Vereador e prefeito unem forças pela geração de emprego e renda em Palmeira dos Índios

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Na última semana o vereador Cristiano Ramos (PDT), junto com o prefeito Júlio Cezar (PSB), e a secretária de desenvolvimento econômico Cléa Carvalho estiveram na comunidade Batingas, zona rural do município de Palmeira dos Índios.

No encontro com a comunidade e líderes da região foi muito discutido ações da prefeitura para beneficiar o homem do campo, e assim gerando emprego e renda no município. “Junto com o prefeito visitei a comunidade Batingas, lá conversamos com moradores e eles nos disseram o que mais precisam, e assim vamos lutar para melhorar a vida dos palmeirenses, seja na cidade ou na zona rural.” afirmou o vereador Cristiano Ramos.

Em sua conta pessoal nas redes sócias o prefeito Júlio Cezar também falou sobre o encontro com o homem do campo. “Encerrando agenda na comunidade Batingas onde nos reunimos com moradores, vereador Cristiano Ramos, secretária Cleinha, lideranças e membros do governo. Em destaque as ações da Prefeitura para beneficiar o homem do campo, gerar emprego e renda. É ouvindo que aprendemos!”

Reabertura da Agência do Trabalho

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Visando a criação de emprego e renda no município o prefeito Júlio Cezar esteve junto com os vereadores Cristiano Ramos e Agenor Leôncio na Agência Regional do Trabalho de Palmeira dos Índios. A agência estava fechada há algum tempo e agora será reaberta para atender toda á população de Palmeira e região.

“O jovem que terá seu primeiro emprego, não terá que se deslocar para Santana ou Arapiraca e enfrentar horas de filas para tirar sua carteira de trabalho! Agora ele pode tirar aqui em Palmeira, de uma forma rápida e fácil.” Afirmou Cristiano Ramos.

A Agência Regional do Trabalho e Emprego fica localizada na Av. Muniz Falcão, São Francisco.


Brasil perdeu 328,5 mil vagas formais de emprego em dezembro de 2017

A economia brasileira perdeu 328,5 mil vagas de emprego formais em dezembro. Esse foi o pior desempenho do mercado de trabalho formal em todo o ano de 2017, que terminou com fechamento de 28,8 mil postos com carteira assinada. Os dados foram divulgados no fim da tarde desta segunda-feira, 22, pela Folha de S. Paulo e confirmados pelo Estadão/Broadcast.

O número indica que, apesar da festa do governo pelo início da recuperação do mercado de trabalho, o emprego resiste e demora a melhorar. Ainda que o dado preliminar de dezembro seja melhor que o visto um ano antes – no mesmo mês de 2016, o Brasil perdeu 478,1 mil empregos – a reação ainda não é suficiente para impor a guinada no mercado de trabalho.

Assim, o número de empregos formais caiu pelo terceiro ano seguido em 2017. Nesses três anos de destruição de postos de trabalho, o Brasil perdeu 2,89 milhões de empregos com carteira assinada.

Segundo uma fonte ligada ao Ministério, o dado é preliminar e pode mudar ligeiramente nos últimos dias, já que o indicador de dezembro ainda não teria sido oficialmente fechado. Pela programação original do Ministério do Trabalho, o Caged de dezembro deveria ser anunciado no fim desta semana – provavelmente na quinta ou sexta-feira.

O número ruim surge em meio a uma luta jurídica que envolve o governo Michel Temer e o Ministério do Trabalho. O Palácio do Planalto tenta dar posse a Cristiane Brasil como ministra no lugar de Ronaldo Nogueira que deixou o cargo no fim de dezembro em uma renúncia que surpreendeu muita gente. O último revés do governo foi dado pela ministra Cármen Lucia que suspendeu a posse da ministra programada para esta segunda-feira.

Nos últimos meses, o governo adotou tom bastante otimista sobre a reação do mercado de trabalho. No discurso de fim de ano do presidente Michel Temer, o tema foi citado como motivo de comemoração. “Nos últimos meses, mais de 1 milhão de novos postos de trabalho foram criados. Sabemos que o desemprego ainda é grande, mas esses números demonstram que estamos no caminho certo”, disse no discurso transmitido na noite de Natal.

Procurado, o Ministério do Trabalho não confirmou os dados e informou que não se pronunciaria sobre o tema.

Fonte: Estadão Conteúdo

 


Bob’s será inaugurado até junho em Palmeira dos índios

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Assessoria
Novos investimentos para Palmeira dos Índios.  Com este pensamento, o prefeito Júlio Cezar não para de trabalhar e também de buscar novas empresas para instalar negócios em Palmeira.  E o melhor: os próprios empresários começam a enxergar a cidade viável e com grande potencial para investimento. Nesta quinta-feira (17), o prefeito Júlio recebeu os empresários arapiraquenses Yale Fernandes e Marcelo Holanda, que até o mês de junho inauguram em Palmeira um quiosque da franquia Bob’s que, de início, comercializará sorvetes, milk-shakes e outros produtos da marca.  A loja vai gerar sete novos empregos, que serão selecionados pelo Sine do município.

Bob’s é uma rede brasileira de restaurantes, fundada em 1952, pelo jogador de tênis estadunidense-brasileiro Robert Falkenburg, campeão do torneio de Wimbledon em 1948 e 1949. É a terceira maior rede de fast food do Brasil e uma das maiores da América Latina. Conta com 1066 lojas, em quatro países diferentes: Brasil, Portugal, Angola e Chile. O ponto inicial da internacionalização da marca começou em Angola, em sua primeira loja internacional aberta em Luanda. Atualmente o  Bob’s pertence a Brazil Fast Food Corporation (BFFC).

Para Marcelo Holanda, investir em Palmeira dos Índios é uma prioridade, enxergada por ele e pelo sócio Yale Fernandes. “Já queríamos investir aqui. Palmeira é uma cidade promissora, com uma população grande e víamos a carência que existia, com relação às marcas multinacionais. Com a vinda do Júlio para a prefeitura de Palmeira, e a proposta que ele tem de incentivar os investidores, estamos felizes em ajudar  no desenvolvimento da cidade e tenho certeza de que o Bob’s Palmeira será um grande sucesso. Até junho, no máximo, o quiosque estará funcionando. Iniciaremos por ele, e depois, com a loja completa”, afirmou.

Para o prefeito Júlio, a reunião foi importante porque mostra que, aos poucos, os investidores voltam a acreditar no município. “Mesmo em um ano de crise estamos recebendo investimentos, pois várias empresas estão montando seus negócios em Palmeira e outras têm nos procurado, demonstrando interesse em investir na nossa cidade. Recebemos a visita de empresários de uma franquia famosa no mundo inteiro, que é a Bob’s, e que antes de se instalar em um local faz uma pesquisa de viabilidade. Isso mostra que Palmeira é viável para esse investimento e vamos receber a franquia que até então só encontramos em shoppings e grandes cidades. A prefeitura é parceira cem por cento das empresas que quiserem investir aqui”, disse o prefeito.


Sindilojas de Palmeira dos Índios emite nota sobre suposta fraude em sorteio da Campanha Natal Compartilhado

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Palmeira dos Índios- Sindilojas-, Gilton Lima, emitiu nota sobre um vídeo que circula nas redes sociais de uma suposta fraude no sorteio da Campanha Natal Compartilhado que ocorreu no último sábado (13), no qual foram sorteados um veículo Fiat Mobi e duas motos Pop 110km.

Em nota, Gilton, afirma que no vídeo compartilhado nas redes sociais feito no momento da contagem regressiva para o sorteio do carro a interpretação equivocada aliada à velocidade das mídias tenta desqualificar todo trabalho realizado.

A nota afirma ainda, que Gilton retirou um primeiro cupom, ao perceber que não estava carimbado, conforme as normas da campanha, descartou e pegou um segundo cupom.

Confira a nota na íntegra:


Reajuste do salário mínimo fica abaixo da inflação pelo 2º ano seguido

O reajuste do salário mínimo ficou abaixo da inflação pelo segundo ano consecutivo. O índice que pela lei é usado para a correção, o INPC, foi divulgado nesta quarta-feira (10) pelo IBGE e ficou em 2,07% em 2017, acima do reajuste de 1,81% anunciado pelo governo no final do ano passado, que elevou o valor de R$ 937 para R$ 954 – o menor aumento em 24 anos.

A diferença entre o reajuste dado pelo governo (1,81%) e o INPC acumulado no ano passado (2,07%) equivale a R$ 1,78. Portanto, ao invés de R$ 954, o salário mínimo em 2018 deveria ser de R$ 955,78.

Em 2017, a correção do salário mínimo já havia ficado abaixo da inflação. O valor foi reajustado em 6,48%, ao passo que o INPC acumulado em 2016 foi de 6,58%, representando uma perda de 0,10% e o primeiro aumento abaixo da inflação desde 2003, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Com mais um ano de reajuste do mínimo abaixo da inflação, a perda acumulada em 2 anos é de 0,34%, segundo o Dieese, que defende que governo faça novo reajuste no salário mínimo já em fevereiro.

Governo promete compensar em 2019

O Ministério do Planejamento informou que “não está descumprindo a lei que fixa a variação anual do salário mínimo”. O governo informou que prentede efetuar a compensação desse valor que está faltando, de R$ 1,78, no cálculo do reajuste de 2019. Esse mecanismo é permitido pela lei que fixou a regra do salário mínimo.

Entenda o cálculo do reajuste do salário mínimo em 2018

A lei 13.152, de 2015, que fixa a fórmula de variação do salário mínimo, permite essa compensação dos valores, sem mudança do salário mínimo já fixado para o ano em questão (neste caso 2018). “Os índices estimados permanecerão válidos para os fins desta Lei, sem qualquer revisão, sendo os eventuais resíduos compensados no reajuste subsequente, sem retroatividade”, diz o texto.

Já o Dieese, entende que o valor do salário mínimo de 2018 deveria ser de R$ 957,36, de forma a compensar a perda acumulada nos dois últimos anos.

“O governo deveria reconhecer que estimou um valor abaixo, que a inflação efetiva no período de 2016 e 2017 foi superior àquela estimada para o reajuste, e fazer a correção já no mês de fevereiro”, afirma Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese, departamento criado por sindicatos para desenvolver pesquisas de interesse dos trabalhadores.

Regra para salário mínimo

A atual fórmula de correção do mínimo leva em consideração a variação do INPC e o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. No caso de 2018, portanto, foi somado o resultado do PIB de 2016, que foi de queda de 3,6%, com o INPC de 2017. Como o resultado do PIB de 2016 foi negativo, o reajuste do salário mínimo é feito apenas pela variação do INPC. Ao anunciar o reajuste de 1,81% no final do ano, o governo usou apenas uma estimativa de variação do índice, cujo percentual exato só foi divulgado nesta quarta-feira e ficou acima do previsto.

O reajuste do mínimo é feita com base em uma estimativa porque o novo valor do mínimo precisa começar a valer no primeiro dia de cada ano, antes, portanto, do anúncio do INPC fechado.

Em nota divulgada nesta quarta, o Planejamento destaca que o reajuste concedido em janeiro 2017, mesmo tendo ficado abaixo do INPC do ano anterior garantiu “alta real de 4,32% no salário mínimo”, em razão da alta nominal de 6,48% ter superado a variação do INPC em 2017 (2,07%). “Tal fato contribuiu para a expansão da renda das famílias e para a recuperação do crescimento econômico”, acrescentou.

A regra atual para correção do salário mínimo vale somente até 2019. No ano que vem, portanto, o governo fixará o salário mínimo de 2019 pela última vez com base nessa regra. Analistas esperam que o novo formato de correção do salário mínimo, de 2020 em diante, seja um dos pontos debatidos na campanha eleitoral para a Presidência da República no ano que vem.

Cerca de 45 milhões de pessoas no Brasil recebem salário mínimo, entre aposentados e pensionistas, cujos benefícios são, ao menos em parte, pagos pelo governo federal.

Independente da polêmica, o valor do salário mínimo está distante do valor considerado como “necessário”, segundo cálculo do Dieese. De acordo com o órgão, o mínimo “necessário” para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 3.856,23 em dezembro de 2017.

Reajuste de aposentadorias acima do salário mínimo

Pelo segundo ano consecutivo também o reajuste das aposentadorias e benefícios do INSS de quem ganha acima de 1 salário mínimo poderá superior ao aumento do salário mínimo.

Em 2017, o reajuste para aposentados e pensionistas do INSS que recebem benefícios com valor acima de um salário mínimo foi de 6,58%, referente à variação do INPC de 2016.

A portaria que oficializa o reajuste para 2018 ainda precisa ser publicada no Diário Oficial da União (DOU) pelo governo federal.

Questionado pelo G1 sobre o índice de reajuste dos benefícios previdenciários de quem recebe acima do mínimo, o Ministério da Previdência informou que “por lei, o reajuste dos benefícios acima do salário mínimo é pelo INPC” e que a portaria definindo o reajuste será publicada “após a oficialização do índice pelo IBGE”. No ano passado, a portaria foi publicada 5 dias depois da divulgação do INPC.

Entenda o INPC

O INPC é usado como índice de reajuste desde 2003. Até 2006 não havia um índice oficial. Antes disso, chegaram a ser utilizados o IPC-r, o IGP-DI e índices definidos administrativamente.

O índice é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 5 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

Já o IPCA, considerado a inflação oficial do país e que fechou 2017 em 2,95%, se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e também abrange 10 regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.


Créditos da Nota Fiscal Cidadã podem gerar descontos no IPVA; veja passo a passo

336 consumidores alagoanos solicitaram, entre novembro e dezembro, que os créditos gerados pela campanha Nota Fiscal Cidadã fossem utilizados como desconto no IPVA 2018, totalizando R$ 31.930,73 poupados.

Para obter algum desconto por meio dos créditos da NFC, basta informar o CPF no ato de qualquer compra e, posteriormente, requerer no sistema da campanha, durante o período de disponibilização, ou seja, entre o início de novembro a 31 de dezembro.

O analista de sistemas Caio Santos já solicitou duas vezes essa operação e se mostra bastante satisfeito. “É muito bacana o cidadão escolher onde quer utilizar a porcentagem do ICMS recolhido que retorna devido ao programa. Serve como incentivo para sempre pedir o CPF na nota e praticar a cidadania ao exigir o documento fiscal pelo estabelecimento”.

Àqueles consumidores que não utilizaram os créditos em desconto no IPVA podem transferir o dinheiro para sua conta corrente ou poupança. Como os créditos são pessoais e intransferíveis, apenas devem ser utilizados pelo titular da conta.

IPVA 2018

A Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz/AL) calcula automaticamente os abatimentos no IPVA para a emissão dos boletos de pagamento, os quais estarão disponíveis a partir do dia 9, no Espaço do Contribuinte pelo link www.sefaz.al.gov.br.

Os contribuintes que optarem por quitar o imposto em cota única será concedido desconto de 10% (dez por cento), contanto que o pagamento integral seja efetuado até o dia 28 de fevereiro.

Há ainda a possibilidade de parcelar os débitos de IPVA do ano vigente em até seis vezes. As mensalidades não podem ser inferiores ao valor de R$ 100.

Fonte: Agência Alagoas