada desastre tem conjuntos diferentes de fundos e programas. E, para ter acesso a cada um deles, é preciso de um decreto específico. “São dois desastres naturais distintos”, diz.

O governo do estado de Pernambuco não quis se manifestar.

lidar com prejuízos por causa das enchentes.

 


Rios Manguaba, Camaragibe e Jacuípe estão com níveis elevados

A Sala de Alerta da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) divulgou, na manhã desta quinta-feira (1), os dados dos níveis dos rios e lagoas.

De acordo com o boletim, os rios da região norte Manguaba, Camaragibe e Jacuípe, que permaneciam em estabilidade até a ultima quarta-feira (31), apresentam um leve aumento de nível, mas que não representa risco.

Os níveis das lagoas Mundaú e Manguaba continuam descendo significativamente, em torno de 5 cm por hora na lagoa Manguaba e de 1 a 2 cm por hora na Lagoa Mundaú, retirando os avisos de alagamentos.

A Sala de Alerta afirma também que os avisos de alagamentos estão sendo encaminhados à Defesa Civil Estadual.


Previsão para Alagoas é de chuva moderada até quinta-feira

A Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) informou previsão do tempo para esta terça-feira (30) e para os próximos dois dias é de chuva moderada na região Metropolitana, Zona da Mata, Baixo São Francisco e em toda a faixa litorânea  de Alagoas. Dessa forma, a tendência é que o nível dos rios e lagoas deve continuar a baixar.

O meteorologista da Sala de Alerta, Vinícius Pinho, alerta que todos precisam permanecer em alerta com total atenção às áreas vulneráveis em Alagoas.

“Apesar de essa chuva não ser tão intensa quanto à anterior, pode continuar nos causando transtorno, porque o solo está bastante saturado, principalmente na região Metropolitana. As lagoas continuam muito elevadas. Qualquer chuva, por mais moderada que seja, pode continuar causando problemas, principalmente em áreas de risco de deslizamentos”, ponderou Pinho.

O comunicado da Sala de Alerta já foi devidamente repassado à Defesa Civil Estadual e ao Gabinete do Governador. Deve-se dar atenção especial às áreas de encosta, pois o solo encontra-se saturado e instável.

De acordo com o meteorologista, nesta terça, na região Metropolitana, Zona da Mata, no Baixo São Francisco e em toda a faixa litorânea haverá variação de nebulosidade com poucos períodos de sol, além de possibilidade de chuva leve, fraca, em alguns momentos do dia, intercalada por momentos de tempo seco.

“Na quarta-feira (31), teremos tempo instável com chuva no Litoral, Baixo São Francisco e Zona da Mata. No Agreste, possibilidade de chuva em períodos isolados do dia. Nas outras regiões não há previsão de chuvas. Já na quinta-feira, a mesma coisa: tempo instável com chuvas no Litoral, na Zona da Mata e no Baixo São Francisco”, informou Vinícius Pinho.

Rios e lagoas

O gerente de Operações da Semarh, José Gino de Oliveira, informa que os rios baixaram consideravelmente, sobretudo o Paraíba e o Mundaú. As exceções são o Jacuípe, no município de mesmo nome, e o Manguaba, em Porto Calvo, ambos na região Norte, que ainda permanecem com o nível elevado.

“O Jacuípe está baixando, em média, de sete a oito a centímetros por hora. Já o Manguaba chegou a subir cinco metros e baixou um metro e meio”, acrescentou.

“Já as lagoas já baixaram consideravelmente também, sobretudo a Manguaba, porém o nível ainda está com cerca dois metros de elevação”, revelou José Gino .

Todo o monitoramento acerca das chuvas e dos níveis dos rios e lagoas ocorre diariamente, assegura a Sala de Alerta da Semarh.


Semas divulga relatório com situação das vítimas das chuvas, em Palmeira

A Secretaria Municipal de Assistência Social, Inclusão e Desenvolvimento Social (Semas) de Palmeira dos Índios divulgou hoje (29) o relatório das visitas às localidades mais afetadas pelas fortes chuvas que têm caído no município. O levantamento feito por técnicos da Secretaria, que estiveram no sábado (27) nas áreas com famílias em situação de risco social, junto com a Defesa Civil, aponta que a maioria das famílias necessita de alimentos, cobertores e agasalhos.

 

Na comunidade de Eucalipto, uma casa que fica próxima ao córrego está em grande situação de risco. No sítio Jarras, uma casa pertencente a um deficiente físico corre risco de desabamento. Apesar de ter oferecido resistência para sair do local, o proprietário foi acolhido, temporariamente, por uma irmã. Em Anum Novo, Mata da Cafurna, Ribeira, Baixa de Areia, Serra da Boa Vista, Aldeia do Coité e Serra do Candará, também foram identificados 26 pessoas em situação de risco e que precisam de mantimentos, cobertores e agasalhos.

 

De acordo com a secretária da Semas Mônica Targino, já foi iniciada uma campanha para recolher roupas e alimentos, tanto da Secretaria quanto da população, sensibilizadas em doar os produtos para quem mais precisa. “Também repassamos todas essas necessidades para a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e para as secretarias envolvidas no Plano de Contingência do governo municipal, assim que concluímos as visitas. Não tivemos acesso ao Boqueirão, pois as estradas estavam alagadas e essa comunidade ficou ilhada. Estamos aguardando que o acesso seja liberado para que possamos ir lá também. Lembramos que na comunidade quilombola de Tabacaria as famílias também passam por muita necessidade”, afirmou a secretária.

 

O prefeito Júlio Cezar participou hoje (29) de uma reunião estratégica com o governador Renan Filho, ministro Marx Beltrão e os prefeitos dos municípios do Agreste, Vales do Paraíba e Mundaú, e também do Camaragibe, atingidos com grande intensidade pelas chuvas caídas nos últimos dias. “Pedimos um pouco de calma, pois sair de suas casas, ter que abandonar e perder tudo não é fácil. As nossas equipes trabalham na recuperação de todos os danos provocados pela força da água, mas ao mesmo tempo agradecemos pelas chuvas mandadas por Deus para o nosso povo, que tanto precisava. Agradeço à AMA e ao governador Renan Filho pela inciativa de reunir os prefeitos que passam por momentos de aflição, nesta hora que é de reconstrução”, finalizou o prefeito.


Estado anuncia plano de recomposição de municípios afetados pelas chuvas

Antes de iniciar a reunião extraordinária com prefeitos e com a Defesa Civil, o governador Renan Filho (PMDB) anunciou, à imprensa, a intenção do Estado em executar um plano para recomposição das áreas afetadas pelas constantes chuvas da última semana. O planejamento, a princípio, deve incluir assistencialismo às vítimas e um mutirão de limpeza.

O governador informou, com base em relatório da sala de alerta da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), que o volume de chuvas em Alagoas, agora, foi maior do que o registrado em 2010, quando várias localidades foram devastadas. No episódio anterior, as precipitações se concentraram mais em Pernambuco e fizeram subir muito o nível dos rios aqui no estado.

Nesta manhã, prefeitos foram convocados para apresentar um levantamento dos danos causados pelo temporal. Renan Filho explicou que, a partir do quadro apresentado, será possível montar o plano de ação e recorrer ao governo federal para que sejam buscados recursos para reestruturar os municípios afetados.

“O nosso plano de recomposição prevê assistência aos desalojados e desabrigados com alimentação, remédios, água potável e a garantia de abrigos decentes. Depois, vamos articular um grande programa de limpeza das ruas e retorno à casa dos cidadãos que precisaram sair às pressas. Claro que este procedimento será feito com a garantia e segurança dados pela Defesa Civil e Corpo de Bombeiros”, comentou o governador.

Estado anuncia plano de recomposição de municípios afetados com as chuvas

FOTO: larissa bastos

Ele também informou que estará mobilizando o funcionalismo de várias secretarias estaduais para ajudar no levantamento e reorganização administrativa das cidades. Já o ministro do Turismo, Marx Beltrão, que também participa da reunião nesta segunda-feira, deverá ser o porta-voz do Estado em Brasília. “Ele [o ministro] vai levar os relatórios para o presidente da República fique atualizado e se sensibilize enviando condições para que possamos reorganizar estes municípios”, reforçou Renan Filho.

O governador reafirmou que fez apelo a Michel Temer, nesse domingo, para que Alagoas receba verba para investimentos em contenção de enchentes nas bacias hidrográficas. E anunciou que vai manter contato com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, e com a Defesa Civil Nacional, para reforçar este pedido ainda nesta segunda-feira. Renan Filho também revelou que vai a Brasília com o governador de Pernanbuco, Paulo Câmara, em busca destes investimentos.


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