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Alagoas é o estado que mais demitiu em março de 2019

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(Imagem da internet)

Alagoas é o estado do Brasil que mais fechou postos de trabalho em março de 2019. No acumulado do mês, no comparativo entre contratações e demissões, o estado registrou o fechamento de 9.636 postos de trabalho segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que foi divulgado nesta quarta-feira (24).

O saldo negativo é a diferença entre o número de vagas criadas (7.061) e o de demissões (16.697).

Segundo o Caged, na sequência de demissões, depois de Alagoas vem São Paulo (-8.007), seguido por Rio de Janeiro (-6.986).

Em Alagoas, os meses de janeiro e fevereiro também foram negativos. No 1º mês do ano, foram mais de 5 mil vagas fechadas. Já o 2º mês registrou mais de 2 mil demissões.

Em março, o setor que mais demitiu foi o de indústria de transformação (-9.682). Por outro lado, o que mais contratou foi a construção civil (299).

Em relação aos municípios, o que mais demitiu gente foi São Luís do Quitunde (-1.452) e o que mais admitiu funcionários foi São Miguel dos Campos (130).

Fonte: G1 AL


Mega-Sena pode pagar R$ 90 milhões nessa quarta

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(imagem da internet)

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.144 da Mega-Sena, realizado na noite de sábado (20) em Nova Petrópolis (RS). O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 07 – 16 – 21 – 33 – 55 – 60.

A quina teve 188 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 21.418,23. Outras 10.251 apostas acertaram a quadra; cada uma receberá R$ 561,14.

O próximo sorteio (2.145) será nessa quarta-feira (24). O prêmio é estimado em R$ 90 milhões.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.


Governo aceita alterar 4 pontos para aprovar reforma da Previdência na CCJ.

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Ministro da Economia Paulo Guedes — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Depois das pressões e negociações com partidos do Centrão, a equipe do presidente Jair Bolsonaro aceita retirar da reforma da Previdência Social quatro pontos da proposta de emenda constitucional (PEC) que está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. A intenção do governo com a demonstração de boa vontade para mexer no texto é tentar aprovar a PEC já nesta terça-feira (23).

Na avaliação de assessores do ministro Paulo Guedes (Economia), os trechos oferecidos para a tesoura do Centrão não afetam a potência fiscal da reforma e, por isso, poderiam ser negociados ainda nesta primeira fase de tramitação.

Na estratégia inicial, o governo só considerava a possibilidade de ceder na segunda etapa de tramitação do texto na Câmara, durante os trabalhos da comissão especial, que analisará o mérito da medida.

Os quatro pontos que o governo admite mexer na CCJ são os seguintes:

  1. O que retira a obrigatoriedade de recolhimento de FGTS de aposentados e do pagamento da multa de 40% da rescisão contratual deles.

  2. O que define o foro de Brasília para qualquer tipo de ação judicial sobre questões previdenciárias da reforma

  3. Retirada da definição de aposentadoria compulsória da Constituição, transferindo mudanças para lei complementar

  4. O que deixa apenas nas mãos do Executivo federal qualquer proposta de alteração nas regras da Previdência

No caso da aposentadoria compulsória de servidores, líderes do Centrão dizem que a medida pode ser uma estratégia do governo Bolsonaro para abrir vagas em tribunais superiores, como o Supremo Tribunal Federal (STF).

Recentemente, a idade da aposentadoria compulsória passou de 70 para 75 anos. Retirando esse ponto da Constituição e transferindo mudanças para a lei complementar, ficaria mais fácil reduzir essa idade e não haveria impacto, principalmente, no período de aposentadoria de ministros de tribunais.

O governo não quer ceder além desses quatro pontos. Modificações em itens como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aposentadoria de trabalhadores rurais – que são vistas como certas na comissão especial – ficariam apenas para a segunda fase de tramitação.

Paulo Guedes avalia que ceder ainda na primeira fase de tramitação enfraquece a estratégia do governo. O ministro da Economia preferia deixar qualquer mudança para a comissão especial.

No entanto, ele e o secretário da Previdência, Rogério Marinho, avaliaram que o governo pode fazer gestos na direção do Legislativo aceitando retirar pontos “laterais” da reforma, que não comprometem a previsão de economia de R$ 1 trilhão no período de dez anos.

O relator do parecer de admissibilidade na CCJ da Câmara, deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), deve redigir novo parecer, fazendo os ajustes negociados nos últimos dias entre os partidos do Centrão e o governo.

Ao longo desta segunda-feira (22), Rogério Marinho terá reuniões com Paulo Guedes e conversas por telefone com líderes partidários para tentar fechar o acordo.


Falta de incentivo dos governos federal e estadual ameaça programa de distribuição de leite em Alagoas.

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Foto: MilkPoint

O presidente da Cooperativa de Produção Leiteira de Alagoas, Aldemar Monteiro, tornou publico através do jornal Semanário Extra, desta semana, que produtores do setor, principalmente na Bacia Leiteira, estão passando por sérias dificuldades por causa da desvalorização de preço, pequena quantidade de compradores e falta de incentivo.

O programa de distribuição do leite no Estado é financiado pelos governos federal e estadual, mas vive um momento de instabilidade e os produtores não estão encontrando alternativas para escoar a produção e evitarem a falência.

Os pequenos produtores, principalmente, estão sofrendo com a falta de repasse de recursos para o programa, desde outubro de 2018 e até o inicio do mês de março de 2019, o governo não sinalizou visando solucionar o problema.

Além da falta de recursos para manter viva a cooperativa, existe outro problema: a seca que assola o alto sertão alagoano que afetou diretamente o plantel bovino do estado diminuindo a pesagem dos animais e a produção de leite.

Como saída para a situação, o presidente da Cooperativa, Aldemar Monteiro, recorreu para a bancada federal em Brasília e espera receber ajuda nesse sentido e recuperar o programa que um litro do produto para milhares de famílias que vivem abaixo da linha da pobreza em Alagoas.


Bolsonaro: com reforma, quem ganha menos pagará menos

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(Imagens da internet)

O presidente Jair Bolsonaro postou mensagem nesta sexta-feira (19), em sua conta do Twitter, sobre a reforma da Previdência. No post, Bolsonaro defende que a reforma garantirá que “quem ganha menos pagará menos e quem ganha mais pagará mais”.

Ele também cita serviço disponível na página do Ministério da Economia que faz o cálculo da aposentadoria.

No último dia 17, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, confirmou que o governo aceitou negociar pontos da reforma da Previdência para facilitar a aprovação do texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. “Tivemos uma primeira conversa com membros de vários partidos, que têm algumas restrições ao projeto como ele se encontra. Iniciamos um diálogo, mas não existe meio acordo. O acordo tem que ser feito por inteiro. Vamos continuar a conversar”, declarou o secretário.

Originalmente, a votação da reforma na CCJ estava prevista para o dia 17, mas foi adiada para a próxima semana.

 

Fonte: Todo Segundo


Votação da Previdência na próxima semana ‘está garantida’, diz Onyx

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(Imagem da internet)

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse ao blog que a votação da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara está “garantida” para a semana que vem.

“Não é será. Está garantida. O que a gente combinou, e eu tenho falado com muita gente, é que vai ser semana que vem”, afirmou.

O ministro afirmou que se reuniu na manhã de quarta-feira (17) com o secretário de Previdência, Rogerio Marinho.

Indagado se trataram de concessões que o governo aceita fazer no texto da reforma da Previdência, ele disse que o mérito só será discutido na comissão especial criada para detater o tema – na CCJ, os deputados vão decidir se a proposta cumpre os requisitos constitucionais.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse ao blog que a comissão especial só deve funcionar “para valer” a partir de 7 de maio. Para Onyx, se a primeira sessão já estiver contando, ele não vê problemas. “Sem estresse, está tudo dentro do cronograma”.

Segundo Maia, faltou articulação do governo a fim de garantir a aprovação da reforma na CCJ na quarta-feira. O deputado avaliou como um “erro” o adiamento do texto.

O adiamento foi motivado por movimentações de deputados do chamado “Centrão”, que cobram cargos e emendas em troca de votos pela reforma da Previdência.

O ministro da Casa Civil negou ao blog que o governo esteja discutindo ministérios com os partidos, em troca do apoio.

Mas disse que o Planalto segue o cronograma de receber demandas regionais dos parlamentares para, dentro dos critérios técnicos, fazer indicações de segundo e terceiro escalão.

Fonte: G1 Globo


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