82 99641-3231

Oportunidade: Empresa oferece cursos gratuitos em Palmeira dos Índios

A empresa VC Cursos que trabalha há vários anos ofertando cursos de capacitação e aprimoramento de pessoas que buscam se qualificar ou até jovens que estão atrás do primeiro emprego realizará no município de Palmeira dos Índios uma edição com vários cursos na área profissionalizante.

 

Os cursos serão de atendente, recepcionista, telemarketing, auxiliar de escritório, auxiliar administrativo e promotor de vendas. Os cursos serão ofertados em três horários, manhã, tarde e noite.

 

O certificado é valido em todo o território brasileiro, e as inscrição serão realizadas no Hotel São Bernardo na próxima segunda-feira das 08h00min até às 14h00min e o aluno deverá levar 2kg de alimento.

 

O curso já foi realizado em várias cidades alagoanas como explica Raquel Alves, responsável pelo curso. “Estamos capacitando as pessoas que já tem empregos, e também os jovens que buscam o seu primeiro emprego. Eles chegarão nas empresas mais capacitados. Isso é muito importante no dia de hoje, onde as empresas precisam de pessoas preparadas e capacitadas.” explicou.


Após greve dos caminhoneiros, aulas voltarão ao normal nesta segunda-feira 4, em Palmeira dos Índios

A Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informa que nesta segunda-feira (4) as aulas voltarão ao normal em todas as unidades da rede municipal de ensino.

As aulas foram suspensas na semana passada, por conta da greve dos caminhoneiros, que causou desabastecimento da frota municipal. Com o fim da paralização, aos poucos, todos os serviços públicos municipais voltarão ao normal.


Justiça proíbe município de Quebrangulo de contratar professores temporários

Em decisão liminar, o juiz Ewerton Carminati, da Comarca de Quebrangulo, suspendeu e proibiu a contratação de professores temporários no município.

A medida deve durar até a Prefeitura apresentar as informações solicitadas pelo Ministério Público (MP/AL), como a relação de servidores contratados e seus respectivos vencimentos, lista dos cargos vagos, legislação que fundamentou as contratações temporárias, entre outros dados.

O MP/AL ajuizou ação contra o município objetivando suspender as contratações temporárias por parte da Secretaria de Educação, assim como proibir que novas ocorressem. Segundo o órgão ministerial, professores foram selecionados mediante apenas análise curricular e entrevista. Sustenta ainda que no edital da seleção não constavam critérios objetivos para a aferição dos títulos, e o peso que deveria ser dado a cada um deles.

Ainda de acordo com o MP/AL, foram requisitados diversos documentos à Prefeitura, sobre a contratação dos profissionais, mas nada foi apresentado.

Ao analisar a matéria, o juiz Ewerton Carminati destacou que a regra quanto à contratação para o preenchimento de cargos públicos é a realização de concurso, com o objetivo de “possibilitar que o serviço público seja prestado por aquele que esteja mais capacitado para tal, bem como para que não haja escolha sem critérios objetivos, ao crivo do administrador”.

Para o magistrado, a análise curricular e entrevista apresentam “elevado grau de subjetivismo, sendo certa ainda a inexistência de parâmetros, seja para o que seria considerado de valor no currículo apresentado, seja para a avaliação durante a entrevista”.

Na liminar, concedida no último dia 22, o juiz destacou que o serviço público deve ser “impessoal, moral e eficiente, o que não se consegue sem um processo de seleção claro, imparcial e, por consequência, objetivo”.

O magistrado ressaltou que a suspensão das contratações deve se dar, exclusivamente, no âmbito da Secretaria da Educação, “vez que medida de maior extensão poderia afetar serviços essenciais à população, como a saúde”.


Analfabetismo cai, mas cresce taxa de jovens que não trabalham nem estudam em Alagoas, diz IBGE

A taxa de analfabetismo caiu em Alagoas, mas cresceu o número de jovens com idade entre 15 e 29 anos que não trabalham nem estudam ou se qualificam. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos dois grupos, o da geração ‘nem-nem’ e o dos analfabetos, Alagoas tem as maiores taxas do país. A PNAD Contínua compara o desempenho do estado nos anos de 2016 e 2017.

Em 2016, o índice de pessoas com mais de 15 anos que não sabiam ler e escrever era de 19,4% e em 2017 caiu para 18,2%. A redução não foi suficiente para tirar o estado do topo da lista, que traz na sequência o Maranhão (16,7%) e o Piauí (16,6%).

As unidades da federação com o menor percentual foram Distrito Federal e Rio de Janeiro, empatados com 2,5%. O país fechou 2017 com 7% de analfabetos com mais de 15 anos, ainda fora da meta de redução fixada para 2015.

Das regiões brasileiras, o Nordeste tem a maior taxa de analfabetismo, 14,5%, seguido do Norte (8%), Centro-oeste (5,2%), Sudeste (3,5%) e Sul (3,5%).
Em relação aos jovens que não trabalham nem estudam, a alta em Alagoas foi de 4,5%. Eram 31,2% em 2016 e passou para 35,7% no ano seguinte.

O estado também encabeça a lista dos piores desempenhos no país, seguido por Maranhão (31,5%) e Ceará (29,4%).
O menor índice da geração ‘nem-nem’ foi registrado em Santa Catarina, 14,3%. No Brasil, são 23% dos jovens com idade entre 15 a 29 anos.

Tempo de estudo

A PNAD Contínua também trouxe informações sobre o tempo que pessoas de 25 anos de idade ou mais passam na escola.
Em Alagoas, esse período teve um discreto aumento, passando de 6,9 anos para 7,1. Mesmo com o crescimento, o percentual é o mais baixo do Brasil.


Em Palmeira, estudantes se reúnem para denunciar diplomas falsos em Alagoas

Estudantes que integram o movimento ‘Diploma Legal’ denunciaram que foram vítimas de um golpe que frauda diplomas de cursos superiores após a conclusão da graduação. A comissão afirma que mais de 20 mil pessoas de 92 municípios do estado já tiveram prejuízos por cair na ação criminosa.

Na tarde desta terça-feira (8), membros do movimento se reuniram com o secretário nacional de Regulação e Supervisão do Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Henrique Sartori, para fazer com que os diplomas sejam reconhecidos e o tempo perdido seja validado. A reunião aconteceu em Palmeira dos Índios, no Agreste alagoano.

“O MEC tem tomado uma atitude bastante ativa no combate às irregularidades e a crimes que são cometidos no ambiente da educação superior no Brasil. Sobretudo, na oferta irregular de cursos de graduação, diplomas, e instituições que se dizem credenciadas e na verdade não estão”, pontuou o secretário.

Em alguns documentos recebidos pelos alunos, consta o nome e a assinatura de Gedalias Pereira, que é investigado em uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa de Pernambuco sobre a fraude do diploma.

Uma das vítimas que contabilizam os números é a Ana Dayse Leite, que concluiu o curso de pedagogia. Ela recebeu o diploma da fundação de ensino superior de Olinda (PE), mas não sabe se o documento tem validade.

No verso do documento, consta que o diploma foi registrado pela Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), em outubro de 2017. “Da semana passada pra cá, soube que meu diploma não tem valor”, desabafou.

E os problemas em relação à conclusão acadêmica não param por aí. Em Piranhas, a aluna de serviço social, Poliana Souza, conta que começou a fazer o curso, mas não conseguiu terminar.

“Pesquisamos, e a gente descobriu que ela fechou já tem um tempo. Foi fechada há três anos e quatro meses”, contou Poliana.

Apenas um certificado e uma declaração comprovam a conclusão do curso superior de pedagogia de Mara Albina e Aline Saraiva. Elas relataram que a instituição em que estavam matriculadas foi substituída por outras diversas vezes.

Outra questão que levantou dúvidas sobre a validade ou não dos diplomas emitidos é que alguns alunos que receberam os tais diplomas por parte das instituições de ensino tentaram se matricular em cursos de pós-graduação oferecidos por outras instituições. Entretanto, em alguns casos os diplomas foram aceitos e em outros, foram rejeitados.

Ainda segundo o secretário, o reconhecimento dos diplomas vai depender da situação das instituições de ensino diante ao MEC.

“Não é possível afirmar porque há um trabalho quase que de ‘formiguinha’ por parte do Ministério da Educação agora, em fazer a busca dessas informações que chegam até nos em uma velocidade até alarmante. É um quantitativo muito grande de diplomas irregulares e até falsos, na qual vamos ter que levantar caso a caso, ponto a ponto, para saber se foi cometida alguma irregularidade passível de saneamento”, explicou.

Fonte: G1


Após explicações do SINTEAL, vereadores formam comissão para negociar verba do FUNDEF

SINTEAL compareceu na Câmara e explicou o motivo do bloqueio da verba do FUNDEF. Vereadores Joelma Toledo e Pedinho Gaia representarão a Casa de Leis em negociações sobre rateio.

 

A presidente do SINTEAL, em Palmeira dos Índios, Helenice Lopes (Foto: Arquivo Pessoal)

Cayo César

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas, Professora Helenice Lopes, esteve nesta última quarta-feira (11), na Câmara de Vereadores de Palmeira dos Índios, atendendo um pedido da vereadora Joelma Toledo (MDB), para tiras dúvidas sobre o rateio da verba indenizatória do antigo FUNDEF.

 

A vereadora Joelma Toledo, que foi responsável pela solicitação da presença do SINTEAL na casa de leis, explicou que a importância do próprio sindicato ir a tribuna para falar o que está acontecendo com a verba. “Convidei  SINTEAL para que eles mesmo explicassem o que está acontecendo, o por que o dinheiro ainda não foi rateado para os profissionais, e para eles informarem como nós, vereadores, podemos ajudar.” disse Joelma Toledo que também é da classe da educação.

 

A primeiro momento o SINTEAL teria apenas 5 minutos para explicar a situação para os edis, mas, pela complexidade do assunto, o debate se estendeu durante uma hora. Prof. Helenice explicou que os municípios que entraram com a ação na União através das próprias procuradorias, já receberam a verba e ratearam com os profissionais da educação, já os demais municípios entram com a ação através da AMA, como é o caso de Palmeira, e por esse motivo, a verba de quase R$ 100 Milhões foi bloqueada pelo TRF5.

 

Além desse bloqueio, existe outro bloqueio que é realizado pelo MPF, afim de que os gestores gastem corretamente

Vereadora Joelma Toledo (MDB) (Foto: Assessoria/Câmara)

essa verba. “Para evitar esse bloqueio, alguns gestores assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta, popular TAC, esse termo junto ao MPF, impede que o município ratei a verba com os profissionais da educação, que foram prejudicados há alguns anos, e voltam a ser prejudicados novamente.” explicou Helenice, presidente do SINTEAL.

 

Ainda segundo Helenice, para cumprir esse TAC, a prefeitura deveria gastar com reforma, construções, compra de veículos para educação, mas ela lembrou que esse dinheiro é uma indenização e não uma verba de custeio que vem todo mês de forma certa. “Esse dinheiro vem, e quando acabar, acabou! Não tem mais, é uma indenização para os profissionais e município.” afirmou a presidente.

 

A presidente afirmou ainda que quando o dinheiro for liberado pelo TRF5 terá 60% bloqueado pelo SINTEAL, para que seja cumprido a Lei do Fundef que diz que esses 60% devem ser rateados para os profissionais, caso seja descumprida essa medida o gestor responsável terá uma multa de R$ 1 mil reais por dias em seu salário.

 

Após um longo debate, a vereadora Joelma Toledo e o vereador Pedrinho Gaia, ambos do MDB foram escolhidos para representar os demais vereadores junto ao SINTEAL para tentar resolver esse impasse o mais rápido possível. “Sou professora, sei o que os profissionais estão passando e vamos juntos ao SINTEAL lutar pelo direito dessa classe.” afirmou Joelma Toledo, vereadora responsável pelo debate do FUNDEF na Câmara.


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

Redes sociais


Facebook

Whatsapp: 82 99641-3231

Fale conosco


82 99641-3231

© 2018 Rádio Sampaio - Todos os direitos reservados | Desenvolvido por Interactive MOnkey