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PAI DE ALUNO: “Governador, como fica a situação do meu filho que está perdendo dias de aula sem transporte para ir à escola?”.

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Edmilson Sá concedendo entrevista para a Rádio Sampaio – Foto: Besourão/Rádio Sampaio

Tem sido uma constante a manifestação de pais de alunos que não tem ido às escolas estaduais por causa da paralisação dos proprietários do transporte escolar em vista da falta de pagamento pelo governo de Alagoas há quatro meses.

O programa Nosso Encontro da rádio Sampaio 94.5 FM, através do aplicativo FALE CIDADÃO e da redação do site radiosampaio.com.br tem ouvido pais de alunos que condenam o governador Renan Filho “a culpa de meu filho não está indo a escola é do governador que não ta nem ai com a gente. Meu filho quer estudar. Quer ser um cidadão estudado e formado. E eu estou vendo tudo perdido por causa de respeito para com a educação em Alagoas”. Esse desabafo foi feito por um pai desesperado vendo seu filho revoltado com a situação.

Na manhã desta quinta-feira (09) o professor de Filosofia, Sociologia e História, Edmilson Sá, que leciona no colégio Humberto Mendes (Estadual), em entrevista ao programa Nosso Encontro, disse que está chocado com a falta de alunos na sala de aula por causa da paralisação do transporte escolar: “Hoje só compareceram 10 estudantes na sala para assistirem aula. O que vem acontecendo há 15 dias e como professor não posso me calar com essa situação. Como vai ficar o aluno que está fazendo o ENEM?”, questionou Edmilson.

(Veja vídeo e escute áudio no final da matéria)

Os pais e alunos estão responsabilizando o governador do Estado pelos problemas generalizados na educação de Palmeira dos Índios já que o chefe do executivo Estadual não se pronuncia a respeito do problema e não busca resolver a questão que já dura quatro meses sem pagamento aos proprietários do transporte escolar que também estão passando por dificuldades por não estarem cumprindo com os débitos contraídos em  postos de combustíveis e casas de peças para reposição nos veículos e com suas obrigações em casa com as famílias. Muitos deles estão sem fazer feira completa por falta de dinheiro.

(Áudio da entrevista – Parte 1):

(Áudio da entrevista – Parte 2):

(Vídeo publicado pelo Professor Edmilson Sá):


Crianças venezuelanas se arriscam a cruzar rotas ilegais para estudar no Brasil

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Com fronteira fechada por ordem de Nicolás Maduro, estudantes venezuelanos cruzam rotas ilegais para ter aulas em Pacaraima — Foto: Emily Costa/G1 RR

Vestindo uniformes escolares, dezenas de crianças venezuelanas caminhavam sob o sol a pino e um forte calor. Percorriam uma rota clandestina, única saída para quem precisa atravessar a fronteira da Venezuela com o Brasil.

Desde que Nicolás Maduro mandou fechar a fronteira, há dois meses, e as aulas começaram, os estudantes que moram do lado venezuelano e frequentam escolas na cidade de Pacaraima, em Roraima, se veem forçados a enfrentar o risco das “trochas”, caminhos ilegais que ligam os dois países.

Na travessia, os adolescentes e crianças que moram na cidade venezuelana de Santa Elena de Uairén, vizinha de Pacaraima, têm que passar por militares venezuelanos armados, sob os quais pesam frequentes relatos de extorsão para permitir a passagem.

Alguns fazem o percurso nas trilhas, que dura entre 15 e 30 minutos, em grupos acompanhados por adultos. Outros vão com os pais e há ainda aqueles que enfrentam o caminho sozinhos.

Segundo a Secretaria Municipal de Educação de Pacaraima, são cerca de 500 estudantes da rede municipal que moram no lado venezuelano da fronteira e se veem forçados a fazer o caminho. O movimento não é recente, mas se intensificou à medida em que a crise no vizinho sul-americano se intensificou.

Com fronteira aberta, os alunos trafegavam livremente pela BR-174, que liga Pacaraima e Santa Elena. Os municípios, classificados como “cidades-gêmeas”, têm acordos para facilitar a travessia regular, mas agora, com a fronteira bloqueada, existem três rotas clandestinas principais onde há fluxo de pessoas, e duas delas foram fechadas para veículos.

Enquanto atravessava uma “trocha” com os filhos, um garoto de 13 anos e uma menina de 8, uma mãe venezuelana contou que por vezes eles caminham sob a mira de militares venezuelanos fortemente armados.

“Depois que passamos pela ‘trocha’ há pontos de controle com mais militares pelo caminho. Temos medo, mas não há outra saída”, contou a mãe.

“Há dias em que os militares não nos deixam passar, como na semana passada quando ocorreram reuniões na aduana venezuelana. Meus filhos só podem estudar quando os militares permitem”.

Na escola municipal Casimiro de Abreu, que fica a poucas quadras da fronteira, 294 alunos moram do lado venezuelano, o que equivale a 40% do total de 758 estudantes da unidade de ensino que tem do 3º ao 6º ano, um número que vem crescendo nos últimos anos.

Em 2016 eram 76 estudantes de Santa Elena na escola, número que foi a 78 no ano seguinte e deu um salto para 211 em 2018. Neste ano, além dos 294 que já frequentam a Casimiro de Abreu, há 123 em lista de espera por vagas.

Sem restrições

Segundo a Secretaria Estadual de Educação, não há restrições para matrículas de alunos estrangeiros, mesmo os que moram em outro país.

O mesmo acontece na Secretaria Municipal de Educação de Pacaraima: no caso específico das crianças que moram na Venezuela, para a matrícula basta que o estrangeiro apresente algum documento brasileiro, como CPF ou Registro Nacional de Estrangeiro (RNE) fornecido pela Polícia Federal, e a documentação escolar traduzida.

A crescente presença de estudantes venezuelanos em Pacaraima coincide com o agravamento na situação no vizinho sul-americano. O país enfrenta uma grave crise política e econômica que tem se aprofundado nos últimos anos com escassez de comida, remédios, hiperinflação e insegurança.

Na semana passada, confrontos e manifestações ocorreram após o autoproclamado presidente Juan Guaidó convocar as pessoas a irem às ruas para derrubar o regime chavista que diz que seus opositores fracassarão. Em paralelo, o número de venezuelanos que fogem para o Brasil registrou um pico.

“Muitos pais escolhem matricular seus filhos em Pacaraima porque a educação na Venezuela está precária. Eles dizem que praticamente não existem mais professores porque muitos já emigraram”, explica Francimar Sousa, diretor da escola Casimiro de Abreu.

Sousa afirma que além das dificuldades enfrentadas pela crise na Venezuela, um outro fator atrai ainda mais os estudantes venezuelanos ao lado brasileiro: a merenda escolar distribuída de graça na hora do intervalo.

“É visível que o lanche que entregamos aqui, que às vezes é insignificante para os alunos brasileiros, é muito importante para eles. Acredito que em muitos casos a merenda escolar é a única refeição que eles fazem ao dia e é comum que alguns peçam mais comida, até para levar para casa na Venezuela”.

“Com essa dificuldade para ir e vir eles acabam chegando mais tarde e saindo mais cedo das aulas, porque o trajeto é difícil. Tem poeira, alguns gripam”, resume a professora Alsione Subaran. “Quando chove eles chegam sujos”.

Uma mulher venezuelana que trabalha como monitora e ajuda na travessia dos estudantes conta que todos os dias caminha com ao menos 70 alunos por rotas ilegais.

“Vamos cantando, nos mantendo ocupados e ao mesmo atentos para que ninguém se perca no caminho. É cansativo”, relata.

Segundo ela, o percurso por esse trecho não é tão difícil para os maiores, mas se torna uma penúria para os menores.

“São meninos e meninas com idades entre 3 e 13 anos fazendo isso todos os dias. Pedimos aos guardas que nos deixem passar pela fronteira oficial, mas eles dizem que não podem e o máximo que nos deixam é ir por aqui”, disse.

A fronteira foi fechada na noite de 21 de fevereiro em retaliação à decisão do governo brasileiro de, junto com os EUA, enviar remédios e comida ao país a pedido de Guaidó. Para os chavistas, a ação seria uma intervenção externa na Venezuela.

“É incomodo e triste ver pais que querem dar uma educação melhor aos seus filhos tenham que vê-los passarem por isso para poderem estudar porque na Venezuela eles não teriam acesso à educação que têm no Brasil”.

Carregando uma sombrinha infantil com desenhos do Mickey Mouse, uma menina caminha ofegante. Tem só oito anos, mas descreve com clareza o que sente. “Eu tenho medo das pistolas que eles [militares venezuelanos] carregam. Elas são gigantes”.

Crianças passam por militares venezuelanos armados para chegarem às suas casas em Santa Elena de Uairén — Foto: Emily Costa/G1
Crianças passam por militares venezuelanos armados para chegarem às suas casas em Santa Elena de Uairén — Foto: Emily Costa/G1

Fonte: G1 Globo


Enem 2019 já contabiliza mais de um milhão de inscritos no primeiro dia

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Um número impressionante para um primeiro dia. Mais de um milhão de pessoas se inscreveram para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019, iniciadas ontem (6) e que vão até o dia 17 de maio, pela internet. As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro.

A taxa de inscrição para o Enem é de R$ 85 e deve ser paga até o dia 23 de maio. O participante terá até 17 de maio para atualizar dados de contato, escolher outro município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Após esse prazo, não serão mais permitidas mudanças.

O candidato que precisar de atendimento especializado e específico deve fazer a solicitação durante a inscrição. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 e 24 de maio.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou de financiamento estudantil.

A prova também pode ser feita pelos chamados treineiros – estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019. Neste caso, os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de o estudante concorrer efetivamente às vagas na educação superior ou para bolsas de estudo. Esses participantes devem declarar ter ciência disso já no ato da inscrição.

O balanço de inscritos divulgado pelo Ministério da Educação contabiliza os candidatos registrados até as 20h de ontem.


Inscrições do Enem 2019 começam nesta segunda

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(imagem da Internet)

Começa nesta segunda-feira (6) o prazo para as inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019. O cadastro deve ser feito pelo site oficial da prova (https://enem.inep.gov.br/participante/) e vai até 17 de maio. A taxa de inscrição é de R$ 85. Neste ano, a prova será aplicada em dois domingos seguidos: 3 e 10 de novembro.

Mesmo quem obteve a isenção desse pagamento precisa se inscrever. Os candidatos que não têm isenção devem pagar a taxa entre 6 e 23 de maio, em agências bancárias, casas lotéricas e correios.

Inscrição

Para fazer a inscrição, é necessário informar o número do CPF e do RG. Pelo site, será criada uma senha de acesso que também permitirá verificar o cartão de confirmação e os resultados do candidato.

Também é preciso ter um número de celular e um e-mail válidos para que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que organiza a prova, envie comunicados diretamente aos candidatos.

Segundo o Inep, até 17 de maio o candidato ainda poderá atualizar dados de contato, trocar o município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico.

Para os candidatos que precisam dessa atenção diferenciada, como pessoas com deficiência ou lactantes, a solicitação deve ser feita também até 17 de maio.

Entre 20 e 24 de maio, os candidatos que desejarem poderão fazer a solicitação de atendimento pelo nome social – caso prefiram não ser chamados pelo nome do registro civil.

O cartão de confirmação será disponibilizado só em outubro. Nele, haverá um resumo das principais informações para o candidato: número de inscrição; data, hora e local das provas; dados sobre atendimento especializado se solicitado; e opção de língua estrangeira.

Novidades da edição 2019

Neste ano, há as seguintes novidades:

  • novo sistema de inscrição;
  • inclusão opcional de foto na inscrição;
  • espaço com linhas para rascunho da redação;
  • espaço para cálculos no final do caderno de questões;
  • surdos, deficientes auditivos e surdocegos poderão indicar, na inscrição, se usam aparelho auditivo ou implante coclear;
  • lanches levados pelos candidatos serão revistados.

Estrutura da prova

No primeiro dia de prova, em 3 de novembro, serão aplicadas as provas de:

  • linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e ciências humanas e suas tecnologias.
  • duração: 5h30

No segundo domingo, dia 10 de novembro, será a vez das questões de:

  • ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias.
  • duração: 5h

Calendário

  • Pedido de isenção: 1º a 10 de abril
  • Justificativa de ausência no Enem 2018: 1º a 10 de abril
  • Resultado da solicitação de isenção: 17 de abril
  • Solicitação de recursos caso a isenção seja negada: 22 a 26 de abril
  • Pedido de atendimento especial: 6 a 17 de maio
  • Pedido de uso de nome social: 20 a 24 de maio
  • Pagamento da taxa de inscrição: 6 a 23 de maio
  • Inscrições: 6 a 17 de maio
  • Provas: 3 e 10 de novembro
  • Gabarito: 13 de novembro
  • Resultado individual: janeiro de 2020

Fonte: G1 Globo


Ufal afirma que teve R$ 39 milhões bloqueados pelo Governo Federal

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Universidade Federal de Alagoas (Ufal) divulgou nota sobre bloqueio no orçamento — Foto: Magda Ataíde/G1
Universidade Federal de Alagoas (Ufal) divulgou nota sobre bloqueio no orçamento — Foto: Magda Ataíde/G1

A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) divulgou uma nota, nesta quinta-feira (2), afirmando que o Governo Federal bloqueou R$ 39.576.608,00 do orçamento da instituição. De acordo com a nota, o valor bloqueado representa 30% do orçamento de custeio e 80,3% do orçamento de capital da Ufal.

Um corte no total de 36,6% do orçamento de custeio e capital da Universidade, que é para pagamento de despesas contratuais, água, energia elétrica, bolsas, aquisições de livros e carteiras escolares e equipamentos de laboratório, entre outras.

Na terça (30), o Ministério da Educação afirmou que o bloqueio na verba das instituições de ensino federais vai valer para todas as universidades e todos os institutos do país. A informação foi dada à TV Globo por Arnaldo Barbosa de Lima Junior, secretário de Educação Superior do MEC. Segundo ele, trata-se de um “bloqueio” que foi feito “de forma preventiva” e “só sobre o segundo semestre”.

O documento diz que bloqueios foram feitos nas ações orçamentárias de funcionamento da instituição, capacitação de servidores, recursos consignados ao Hospital Veterinário e funcionamento da Escola Técnica de Artes, além das emendas parlamentares consignadas à Ufal pela bancada alagoana. As ações de assistência estudantil não sofreram cortes.

A Ufal disse que vai emitir uma nota técnica para detalhar a situação e vai divulgar medidas de contenção de despesas.

Confira a íntegra da nota da Ufal:

Nota acerca do corte orçamentário imposto à Universidade Federal de Alagoas

A Universidade Federal de Alagoas informa que o Governo Federal efetuou o bloqueio orçamentário de R$ 39.576.608,00 (trinta e nove milhões, quinhentos e setenta e oito mil, seiscentos e oito reais) dos recursos de custeio e capital.

Foram efetivados bloqueios nas ações orçamentárias de funcionamento da Universidade, capacitação de servidores, recursos consignados ao Hospital veterinário da UFAL e funcionamento da Escola Técnica de Artes. Foram também bloqueadas as emendas parlamentares consignadas à UFAL pela bancada alagoana. Apenas as ações de assistência estudantil não foram afetadas pelo corte.

Esse valor representa 36,6% do orçamento de custeio e capital da UFAL que são os recursos utilizados para pagamento das despesas contratuais, água, energia elétrica, bolsas, aquisições de livros carteiras escolares, equipamentos de laboratório, etc. Foram bloqueados 30% do orçamento de custeio e 80,3% do orçamento de capital

Se excluirmos da análise as ações de assistência estudantil, cujas despesas são restritas à assistência dos alunos em vulnerabilidade social (custeio dos alimentos do Restaurante Universitário, pagamento de bolsas), o corte representa 46,9% do orçamento da UFAL.

Antes do anúncio deste corte, a UFAL já trabalhava com orçamento aquém das necessidades que uma Universidade que consolida sua expansão, que faz pesquisa de ponta e que se expande para além de sus muros através das atividades de extensão. Neste novo cenário, a situação exige que medidas sejam adotadas para garantir o mínimo funcionamento da Universidade.

A UFAL informa que emitirá nota técnica para detalhar a situação apresentada, divulgará medidas de contenção de despesas e pautará na próxima sessão ordinária do Conselho Universitário (dia 06/05) um debate amplo sobre a situação em que a UFAL e as demais Universidades públicas se encontram.

A Gestão da UFAL reafirma seu compromisso com a defesa intransigente da recomposição do orçamento da Universidade, que é um patrimônio da sociedade alagoana, ao mesmo tempo em que considera que um país que não investe em educação está fadado aos retrocessos sociais e econômicos.

Fonte: G1 Alagoas

Posse do Novo Diretor- Geral do IFAL em Palmeira dos Índios

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Diretor-Geral do IFAL Campus Palmeira, Roberto Fernandes

Aconteceu hoje (24) a cerimônia de posse da nova gestão para o quadriênio 2019 – 2023 do IFAL.  A solenidade destinada para os novos gestores dos campi: Santana do Ipanema, Arapiraca, Penedo e Palmeira dos Índios, teve inicio as 10h00 da manhã.

O novo Diretor-Geral do Campus Palmeira, Roberto Fernandes, foi eleito em primeiro turno com 693 votos pela maioria da Comunidade Acadêmica e esse ano completa 10 anos de trabalho no Instituo Federal de Alagoas – IFAL.

Roberto Fernandes nasceu na capital da Bahia, Salvador. A sua formação é Licenciatura em Desenho e possui mais duas especializações: Engenharia Ambiental e Mestrado em Engenharia Industrial, pela Universidade Federal da Bahia.

Muito animado e com diversos planos para os próximos 04 anos, ele diz que o seu foco principal, é levar cada vez mais ensino de qualidade para os alunos do IFAL. “Acho que não tem profissão melhor. O que me motiva é contribuir um pouco com a vida dos nossos alunos, ainda mais em uma cidade, como Palmeira dos Índios, localizada no interior de Alagoas, um estado, que infelizmente, tem índices defasados quando se fala em educação.”

Roberto concluiu que os desafios são grandes, mas está preparado para essa nova etapa da sua vida.


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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