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Filhote de jacaré é encontrado dentro de obra em hospital de Coruripe, AL

Filhote de jacaré foi resgatado e devolvido à natureza em Coruripe, Alagoas — Foto: Divulgação/Marcos Beltrão

Um filhote de jacaré foi encontrado em uma sala em reforma do Hospital Carvalho Beltrão, em Coruripe, na manhã desta segunda-feira (16). Funcionários da obra viram o animal e acionaram voluntários de uma ONG da cidade para auxiliar na retirada do animal.

Segundo a ONG Instituto Amigos dos Animais (INAN), o jacaré era macho, da espécie Papo Amarelo, medindo cerca de 75 cm e pesando abaixo de 2 kg.

Ele foi resgatado e devolvido ao Rio Coruripe.

Segundo a ONG, é comum receber o chamado para resgate de jacarés depois de chuvas.

“Sempre somos acionados pela população. De julho para cá, resgatamos 5 animais encontrados em escolas, prédios públicos e na rua também”, explica Marcos Lima, coordenador geral do INAN.

Fonte: G1

Governo autoriza mais 63 agrotóxicos, sendo 7 novos; total de registros em 2019 chega a 325

Agencia Brasil/arquivo

O Ministério da Agricultura registrou nesta terça-feira (17) mais 63 agrotóxicos. Desse total, 2 são princípios ativos (que servirão de base para produtos inéditos) e 5 são novos produtos que estarão à venda. Os demais 56 são genéricos de pesticidas que já existem no mercado.

As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União. Veja aqui a lista de novos agrotóxicos registrados

Com os novos registros, o total de agrotóxicos liberados chega a 325, superando o volume do mesmo período de 2018, quando houve 309 registros.

Assim, o ritmo de liberação deste ano segue sendo o mais alto da série histórica do ministério, iniciada em 2005.

Novas substâncias

Entre as novidades estão os princípios ativos fluopiram, que é usado para matar fungos, e o dinotefuram, um inseticida. Eles serão usados pela indústria, que poderá desenvolver produtos a partir dessas substâncias para o agricultor (o chamado produto formulado).

No caso do fluopiram, ao mesmo tempo já foi liberado um registro de produto formulado, para utilização nas lavouras.

Lista dos novos princípios ativos registrados no Brasil — Foto: Rikardy Tooge/G1
Lista dos novos princípios ativos registrados no Brasil — Foto: Rikardy Tooge/G1

dinotefuram é utilizado no controle de insetos sugadores, como percevejos. Ele poderá ser aplicado em 16 atividades: arroz, aveia, batata, café, cana-de-açúcar, centeio, cevada, citros, feijão, milheto, milho, pastagem, soja, tomate, trigo e triticale.

Ele é considerado medianamente tóxico pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O pesticida não é autorizado para uso na União Europeia e está em reavaliação nos Estados Unidos, onde é utilizado desde 1985.

Já o fungicida fluopiram é um produto indicado para combater parasitas que atacam a raízes das plantas (nematoides) e terá autorização para 7 culturas: algodão, batata, café, cana-de-açúcar, feijão, milho e soja.

O Ministério da Agricultura afirmou que o produto estava na fila para registro no Brasil havia 10 anos. Ele possui registro na União Europeia e está em análise nos EUA desde 2012.

Novos produtos à venda

O governo liberou 5 agrotóxicos inéditos para os produtores rurais, baseados nos seguintes princípios ativos: são 3 à base da mistura de sulfoxaflor e lambda-cialotrina, 1 formulado a partir de fluopiram e 1 com base no fluorpiauxifen-benzil.

Todos são considerados medianamente tóxicos pela Anvisa.

Princípios ativos que basearam novos pesticidas para os produtores rurais — Foto: Rikardy Tooge/G1
Princípios ativos que basearam novos pesticidas para os produtores rurais — Foto: Rikardy Tooge/G1

Desses pesticidas, os mais polêmicos são os que têm como base o sulfoxaflor, que é relacionado à redução de enxames de abelhas e está em estudo no exterior.


Presidentes de países amazônicos se reuniram na Colômbia para discutir um pacto de preservação

Floresta Nacional do Tapajós e o Rio Tapajós ao fundo — Foto: Marcelo Brandt/G1

O presidente Jair Bolsonaro participou nesta sexta-feira (6) de uma reunião de chefes de estados de países sul-americanos com territórios cobertos pela floresta amazônica. O encontro foi realizado na Colômbia. A participação de Bolsonaro foi por meio de uma videoconferência a partir do Palácio do Planalto.

Sete dos oito países cobertos pela Amazônia discutiram na reunião ações de preservação da floresta. A Venezuela não participou. Segundo o governo colombiano, os países deverão firmar o “Pacto de Leticia pela Amazônia”, com uma série de medidas a serem executadas pelos países da região e pela comunidade geral.

Anfitrião, o presidente colombiano Iván Duque defendeu ações coordenadas entre os países para combater o desmatamento e incêndios na floresta, respeitando a soberania de cada estado.

Participaram da reunião representantes da Guiana e do Suriname e os presidentes de quatro países:

  • Colômbia (presidente Iván Duque);
  • Peru (presidente Martín Vizcarra);
  • Equador (presidente Lenín Moreno);
  • Bolívia (presidente Evo Morales).
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Bolsonaro chegou a anunciar a ida à reunião, porém, por recomendações médicas, não viajou e enviou o chanceler Ernesto Araújo ao encontro, que ocorreu em Leticia, cidade na região amazônica do país, na tríplice fronteira com Brasil e Peru.

O presidente passará pela quarta cirurgia desde que sofreu uma facada no abdômen, há um ano, durante a campanha eleitoral de 2018. O novo procedimento corrigirá uma hérnia (saliência de tecido) surgida no local de intervenções anteriores.

O encontro foi idealizado em meio à crise ambiental e política provocada pelo aumento das queimadas na floresta. Ao anunciar que iria à reunião, na semana passada, Bolsonaro disse que a intenção era discutir uma “política única” de preservação e desenvolvimento da região.

A onda de queimadas levou à discussão sobre a preservação da floresta para a reunião do G7 (grupo que reúne sete das principais economias do mundo), realizada em agosto na França.

Anfitrião, o presidente francês Emmanuel Macron foi uma das vozes mais críticas à política do governo brasileiro para o meio ambiente. Ele chegou a dizer que Bolsonaro mentiu sobre sua preocupação com a preservação da floresta e deixou em aberto a discussão sobre um eventual status internacional da Amazônia.

A declaração gerou reação dos países que compartilham a floresta, com falas em defesa da soberania dos estados da região.

Bolsonaro recusou ajuda financeira oferecida por Macron em nome do G7 para combater as queimadas e sugeriu que o presidente francês tem interesses econômicos na Amazônia.

A França também possui território amazônico, na Guiana Francesa, departamento ultramarino do país europeu.

 

 

 

 

Fonte: G1


Furacão Dorian se aproxima dos EUA após devastar Bahamas e deixar ao menos 30 mortos

Homem caminha entre escombros de casas destruídas pelo furacão Dorian na ilha Grande Abaco, nas Bahamas, em 2 de setembro — Foto: Reuters/Dante Carrer
Homem caminha entre escombros de casas destruídas pelo furacão Dorian na ilha Grande Abaco, nas Bahamas, em 2 de setembro — Foto: Reuters/Dante Carrer

Os efeitos do furacão Dorian já foram sentidos no sudeste dos Estados Unidos, com fortes ventos e uma chuva torrencial nesta quinta-feira (5), depois de o fenômeno ter devastado o norte das ilhas Bahamas, onde deixou ao menos 30 mortos e milhares de pessoas sem casa.

Os residentes da Carolina do Norte e da Carolina do Sul resistiam à chegada do furacão de categoria 2 à medida que aumentavam os esforços internacionais para ajudar as vítimas de Dorian nas ilhas baamianas que receberam o maior impacto: Grand Bahama e Ábaco.

A monstruosa tempestade também provocou vários tornados no sudeste americano, mas não foram reportadas vítimas imediatamente.

Em Charleston, Carolina do Sul, os fortes ventos derrubaram árvores, semáforos e postes de luz. As ruas estavam desertas e a maioria dos comércios tinham as janelas tapadas.

Às 14 horas (15 horas em Brasília), o Centro Nacional de Furacões (NHC), com sede em Miami, informou que Dorian soprava com ventos máximos sustentados de 175 Km/hora. Situava-se a 95 Km de Myrtle Beach, na Carolina do Sul, deslocando-se para o nordeste a 13 Km/hora.

Várias nações se somaram aos esforços de resgate para as milhares de vítimas de Dorian nas ilhas Ábaco e Grand Bahama, no norte do arquipélago, enquanto nos Estados Unidos os residentes da Carolina do Norte e Carolina do Sul se preparavam para uma tempestade de categoria 2.

O estado da Flórida saiu em grande medida ileso da passagem de Dorian. “Tivemos sorte na Flórida. Muita, muita sorte na verdade”, disse o presidente Donald Trump.

Destruição inimaginável

Funcionário de companhia de energia trabalha para consertar sistema em Emerald Isle, na Carolina do Norte, na quinta-feira (5) — Foto: AP Photo/Tom Copeland
Funcionário de companhia de energia trabalha para consertar sistema em Emerald Isle, na Carolina do Norte, na quinta-feira (5) — Foto: AP Photo/Tom Copeland

Dorian soprava com intensidade de categoria 5 quando se instalou durante quase dois dias sobre o norte das Bahamas, onde deixou uma destruição inimaginável.

Uma equipe da AFP que sobrevoou o povoado de Marsh Harbour na quinta-feira viu cenas de danos catastróficos, centenas de casas completamente destruídas, carros virados, campos inteiros de escombros e inundações generalizadas.

Pôde-se observar uma equipe de pessoas mascaradas com trajes protetores brancos carregando cadáveres em bolsas verdes sobre a plataforma de um caminhão.

Alguns residentes ainda aturdidos pela tempestade tinham saído às ruas arrastando suas malas com suas posses mais valiosas.

Ajuda após furacão nas Bahamas ainda é insuficiente, diz voluntária que mora no arquipélago.

A extensão do dano nas Bahamas começava a ser conhecida nesta quinta, à medida que as equipes de socorro conseguiram percorrer a área para resgatar sobreviventes e levar ajuda às vítimas.

Johnny Crawford usa caiaque para atravessar rua alagada em Charleston, na Carolina do Sul, na quinta-feira (5) — Foto: AP Photo/Meg Kinnard
Johnny Crawford usa caiaque para atravessar rua alagada em Charleston, na Carolina do Sul, na quinta-feira (5) — Foto: AP Photo/Meg Kinnard

O primeiro-ministro baamiano, Hubert Minnis, disse que o furacão deixou uma “devastação geracional” e ao menos 30 mortos, embora essa cifra ainda deva aumentar.

As Nações Unidas enviarão “em breve” oito toneladas de víveres às Bahamas, onde cerca de 76 mil pessoas podem estar precisando de ajuda, 60 mil delas na forma de comida, segundo o Programa Mundial de Alimentos (PMA).

“As projeções realizadas justo antes do impacto do ciclone indicam que mais de 76 mil pessoas em Ábaco e Grand Bahama podem estar precisando de comida ou ajuda humanitária”, informou um porta-voz da agência especializada da ONU, Herve Verhoosel.

O secretário-geral adjunto para Assuntos Humanitários da ONU, Mark Lowcock, disse depois de se reunir com Minnis que precisa-se com urgência de abrigos, água potável, alimentos e remédios para cerca de 50 mil pessoas em Grand Bahama e para entre 15 mil e 20 mil em Grande Ábaco.

“É um inferno por todos os lados”, disse à AFP Brian Harvey, um canadense que vive em Ábaco.

“Precisamos sair daqui”, acrescentou. “Passaram-se já quatro ou cinco dias, é hora de ir embora”.

Steven Turnquest, que foi de Marsh Harbour para Nassau com seus filhos de quatro e cinco anos, disse à AFP que tem sorte de estar vivo.

“Vejo meus filhos e agradeço a Deus, peço a ele que me leve, mas não leve meus filhos. Sobrevivi ao furacão me segurando em uma porta”, contou.

Saqueadores advertidos

Funcionário de companhia de energia trabalha para consertar sistema em Emerald Isle, na Carolina do Norte, na quinta-feira (5) — Foto: AP Photo/Tom Copeland
Funcionário de companhia de energia trabalha para consertar sistema em Emerald Isle, na Carolina do Norte, na quinta-feira (5) — Foto: AP Photo/Tom Copeland

Minnis advertiu que os saqueadores serão punidos “com todo o peso da lei” e afirmou que haviam sido mobilizados agentes adicionais das forças de segurança.

A Guarda Costeira americana e a Marinha Real britânica transportaram sobreviventes e provisões de emergência à medida que as águas das inundações retrocediam nas Bahamas.

“Estamos correndo contra o tempo para ajudar os necessitados”, disse o secretário-britânico de Desenvolvimento Internacional, Alok Sharma.

Em Grand Bahama foram usadas motos aquáticas e botes para retirar vítimas das casas inundadas ou destruídas pela tempestade.

Helicópteros americanos e britânicos realizavam evacuações médicas, avaliações aéreas para ajudar a coordenar os esforços de socorro e voos de reconhecimento para conhecer os danos.

Trump falou por telefone com Minnis e prometeu a ajuda de seu país, disse a Casa Branca.

Fonte: G1


Presidentes de países que têm Floresta Amazônica vão se reunir no dia 6, diz Bolsonaro

Presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro informou nesta quarta-feira (28) que no próximo dia 6 de setembro presidentes de países com território amazônico se reunirão para discutir uma “política única” de preservação e desenvolvimento da região.

O encontro, segundo Bolsonaro, deverá ocorrer em Leticia, na Colômbia. O presidente disse que a Venezuela, apesar de possuir território de floresta, não foi convidada.

Bolsonaro deu a declaração no Palácio da Alvorada, ao lado do presidente do Chile, Sebastian Piñera, que viajou a Brasília para uma visita oficial.

“Estaremos reunidos com esses presidentes, exceto o da Venezuela, para discutir uma politica única nossa de preservação do meio ambiente e bem como exploração de forma sustentável da nossa região”, disse Bolsonaro.

O presidente não informou a relação completa dos países que participarão do encontro. Existe um grupo, chamado Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), que reúne os seguintes países:

  • Brasil

  • Bolívia

  • Colômbia

  • Equador

  • Guiana

  • Peru

  • Suriname

  • Venezuela

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O aumento das queimadas na floresta geraram uma crise ambiental e política dentro do governo nos últimos dias. O tema foi tratado em reunião do G7 (grupo que reúne sete das principais economias do mundo).

Anfitrião do G7, o presidente da França, Emmanuel Macron, foi uma das vozes que mais se levantaram contra a política do governo brasileiro para o meio ambiente. Ele chegou a dizer que Bolsonaro mentiu sobre sua preocupação com a preservação da floresta e o cumprimento do Acordo de Paris.

Em resposta, Bolsonaro recusou ajuda financeira oferecida por Macron em nome do G7 para combater as queimadas e sugeriu que o presidente francês tem interesses econômicos na Amazônia.

A França também possui território amazônico, na Guiana Francesa, departamento ultramarino do país europeu. Bolsonaro disse, no entanto, que o encontro em Leticia será exclusivo para líderes da América do Sul.

“O que ele [Macron] fez, no tocante ao Brasil: primeiro ao ofender o presidente da República eleito democraticamente e, depois, mais de uma vez, ao relativizar a soberania da Amazônia. Isso despertou o sentimento patriótico do povo brasileiro, bem como de outros países aqui da América do Sul que fazem parte da nossa região amazônica”, afirmou o presidente.

Ajuda chilena

Piñera se reuniu com Bolsonaro no Palácio da Alvorada na manhã desta quarta, ao retornar do encontro de cúpula do G7, realizada na França. O líder chileno participou como convidado da reunião que teve a preservação da Amazônia como um dos temas.

Bolsonaro e Piñera anunciaram no Alvorada que o Chile enviará quatro aeronaves para ajudar a combater focos de incêndio.

“Queremos colaborar e investir para proteger melhor a Amazônia”, disse Piñera.

Segundo o chileno, ele está convidado outros países a reunir investimentos para que os países da região amazônica utilizem o dinheiro na preservação da floresta.

Piñera destacou que a soberania na região é dos países

“Os países amazônicos, que são nove, entre os quais o Brasil é o mais importante em tamanho, têm soberania sobre a Amazônia. Isso tem que ser reconhecido sempre”, disse.

Fonte: G1

Bolsonaro explicará em rede nacional de TV medidas contra queimadas na Amazônia

O presidente Jair Bolsonaro vai falar em rede nacional de televisão na noite desta sexta-feira (23) para apresentar medidas do governo a fim de conter as queimadas na Amazônia.

Uma dessas medidas é a assinatura de um decreto instituindo a Garantia da Lei e da Ordem Ambiental (GLOA) para ajudar os Estados da região nas ações de combate ao fogo na floresta.

A mudança de tom do presidente se dá depois de a questão ambiental se transformar numa crise internacional.

Pelos menos três chefes de governo (Emanuel Mácron, da França, Justin Trudeau, do Canadá e Ângela Merkel, da Alemanha) decidiram levar a questão da Amazônia para a reunião do G-7 (grupo dos sete países mais ricos), em Biarritz, na França, neste fim de semana.

O núcleo do governo reconhece que duas declarações do presidente Bolsonaro acabaram por ampliar a crise e ajudaram a torná-la um consenso internacional, envolvendo chefes de Estado e governo e celebridades pelo mundo todo: a contestação aos números do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) sobre desmatamento e mais recentemente ao apontar as ONGs como responsáveis pelas queimadas na Amazônia.

Queimadas crescem 82% e deixam Amazônia em chamas, aponta Inpe

O presidente se reúne às 15h com equipe de ministros e definir outras medidas para controlar a situação. Ao mesmo tempo, interlocutores do governo já conversam com governadores dos Estados da região que aceitam a parceria com o governo federal.

“Há uma situação em que se passa a ideia de que é uma epidemia. Isso na internet se espalha”, disse um auxiliar do presidente.

Ele repete o que outros funcionários do governo têm falado – sobre fotos antigas postadas por autoridades, como Mácron, e também mensagens do jogador Cristiano Ronaldo.

A intenção do governo é “separar os problemas”. Uma coisa, segundo a fonte, são os incêndios gerados pelo clima; outra, são queimadas criminosas.

O governo Bolsonaro, que tinha postura diferente em relação às críticas que sofria por sua política ambiental, desta vez percebeu que era preciso tomar atitude firme para conter o que chamam de “bombardeio” contra o Brasil e o governo.

Para essas fontes do governo, o Brasil sofre ainda em razão de disputa comercial. Mas terá de dar respostas rápidas para conter as queimadas na floresta.

 

 

 

 

 

Fonte: G1

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