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Detran/AL disponibiliza parcelamento de débitos de veículos no cartão de crédito

Com o propósito de facilitar a vida dos usuários dos serviços do órgão, o Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas (Detran/AL), efetuou o credenciamento de uma empresa para realizar o parcelamento de débitos de veículos por meio de cartão de crédito.

A habilitação da companhia se deu com base na resolução nº 736 e portaria nº 149 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Em Alagoas, o acordo pode ser feito presencialmente com representantes da empresa credenciada nos postos de atendimento do Detran/AL localizados na Central Já! do Maceió Shopping no horário de 8h às 17h, no SAC Petrópolis de 8h às 14h e na 5ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), no município de Arapiraca de 9h às 15h.

Ao se dirigir até o posto de atendimento que oferece o serviço, é essencial que o usuário tenha em mãos o documento do veículo para que o atendente realize a consulta no site do Detran (www.detran.al.gov.br) e tenha aceso a todas as guias de pagamento pendentes. O procedimento é feito exclusivamente pela empresa credenciada, sem interferência de servidores do Detran/AL no processo.

Poderá realizar o acordo aquele usuário que apresentar um ou mais cartões com limite suficiente para realização da quitação do débito selecionado. O parcelamento das taxas pode ser feito em até doze vezes e dividido em até três cartões de qualquer bandeira. O Detran/AL alerta ainda, que o parcelamento é de inteira responsabilidade do proprietário ou interessado junto à operadora do cartão, como em qualquer operação feita com cartão de crédito.

O empresário Geraldo Beltrão conta que realizou o procedimento e elogia o serviço oferecido. “Estou passando por um momento difícil e a chegada do serviço aqui em Alagoas me ajudou muito. Fiquei sabendo que ele estava sendo ofertado e decidi fazer. Estou fazendo não só emplacamento, mas o parcelamento de multas, IPVA e a amarelinha”, explica.

Fonte: Assessoria

Termina na sexta-feira o prazo para pagamento da 1ª parcela do 13º salário

Termina nesta sexta-feira (30) o prazo para que as empresas paguem aos seus funcionários o adiantamento da primeira parcela do 13º salário. A segunda parcela, por sua vez, precisa ser depositada na conta dos trabalhadores até o dia 20 de dezembro. Aqueles que pediram o adiantamento do 13º nas férias, contudo, não recebem a primeira parcela agora (pois já receberam), apenas a segunda.

A primeira parte representa metade do salário que o funcionário ganha.

O pagamento do 13º salário é feito com base no salário de dezembro, exceto no caso de empregados que recebem salários variáveis, por meio de comissões ou porcentagens – nesse caso, o 13º deve perfazer a média anual de salários.

Cabe ao empregador a decisão de pagar em uma ou duas parcelas. No caso de ser apenas em uma única vez, o pagamento deve ser feito até esta sexta.

Caso o empregador não respeite o prazo do pagamento, será autuado por um auditor-fiscal do Ministério do Trabalho no momento em que houver fiscalização, o que gerará uma multa.

Quem não receber a primeira parcela até a data limite deve procurar as Superintendências do Trabalho ou as Gerências do Trabalho para fazer a reclamação. Outra opção é buscar orientação no sindicato de cada categoria.

O Imposto de Renda e o desconto do INSS incidem sobre o 13º salário. Os descontos ocorrem sobre o valor integral do 13º salário na segunda parcela. O FGTS é devido tanto na primeira como na segunda parcela.


Eletrobras Alagoas dá descontos a clientes que pagarem contas atrasadas até o final do ano

A Eletrobras Distribuição Alagoas informou, que os clientes que pagarem dívidas atrasadas e regularizarem os débitos com a distribuidora até o dia 31 de dezembro deste ano receberão descontos especiais.

A ação faz parte da campanha de incentivo à inadimplência e vale para consumidores das classes residencial, industrial, comercial e rural.

De acordo com a distribuidora, serão oferecidos descontos de 100% nas multas e juros de mora para pagamentos à vista, e de 50% para parcelamentos, com entrada mínima de 30% do valor principal do débito.

Para negociar a dívida, os clientes devem ir a algum posto de atendimento da distribuidora que ficam em Maceió ou em outros municípios. Confira a lista completa dos postos e horários de atendimento no site da Eletrobras.

A empresa informou que em outubro deste ano a inadimplência das classes privadas com a Eletrobras atingiu R$ 222 milhões.

A classe com maior valor de inadimplência é a residencial, com mais de R$ 142 milhões, seguida da classe comercial com valores em aberto que alcançam os R$ 47 milhões. A inadimplência das classes industrial e rural atingem mais de R$ 20 milhões e R$ 12 milhões respectivamente.

“O fim do ano é uma época onde as pessoas procuram regularizar eventuais débitos que, por alguma razão, atrasaram no decorrer do ano. A intenção da Eletrobras é proporcionar melhores condições para estes clientes, evitando possíveis suspensões de fornecimento, negativação nos órgãos de proteção ao crédito e cobranças judiciais”, afirma o gerente de cobrança do órgão, André Carvalho.


Petrobras anuncia nova redução no preço da gasolina; queda no mês chega a 19%

A Petrobras anunciou uma nova redução no preço da gasolina vendida nas refinarias. A partir desta terça-feira (27), o litro do combustível passará de R$ 1,5556 para R$ 1,5007, o que representa uma redução de 3,53%.

Com mais esse corte, o preço da gasolina nas refinarias já acumula no mês queda de 19,42%.

O repasse dos reajustes da Petrobras nas refinarias aos consumidores depende dos distribuidores – ou seja, fica a cargo dos postos repassar ou não a baixa do preço da gasolina.

A nova redução nas refinaris ocorre após os preços do petróleo terem despencado quase 8% na última sexta-feira (23), ao menor nível em mais de um ano, registrando a sétima perda semanal consecutiva em meio a receios de um excesso de oferta, apesar de nações produtoras considerarem cortes na produção.

A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior periodicidade, inclusive diariamente.

Como é formado o preço da gasolina?

Os valores praticados pela Petrobras representam atualmente menos de um terço (27%) do preço pago pelo consumidor nos postos, conforme os cálculos da estatal, que levam em conta a coleta de preços entre os dias 11 e 17 de novembro em 13 regiões metropolitanas do país.

Composição do preço da gasolina, segundo levantamento da Petrobras, a partir de dados da ANP e CEPEA/USP — Foto: Divulgação

Cerca de 45% são tributos, sendo 30% ICMS, recolhido pelos Estados, e 15% Cide e PIS/Cofins, de competência da União.

Os tributos federais são cobrados como um valor fixo por litro – o de Pis/Cofins, por exemplo, é de R$ 0,7925 por litro de gasolina; a Cide, de R$ 0,10 por litro. O ICMS, por sua vez, é um percentual sobre o preço de venda – ou seja, cada vez que ele sobe, os Estados recolhem mais impostos.

Do restante da composição do preço final, 12% é o custo do etanol, que, por lei, deve compor 27% da gasolina comum, e outros 16% corresponde aos custos e lucro dos distribuidores e postos de gasolina. Em maio, esta última fatia era de 12%, e no final de outubro era de 14%, o que sugere um aumento nas margens de lucro destes agentes.


Veículos com GNV contarão com redução no IPVA de 2019 em Alagoas

A redução no imposto sobre a propriedade de veículos automotores, o IPVA, concedida aos veículos movidos a gás natural veicular (GNV) em Alagoas, vem fazendo com que motoristas adaptem seus carros para o uso do GNV.

Para garantir o desconto na alíquota do IPVA 2019, este é o momento mais propício para os proprietários adaptarem seus automóveis. Cerca de 20 mil veículos utilizam o combustível alternativo no estado.

De acordo com a Instrução Normativa Nº 22/2018 da Sefaz/AL, quem usa GNV passa a ter uma alíquota de apenas 1,5% do valor do seu veículo, e chega a economizar entre 45% e 54% no valor do IPVA, a depender da potência do carro. O gerente comercial da Algás, Fabio Sousa, explica que os consumidores que adquirirem o kit GNV ainda esse ano já contarão com a redução no IPVA de 2019.

“Como estamos nos encaminhando para o fim de 2018, quem comprar seu veículo e adaptá-lo para o uso do gás natural veicular ou simplesmente adaptar o automóvel que já possui, contará não só com uma pequena parcela de IPVA esse ano, como já estará assegurando o desconto no imposto do ano de 2019”, esclarece o gerente.

Além dessa vantagem, outro aspecto que provoca ainda mais economia é a diferença de preço e rendimento do GNV em comparação à gasolina e ao etanol.

Nos postos de combustíveis de Maceió, segundo o levantamento feito na última semana pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a economia com uso do kit GNV em comparação aos combustíveis líquidos é de 40% a 45%. Só em Alagoas, são mais de 20 mil os veículos que utilizam o combustível alternativo.

GNV é mil

Ações de incentivo à adaptação do veículo para o gás natural veicular, como a promoção “GNV é mil”, da Algás, têm gerado mais oportunidades para que consumidores em Alagoas percebam a economia com combustível em seus orçamentos. Segundo a campanha, os primeiros 150 motoristas do estado que instalarem o kit a partir da 5ª geração com cilindros novos receberão um bônus de mil reais da Distribuidora. O consumidor pode acessar o regulamento no site da Algás.


Apesar de desempenho acima da média, AL teve resultado negativo no PIB de 2016

Alagoas obteve um resultado acima da média nacional no PIB [Produto Interno Bruto] no ano de 2016, quando o país apresentou um índice negativo de -3,3%. Alagoas ficou em 3º lugar entre as 12 unidades da Federação, com variação em volume das riquezas acima da média do Brasil. Apesar disso, o resultado também foi negativo, o correspondente a -1,4%.

O estado ocupa a 20ª posição em relação à participação percentual e posição relativa do PIB desde 2002 e se manteve até 2016, com uma variação de 0,7% a 0,9% de participação durante esses anos.

Em 2016, o PIB nacional variou em volume, com quedas em quase todas as unidades federativas, com exceção de Roraima (0,2%) – único estado da federação com resultado positivo – e Distrito federal (0,0%) – que registrou estabilidade no período.

Outros 25 estados tiveram quedas no PIB, sendo que em 10 deles a variação ficou acima da média nacional. Estes 12 estados representaram 68,3% do PIB brasileiro em 2016. As maiores quedas foram de Amazonas (-6,8%), Mato Grosso e Piauí, ambos com -6,3%.

Apenas os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná concentraram 64,4% do PIB do país em 2016. Este mesmo grupo tinha 68,1% de participação em 2002, ano de início da série. Entre 2002 e 2016, os maiores crescimentos acumulados são de Tocantins, Mato Grosso, Roraima, Acre e Piauí. Por outro lado, os piores desempenhos ficam com Minas Gerais, Rio Grande Sul, e o Rio de Janeiro.

Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil teve queda no volume do PIB: de 3,3% em 2016, contra 3,5% em 2015. Entre 2014 e 2016, o país acumulou redução de 6,7% no PIB.

Alagoas (-1,4%), Minas Gerais e Santa Catarina (-2,0%), além do Acre (-2,4%), também tiveram desempenhos melhores que o nacional. O menor resultado foi do Amazonas (-6,8%), influenciado pelo baixo desempenho das Indústrias de transformação (-11,9%), que têm peso de 27% na economia do estado. Também entre os menores resultados estão Piauí (-6,3%), Mato Grosso (-6,3%), Bahia (-6,2%), com contribuição importante da Agricultura. Segundo a Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), condições climáticas adversas afetaram o desempenho de importantes culturas, como o milho e a soja, cujas produções recuaram 24,8% e 1,1%, respectivamente.

Pelo segundo ano consecutivo houve queda para a atividade de comércio e reparação de veículos automotores e motocicleta (-6,7%), o que influenciou negativamente os resultados em todas as unidades da federação. A atividade agropecuária teve queda em 2016 de -5,2% e foi responsável pelas variações em volumes negativas, principalmente nos estados que a atividade é atuante.

PIB per capita

Por unidade da federação, o maior PIB per capita continua sendo o do Distrito Federal (R$ 79.099,77), cerca de 2,6 vezes maior que o nacional. Em Alagoas, o valor do PIB per capita cresceu 3,7% entre 2002 e 2016 (de R$ 3.962,88 para R$ 14.723,70). Ainda na Região Nordeste, o Piauí foi o estado em que o valor do PIB per capita mais cresceu dentre todos as unidades da federação, cerca de 5,3 vezes entre 2002 e 2016 (de R$ 2.440,70 para R$ 12.890,25).

Remuneração dos empregados

Em 2016, sob a ótica da renda, o excedente operacional bruto mais o rendimento misto bruto respondeu por 40,8% do PIB do país, aumento de 0,4 p.p. frente a 2015, enquanto a remuneração dos empregados (44,7%) avançou 0,1 p.p.. Já os impostos, líquidos de subsídios, sobre a produção e importação, reduziram sua participação em 0,5 p.p. e tiveram a menor participação na série iniciada em 2010 (14,5%). No Nordeste, a remuneração dos empregados tem a maior participação no PIB. Em Alagoas, a remuneração dos empregados representou 46,6% do PIB; o excedente operacional bruto e rendimento misto bruto foi de 43,3%. Já sobre impostos o percentual sobre o PIB foi de 10,1% em 2016.


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