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Receita Federal deposita R$ 3,71 milhões para 1,87 mil contribuintes alagoanos

A Receita Federal deposita nesta terça-feira (15), a partir das 9 horas (horário de Brasília), o crédito bancário do lote multiexercício de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para 1.876 contribuintes alagoanos.

Os recursos – que contemplam as restituições residuais referentes aos exercícios de 2008 a 2018 – somam R$ 3,715 milhões.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, com entrega de declaração retificadora.

Em todo o País, o crédito bancário para 257.094 contribuintes totaliza mais de R$ 667 milhões. Desse total, cerca de R$ 268,9 milhões são para contribuintes com preferência para o recebimento: 7.677 idosos acima de 80 anos, 45.899 contribuintes entre 60 e 79 anos, 5.487 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 20.742 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.


Mais de 600 famílias pedem desligamento voluntário do Bolsa Família em Alagoas

Levantamento divulgado nesta terça-feira (8) pela Secretaria Especial do Desenvolvimento Social do Ministério da Cidadania revela que, no ano passado, 664 famílias beneficiárias em Alagoas solicitaram o desligamento voluntário do Bolsa Família.

O número corresponde a 0,16% do total de famílias beneficiadas pelo programa no Estado. A saída dessas famílias representou uma economia de R$ 1,5 milhão em 2018.

Em todo o País, 520.148 mil pessoas solicitaram o desligamento voluntário do programa no ano passado. Segundo o ministério, o desligamento voluntário do Bolsa Família acontece porque as famílias conquistaram autonomia e independência financeira.

Quando isso acontece, informa o governo federal, as famílias devem procurar o setor responsável pelo programa em sua cidade e fazer a solicitação. “Caso o beneficiário volte a uma situação de vulnerabilidade, tem retorno garantido ao programa”, informou o órgão, por meio de assessoria de imprensa.

“Famílias que pedem o desligamento voluntário têm o direito de voltar ao programa em 36 meses, sem a necessidade de passar por um novo processo de seleção. Basta se dirigir ao setor responsável e solicitar o retorno. Após atualizar as informações cadastrais, o beneficiário volta a receber o pagamento no mês seguinte”, explica a diretora do Departamento de Benefícios do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Caroline Paranayba.

No ano passado, o pagamento do Bolsa Família às 412.116 famílias beneficiárias em Alagoas injetou R$ 922,6 milhões na economia Estado, segundo dados do Ministério da Cidadania. O volume de recursos foi 5% maior do que o repasse feito pelo programa em 2017, quando 396.054 famílias foram beneficiadas em Alagoas. Somente em dezembro de 2018 foram repassados R$ 79,42 milhões – numa média de R$ 192,73 para cada família.

O programa é voltado para famílias com renda mensal por pessoa de até R$ 89, além daquelas com renda familiar mensal de até R$ 178 por pessoa e que tenham crianças, adolescentes ou gestantes entre os membros. Atualmente, 14,1 milhões de famílias estão no Bolsa Família em todo o País.

Ao ingressarem no programa, as famílias devem cumprir condicionalidades nas áreas de Saúde e Educação. O valor repassado varia conforme o número de membros da família, idade e renda declarada no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.

Calendário

Este ano, o calendário de pagamento do Bolsa Família começa na sexta-feira (18). Para saber a data correta de sacar o dinheiro, a família deve observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) impresso no cartão.

Depois de identificá-lo, será necessário observar a data que indica o dia em que a família pode fazer o saque. Dessa forma, os beneficiários que possuem o cartão com final 1 podem sacar no primeiro dia do pagamento, já aqueles com o final 2 podem resgatar o recurso no segundo dia, e assim por diante.


Petrobras reduz pelo 2º dia seguido preço da gasolina nas refinarias

Pelo segundo dia seguido, a Petrobras reduz o preço da gasolina vendida nas refinarias. Nesta sexta-feira (4), a empresa está negociando o litro do combustível a R$ 1,4537. Ontem (3) a estatal já havia reduzido o preço de R$ 1,5087 para R$ 1,4675.

De acordo com a Petrobras, a política de preços da empresa para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras “tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo”.

Segundo a estatal, essa “paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”.

A Petrobras informa ainda que, “o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)”. Com informações da Agência Brasil.


Preço da gasolina encerra 2018 com alta acumulada de 8% em Alagoas, aponta ANP

O preço da gasolina comum comercializada nos postos alagoanos encerrou 2018 com um aumento acumulado de 8%. O percentual é maior do que a média nacional de 5,97%, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (02) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com os dados, o preço médio da gasolina em Alagoas saltou de R$ 4,239 na primeira semana de janeiro, para R$ 4,578 na última semana de dezembro do ano passado, fazendo com que o produto vendido em Alagoas atingisse a maior alta entre os estados nordestinos.

Segundo a ANP, o estado do Maranhão encerrou o ano com o menor preço entre os estados da região. Naquele estado, o litro da gasolina comum foi comercializado na última semana de dezembro por uma média de R$ 4,186.

O valor médio da gasolina comercializada em Alagoas ficou entre os cinco mais altos do País, de acordo com o levantamento da ANP. O maior preço foi registrado no Acre, onde a gasolina foi vendida em média a R$ 4,847. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (R$ 4,812), Minas Gerais (R$ 4,618), Alagoas (R$ 4,578) e Mato Grosso (R$ 4,574). Na média nacional, o valor médio da gasolina comum atingiu R$ 4,344 no fim de 2018.

Etanol

O levantamento da ANP revela também que o preço médio do etanol hidratado vendido nos postos de Alagoas encerrou 2018 com um aumento acumulado de 0,78%. Ao longo do ano passado, o biocombustível saltou de R$ 3,296 em média – na primeira semana de janeiro – para R$ 3,322 na última semana do ano passado.

Maiores altas da gasolina no Nordeste em 2018

Alagoas – RS 4,578

Bahia – R$ 4,514

Ceará – R$ 4,453

Piauí – RS 4,445

Sergipe – R$ 4,416

Paraíba – R$ 4,327

Rio Grande do Norte – R$ 4,316

Pernambuco – R$ 4,209

Maranhão – RS 4,186

Fonte: ANP


Após 2 anos de forte alta, reajuste da luz será menor em 2019

Após encarar dois anos com fortes altas na conta de luz, os brasileiros terão um alívio em 2019, com reajustes bem abaixo das taxas de dois dígitos vistas em 2017 e 2018.

Neste ano, o preço da energia elétrica paga pelas residências deverá fechar com um aumento médio de 15% em relação a 2017 —ano em que a alta já havia sido de cerca de 14%.

Em 2019, a tarifa deverá ficar praticamente estável, com elevação média de 0,38%, segundo cálculo da TR Soluções, empresa de tecnologia especializada em tarifas de eletricidade, feito a pedido da Folha.

Há variações significativas entre as 38 distribuidoras analisadas pela companhia, uma vez que cada uma delas tem seus reajustes marcados para diferentes épocas do ano e são afetadas por distintos fatores que influem o cálculo, explica Helder Sousa, diretor da TR e responsável pelas projeções.

Na média, as distribuidoras do Nordeste terão a maior alta, de 3,09%, seguidas pelas do Centro-Oeste (2,13%) e do Sudeste (0,94%). No Sul e no Norte, a expectativa é de retração na conta, de -2,58% e -5,03%, respectivamente.

A consultoria Thymos Energia também projeta que os reajustes do próximo ano ficarão abaixo das taxas vistas em 2018, mas a projeção é menos otimista, segundo o consultor Anton Schwyter.

“Ainda não fechamos a análise [das projeções para 2019], mas deve ficar próximo à inflação medida pelo IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo], entre 5% e 6%. Ainda haverá muitos fatores pressionando para cima a tarifa no próximo ano”, diz.

Em 2018, a forte alta da conta de luz foi impactada principalmente pelo regime de chuvas fraco, que reduziu a capacidade de geração das usinas hidrelétricas, a principal fonte de energia do país.

Para compensar esse déficit hídrico, é preciso acionar mais usinas térmicas, movidas a óleo diesel ou gás natural, que são mais caras.

Normalmente, esse gasto extra é compensado pelas chamadas bandeiras tarifárias (adicionais na conta de luz, que variam de mês a mês).

No entanto, as condições hidrológicas foram tão ruins que as bandeiras não foram suficientes para cobrir as despesas, e as distribuidoras acabaram acumulando um rombo bilionário que foi repassado aos consumidores no reajuste anual das tarifas.

O resultado foi uma conta de aproximadamente R$ 50 bilhões para as distribuidoras e, consequentemente, para a conta de luz.

Para cobrir o rombo, as empresas contraíram dívidas que vêm sendo pagas nos últimos anos —e repassadas à tarifa do consumidor.

O pagamento deverá ser quitado entre 2019 e 2020, o que já deve aliviar a conta de luz no próximo ano.

Outro ponto favorável ao consumidor, principalmente das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, é o dólar mais baixo —o que alivia principalmente a tarifa da usina de Itaipu.

Ainda assim, os fatores que pressionam para cima a conta de luz ainda são muitos, como os diversos subsídios pagos pelos consumidores.

Esses encargos servem para custear programas sociais, geração de energia em regiões isoladas e descontos para agricultores, entre outros.

Em 2019, essa conta somará R$ 17,2 bilhões, segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

A redução desses subsídios é uma das principais bandeiras de agentes e analistas do setor elétrico para reduzir a conta de luz dos consumidores. Um eventual corte nessa conta, porém, é polêmico, uma vez que setores beneficiados deverão resistir ao corte.

“É possível que a revisão dos subsídios impacte já os reajustes de 2019, principalmente aqueles agendados para o segundo semestre, caso se decida que o efeito será imediato. Mas isso vai depender de como essa discussão vai ocorrer”, afirma Sousa.


Especialistas dão dicas para se evitar dívidas com compras de Natal

Escolher presentes de Natal, buscar o melhor preço e correr contra o tempo para dar conta de agraciar toda a família são práticas recorrentes ao fim de cada ano. Para minimizar o desgaste e o prejuízo resultantes dessa maratona, especialistas dão dicas, destacando o planejamento como grande aliado.

Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), afirma que saber colocar na ponta do lápis o limite máximo para os gastos e não ultrapassar essa quantia previamente estabelecida é essencial à saúde financeira.

“Planeje para, antes de sair de casa, saber o quanto pode gastar. Veja qual valor está dentro dos seus padrões, lembrando-se de que em janeiro chegam muitas contas. Na hora da compra, seja criativo e econômico.”

Antecipar-se é a melhor saída, também, para evitar tumultos. Foi o que fez a auxiliar administrativa Érika de Queiroz Pinheiro, 27. “Decidi vir antes para me organizar. Também planejei usar o 13º salário”, conta.

A diarista Valdelice Ribeiro, 59, teve a mesma preocupação com o tempo, mas quase estourou seu limite de gastos. “Meus dois netos queriam brinquedos mais caros, mas deu tudo certo”, diz ela, que negociou com eles similares mais baratos.

A quem deixa tudo às vésperas, o que favorece a impulsividade, Marcela, do SPC, reforça: “Saia com valor contado, não se autossabote.” Às compras pela internet, o advogado Gilberto Bento Jr. orienta pesquisas prévias de marcas e produtos. “E veja se o site tem cadeado de segurança à esquerda da tela.”


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