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Estudante da UFAL é ouro no campeonato Brasileiro Universitário de Karatê

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No cenário das artes marciais do país, a Universidade Federal de Alagoas ganhou destaque com a conquista da medalha de ouro no Brasileiro Universitário de Karatê. O evento realizado em Brasília, no final de abril, integra um novo formato dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), nessa edição recente denominado de JUBS Modalidades. A medalhista é a carateca Jully Rossana Oliveira Barbosa, concluinte do curso de Educação Física do Campus Arapiraca e que, na sua perspectiva de vida de atleta, o grande sonho perseguido há três anos, início de sua prática, era participar de tão referenciado evento.

Conquistar a medalha de ouro na categoria Kumite, segundo a atleta, é sentir-se duplamente realizada, cuja vitória também se deu na mesma modalidade, na categoria Kata, com o bronze para a Ufal. Ela fala sobre o que representa a vitória obtida:

“Os Jogos Universitários Brasileiros, consistem num evento de grande magnitude e uma experiência enriquecedora. Fico feliz porque a Universidade Federal de Alagoas propiciou a minha participação, sonho de qualquer atleta universitário. Ter ganho medalhas coloca a Ufal em destaque no cenário nacional, porque a maioria das universidades que ganham medalhas é particular, muitas inclusive, com atletas profissionais. Então, vencer o JUBs Modalidades excedeu minhas expectativas e contribuiu para honrar as universidades públicas federais que têm sofrido com tantos cortes financeiros e tentativas sucateamento. Representar a instituição alagoana é um prazer inenarrável”, comemora Jully, que completou 23 anos de idade no último dia do JUBs, 29 de abril, considerando a vitória o seu maior presente de aniversário.

Praticante de karatê desde o início de 2015 a atleta disse ter a influência do curso que faz na Ufal para a busca das práticas corporais e para ampliar o leque de conhecimento sobre elementos da cultura corporal e movimento humano. “Já iniciei a graduação amando a prática esportiva, tendo então contato com frisbee, vôlei, handebol e futsal, onde nessa prática integro o time da universidade. Também iniciei prática de atletismo, aikidô e karatê e, este, levei para a minha vida pessoal e profissional, pois me apaixonei também pela filosofia desta arte marcial denominada de karatê – Do”, frisou.

Ela aproveita para explicar as categorias onde sagrou-se campeã e onde foi bronze: “Kumite é uma palavra de origem japonesa que significa luta. No âmbito esportivo o Kumite é o shiai, luta para marcar pontos no adversário. Já o Kata é uma apresentação que pode ser individual ou em equipe. No formato individual apresenta-se um Kata, que é uma luta imaginária com movimentos pré-definidos, e por equipe, apresenta-se o Kata seguido de bunkai, que é a aplicação das técnicas”.

Na rotina de suas atividades acadêmicas e de atleta a dedicação e obstinação sobrepuseram-se a obstáculos, como o próprio cansaço físico, resultado do intenso treino sem tempo ideal para o merecido descanso, onde disse haver período nesse percurso de até treinar oito vezes em seis dias da semana. Sobre a sua trajetória diz: “Iniciei minha prática com o sensei Reginaldo, mas atualmente sou aluna da professora e sensei Julyana Abreu, primeira mulher faixa preta, também formada em Educação Física pela Ufal, onde exerce o cargo de técnica voluntária de karatê. Dona de Dojô de karatê no município de Arapiraca, local onde faço treino de karatê. Julyana atua auxiliando os alunos que desejam treinar e competir e consegue conciliar a exigência de técnica com sensibilidade e complacência por perceber o que o aluno precisa, ajudando-o para o bom desempenho da prática”, enfatiza ao enaltecer a competência profissional da treinadora.

Em reta final de trabalho de conclusão de curso (TCC) que tem como foco a relação aptidão física e coordenação motora em estudantes do município, e de estágio no Serviço Social do Comércio (Sesc), Jully diz que está na fase de transição da universidade com mercado de trabalho. Ela é professora de educação física em dois estabelecimentos da rede privada de ensino em Arapiraca e ainda é instrutora auxiliar da sensei Julyana em uma turma infantil de karatê.

Em sua dinâmica vida acadêmica, com participação em atividades de pesquisa e extensão, Jully já foi bolsista dos programas institucionais Pibic, PET – Saúde e Pibit-Ação, e integra atualmente o Laboratório de Cieantropometria, Atividade Física e Promoção da Saúde (Lacaps), sob a coordenação do professor e diretor acadêmico do Campus Arapiraca Arnaldo Tenório e do professor Leonardo Luz, orientador do seu trabalho de conclusão, cujo estudo desenvolvido surgiu quando participaava do Pibic.

Com o tempo preenchido por atividades acadêmicas e profissionais Jully Barbosa disse que já não dispõe do tempo que gostaria para a prática e para encaixar os treinos de karatê três vezes por. Ela disse que reduz o tempo de sono e faz mudanças nos horários de trabalho.

“Já tive uma rotina de treinos mais intensa em época de grandes competições como o campeonato Brasileiro da CBK, mas o tempo para a prática já não é o mesmo e hoje em dia eu me aperto bastante. Mas, mesmo assim, e apesar de uma rotina pesada, nunca falto aos treinos, pois a sensei Julyana é muito exigente. Ela se dedica bastante para fazer o melhor enquanto professora e cobra o melhor de seus alunos. Por conta da correria e treinos para participar dos JUBs, deixei o TCC um pouco de lado, mas vou retomar e espero apresentá-lo na próxima rodada de defesas”, disse a atleta com disposição e obstinação para alcance de seus objetivos.

Esporte e futuro

Jully Barbosa reside na cidade onde nasceu, Arapiraca, estudou em pequenas escolas particulares e também em instituição filantrópica da rede de ensino da conhecida CNEC (Campanha Nacional de Escolas da Comunidade). Com mãe também arapiraquense e pai sertanejo e com formação superior a ser obtida em seu município de origem, a graduação oportunizada pela Ufal, como ela mesma afirma, foi importante para a escolha e crescimento em seu percurso acadêmico com positividade para a prática da arte marcial.

A evolução da atleta no karatê, que resultou com destacadas conquistas nos JUBs Modalidades, é marcada com um histórico de participação, “Já participei de eventos esportivos universitários nos JUBs Nacional com atletismo e futsal em edições regional e estadual do mesmo evento. No campeonato nacional de karatê tenho dois pódios e dois na Copa Nordeste e Estadual. Não pretendo seguir carreira como carateca, mas talvez chegue a ser sensei de karatê”, diz a atleta sem riscar por definitivo a atuação na arte marcial.

De olho na carreira acadêmica, mas sem perder de vista o amor pelo esporte, afirma que tem como sonho e objetivo concluir a graduação da melhor forma possível, adentrar em um programa de mestrado e futuramente lecionar em Instituto Federal na área a qual se dedicou e abraçou, cuja dedicação e vivência têm como marcas vitórias acadêmicas e profissionais. Foram os resultados de experiências enriquecedoras em sua trajetória de vida.

Sobre a ida para os JUBs Modalidades, mesmo com obstáculos, ela destaca o empenho e o esforço das pessoas envolvidas no projeto vitorioso, como o gerente de Esportes da Ufal, professsor Eriberto Lessa, a técnica-administrativa Elaine e a sensei e técnica de lutas Julyana Abreu.


CRB encara Juazeirense pela seletiva do Nordestão 2020

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O ano de 2019 não está sendo feliz para o torcedor do CRB. Além de perder o Alagoano para o CSA na disputa de pênaltis, o Galo foi eliminado na Copa do Nordeste e na Copa do Brasil com um desempenho ruim. Para piorar, o início na Série B foi ruim, com duas derrotas nos dois primeiros jogos. Para tentar buscar uma virada nos rumos, nesta terça-feira (7), às 21h30, o Galo irá enfrentar a Juazeirense pela seletiva da Copa do Nordeste 2020, onde apenas o vencedor do confronto irá participar da competição regional no ano que vem.

Para garantir participação no Nodestão, o técnico Marcelo Chamusca sabe que o time não teve tempo para trabalhar entre a derrota para o Paraná e o jogo no interior baiano, mas precisa fazer com que o ataque funcione. Nos últimos cinco jogos, foram apenas dois gols marcados. Além disso, o técnico ainda terá pelo menos dois desfalques. O zagueiro Wellington Carvalho torceu o tornozelo antes do jogo contra o Paraná clube e só deve retornar a equipe na semana que vem. Já o lateral-direito Júnior sentiu uma lesão muscular na coxa direita e também será desfalque na Bahia. Uma provável escalação do time deve ter Edson Mardden; Danilo Borges, Éwerton Páscoa, Guilherme Mattis e Igor; Claudinei, Lucas, Guilherme Costa, Barbio e Willie; Victor Rangel.

O Juazeirense busca o retorno à Série C depois do rebaixamento em 2018. Após a estreia na Série D, Carlos Rabello vai em busca da vitória para começar bem a disputa pela vaga na competição regional, além, de apagar a campanha fraca no Campeonato Baiano 2019. O provável time do Juazeirense deve ser formado por: Deijair; Ewerton, Emílio, Emerson e Marquinhos; Waguinho, Caio Cezar, Hugo e Jeam; Alef e Toni Galego.


ASA perde por 2×0 e estreia mal na Série D do Brasileirão

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Um gol em cada tempo: ASA perde por 2×0 e estreia mal na Série D do Brasileirão / FOTO: DIVULGAÇÃO/ASCOM ASA

O ASA estreou com o pé esquerdo na Série D do Campeonato Brasileiro em 2019. Jogando no Estádio Eliel Martins, o Valfredão, em Riachão do Jacuípe-BA, neste domingo (5), o Alvinegro não resistiu a pressão do Jacuipense e acabou derrotado pelos donos da casa por 2×0.

O zagueiro Matheus, de cabeça, abriu o placar para o time baiano aos 4 minutos da primeira etapa. Quando o jogo se encaminhava para o final, o experiente atacante Marcelo Nicácio, aproveitou um contra-ataque e marcou o segundo do Leão, dando números finais a partida.

O detalhe é que, em 2018, as duas equipes também estiveram no mesmo grupo pela Série D do Brasileiro e os baianos conseguiram levar a melhor sobre os alagoanos. Na 2ª rodada da temporada passada, empate por 1×1 no Fulmeirão. Já na volta, em solo baiano, derrota alvinegra, também por dois gols de diferença, a exemplo deste ano: 3×1.

Com o resultado o ASA aparece na lanterninha do Grupo A7 da 4ª Divisão do Brasileiro, já que o Fantasma arapiraquense possui um saldo de gols negativo maior que o Vitória de Tabocas-PE, que também perdeu nesta tarde para o Campinense-PB, mas por 1×0. Em contrapartida, o Jacuipense lidera o grupo com três pontos ganhos e um gol a mais que os paraibanos, que estão em segundo.

Dois jogos em casa na sequência

Com o acesso à Série C do Brasileirão sendo o principal objetivo do ASA na temporada, o Alvinegro precisará aproveitar o fator casa na sequência da competição. O time do técnico Nêdo Xavier terá dois jogos no Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca, para reverter a situção na tabela. O primeiro acontece no próximo sábado (11), às 16h, contra o Vitória de Tabocas-PE. Uma semana depois, será a vez de receber a visita do Campinense-PB, também às 16h.

Após estrear com vitória, o Jacuipense faz o duelo de líderes, encarando o Campinense, às 16h do próximo domingo (12), no Amigão, em Campina Grande-PB. O Leão baiano volta a jogar em seu estádio somente no dia 19 (domingo) medindo forças com o Vitória de Tabocas-PE, às 16h.

 

 

Fonte: GazetaWeb


CSA volta a empatar em casa e fica no 0 a 0 contra o Santos

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CSA empatou em 0 a 0 com o Santos, no Estádio Rei Pelé, em Maceió – Foto: Divulgação / CSA

CSA tinha duas partidas em casa em sua volta à elite do Campeonato Brasileiro, mas não soube aproveitar essa sequência e, depois do empate em 1 a 1 com o Palmeiras na última quarta-feira, o azulão voltou a empatar ao ficar no 0 a 0, com o Santos neste domingo, no Estádio Rei Pelé, em Maceió, em jogo válido pela 3ª rodada.

Com o resultado, o CSA vai a 2 pontos, ocupando a 17ª colocação, na zona de rebaixamento. Depois de deixar quatro pontos pelo caminho em Maceió, a equipe tentará a recuperação fora de casa, no próximo, diante do Avaí, às 19h.

O JOGO

É difícil escrever sobre o primeiro tempo de CSA x Santos. O resumo é o seguinte: Peixe inteiro no campo de ataque, até com os zagueiros, mas sem ser criativo.

O Peixe, com intensidade abaixo do habitual, só foi incisivo uma vez. Rodrygo bateu, Jordi espalmou. No rebote, da entrada da área, Jorge acertou a trave, aos 34 minutos.

O CSA só conseguiu um contra-ataque, na velocidade de Apodi. O lateral-direito atravessou o campo e bateu cruzado – Vanderlei espalmou no minuto 25.

O ZERO SE MANTÉM

O Santos voltou mais ligado para o segundo tempo, mas ainda com dificuldade para abrir espaços contra a retranca do CSA.

Aos 15, Sampaoli foi para o tudo ou nada. Tirou Cueva e Lucas Veríssimo para as entradas de Soteldo e Jean Mota, desfazendo a linha de três zagueiros e abrindo o time.

No minuto 19, Jean Mota teve a primeira boa participação em chute forte da entrada da área, para defesa segura de Jordi. Aos 28, Soteldo cruzou bem para Derlis, mas Gerson travou na hora certa.

Melhor em campo, o Santos ficou perto do gol novamente aos 31, quando Jorge cruzou no segundo pau para Rodrygo finalizar e Jordi defender de novo. No rebote, Derlis foi novamente travado.

No minuto 33, um susto. Didira encontrou Victor Paraiba sozinho na área depois de falha de Gustavo Henrique. O meio-campista driblou Vanderlei, mas chutou na rede pelo lado de fora. E aos 41, Paraíba recebeu sozinho de novo, mas dessa vez o goleiro santista saiu bem para defender.

Nos minutos finais, o Santos buscou a pressão, mas não conseguiu abrir o placar. Soteldo, aos 46, esteve perto em chute da entrada da área. O CSA seguiu se defendendo bem e garantiu mais um empate.

FICHA TÉCNICA:

SANTOS 0 X 0 CSA

Local: Estádio Rei Pelé, em Maceió (AL)

Data: 5 de maio de 2019, domingo

Horário: 16h (de Brasília)

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)

Assistentes: Bruno Boschilia e Victor Hugo Imazu dos Santos (Ambos do PR)

VAR: Rafael Traci (SC)

Público e renda: não divulgados

Cartões amarelos: CSA: Bruno Ramires. SANTOS: Jorge, Soteldo, Derlis González Gustavo Henrique

SANTOS: Vanderlei; Lucas Veríssimo (Jean Mota), Aguilar e Gustavo Henrique; Victor Ferraz, Jean Lucas, Diego Pituca e Jorge; Cueva (Soteldo); Rodrygo e Eduardo Sasha (Derlis González). Treinador: Jorge Sampaoli

CSA: Jordi; Apodí, Luciano Castán, Gerson e Carlinhos (Armero); Naldo (Victor Paraiba), Bruno Ramires (Dawhan), Madson, Matheus Savio e Didira; Cassiano
Treinador: Marcelo Cabo

 

 

Fonte: Todo Segundo


CRB perde para o Paraná e segue sem pontuar na Série B

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Apesar do esforço, CRB não conseguiu vencer o Paraná fora de casa/FOTO: REINALDO REGINATO

Ainda não foi desta vez que o CRB conquistou os seus primeiros pontos na Série B do Campeonato Brasileiro. Em jogo contra o Paraná, na noite deste sábado (4), no Estádio Durival Britto, em Curitiba-PR, o Galo se deu mal e perdeu por 1 a 0. O duelo foi válido pela segunda rodada da competição.

O Paraná foi bem melhor no primeiro tempo. Teve boas chances e fez um gol. Quanto ao CRB, só chutou uma vez em gol. O segundo tempo não mudou muito o panorama do jogo para as duas equipes. O Galo ainda tentou, mas não conseguiu e acabou saindo de campo amargando a sua segunda derrota na Segundona. A primeira foi para o Londrina, por 2 a 1, de virada, na rodada de estreia.

Veja como foi a partia em Tempo Real

Já o Paraná, conquistou a sua primeira vitória na Série B. Na rodada inicial, tinha empatado com o Vila Nova, por 1 a 1. O gol dos paranaenses, esta noite, foi assinalado por Guilherme Santos, aos 20 minutos da etapa inicial.

Com este resultado, o CRB segue sem somar pontos na Série B, e ocupa a 18ª posição. O próximo adversário regatiano será o Brasil-RS, fora de casa, às 19 horas do dia 11 de maio. Antes desse embate, porém, o Galo enfrentará o Juazeirense, pela pré-Copa do Nordeste, no dia 7 deste mês (terça-feira), às 21h30.

E o Paraná, com três pontos, é o 7º colocado na Segundona. Na próxima rodada o time paranaense vai enfrentar o Cuiabá, também no dia 11, na Arena Pantanal, às 19 horas, em Cuiabá-MT.

Na 1ª etapa

O CRB começou o jogo todo atrás, sem conseguir ir ao ataque, mas procurando espaços. E aos 4 minutos quem chegou foi o Paraná: Itaqui cobrou falta, Jenison ajeitou de cabeça para Sciola, mas ele bateu por cima do gol de Edson Mardden, perdendo a chance para o time paranaense, que chegou novamente pela esquerda, mas o lateral Guilherme Santos errou o passe e a bola se perdeu pela linha de fundo, resultando em tiro de meta para o Galo.

Aos 12 minutos, de novo a chance foi do Paraná, quando Luiz Otávio avançou em velocidade e foi derrubado por Igor na entrada da área, resultando em falta perigosa para o Paraná. Aos 14 minutos, Itaqui foi para a cobrança, mandando com perigo, mas Edson Mardden desviou, milagrosamente, com a ponta dos dedos, e mandou para escanteio, livrando o Galo de levar o primeiro gol.

Com o resultado, o time do CRB chegou a segunda derrota na Série B/FOTO: REINALDO REGINATO

A partida chegava aos 16 minutos e o CRB, sem poder ofensivo, seguia sem chutar uma bola sequer em gol. Em nenhum momento chegou com perigo ao gol de Thiago Rodrigues. Por outro lado, quem chegou ao gol de Edson Mardden foi o time da casa, que aos 20 minutos abriu o placar. Matheus Anjos cobrou escanteio, o zagueiro Guilherme Mattis cortou parcialmente, mas Guilherme Santos pegou a sobra e acertou um belo chute, colocando o Paraná à frente no marcador: 1 a 0.

Depois que fez o gol, o Paraná recuou, como se diz na gíria: “puxou o freio de mão”, enquanto o CRB trocava passes no campo de ataque. Aos 26 minutos, o Galo tentou. Victor Rangel avançou em velocidade, mas, sozinho, arriscou o chute em cima de Eduardo Bauermann.

CRB não fez um bom jogo e acabou amargando mais uma derrota no Brasileiro, desta vez para o Paraná/FOTO: REINALDO REGINATO

Aos 29 minutos, o CRB teve uma falta em seu favor. O estreante Guilherme Costa cobrou, mas viu a bola explodir na barreira do Paraná. Aos 33 minutos, o time alvirrubro chegou de novo, quando Júnior recebeu a bola pela direita e cruzou rasteiro, mas o zagueiro Rodolfo cortou, livrando o perigo, pois o Galo melhorou um pouco e começou a apertar.

O Paraná deu a resposta aos 38 minutos. Matheus Anjos recebeu a bola na entrada da área do CRB, invadiu e chutou forte, mas o zagueiro Guilherme Mattis, em cima da linha, salvou o time regatiano daquele que poderia ter sido o segundo gol dos donos da casa.

Aos 41 minutos, o Galo foi quem chegou: Igor se livrou da marcação de Éder Sciola e chutou rasteiro. A bola foi na rede pelo lado de fora, em lance de tiro de meta para o goleiro Thiago Rodrigues. Aos 45 minutos, foi a vez do paraná. Alesson recebeu o lançamento, mas foi desarmado por Guilherme Mattis, que mandou a bola para escanteio.

A etapa inicial foi até os 47 minutos, quando o árbitro Daniel Nobre Bins apitou para o centro do campo, encerrando a partida, que terminou mesmo com a vitória parcial do time paranaense, por 1 a 0.

Na 2ª etapa

Assim como no primeiro tempo, o CRB não mudou muita coisa em relação a sua postura em campo. E a primeira tentativa foi do Paraná. Aos 8 minutos, Matheus Anjos tocou a bola para Guilherme Santos, que cruzou rasteiro, mas a bola passou por toda extensão da grande área e ninguém chegou para completar. Chance perdida para os donos da casa.

O Galo respondeu aos 11 minutos. Felipe Ferreira cobrou a falta e Thiago Rodrigues afastou de soco. Na sequência, o próprio Felipe Ferreira colocou na área, mas a bola ficou fácil, fácil para o goleiro tricolor.

O time paranaense, que não começou o segundo tempo muito bem, passou a tomar conta do jogo novamente e a chegar com perigo ao setor de ataque. Aos 16 minutos, Matheus Anjos recebeu o passe dentro da área do CRB e chutou rasteiro, mas o zagueiro Ewerton Páscoa desviou, mandando a redonda para escanteio.

Com a entrada de Felipe Menezes, o time regatiano deu uma melhorada, mas ainda faltava muito para conseguir chegar ao menos ao gol de empate. O atacante Felipe Ferreira, do CRB, recebeu a bola dentro da área do Paraná e chutou de pé esquerdo, mas ela explodiu em Rodolfo. Isso aos 21 minutos de bola rolando.

Aos 22 minutos, foi a vez do Paraná, de novo com Matheus Anjos. Ele invadiu a área do CRB e tocou por cima. A bola foi em tiro de meta para o goleiro do Galo, que respondeu aos 23 minutos, com Igor. O lateral regatiano cruzou na área do Paraná, mas o zagueiro Eduardo Bauermann se antecipou e cortou.

Aos 30 minutos, o Paraná foi quem chegou com perigo. Fernando Neto cruzou na área regatiana, a zaga afastou e, na sobra, Alesson entrou na área e chutou cruzado, Eder Sciola esticou a perna e Edson Mardenn fez uma defesa espetacular, livrando o CRB de sofrer o segundo gol. Aos 34 minutos, de novo os donos da casa levaram perigo do gol regatiano. Fernando Neto soltou o canudo e a bola assustou Mardenn.

O CRB seguia sem fazer um bom jogo. O Paraná até que dava espaços, mas o Galo não sabia aproveitar as oportunidades. Aos 39 minutos, Zé Carlos – que tinha acabado de entrar – cortou para a direita, chutou, mas a bola explodiu na zaga tricolor.

O jogo se encaminhava para o apito final do árbitro, o Galo teve até algumas boas chances, passou a pressionar no finalzinho, mas não conseguiu e, aos 49 minutos o árbitro apitou, determinando o encerramento da partida e decretando a primeira vitória do Paraná na competição: 1 a 0.

Goleiro Edson Mardden ainda fez grandes defesas, livrando o CRB de sofrer mais gols do Paraná/FOTO: REINALDO REGINATO

Paraná – Thiago Rodrigues; Eder Sciola, Eduardo Bruermann, Rodolfo e Guilherme Santos; Itaqui, Luiz Otavio e Matheus Anjos (Fernando Neto); Jenison, Ramon (Caio Rangel) e Alesson (Marlyson). Técnico: Matheus Costa.

CRB – Edson Mardden; Júnior (Daniel Borges), Ewerton Páscoa, Guilherme Mattis e Igor; Claudinei, Lucas e Guilherme Costa (Felipe  Menezes); Victor Rangel (Zé Carlos), Felipe Ferreira e William Barbio. Técnico: Marcelo Chamusca.

Árbitro – Daniel Nobre Bins (CBF-RS).

Auxiliares – Elio Nepomuceno de Andrade Junior (CBF-RS) e Michael Stanislau (CBF-RS).

Público pagante – 4.690 torcedores.

Público total – 5.757 torcedores.

Renda – R$ 110.755,00.


CBF confirma amistosos no Brasil antes da Copa América

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Nesta sexta-feira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou os amistosos da Seleção contra Catar e Honduras, nos dias 5 e 9 de junho, em Brasília e Porto Alegre, respectivamente. Serão os dois últimos compromissos do Brasil antes da estreia na Copa América.

O compromisso diante do Catar já havia sido oficializado pela federação de futebol do país, mas não havia sido confirmado pela entidade máxima do futebol brasileiro. Diferentemente do previsto, que seria no estádio do Maracanã, o duelo será no Mané Garrincha, dia 5 de junho, ás 21h30 (horário de Brasília).

Diante de Honduras, a partida já estava prevista para o Beira-Rio, às 16h00 (horário de Brasília). Depois dos amistosos, o Brasil enfim, estreará na Copa América, contra a Bolívia, no estádio do Morumbi, às 21h30 (horário de Brasília), no dia 14 de junho.

Ainda na primeira fase da competição, os comandados do técnico Tite vão enfrentar a Venezuela, na Fonte Nova e o Peru, na Arena Corinthians.

 

Fonte: GazetaWeb


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