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Sem carro fumacê surto de Dengue só aumenta em Arapiraca

Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=trueQuem já passou dos trinta anos certamente deve se lembrar do carro fumacê da extinta Sucam passando pela rua no finalzinho de tarde. Na época muita gente reclamava da fumaça, do cheiro forte e até do barulho da bomba compressora. Mas hoje, em meio a um surto de dengue, muitas dessas pessoas sentem falta daquele eficiente trabalho de combate ao mosquito Aedes Aegypti, que colocou Arapiraca no alerta vermelho e em situação epidêmica.

Na segunda maior cidade de Alagoas a Dengue tem vitimado milhares de pessoas, que lotam os postos de saúde e hospitais. O surto da doença tem preocupado os profissionais da saúde, que já começam a sentir dificuldades em dar conta de tamanhã demanda. No último mês de maio um hospital da cidade chegou a emitir uma nota informando um aumento de 200% no número de atendimentos a pacientes acometidos pelo surto da doença.

Para piorar ainda mais a situação, o Estado de Alagoas está sem receber do Governo Federal o inseticida utilizado nos carros que fazem esse serviço. O estoque do Malathion FW 44% terminou há meses e ainda era sobra da última remessa enviada pelo Ministério da Saúde em junho do ano passado.

(imagem da internet)

A suspensão do inseticida usado no fumacê nos estados brasileiros foi adotada pelo Ministério da Saúde, que informou ter recolhido 105 mil litros do produto para testes e ensaios de qualidade, devido a problemas em sua formulação que inviabilizaram seu uso e que iniciou processo de substituição do inseticida com orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Mas não há previsão para que a distribuição volte a ser feita.

Enquanto isso, em Alagoas a situação é preocupante. As estatísticas mostram que os casos de dengue têm aumentado em todo o estado. De janeiro a maio de 2018 foram registrados 944 casos. Enquanto no mesmo período deste ano já foram 2.239, ou seja, mais que o dobro.

Enquanto os trâmites se arrastam em meio a burocracias, os hospitais de Arapiraca seguem lotados e pessoas sofrendo e morrendo com a doença.

 

 

 

Fonte: Cada Minuto


Saúde: Alagoas receberá investimento de R$ 1,5 milhão para serviços da Atenção Primária

O Ministério da Saúde inicia, a partir deste mês, o credenciamento de mais 9.987 equipes e serviços de Atenção Primária em 1.213 municípios para ampliar e qualificar o atendimento prestado à população com mais consultas, exames e medicamentos disponíveis. Para expandir a cobertura da Estratégia Saúde da Família, o investimento será de R$ 233,7 milhões neste ano e de quase R$ 400 milhões a partir de 2020. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na abertura do XXXV Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), que acontece entre os dias 2 e 5 de julho, em Brasília, e deve reunir cerca de 5 mil pessoas, entre gestores e trabalhadores do SUS de todas as esferas do governo.

De acordo o Ministério da Saúde, em Alagoas o investimento de R$ 1,5 milhão deve ser destinado para o credenciamento de novas 42 equipes ou serviços da Atenção Primária em 30 municípios. Serão 6 Equipes de Saúde da Família, 13 Equipes de Saúde Bucal, 10 Polos de Academia da Saúde e 13 Laboratórios de Próteses Dentárias.

Com a iniciativa, cerca de 10 milhões de pessoas passam a ser assistidas na Atenção Primária, que é a principal porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) para garantia do acesso a cuidados fundamentais para promoção da saúde e prevenção de doenças. Serão credenciados 1.430 novas Equipes de Saúde da Família; 1.472 novas Equipes de Saúde Bucal; 6.287 novos Agentes Comunitários de Saúde; 565 novos Laboratórios de Próteses Dentárias; 140 novos Polos de Academias da Saúde; 50 novos Centros Especializados em Odontologia; 27 novas Equipes de Saúde Prisional; 10 novas Equipes de Consultórios na Rua; 6 novas Unidades Odontológicas Móveis.

Soro fisiológico e outros insumos para o atendimento à população -Foto: Divulgação/Prefeitura de Quebrangulo

Os recursos começam a ser repassados aos estados e municípios a partir do momento em que as novas equipes e serviços credenciados iniciam o atendimento à população. As contratações são feitas pelos gestores locais.

Essa é uma das primeiras medidas adotadas pelo Ministério da Saúde, neste ano, para alcançar a meta de 50 mil equipes de Saúde da Família em funcionamento cobrindo 70% da população brasileira até o ano de 2020. Atualmente, são 43 mil equipes de Saúde da Família no país que são responsáveis pelo atendimento a cerca de 63% da população.

Durante o evento, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reforçou a necessidade de reestruturar o SUS através da Atenção Primária. “Queremos construir a política de regionalização, junto dos secretários municipais de saúde, dividindo os municípios em distritos sanitários para melhor atender os mais de 200 milhões de brasileiros nos diferentes níveis de atenção: primária, média e alta. Assim, a Atenção Primária não será mais apenas porta de entrada do SUS, será coordenadora e levará os pacientes a complementariedade em clínicas especializadas, com diagnósticos precisos para que cheguemos mais cedo nas terapias e tratamentos necessários”, disse.

Mandetta também enumerou ações já realizadas como o programa Saúde na Hora saúde para que as unidades de saúde fiquem abertas até às 22h e a população tenham mais tempo para procurar a Atenção Primária e a criação da Secretaria de Atenção Primária no âmbito do Ministério da Saúde para iniciar a construção de uma política de Atenção Primária com mais qualidade. O ministro destacou ainda a necessidade da implantação de um prontuário eletrônico universal no país para que seja possível gerir o SUS com base em indicadores. “Vamos pedir mais recursos para a saúde sempre, mas vamos aumentar e muito a cobrança pelos resultados”, finalizou.

SAÚDE DA FAMÍLIA

Moradores do povoado recebendo atendimento – Foto: Divulgação/Prefeitura de Quebrangulo

O Programa Saúde da Família mantém equipes de saúde que atendem a população brasileira nas Unidades de Saúde da Família (USF). Cada equipe é formada por um médico, um enfermeiro, técnico de enfermagem, dentista e agente comunitário de saúde e de combate às endemias. A Equipe de Saúde da Família está ligada à Unidade de Saúde da Família local.

O principal objetivo é atender e resolver os problemas de saúde comuns e frequentes da população. Estima-se que seja possível resolver até 85% dos problemas de saúde da população nas Unidades de Saúde da Família. A proximidade da equipe de saúde com o usuário permite que se conheça a pessoa, a família e a vizinhança, o que garante maior adesão aos tratamentos e intervenções propostas pelas equipes resultando em maior resolutividade na Atenção Primária, sem a necessidade de intervenção nos serviços de média e alta complexidade em Unidades de Pronto Atendimentos (UPA 24h) ou hospitais.

Além de resolver os problemas de saúde comuns e frequentes, a Estratégia Saúde da Família busca promover a qualidade de vida da população brasileira e intervir nos fatores que colocam a saúde em risco, como falta de atividade física, má alimentação, uso de tabaco, dentre outros.

SAÚDE NA HORA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Em maio deste ano, o Ministério da Saúde lançou o programa Saúde na Hora, que amplia os recursos mensais a municípios que estenderem o horário de funcionamento das unidades de saúde para o período da noite, além de permanecerem de portas abertas durante o horário de almoço e, opcionalmente, aos fins de semana. A ideia é ampliar o acesso da população aos serviços da Atenção Primária, como consultas médicas e odontológicas, coleta de exames laboratoriais, aplicação de vacinas e acompanhamento pré-natal.

Ao todo, 300 Unidades de Saúde da Família do país já aderiram ao programa e passam a ampliar o horário de atendimento à população em 56 municípios brasileiros. Essas unidades possuem 1.039 Equipes de Saúde da Família, representando cobertura de mais de 3,5 milhões de pessoas.

Com as novas adesões, o Governo Federal irá repassar cerca de R$ 57,3 milhões a mais para o custeio dessas unidades em 2019. Os repasses mensais do Ministério da Saúde podem chegar a dobrar de valor a partir da adesão ao programa, dependendo da disponibilidade de equipes de Saúde da Família e Saúde Bucal, além da carga horária de atendimento das unidades, que pode variar entre 60h e 75h semanais. Atualmente, a maior parte das 42 mil Unidades de Saúde da Família em todo o país funcionam por 40h semanais. Até o momento, o Ministério da Saúde já recebeu 503 solicitações de adesão ao programa em 80 municípios de 21 estados.

INVESTSUS

Durante o Congresso XXXV Congresso do Conasems, o Ministro da Saúde também lançou o aplicativo INVESTSUS para que gestores estaduais e municipais de saúde possam acompanhar, de forma online, os recursos transferidos pelo Ministério da Saúde por meio de seus smartphones. É um canal de comunicação direto, exclusivo, seguro e de fácil acesso para os gestores, conferindo maior facilidade e transparência na visualização de repasses de recursos.

Com a ferramenta, os secretários estaduais e municipais de saúde poderão acompanhar os valores repassados por meio dos blocos de financiamento da saúde organizados por dia, mês e ano. Poderá visualizar a tramitação das propostas cadastradas, por exemplo, para construção de novas unidades ou compra de equipamentos, incluindo pareceres técnicos, empenhos e o pagamento. Será possível também acompanhar os saldos ainda disponíveis nas contas bancarias a partir de repasses efetuados pelo Ministério da Saúde.

O aplicativo é pioneiro no setor público e já está disponível para download nas versões Android e IOS. Em março deste ano, o Ministério da Saúde já havia lançado um aplicativo voltado a parlamentares para que pudessem acompanhar a tramitação de emendas. Com a ferramenta, os congressistas inclusive são notificados pelo celular quando há empenho, pagamento ou mesmo publicação de emendas parlamentares no Diário Oficial da União (DOU).

ESTRUTURAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Durante o Congresso do Conasems, o ministro também anunciou a publicação de portaria que pretende desburocratizar o fluxo da implantação de equipes e serviços da Atenção Primária a partir da maior autonomia dos gestores municipais ou distrital para expansão dos serviços.

Além disso, Luiz Henrique Mandetta também informou que o Ministério da Saúde está finalizando uma nova proposta para provimento de médicos em áreas mais remotas do país. A expectativa é lançar em breve programa que prevê contratação federal de médicos para Atenção Primária, com formação específica em médicos de família, incluindo gratificação para áreas remotas.

 

Fonte: TNH1


Excesso de exercícios leva a alterações negativas em órgãos vitais; revela pesquisa da USP

A prática de exercícios físicos intensos sem o tempo de recuperação adequado provoca alterações negativas em estruturas vitais do organismo, como coração, fígado e sistema nervoso central, revela pesquisa desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.

Antes, já era sabido que esse tipo de treinamento intenso sem intervalos necessários levava à síndrome do overtraining, desencadeando sintomas como depressão, insônia, irritabilidade, queda na imunidade, perda de apetite e de peso.

O trabalho mostra que os prejuízos vão além da queda do rendimento.

O professor Adelino Sanchez Ramos da Silva, da Escola de Educação Física e Esporte, disse que a síndrome de overtraioning era explicada, até então, pelo fato de que lesões no tecido musculoesquelético causadas pelo exercício excessivo induziriam à liberação na corrente sanguínea de substâncias pró-inflamatórias (proteínas produzidas por células de defesa e conhecidas como citocinas), que desencadeariam os efeitos sistêmicos.

A pesquisa, coordenada por ele, comprovou essa hipótese, formulada há 20 anos, e mostrou que há outras alterações negativas em órgãos vitais.

“O diferencial dos nossos estudos, que vêm sendo desenvolvidos há 10 anos, é que, além dessas alterações, nós verificamos, em estudos com camundongos, que o desequilíbrio entre o excesso de exercício físico e o período destinado à recuperação está associado a uma inflamação em músculos esqueléticos, sangue, hipotálamo, coração e fígado”, explicou Silva.

Subida e descida

Foram feitos testes com camundongos, submetidos a diferentes práticas de overtraining, como corrida no plano, na subida e na descida, durante oito semanas.

Todos os protocolos de exercícios em excesso provocaram prejuízo na sinalização da insulina no tecido musculoesquelético, ou seja, as células musculares ficaram com mais dificuldade de captar a glicose que circula no sangue.

“Essa dificuldade foi compensada tanto pelo coração quanto pelo fígado, que aumentaram os estoques de glicogênio”, disse Silva.

Ele acrescentou que o coração apresentou sinais de fibrose e também sinais moleculares de hipertrofia patológica. O fígado teve aumento da gordura que ocorre, por exemplo, em doenças como diabetes e obesidade.

A inflamação no hipotálamo foi associada à diminuição do apetite e do peso corporal dos camundongos.

“É importante frisar que, após duas semanas de recuperação total, em que os animais não foram submetidos a nenhuma sessão de treinamento, as alterações inflamatórias no músculo esquelético, no soro e no hipotálamo retornaram aos valores normais, no entanto, o desempenho dos animais continuou diminuído”, afirmou.

Segundo o pesquisador, esse resultado sugere que outros mecanismos, além da citocinas pró-inflamatórias, estejam envolvidos na diminuição do desempenho em resposta ao desequilíbrio entre o excesso de exercício físico e o período destinado à recuperação.

“Os próximos passos da nossa pesquisa serão avaliar animais que apresentam deficiência dessa citocinas, que são conhecidos como animais nocaute, para que possamos averiguar qual o real papel dessas citocinas”, afirmou.

Educação física

Silva destacou que o exercício físico – feito de forma regular e moderada e sob orientação de um profissional de educação física – é uma estratégia “não farmacológica extremamente eficiente para a prevenção e tratamento de diversas patologias”.

“Os nossos resultados servem como alerta para os indivíduos que treinam em excesso e não respeitam um período adequado de recuperação.

Esse período varia muito em relação a sessões de treinamento e ao nível inicial de condicionamento do praticante. De forma geral, nós podemos dizer que um período entre 24 horas e 48 horas é suficiente para a recuperação”, finalizou.

Fonte: Agência Brasil


HE do Agreste passa a ofertar visitação noturnas aos pacientes

HE- Hospital de Emergência – Foto: Imagem da internet

A política de humanização no atendimento avança mais uma vez no Hospital de Emergência Daniel Houly, em Arapiraca.

Depois de ampliar para dois períodos de visitas a pacientes, a direção do HE do Agreste decidiu que, a partir de agora, os familiares e acompanhantes terão o horário noturno, no período das 19h30 às 20h30, para saber do estado de saúde dos usuários.

Maior referência no atendimento às vítimas de traumas de média e alta complexidade no interior de Alagoas, o hospital passou a dispor de dois horários para visitação desde o dia 17 deste mês de junho.

O acolhimento aos familiares, acompanhantes e amigos dos internos ocorre pela manhã, das 11 às 12 horas, e, no período da tarde, das 16 às 17 horas.

Agora, com o novo cronograma, decidido em equipe, com o aval da gerente-geral, a médica Regiluce Santos, o Hospital de Emergência Daniel Houly, no período noturno, das 19h30 às 20h30.

“O horário de visitas é o mais esperado pelos internos e familiares. Esses encontros também auxiliam na recuperação dos pacientes”, observa o coordenador do Serviço Social, reforçando que a iniciativa está em consonância com a Política Nacional de Humanização em Saúde, como parte do projeto AcolheSUS.

 

 

 

 

 

Fonte: Diário Arapiraca.

População de Palmeira sofre com falta de medicamentos

Um dos maiores compromissos da Rádio Sampaio 94.5 FM é atender as solicitações dos nossos ouvintes, e nesta quarta-feira (26) três ouvintes entraram em contato fazendo reclamações.

Erivaldo e Remilda

Erivaldo e Remilda

Erivaldo e Remilda foram os primeiros. Eles moram no conjunto Brivaldo Medeiros e são vizinhos, Remilda Farias de Almeida é diabética e está enfrentando dificuldades para conseguir medicamento.

Segundo Erivaldo, ela está há três meses sem a medicação e precisa dela urgentemente, eles já procuraram a promotoria, entretanto a promotoria não tem dinheiro para efetuar a compra dessa medicação.

Ela recebia essa medicação do governo de Alagoas, porém a farmácia parou de distribuir o medicamento, Remilda já entrou na justiça com o apoio da Defensoria Pública da União e por um período ainda recebeu o dinheiro para comprar o medicamento, mas não recebe há três meses. O governo federal diz que o pagamento está liberado, mas não tem dinheiro, segundo a defensoria pública da União.

Remilda faz um apelo à população de Palmeira dos Índios para quem puder ajudar entre em contato.

Damião                                                              

Damião Oliveira dos Santos

Nosso terceiro ouvinte foi o Damião Oliveira dos Santos, que reside no sítio Craíbas Dantas, zona rural de Palmeira, ele procurou a Rádio Sampaio para fazer reclamações sobre a área da saúde.

Por várias vezes Damião procurou a Secretaria Municipal de Saúde em busca de medicamentos para a sua esposa e sempre está em falta, várias pessoas da comunidade estão passando pelo mesmo problema.  Segundo ele, vai fazer dois meses que não consegue mais medicamentos.

 

 

Entrevista com Erivaldo e Remilda:

 

Entrevista com Damião Oliveira:


Brasil registra quase 600 mil casos confirmados de dengue em 2019

Aedes aegypti – Imagem da internet

O Ministério da Saúde confirmou 596,38 mil casos de dengue neste ano, até o dia 10 de junho. O número de casos prováveis da doença, ou seja, ainda não confirmados, é ainda maior: 1,127 milhão. Em relação a 2018, houve um salto nos casos de dengue no país. No mesmo período do ano passado, eram 173,63 mil casos prováveis.

Também o número de mortes por dengue neste ano é mais do que o dobro de 2018. Até aqui, foram registradas 366 mortes, ante 139 no mesmo período do ano passado.

“Observa-se aumento da taxa de letalidade no grupo de faixa etária acima de 60 anos, o que corresponde a 51,3 % (188) do total de óbitos do país”, diz o ministério, no boletim epidemiológico da Semana 23.

O aumento de casos da dengue tem sido especialmente visível nos estados de Minas Gerais e São Paulo nas últimas semanas. Da Semana 13 até a 23, esses dois estados corresponderam, juntos, a 96,5% do total de casos observados no Brasil (774,28 mil) dentro do período.

Chikungunya e zika

Aedes aegypti — Foto: Raul Santana/Fundação Oswaldo Cruz/Divulgação

Em 2019, até 10 de junho foram registrados 65,83 mil casos prováveis de chikungunya no país. Além disso, houve 15 mortes (1 na Bahia, 13 no Rio de Janeiro e 1 no Distrito Federal).

Fonte: G1 Globo


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