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Narcisa Tamborindeguy leva placa com seu bordão ao casamento da filha

A socialite Narcisa Tamborindeguy casou a filha Catharina Tamborindeguy, fruto do seu relacionamento com o empresário Caco Gerdau Johannpeter, do Grupo Gerdau, neste fim de semana, em um resort na Bahia.

Na festa, Narcisa “causou” carregando uma placa com seu conhecido bordão “ai que loucura”.

A cerimônia contou com famosos como Glória Maria, que foi madrinha e mostrou fotos do evento em seu Instagram.

Durante a festa, que teve até homenagem a Iemanjá, Catharina cortou o vestido longo, assinado pelo estilista Junior Santaella. “Ao final da festa, ela já não aguentava mais de calor e cortou o vestido inteirinho”, disse o decorador Vic Meirelles em entrevista ao site “Glamurama”.

Reprodução / InstagramNarcisa Tamborindeguy leva placa com seu bordão ao casamento da filha

Narcisa Tamborindeguy posa ao lados dos noivos e da mãe do noivo.

Reprodução / InstagramNarcisa Tamborindeguy leva placa com seu bordão ao casamento da filha

Narcisa Tamborindeguy ao lado dos noivos, com a placa.

Fonte: Notícias ao Minuto

William Waack é afastado do Jornal da Globo acusado de racismo

“A Globo é visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações. Nenhuma circunstância pode servir de atenuante. Diante disso, a Globo está afastando o apresentador William Waack de suas funções em decorrência do vídeo que passou hoje a circular na internet, até que a situação esteja esclarecida.” publicou em nota a assessoria.

Nele, minutos antes de ir ao ar num vivo durante a cobertura das eleições americanas do ano passado, alguém na rua dispara a buzina e, Waack, contrariado, faz comentários, ao que tudo indica, de cunho racista. Waack afirma não se lembrar do que disse, já que o áudio não tem clareza, mas pede sinceras desculpas àqueles que se sentiram ultrajados pela situação.

William Waack é um dos mais respeitados profissionais brasileiros, com um extenso currículo de serviços ao jornalismo. A Globo, a partir de amanhã, iniciará conversas com ele para decidir como se desenrolarão os próximos passos.

 


Com mais de 50 anos de existência, pesquisa mostra Rádio Sampaio líder de audiência

A pesquisa realizada por duas empresas diferentes Star News e Objetiva Pesquisas, referente ao ano de 2017, aponta que a Rádio Sampaio é líder de audiência.

Dados da pesquisa realizada pela Star News Pesquisa e Publicidade

Cayo César

Há 53 anos, a rádio Sampaio vem alegrando a rotina dos alagoanos e novamente foi eleita a emissora, entre as de frequência FM, de maior sucesso na cidade. A pesquisa da Star News e Objetiva Pesquisa referente ao ano de 2017, aponta que a rádio é líder de audiência durante toda a programação. No questionário, a primeira pergunta que fazem ao ouvinte é qual a rádio que mais ouve. “Para a gente, é muito significativo. Porque em outros tipos de pesquisa, a TV está ligada, mas a pessoa não tem aquela afinidade toda. No caso do rádio não, é o que vem na mente do nosso público”, comenta Gileninho Sampaio, diretor presidente.

O sucesso, segundo Gileninho, vem de uma programação mais próxima das pessoas. “Disponibilizamos diversão, informação e prestação de serviço. Falamos do trânsito, vagas de emprego, racionamento. Nosso maior orgulho é saber que somos a rádio do coração das pessoas”, afirma. Hoje, a Rádio Sampaio é a emissora que mais investe em tecnologia. “E, nos próximos meses, investiremos ainda mais”, diz.
Outro sucesso entre os ouvintes é o  programa de jornalismo, “Nosso Encontro“, que tem como âncora o Radialista Edvaldo Silva e os repórteres Rafael Santos e Niraldo Correia e João Euder  na produção, que levam a população informações do dia a dia de Palmeira dos Índios e região, como operações policias, prisões, acidentes, cronograma de água, ações sócias e muitas outras. Além disso o jornalismo da Rádio Sampaio serve de pauta para sites de notícias como por exemplo o SampaioWeb e o F5 Alagoas da jornalista Roberta Sampaio.
A Sampaio tem o maior alcance e a maior cobertura, atingindo mais de 40 cidades. Com uma programação eclética agradando todos os gostos, instiga a interatividade e faz inúmeras promoções. Por conta disso, é líder em todos os segmentos com uma programação de 24 horas disponível no rádio, na internet, no Rádios Net e nos smartphones.

Vereador ameaça prender Pabllo Vittar no Paraná

Todos os anos, a cidade de Ponta Grossa (PR) realiza a tradicional Munchen Fest, evento com inspirações na cultura alemã que conta com shows, apresentações de danças e gastronomia típica. Neste ano, a festa, que será realizada entre os dias 5 e 10 de dezembro, vai receber nomes como Anitta, Henrique e Diego e Pabllo Vittar – essa última causou a revolta de um vereador da cidade.

Na última segunda-feira, 16, o pastor e vereador Ezequiel Bueno (PRB-PR) fez um discurso na Câmara Municipal lamentando que Ponta Grossa receba “esse tipo de show” porque é “uma cidade família, uma cidade conservadora”. Além disso, tomando como base uma notícia falsa divulgada na internet, Bueno ameaçou prender Pabllo Vittar.

Há algumas semanas, foi divulgado um tuíte do deputado federal Jean Willys (PSOL-RJ) que dizia que ele e Pabllo fariam “uma turnê pelas escolas do Brasil ensinando as crianças sobre diversidade sexual”. Entretanto, a publicação era falsa e foi desmentida pelo deputado.
Citando esse boato, Ezequiel Bueno disse: “Quem quiser ir assistir, pode ir. Agora, se inventarem de sair pra rua e ir nas escolas, eu vou prender. Vou prender, nem que depois eu seja preso por abuso de autoridade. Não vamos deixar isso acontecer, não vamos deixar uma pessoa dessa ir na escola e ensinar sobre diversidade sexual para as crianças. ‘Mas pastor, é só um show’. Eu não sei não. Abriu a porta, entrou e aí é complicado”.

Ele disse ainda que vai cobrar explicações da vice-prefeita da cidade e presidente da Fundação Municipal de Turismo, Elizabeth Schmidt (PSB), sobre os recursos públicos e privados utilizados na festa e como foi a escolha dos artistas.


Gravando em lixão, Geraldo Luís acha bebê morto e fica em estado de “choque”

Geraldo Luís fez uma revelação pra lá de emocionante e chocante por meio das redes sociais dele nesta última quinta-feira (5). O animador do “Domingo Show” da Record gravava uma matéria para o programa dele em um lixão, quando se deparou com um bebê morto.

O apresentador, que para quem não sabe, trabalhou por muitos anos no IML e foi repórter policial tendo visto grandes tragédias de perto, mesmo assim, ficou em estado de “choque” com o ocorrido.

“Hoje vivi e testemunhei um horror contra a vida humana. Mas a vida me ensinou pelas dores muitos ensinamentos. Gravando em um lixão quando catadores encontraram uma criança recém-nascida jogada entre lixos e restos de comida. Paramos a gravação…fiquei frágil mesmo tendo trabalhado no IML tantos anos e sido repórter policial. Deus…essa nossa profissão ! O bebê já estava morto”, disse o apresentador da Record.

Em outra publicação, também no Instagram dele, Geraldo Luís postou uma outra foto do lixão em que gravou e postou a seguinte legenda: “Ontem gravei aqui. Não importa o lugar, sempre haverá a esperança em quem crer. Cheguei até ela…”.


Marcelo Rezende morre aos 65 anos em SP

O jornalista Marcelo Rezende morreu neste sábado (16), aos 65 anos, na zona sul de São Paulo. Um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro, o apresentador da Record TV lutava contra um câncer no pâncreas e no fígado desde o final de abril. A informação foi confirmada pelo Hospital Moriah, onde estava internado desde terça-feira (12).

Ainda não foram divulgadas informações sobre velório e enterro.

Com a coragem que o acompanhou ao longo da vida, o jornalista anunciou em rede nacional que estava com a doença. Durante uma entrevista ao Domingo Espetacular no início de maio, horas antes de ser internado pela primeira vez, Rezende disse que encararia a doença de frente. O câncer agressivo o obrigou a deixar repentinamente o comando do Cidade Alerta, jornalístico que apresentava desde 2012. Foi nessa última etapa da carreira que Marcelo Rezende se reinventou como apresentador.

Entre denúncias e notícias sobre violência urbana, Marcelo Rezende encontrou espaço para o bom humor. Transformou os repórteres em personagens, deu apelidos à equipe técnica, colocou o comentarista Percival de Souza sentado num trono. Criou bordões que ganharam as ruas e já entraram para a história da TV brasileira. Um deles, o “corta pra mim”, virou título de sua autobiografia (Editora Planeta, 2013). Um breve resumo de uma vida rica de histórias.

Marcelo Rezende nasceu no Rio de Janeiro, em 12 de novembro de 1951, fruto de um casal de baixa renda. Filho de um bancário e uma funcionária da aeronáutica, decidiu, aos 16 anos, se mudar para a Bahia e viver em uma comunidade hippie.

Um ano mais tarde, ingressou no jornalismo por acaso, durante uma visita à redação do Jornal dos Sports, no Rio de Janeiro. Rezende tinha apenas 17 anos e foi convidado para trabalhar como repórter na cobertura de futebol. Foram o talento e as amizades que conquistou lá que o levaram para a Rádio Globo e, na sequência, O Globo. No jornal carioca, onde trabalhou por sete anos, teve a chance de ficar próximo do ídolo, Nelson Rodrigues.

Antes de chegar à televisão, o jornalista ainda passou pela revista Placar. Só então, em 1987, foi contratado como repórter esportivo pela TV Globo. Com pouco tempo na emissora carioca, migrou para o jornalismo investigativo – área que marcou a sua carreira profissional. Participou de coberturas importantes e saiu na frente em várias delas. Um exemplo é a investigação sobre a fuga de PC Farias, tesoureiro da campanha de Fernando Collor, em 1993. Mas a matéria de maior repercussão na carreira do apresentador foi um caso de violência policial na Favela Naval, em Diadema, na grande São Paulo. A denúncia feita por Rezende em 31 de março de 1997 no Jornal Nacionalcausou indignação no País, rodou o mundo e colocou os direitos humanos na pauta da sociedade. Pelo trabalho, Rezende recebeu os prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e o Líbero Badaró.

No ano seguinte, o jornalista voltou a ser premiado no Líbero Badaró por uma denúncia de vendas de armas, também exibida no Jornal Nacional. Ele já havia conquistado, em 1994, o diploma de honra ao mérito do Festival de Filme e Televisão de Nova York pela reportagem Trabalho do Menor, exibida no Globo Repórter.

A estreia como apresentador foi no Linha Direta, em 27 de março de 1999. O jornalista participou ativamente do projeto que colocou o programa policial que reconstituía crimes praticados por foragidos da justiça de volta à grade da Globo – a primeira versão, feita em 1990, durou só quatro meses no ar. De acordo com a emissora carioca, Rezende dizia que “a proposta do Linha Direta era, desde o princípio, condenar a impunidade e retratar os casos policiais com o máximo de verossimilhança”. Isso era possível pois, além de contar histórias, a atração incentivava os telespectadores a denunciar o paradeiro dos criminosos ou fornecer pistas que ajudassem na solução dos casos. O jornalista trabalhou sete meses montando uma equipe de 50 profissionais para colocar o programa no ar.

Rezende deixou a Globo e, em 2002, foi para a Rede TV!, onde assumiu a apresentação do telejornal policial Repórter Cidadão.

Em 2004, foi contratado pela Record TV, como apresentador da primeira versão do Cidade Alerta. Ficou até 2006, quando foi contratado novamente pela Rede TV! para ancorar o RedeTV!News, principal jornalístico da casa. Deixou a emissora em 2008. Dois anos depois, estreava na Band no comando do Tribunal na TV – atração nos mesmos moldes do Linha Direta.

Ainda em 2010, Rezende voltou para a Record TV, como repórter especial do Domingo Espetacular. No ano seguinte, virou apresentador do Repórter Record. Mas, em 2012, Marcelo Rezende reassumiu o comando do Cidade Alerta e, com uma dose de irreverência, mudou o jeito de fazer programa policial na televisão brasileira. A inovação deu certo e fez história. Em setembro de 2015, o vespertino venceu por pelo menos três vezes o Jornal Nacional, fato até então inédito na televisão. Quando não ficava na frente, por várias vezes o Cidade Alerta empatava no período de confronto direto entre os dois noticiários. Um marco histórico, já que, desde a estreia, em 1969, o Jornal Nacional sempre teve a liderança isolada de audiência.

O sucesso foi interrompido pela descoberta do câncer agressivo, em exame realizado em 28 de abril. Mesmo após o diagnóstico, Marcelo Rezende apresentou três edições do programa e fez questão de não abandonar a legião de fãs. Durante o período em que esteve fora do ar, usou as redes sociais para se manter em contato com o público. Em todas as mensagens, passou demonstrações de confiança e fé.

Marcelo Rezende deixa cinco filhos e uma neta.


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