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Inep divulga hoje gabaritos oficiais do Enem

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulga hoje (13) os gabaritos oficiais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Também serão divulgados os Cadernos de Questões, em todas as suas versões.

No total, serão seis gabaritos para cada dia de aplicação e seis Cadernos de Questões, de acordo com as cores da prova e opções acessíveis. Os participantes podem acessar os gabaritos pelo portal do Inep, na página do Enem ou pelo aplicativo do Enem.

Os participantes deverão ficar atentos para conferir o gabarito relativo à cor de prova que fez em cada domingo de aplicação.

Mesmo com o gabarito em mãos, os participantes ainda não poderão saber qual nota tiraram no exame, isso porque o Enem é corrigido pela chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Pela TRI, não há um valor fixo para cada questão. A pontuação varia conforme o percentual de acertos e erros naquele item entre os participantes e também de acordo com o desempenho de cada estudante na prova.

O Enem 2019 foi aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. Cerca de 3,9 milhões de estudantes de todo o país compareceram ao menos em um dia de prova.

Os resultados individuais do Enem 2019 serão divulgados na Página do Participante e no aplicativo do Enem, em janeiro de 2020, a partir de consulta com CPF e senha.

O resultado dos participantes eliminados, segundo o Inep, não será divulgado, mesmo que eles tenham feito o Enem nos dois dias de aplicação. Para os treineiros, que fazem o exame para autoavaliação de conhecimentos, a consulta só será liberada em março do ano que vem.

 

 

*   Com Agência Brasil

 


Aluno prejudicado por questão logística pode pedir reaplicação do Enem

Aluno prejudicado por questão logística pode pedir reaplicação do Enem

A partir de hoje (11), participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que se sentiram prejudicados por questões logísticas na hora da prova podem entrar com recurso e pedir para fazer a prova novamente. O pedido deve ser feito pela Página do Participante, e prazo vai até o dia 18.

De acordo com o  Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o pedido não significa direito à reaplicação. Os casos serão analisados, individualmente, pela Comissão de Demandas da autarquia.

Pelo edital do Enem, são considerados problemas logísticos fatores como desastres naturais que prejudiquem a aplicação devido ao comprometimento da infraestrutura do local, falta de energia elétrica que comprometa a visibilidade da prova pela ausência de luz natural e erro de execução de procedimento de aplicação pelo aplicador que leve ao comprovado prejuízo do participante.

Os estudantes que sentiram alguma indisposição ou problema de saúde e tiveram que sair da sala onde estava sendo aplicada a prova não terão direito à reaplicação, segundo as regras do exame.

O resultado dos pedidos será publicado também na Página do Participante, no dia 27. Aqueles que tiverem o pedido aprovado poderão refazer a prova nos dias 10 e 11 de dezembro.

O Enem foi aplicado nos dias 3 e 10 deste mês. Ao todo, 3,9 milhões de estudantes compareceram a pelo menos um dia de prova.

Segundo o Inep, foram registradas pelo menos 76 ocorrências. A lista inclui emergências médicas, queda de energia elétrica, interrupção no abastecimento de água e desastres naturais, entre outros.

 

 

*   Com Agência Brasil


Enem termina com 27,19% de ausentes, menor taxa desde 2009

ENEM 2019 – DOMINGO – MACEIÓ (AL) – Candidatos do Enem aguardam em frente a escola antes das provas do primeiro dia — Foto: Heliana Gonçalves/TV Gazeta

O Exame Nacional do Ensino Médio terminou hoje (10). Ao todo, estiveram presentes nesse segundo dia de aplicação, 3,7 milhões, do total de 5,1 milhões de candidatos inscritos. Aqueles que faltaram ao exame correspondem a 27,19% do total. Os números foram divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

“Tivemos a menor abstenção de todos os tempos, tanto no primeiro dia, quanto hoje”, afirmou o ministro da Educação, Abraham Weintraub. A porcentagem de abstenção no segundo dia superou a menor taxa até então, que era a de 2015, quando 27,33% dos candidatos inscritos não compareceram ao exame.

A taxa do primeiro dia, que foi 23,1% superou a de 2018, até então a mais baixa, que foi de 24,76%. A contagem é feita desde 2009, quando o exame foi reformulado para selecionar estudantes para universidades brasileiras.

“Tivemos, acho que agora dá para afirmar, o melhor Enem de todos os tempos, tanto em execução, operação, logística, como também em termos de formulação”, disse Weintraub.

Eliminações

No total, foram eliminados, no Enem, 747 participantes, sendo 371 candidatos no segundo dia de exame e 376 pessoas no primeiro dia. Esses participantes descumpriram as regras do exame.

Neste ano, as regras de segurança ficaram mais rígidas. Participantes cujos celulares ou quaisquer outros objetos eletrônicos emitissem som foram eliminados, mesmo que esses aparelhos estivessem dentro do envelope porta-objetos que é entregue a cada participante e fica lacrado durante a aplicação.

Próximas datas

Os gabaritos oficiais serão divulgados na quarta-feira (13). Também serão divulgados os Cadernos de Questões, em todas as suas versões. No total, serão seis gabaritos para cada dia de aplicação e seis Cadernos de Questões, de acordo com as cores da prova e opções acessíveis.

Os participantes deverão ficar atentos para conferir o gabarito relativo à cor de prova que fez em cada domingo de aplicação.

Os resultados individuais do Enem 2019 serão divulgados na Página do Participante e no aplicativo do Enem, em janeiro de 2020, a partir de consulta com CPF e senha.

O resultado dos participantes eliminados, segundo o Inep, não será divulgado, mesmo que eles tenham realizado o Enem nos dois dias de aplicação. Para os treineiros, que fazem o exame para autoavaliação de conhecimentos, a consulta só será liberada em março do ano que vem.

Reaplicação

O estudante que se sentiu prejudicado no Enem poderá informar o Inep, pela Página do Participante, entre os dias 11 e 18. Cada caso será analisado e o participante poderá ter direito a fazer a prova novamente.

“[O candidato] vai entrar na Página do Participante e vai apresentar um recurso, vai contar a história do porquê se sentiu prejudicado. E no dia 27 de novembro daremos uma resposta”, diz o presidente do Inep, Alexandre Lopes, que orientou que mesmo que os participantes tenham dúvidas se têm ou não direito a reaplicação, que façam o recurso.

De acordo com o edital do exame, podem ter direito à reaplicação aqueles que foram afetados por problemas logísticos. São considerados problemas logísticos fatores como desastres naturais que prejudiquem a aplicação devido ao comprometimento da infraestrutura do local; falta de energia elétrica que comprometa a visibilidade da prova pela ausência de luz natural; e erro de execução de procedimento de aplicação pelo aplicador que leve ao comprovado prejuízo do participante.

Os estudantes que sentiram alguma indisposição ou problema de saúde e tiveram que sair da sala onde estava sendo aplicada a prova não terão direito à reaplicação, segundo as regras do exame.

O resultado da solicitação poderá ser consultado, também, na Página do Participante, no dia 27 de novembro. A reaplicação do Enem 2019 irá acontecer nos dias 10 e 11 de dezembro, para quem tiver o pedido aprovado.

 

 

*   Com Agência Brasil


MEC reforça horários de aplicação do Enem neste domingo

ENEM 2019 – DOMINGO – MACEIÓ (AL) – Candidatos do Enem aguardam em frente a escola antes das provas do primeiro dia — Foto: Heliana Gonçalves/TV Gazeta

O Ministério da Educação (MEC) reforçou o horário de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Participaram do primeiro dia de prova, domingo passado (3), cerca de 3,9 milhões de estudantes. Neste domingo (10), eles fazem as provas de matemática e ciências da natureza.

Os portões serão abertos 12h e fechados às 13h, no horário de Brasília. As provas começam a ser aplicadas às 13h30 e vão até as 18h30. Os participantes terão meia a hora a menos que no domingo passado (3), quando fizeram as provas de redação, linguagens e ciências humanas.

Dadas as diferenças de fuso-horário no Brasil, candidatos que farão a prova em sete estados vão responder as questões até duas horas antes do horário da capital do país.

O acesso à sala de provas só será permitido com a apresentação de documento oficial de identificação com foto, conforme previsto em edital. A lista completa dos documentos aceitos está disponível na página do Enem.

O Instituto Nacional de Pesquisas e Estudo Educacionais Anísio Teixeira (Inep) recomenda que o participante leve também o Cartão de Confirmação da Inscrição impresso, que pode ser buscado na Página do Participante e no aplicativo do Enem.

As questões da prova só podem ser respondidas com caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente.

No último domingo, relógios de alguns aparelhos eletrônicos adiantaram automaticamente uma hora. O problema havia sido previsto pelo Google.

Confira o horário local das provas do Enem em cada estado

Acre e 13 municípios do Amazonas – Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Boca do Acre, Eirunepé, Envira, Guajará, Ipixuna, Itamarati, Jutaí, Lábrea, Pauini, São Paulo de Olivença, Tabatinga: abertura dos portões, 10h, fechamento dos portões, 11h, início das provas, 11h30, término das provas, 16h30.

Amazonas (com exceção dos 13 municípios descritos acima), Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul: abertura dos portões, 11h, fechamento dos portões, 12h, início das provas, 12h30, término das provas, 17h30.

Distrito de Fernando de Noronha (Pernambuco) – abertura dos portões,13h, fechamento dos portões, 14h, início das provas, 14h30, término das provas, 19h30.

Demais estados – abertura dos portões, 12h, fechamento dos portões, 13h, início das provas, 13h30, término das provas, 18h30.

 

 

 

 

*    Com Agência Brasil


Senac oferece vagas em cursos gratuitos para Maceió, Palmeira dos Índios e outras cidades

Resultado de imagem para senacO Senac abre vagas em cursos gratuitos, por meio do Programa Senac de Gratuidade (PSG), para Maceió (para o bairro de Guaxuma e para o conjunto Graciliano Ramos, no bairro Cidade Universitária), Arapiraca, Maragogi, Penedo, Palmeira dos Índios e União dos Palmares. O programa é destinado a pessoas de baixa renda – cuja renda familiar mensal per capita não ultrapasse 2 salários mínimos federais.

As inscrições seguem abertas até o dia 11 de novembro, exclusivamente pelo site http://www.al.senac.br/psg/editais/, por meio do preenchimento do formulário de inscrição online do edital 15/2019, onde constam as normas e os pré-requisitos de participação. Há vagas para os cursos de Assistente de Pessoal, Assistente de RH, Garçom, Operador de Caixa, Operador de Supermercados, Recepcionista, Manicure e Pedicure, Modelagem e Confecção de Roupas Infantis, e Assistente de Marketing e Vendas.

Com o PSG, o Senac reforça o compromisso com a inclusão social e amplia o alcance da educação profissional, em Alagoas.  Mais informações: http://www.al.senac.br/psg/.

 

 

 

*   Com TNH1


Enem está mais enxuto e mais conteudista, afirmam professores

Professores de escolas públicas e privadas afirmaram nesta terça-feira (5) que a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano está mais enxuta, com menos textos de apoio, mais conteudista e com temas diferentes de anos anteriores. Eles disseram que as primeiras provas do Enem 2019 dão indícios de como serão as provas nos próximos anos.

Neste domingo (3), 3,9 milhões de estudantes resolveram, em todo o país, questões de linguagens e ciências humanas e fizeram a redação. No próximo domingo (10), serão feitas as provas de matemática e ciências da natureza.

“Ficou claro que, sim, esta é uma prova diferente agora. Então, a estatística que tínhamos antes, de assuntos mais cobrados, possivelmente vai ser revista”, disse o professor de história Evandro Santana, da Escola Gisela Salloker Fayet, em Domingos Martins, Espírito Santo.

A Gisela Salloker Fayet está entre as escolas públicas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico e se destacam no Enem. As instituições foram identificadas no estudo Excelência com Equidade no Ensino Médio: A Dificuldade das Redes de Ensino para Dar um Suporte Efetivo às Escolas.

Neste ano, todos os estudantes da escola de Domingos Martins inscreveram-se no Enem. “O Enem tem uma importância quase central no ensino médio”, ressaltou o professor Santana, que fez um levantamento dos temas mais abordados em história desde o Enem 2013. “Sabia que regime militar e Era Vargas [período em que Getúlio Vargas governou o Brasil] eram questões certas todos os anos. Este ano não caiu nada. Os conteúdos cobrados também foram surpresa.”

O professor Aurélio de Menezes, que leciona história, sociologia e direitos humanos na Escola de Referência em Ensino Médio de Salgueiro, município com cerca de 60 mil habitantes, no sertão de Pernambuco, também percebeu as mudanças. “Teve mais de uma questão de Idade Média, quando tinha a [história] moderna e a contemporânea toda para serem cobradas. Cada vez mais, os assuntos históricos têm sido ensinados em diálogo com o presente, com a contemporaneidade”, destacou. A escola pública de Salgueiro também é um dos destaques no Excelência com Equidade.

Os dois professores relataram, porém, as dificuldades que os estudantes tiveram no exame, sobretudo com o tema da redação, que neste ano foi Democratização do Acesso ao Cinema no Brasil.

“O tema da redação foi muito bom”, afirmou Menezes, que ressaltou: “para quem tem um repertório de assuntos acumulados, seria tranquilo, mas tratando-se da realidade brasileira – sobretudo com a concentração de salas de cinema em médias e grandes cidades e com plataformas de streaming [tecnologia de transmissão de conteúdo online] pagas, como a Netflix –, ainda temos um certo elitismo pela concentração de renda, ainda não é disseminado.”

Menezes lembra que Salgueiro já teve um cinema “há três, quatro décadas. Hoje não temos mais cinema”. A escola havia promovido, logo antes do Enem, no entanto, um seminário sobre cinema. “Isso facilitou”, disse o professor.

Estrutura mantida

Para o professor de história do Colégio Mopi, no Rio de Janeiro, Alexandre Chada, a prova manteve sua estrutura, mas ficou mais conteudista. “As questões conteudistas não exigem nenhum tipo de habilidade que o aluno vai usar na universidade. É meramente decorar conteúdos”, explicou Chada. “Mostrar habilidade de raciocínio, de reflexão, comparar situações, fazer relações entre conteúdo de história e atualidades, isso tem que ser mais explorado na prova”, afirmou o professor.

Ele também sentiu falta de conteúdos de história moderna e contemporânea. “A gente prepara os estudantes para temas contemporâneos e eles fazem a prova e não cobram regime militar, nem Era Vargas, que são fundamentais para o entendimento do Brasil de hoje”, destacou Chada. “Os alunos se decepcionaram porque o Enem pegou mais matéria antiga e nada atualizado.”

Para o professor de geografia Luiz Cláudio Espírito Santo, da mesma escola, o conteúdo de geografia cobrado na prova ficou dentro do esperado, mas as questões estavam mais fáceis do que em edições anteriores. “Os enunciados foram mais simples, e as opções de resposta, mais enxutas e literais, [exigindo] menos capacidade analítica e interpretativa, o que acaba empobrecendo a questão.”

De acordo com Espírito Santo, desde 2017, a prova de humanidades segue uma tendência de cobrar mais conteúdos e menos interpretação, com menos charges, gráficos ou mapas. Em sua opinião, neste ano, uma prova mais fácil “pode nivelar por baixo a seleção do próprio concurso”.

Análise das questões

Chada destacou que, no Enem deste ano, uma questão de ciências humanas lembrava uma que foi cobrada na edição de 2011: a questão 92 do caderno branco, que teve o mesmo enunciado da 19 do caderno branco daquele ano. “São excluídos de votar nas assembleias paroquiais”. As questões são baseadas na Constituição Brasileira de 1824.

As questões são desenvolvidas, no entanto, de forma diferente. A questão de oito anos atrás apresentava três situações de não votantes, e os estudantes tinham que assinalar a opção com o objetivo de garantir o direito de voto. Já a questão deste ano mostra cinco situações e pede características do sistema eleitoral daquela época. “As questões são diferentes, não cabe anulação”, enfatizou Chada.

O professor elogiou a questão que trata de discriminação contra religiões de matrizes africanas, a 51 do caderno branco. O texto de apoio mostra que 57% das agressões ocorrem em locais públicos, geralmente próximos às casas de culto dessas religiões. “É muito importante sempre no vestibular discutir isso.”

Luiz Cláudio Espírito Santo destacou a questão 49 do caderno branco, que tratava de economia quilombola. O enunciado trazia dados das comunidades de Mumbuca, em Minas Gerais, que ajuda no abastecimento do município de Jequitinhonha, e de Campinho da Independência, no Rio de Janeiro, que produz artesanato e mantém um restaurante para atender turistas. “Achei a questão bem elaborada, foi um destaque positivo.”

 

 

*   Com Agência Brasil


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