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Mãe de Pep Guardiola morre após contrair coronavírus

Dona Dolors e Guardiola em foto de arquivo — Foto: EFE
Dona Dolors e Guardiola em foto de arquivo — Foto: EFE

Dolors Sala Carrió, mãe do técnico Pep Guardiola, é mais uma vítima do coronavírus, pandemia que matou milhares de pessoas pelo mundo. Ela tinha 82 anos. Além de Pep Guardiola, Dolors, casada com Valetí Guardiola, tinha mais duas filhas (Olga e Francesca) e um filho (Pere).

“A família Manchester City está arrasada ao relatar a morte de Dolors Sala Carrió, mãe de Pep, em Manresa, Barcelona, depois de contrair o coronavírus. Todo mundo associado ao clube envia sua mais sincera condolência neste momento mais angustiante para Pep, sua família e todos os seus amigos.”, diz o comunicado oficial do Manchester City, clube de Pep Guardiola.

Há cerca de duas semanas, Pep Guardiola doou um milhão de euros para a Fundação Àngel Soler Daniel, administrada pelo Collegi de Metges, em Barcelona, que luta contra o coronavírus.

A Espanha é um dos países mais atingidos pela pandemia do Covid-19, registrando mais de 135 mil casos e 13.055 mortes até o fim da manhã de segunda-feira.


Atleta alagoano busca ajuda para retornar da Espanha para o Brasil

Atleta alagoano busca ajuda para retornar da Espanha para o Brasil

O atleta alagoano Mateus Hiroshi, faixa marrom de jiu-jitsu da equipe ZR Team Alagoas, saiu de Maceió em janeiro para realizar o sonho de participar de campeonatos internacionais na Europa. Após competir em países como Portugal, Hungria e Inglaterra, Mateus seguiu para a cidade de Alicante, na Espanha, para encontrar a irmã e o sobrinho recém-nascido, e desde então vive o pesadelo de tentar retornar para Alagoas.

A saga do atleta alagoano em busca do retorno pra casa teve início com as diversas tentativas de contato com a companhia área responsável pelo trajeto de volta ao Brasil. Como a companhia cancelou os vôos, Mateus comprou passagem em outra empresa aérea, mas também foi informado que o vôo havia sido cancelado. Desde então, são horas diárias em ligações telefônicas buscando solucionar o problema com as empresas, mas, sem sucesso.

“Não há mais vôos disponíveis saindo de Alicante, onde estou agora, mas sigo tentando que as empresas me encaixem em vôos partindo de outras cidades, como Barcelona, que fica distante 500km daqui. Há um descaso muito grande da companhia aérea com o consumidor, pois eles não querem saber qual a nossa realidade, se estamos precisando de alguma coisa ou passando algum tipo de necessidade”, explicou Mateus Hiroshi, que tem 27 anos e é engenheiro ambiental.

Apreensivo e sem perspectiva de voltar a Maceió, Mateus chegou a fazer contato com o Itamaraty, que sugeriu, como solução do problema, que o alagoano comprasse uma outra passagem em outra companhia aérea. “Cheguei até a cogitar a possibilidade mas o valor equivalia a quase cinco vezes o que eu paguei pela minha primeira passagem. Eu viajei com uma quantia para ficar dois meses e não tenho como arcar mais com essa despesa, visto que já paguei por duas passagens tentando voltar pra casa”, evidenciou.

Apoio de órgãos alagoanos

No início da semana, o atleta alagoano buscou o Ministério Público Estadual em busca de algum apoio e foi direcionado para a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, momento em que o promotor Max Martins solicitou toda a documentação e, posteriormente, o colocou em contato com a Defensoria Pública Estadual. A Defensoria oficiou a empresa aérea acerca do problema e também comunicou oficialmente à ANAC e à Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor, para que os órgãos tomem as devidas providências, mas, até o momento, não houve nenhum retorno.

“Às vezes bate um desespero porque estou me sentindo lesado como consumidor e como cidadão brasileiro. Eu só quero voltar pra minha casa e encarar esse momento difícil em minha cidade e perto das pessoas que eu amo. Sei que está complicado e é uma situação atípica, mas esse descaso com os brasileiros no exterior pode colocar muitas vidas em risco também”, desabafou.


Com a suspensão do Alagoano, times do interior têm dificuldades para manter contratos

Murici e Coruripe esperam definições sobre o estadual — Foto: Jailson Colácio/ASCOM Murici
Com a suspensão do Alagoano, times do interior têm dificuldades para manter contratos

A prorrogação da suspensão do estadual até o dia 20 de abril aumentou a incerteza no futebol alagoano. A maioria dos clubes do interior fez contratos até o dia 30 de abril e está em dificuldade, até pela falta de receita.

O presidente do CEO, Wilque Souza, informou que a prorrogação da suspensão aumenta o problema da diretoria. Há dívidas a serem quitadas. O clube de Olho d’Água das Flores também terá que renovar contratos, e isso está fora do planejamento.

“Seriam mais duas folhas nos clubes menores, por exemplo. Então a gente vê uma dificuldade muito grande, mas estamos diariamente conversando com o presidente da federação, Felipe Feijó, pra saber como vai ficar. Os próximos dias serão determinantes para sabermos se volta ou não. Sobre os pagamentos, a gente está com dificuldades. Já era difícil, mas esse problema agravou ainda mais a situação. Não sabemos se vamos conseguir pagar nossos débitos e vamos ter uma dificuldade muito grande se não entrar uma receita que a gente ainda não sabe como e nem de onde” disse Wilque.

Vice de futebol do Coruripe, Franciney Joaquim está pessimista em relação ao retorno do estadual em 2020. Ele disse também que é preciso que haja sensibilidade em todos os segmentos do futebol para que os prejuízos sejam minimizados.

– A cada dia que passa fica muito mais difícil a volta do Alagoano. O Alagoano perdeu a sua essência. A CBF, que outrora deu um prazo indeterminado, deu agora um prazo até 20 de abril, podendo ser prorrogado por mais dez dias. E isso foi acompanhado pela Federação Alagoana. Cada dia que passa, a cada novo prazo, fica mais difícil a gente acreditar na volta do Alagoano, até porque existe a questão dos campeonatos nacionais, que também estão paralisados. Vão faltar datas.

Com a suspensão do Alagoano, times do interior têm dificuldades para manter contratos

Líder do Alagoano, o Murici informou que as folhas do clube são pagas com receita vinda de parceiros e patrocinadores, mas que está difícil se manter dessa forma, já que as marcas não estão sendo expostas.

O clube suspendeu o trabalho, mas por conta da indefinição causada pela pandemia, não sabe se rescinde ou renova os contratos.

Os acordos com jogadores e comissão técnica vencem no fim de abril e um prolongamento do campeonato significaria uma folha a mais, o que foge do orçamento.

Em Arapiraca, o ASA suspendeu os contratos de todos os profissionais do clube até o retorno do Campeonato Alagoano, previsto para o dia 20 de abril.

O Jaciobá aprovou a suspensão do campeonato, mas informou que o planejamento do clube ficou prejudicado. Os atletas foram liberados para suas casas. A direção disse estar se empenhando para cumprir com as obrigações financeiras.

Com contratos até o fim do ano, CRB e CSA deram férias coletivas até o dia 20 de abril para os jogadores, mas os times da capital estão garantidos na Série B do Brasileiro, o que melhora o cenário.

Quem tem contrato até o fim de abril, caso do centroavante Alecsandro, do CSA, vai ser procurado pela diretoria para avaliar a permanência.


Federação diz que roubo da taça do Alagoano foi uma ação de marketing: troféu está guardado

Taça do Campeonato Alagoano não foi roubada — Foto: Divulgação/FAF
Taça do Campeonato Alagoano não foi roubada — Foto: Divulgação/FAF

Tudo mentira. A Federação Alagoana de Futebol (FAF) disse que a nota publicada nesta quinta pela manhã em suas redes sociais sobre o roubo da taça do estadual foi apenas uma jogada de marketing. O troféu está seguro.

Mais cedo, a federação divulgou nota oficial informando que a taça havia sido roubada por um grupo com máscaras. Por volta das 12h30, a FAF desmentiu tudo. Foi um 1º de abril atrasado.

Avisou que a ação de marketing teve o objetivo de destacar a importância do Campeonato Alagoano. Promete até alongar a história estranha ao longo do dia.

Também nas redes sociais, a federação apresentou outra nota.

“SOMOS A RESISTÊNCIA – VIVA O ESTADUAL⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Nosso futebol sempre foi guerreiro, por isso nós, do time da RESISTÊNCIA, apresentamos este manifesto. O campeonato Alagoano é o corpo e a alma do futebol no estado, está presente no coração do nosso povo e em todos os 102 municípios, do litoral ao Sertão.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Enquanto a bola rolar, a torcida vibrar, o estádio tremer e o coração pulsar o jogo não pode parar. O campeonato alagoano irá resistir, porque é patrimônio de um povo guerreiro. Viva o Estadual! – diz a nota da federação.

Parado

O Campeonato Alagoano foi paralisado no dia 16 de março em razão da pandemia do coronavírus. Até a paralisação, cinco rodadas já tinham sido disputadas, e um jogo abriu a sexta rodada da competição, com o empate entre Murici e CSE, por 2 a 2.


Taça do Campeonato Alagoano 2020 é roubada por homens encapuzados

Taça do Campeonato Alagoano 2020 é roubada por homens encapuzados

Através do seu Instagram oficial a Federação Alagoana de Futebol (FAF), informou que a taça do Campeonato Alagoano 2020 foi levada por um grupo de homens encapuzados e com máscara na manhã desta quinta-feira (02/04).

O objeto mais cobiçado de Alagoas estava a caminho do estado, vindo da fábrica onde foi produzido, quando um grupo utilizando máscaras abordou a equipe e sumiu com o troféu.

A FAF está em contato direto com as autoridades policiais em busca de mais informações acerca do paradeiro da taça.

 

 

 


Olimpíadas de Tóquio têm nova data: 23 de julho a 8 de agosto de 2021

Primeira reunião do Comitê Organizador de Tóquio e o COI, após o cancelamento das Olimpíadas — Foto: Issei Kato/Reuters
Primeira reunião do Comitê Organizador de Tóquio e o COI, após o cancelamento das Olimpíadas — Foto: Issei Kato/Reuters

As Olimpíadas e as Paralimpíadas de Tóquio têm uma nova data. Nesta segunda-feira, os Jogos Olímpicos foram confirmados para serem realizados entre 23 de julho e 8 de agosto de 2021 na capital japonesa. Os Jogos Paralímpicos serão entre os dias 24 de agosto e 5 de setembro. A decisão foi tomada após estudos e negociações entre o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, e dirigentes das federações esportivas e de comitês nacionais. A nova data cumpre a promessa do COI de que os Jogos seriam realizados até o verão de 2021.

– Quero agradecer às Federações Internacionais pelo apoio unânime e às Associações Continentais dos Comitês Olímpicos Nacionais pela grande parceria e pelo apoio no processo de consulta nos últimos dias. Também gostaria de agradecer à Comissão de Atletas do COI, com quem mantemos contato constante. Com este anúncio, estou confiante de que, trabalhando em conjunto com o Comitê Organizador de Tóquio 2020, o Governo Metropolitano de Tóquio, o Governo Japonês e todas as nossas partes interessadas, podemos superar esse desafio sem precedentes. Atualmente, a humanidade se encontra em um túnel escuro. Estes Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 podem ser uma luz no fim deste túnel – disse Thomas Bach, em comunicado oficial divulgado pelo COI (confira o texto completo no fim da matéria).

Na tarde desta segunda-feira em Tóquio (madrugada no Brasil), membros do Comitê Executivo do COI e do Comitê Organizador de Tóquio 2020 realizaram o primeiro encontro desde que as Olimpíadas foram adiadas. Em uma primeira coletiva após o encontro, a nova data não foi confirmada. Logo depois, porém, uma nova coletiva foi convocada às pressas para fazer o anúncio.

Presidente do Comitê Tóquio 2020, Yoshiro Mori disse ter recebido uma ligação do Comitê Olímpico Internacional após a primeira coletiva, pedindo para que a nova data fosse confirmada. Pouco antes, Toshiro Muto, diretor-executivo do Comitê Organizador, havia negado que a nova data já estava definida.

Assim como havia feito no domingo, a TV japonesa NHK, a maior do país, já havia cravado que o novo início para os Jogos estava marcado para 23 de julho, citando fontes internas do comitê. Ao término da reunião, o CEO do Comitê Organizador Tóquio 2020, Thoshiro Muto, enfatizara que ainda não havia uma data para a realização dos Jogos, mas que isso seria resolvido o mais breve possível.

Thomas Bach, presidente do COI — Foto: REUTERS/Denis Balibouse
Thomas Bach, presidente do COI — Foto: REUTERS/Denis Balibouse

As Olimpíadas e Paralimpíadas de Tóquio 2020 foram oficialmente adiadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) no dia 24 de março por causa da pandemia de coronavírus. A decisão foi tomada após uma teleconferência entre Thomas Bach, presidente do COI, e Shinzo Abe, Primeiro-Ministro do Japão, para resguardar a segurança de atletas, técnicos e de todos que participariam diretamente ou indiretamente das competições.

O orçamento de todos os Jogos terá de ser revisto. O contrato com algumas das sedes esportivas também passará por uma renegociação. Há ainda a preocupação sobre como ficará a questão dos ingressos e devolução de dinheiro para quem não quiser mais ir aos Jogos.

Em sua 32ª edição, a previsão era de que 11 mil atletas, de pelo menos 204 países, disputassem os Jogos, distribuídos por 33 esportes. Se não bastasse esse contingente de pessoas, o COI e o Comitê Organizador do Japão tinha por estimativa que as provas recebessem até cinco milhões de espectadores de todo o mundo, nos 43 locais de disputas.

Vice-presidente do Comitê Olímpico do Brasil e chefe de missão da equipe em Tóquio, Marco Antônio La Porta festejou o anúncio da nova data.

Confira o comunicado oficial do COI:

“As lideranças dos principais partidos se reuniram via conferência telefônica hoje cedo, com a presença do presidente do COI, Thomas Bach, do presidente Mori Yoshiro, do Comitê Olímpico Tóquio 2020, do governador de Tóquio, Koike Yuriko, e do ministro olímpico e paralímpico Hashimoto Seiko, que concordaram com o novo cronograma.

Essa decisão foi tomada com base em três considerações principais e em conformidade com os princípios estabelecidos pelo Conselho Executivo do COI, em 17 de março de 2020, confirmados em sua reunião de hoje. Estes foram apoiados por todas as Federações Esportivas Olímpicas Internacionais de Verão e todos os Comitês Olímpicos Nacionais:

1. Proteger a saúde dos atletas e de todos os envolvidos e apoiar a contenção do vírus COVID-19.

2. Resguardar os interesses dos atletas e do esporte olímpico.

3. O calendário internacional dos esportes.

Essas novas datas dão às autoridades de saúde e a todos os envolvidos na organização dos Jogos o tempo máximo para lidar com o cenário em constante mudança e com as perturbações causadas pela pandemia do COVID-19. As novas datas, exatamente um ano após as originalmente planejadas para 2020 (Olimpíadas em 24 de julho a 9 de agosto de 2020, e Paralimpíadas em 25 de agosto a 6 de setembro de 2020), também têm o benefício adicional de que qualquer problema que o adiamento cause ao calendário esportivo internacional pode ser reduzido ao mínimo, algo que interessa aos atletas e as Federações Internacionais. Além disso, eles fornecerão tempo suficiente para concluir o processo de qualificação. As mesmas medidas de mitigação de calor planejadas para 2020 serão implementadas.

Em uma teleconferência na terça-feira, 24 de março de 2020, com base nas informações fornecidas pela OMS na época, o presidente do COI Thomas Bach e o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe concluíram que os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 seriam realizados em sua forma completa e até o verão de 2021 O Primeiro Ministro reiterou que o governo do Japão está pronto para cumprir sua responsabilidade de sediar os Jogos com sucesso. Ao mesmo tempo, o presidente do COI, Thomas Bach, enfatizou o compromisso total do COI com os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

Após a decisão de hoje (segunda-feira, 30), o Presidente do COI disse: “Quero agradecer às Federações Internacionais pelo apoio unânime e às Associações Continentais dos Comitês Olímpicos Nacionais pela grande parceria e pelo apoio nas consultas feitas nos últimos dias. Também gostaria de agradecer à Comissão de Atletas do COI, com quem mantemos contato constante. Com este anúncio, estou confiante de que, trabalhando em conjunto com o Comitê Organizador de Tóquio 2020, o Governo Metropolitano de Tóquio, o Governo Japonês e todas as nossas partes interessadas, podemos superar esse desafio sem precedentes. Atualmente, a humanidade se encontra em um túnel escuro. Estes Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 podem ser uma luz no fim deste túnel. ”

Andrew Parsons, presidente do IPC, comentou: “É uma notícia fantástica podermos encontrar novas datas tão rapidamente para os Jogos de Tóquio 2020. As novas datas garantem segurança aos atletas, tranquilizam as partes interessadas e dá algo para o mundo inteiro esperar ansiosamente. Quando os Jogos Paralímpicos acontecerem em Tóquio no próximo ano, eles serão uma exibição extra-especial da humanidade, unindo-se como uma só, em uma celebração global da resiliência humana e uma sensacional demonstração do esporte. Com os Jogos Paraolímpicos de Tóquio 2020 a 512 dias, a prioridade para todos os envolvidos no Movimento Paralímpico deve ser o de manter a segurança com seus amigos e familiares durante este período sem precedentes e difíceis. ”

O Presidente do Comitê Organizador de Tóquio 2020, Mori Yoshiro, disse: “O Presidente do COI Thomas Bach e o Comitê Organizador de Tóquio 2020 realizaram uma teleconferência hoje para discutir em detalhes as datas dos Jogos de Tóquio 2020. O ministro dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, Hashimoto Seiko, e o governador de Tóquio, Koike Yuriko, participaram da da conferência. Propus que os Jogos fossem sediados entre julho e agosto de 2021 e realmente aprecio o fato de que o Presidente Bach, depois de discutir essa proposta com as várias federações esportivas internacionais e outras organizações relacionadas, aceitou minha sugestão. É necessário um certo período de tempo para a seleção e qualificação dos atletas e para seu treinamento e preparação, e o consenso foi de que seria preferível a realização dos Jogos remarcados durante as férias de verão no Japão. Em termos de transporte, organização de voluntários e fornecimento de ingressos para residentes do Japão e do exterior, dependendo do que for permitido pela situação do COVID-19, achamos que seria melhor reprogramar os Jogos para um ano depois do planejado, no verão de 2021. Além do adiamento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos pela primeira vez na história, e de várias outras questões que já foram destacadas, a programação do evento é a pedra angular dos preparativos futuros e estou convencido de que tomar essa decisão prontamente ajuda a acelerar os preparativos futuros. Eu gostaria de agradecer todas as partes interessadas, incluindo a cidade de Tóquio e o Governo do Japão pelo trabalho árduo durante esse curto período. O Comitê Organizador de Tóquio 2020 continuará trabalhando duro para o sucesso dos Jogos do ano que vem.”

O governador Koike Yuriko disse: “Considerando o surto global de coronavírus, precisamos de um certo prazo antes de nos prepararmos totalmente para a entrega de jogos seguros e protegidos para os atletas e espectadores. Além disso, a preparação para as novas datas ocorrerá sem problemas pois as datas coincidem com o mesmo período das datas originais da competição, correspondendo com a emissão dos ingressos, equipe do local, voluntários e transporte. Portanto, acredito que celebrar a abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 em 23 de julho de 2021 é o ideal. Os atletas, voluntários, carregadores da tocha e governos municipais locais se preocuparam com a situação. Como agora temos novas datas concretas a serem buscadas, o Governo Metropolitano de Tóquio comprometerá todos os seus recursos e trabalhará em estreita colaboração com o Comitê Organizador de Tóquio 2020, o governo nacional e outras partes interessadas para se preparar totalmente para a entrega de Jogos seguros e protegidos.

Foi confirmado anteriormente que todos os atletas já qualificados e as cotas já atribuídas para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 permanecerão inalteradas. Isso é resultado do fato de que esses Jogos Olímpicos de Tóquio, de acordo com o Japão, continuarão sendo os Jogos da XXXII Olimpíada”.


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