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Julho Amarelo: combate às hepatites virais é intensificado em Palmeira

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que no mundo existam mais de 400 milhões de pessoas infectadas pelos vírus da hepatite dos tipos  B e C. Cerca de 3 milhões de brasileiros estão infectados pelo tipo C e não possuem conhecimento que portam o vírus. O alerta do Ministério da Saúde é para que a prevenção se torne um hábito, principalmente para evitar que a doença evolua para uma situação mais grave, pela falta de diagnóstico ou diagnóstico tardio, quando a doença já está em estágio avançado.

No mês de julho, batizado de Julho Amarelo, as ações são ampliadas e a Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Programa IST/AIDS, intensifica as ações de prevenção, com a realização de palestras em salas de espera, panfletagem, distribuição de preservativo e testes rápidos para detecção dos vírus nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e em algumas escolas da rede estadual e municipal de Palmeira que atendem alunos do Ensino de Jovens e Adultos (EJA). Também serão realizados exames de elastografia hepática por Fibroscan em usuários que já haviam feito o teste e foram detectados com algum tipo de hepatite.

O Dia “D” das Hepatites é lembrado nacionalmente em 28 de julho, mas em Palmeira a ação acontecerá no dia 27, na Praça da Independência, em parceria com as UBS’s Centro e Oásis I e II.

“Estamos fazendo este chamamento para que as pessoas procurem seu posto de saúde, façam o teste rápido e se previnam. Os testes rápidos são realizados de forma segura e sigilosa e a Secretaria presta todo o suporte para aqueles cujo resultado seja positivo. Este mês, estamos intensificando a realização dos testes, fazendo palestras para que as pessoas saibam o que são essas doenças e conheçam o Programa”, salienta Myria Sá, gerente do Programa IST/AIDS.

As hepatites virais são doenças infecciosas sistêmicas que afetam o fígado. Cinco diferentes vírus são reconhecidos como agentes etiológicos da hepatite viral humana: o vírus da hepatite A (HAV), o vírus da hepatite B (HBV), o vírus da hepatite C (HCV), o vírus da hepatite D ou Delta (HDV) e o vírus da hepatite E (HEV).  Náusea, vômitos, mal-estar, dor-de-cabeça, e perda do apetite são os sintomas mais frequentes na fase inicial da doença. Urina escura e fezes esbranquiçadas antecedem a fase ictérica (pele e olhos amarelados) que, em geral, coincide com alteração das provas de função hepática.

Confira o cronograma das ações que acontecerão em Palmeira:

AÇÕES: PALESTRAS, SALA DE ESPERA, PANFLETAGEM

11/07 – usuários do CAPS Osvaldo Cruz

17/07 – usuários do CAPS AD

18/07 – Centro de Especialidade Médicas (CEPI)

REALIZAÇÃO DE TESTES RÁPIDOS DE HEPATITE B e C, SÍFILIS E HIV NAS ESCOLAS (testes realizados apenas com alunos maiores de 18 anos)

06/07 – Escola Estadual Humberto Mendes

REALIZAÇÃO DE TESTES RÁPIDOS DE HEPATITE B e C NAS ESCOLAS (os testes serão realizados no período noturno e apenas com alunos maiores de 18 anos)

12/07 – Escola Estadual Monsenhor Macedo

19/07 – Centro de Educação de Jovens e Adultos Remy Maia

26/07 – Escola Municipal Profª Marinete Neves

28/07 – Escola Municipal Drº Gerson Jatobá Leite

DIA D NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE (realização de palestras em sala de espera, entrega de panfletos, realização de testes rápidos)

10/07 a 14/07 – UBS Denilma Bulhões

13/07 – UBS Vila Maria

17/07 – Sítio Moreira (UBS Coruripe da Cal)

17/07 – UBS Oasis I

18/07 – UBS Coruripe da Cal

18/07 – UBS Boa Sorte

19/07 – UBS Algodãozinho

19/07 – UBS Boa Vista

19/07 – UBS Centro – Bar Pingo de Ouro

19/07 – Serra de São José (UBS Serra da Mandioca)

24/07 – UBS Vila João XXIII

25/07 – UBS Canafístula

25/07 – UBS Bonifácio

25/07 – UBS Oásis II

25/07 – UBS Eucalipto

26/07 – UBS Salgada

26/07 – UBS Caraíba Torta

26/07 – UBS São Cristóvão I

26/07 – UBS Serra da Mandioca

26/07 – UBS São Cristóvão II

27/07 – UBS Xucurus

27/07 – UBS São Francisco

02/08 – Sítio Lavras (UBS Serra da Mandioca)


Projeto para implantar Teste Rápido de HIV em Palmeira vence prêmio nacional

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Por João Victor Barroso

O Projeto para Implantação do Teste Rápido de HIV e Sífilis na Unidade de Saúde da Família (USF) do povoado Boa Vista, em Palmeira dos Índios, foi o vencedor da 15ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi).

As enfermeiras que estiveram à frente da iniciativa, Cristiane Ferreira e Christiane Balbino, receberam o prêmio em Brasília, na categoria Vigilância, Prevenção e Controle das IST/HIV/Aids e hepatites virais.

A implantação do projeto ocorreu em 2015, após a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) promover uma capacitação no município. Durante a ação, foram treinados 100% dos profissionais de Enfermagem das USFs de Palmeira dos Índios, para que passassem a utilizar os testes rápidos de HIV e Sífilis.

“Apenas duas USFs faziam a testagem e, com a capacitação, todas as unidades passaram a ofertar os exames de triagem, possibilitando que todos os moradores de Palmeira dos Índios tenham acesso aos testes rápidos. Isso porque, antes, era necessário solicitar e fazer a marcação para os testes na Secretaria Municipal de Saúde. Somente depois, o cidadão voltaria com o resultado para a consulta, o que dificultava a procura pelos exames, além de todo o estigma social, envolvendo as doenças”, contou Cristiane Ferreira.

Ainda de acordo com a enfermeira, os moradores aderiram ao projeto porque o teste rápido está disponível de forma sigilosa, segura e com resultado em menos de 30 minutos. “Foram feitos 250 testes de HIV e Sífilis em adolescentes, adultos e idosos e não houve nenhum caso positivo para HIV. Os pacientes detectados com sífilis estão sendo acompanhados pela equipe da USF Boa Visita e pelo médico infectologista da cidade”, explicou.

Programa IST/Aids em Alagoas
Em Alagoas a Sesau já capacitou 96 municípios, totalizando 689 Unidades Básicas de Saúde (USF) aptas para a realização dos Testes Rápidos de HIV, Sífilis e Hepatites B e C.

De acordo com Mona Lisa Santos, técnica do Programa Estadual de IST/Aids, Palmeira dos Índios foi escolhido como o município prioritário para receber recursos que resultem em ações de controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e Aids.

“Com os recursos garantidos pelo órgão estadual, o município, seguindo as diretrizes da Sesau, desenvolveu ações de prevenção, priorizando as ações de diagnóstico nas Unidades Básicas de Saúde. Por isso, conseguiu ganhar destaque nacional, tornando-se referência em diagnóstico e tratamento de ISTs para a comunidade”, afirmou a técnica da Sesau, ao acrescentar que, além da distribuição dos testes rápidos, a Sesau envia também medicamentos para o tratamento dos pacientes infectados no município de Palmeira dos Índios.

O secretário de Estado da Saúde Christian Teixeira, parabenizou o trabalho inovador que vem sendo desenvolvido pelas enfermeiras Cristiane Ferreira e Christiane Balbino e pelos demais servidores da Unidade de Saúde da Família Boa Vista.

“É um enorme prazer termos profissionais de saúde engajados, trazendo melhorias para o serviço público em nosso Estado. E quando falamos em tornar mais acessível o Teste Rápido de HIV e Sífilis, estamos possibilitando o diagnóstico precoce das ISTs e Aids, garantindo melhor qualidade de vida para o cidadão”, exaltou Christian Teixeira.

Premiação Nacional
A Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi) foi promovida pela Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, visando prestigiar os servidores do Sistema Único de Saúde (SUS).

A 15ª edição da Expoepi teve cerca de três mil participantes, com a apresentação de 782 trabalhos e experiências. A Mostra Nacional foi dividida em três modalidades, que abordaram as experiências bem-sucedidas realizadas pelos serviços de saúde do SUS, trabalhos científicos desenvolvidos por profissionais do SUS e intervenções sociais que fortaleceram as ações de prevenção e controle das doenças de interesse de saúde pública.    


Fisioterapia agiliza recuperação de pacientes na Unidade de AVC do HGE

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Técnicas são eficazes no tratamento dos pacientes com perda temporária de movimentos

Três dias após ser vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), o pedreiro Carlos Antônio da Silva, de 63 anos, caminha pela Unidade de AVC do Hospital Geral do Estado (HGE). Sua recuperação tão rápida se dá, entre outras razões, pelo trabalho desenvolvido pela equipe multiprofissional formada por fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos, que atuam para devolver à sociedade o paciente como ele era antes.

Segundo a fisioterapeuta Doutora Graziela Martins, a área atua na recuperação funcional do paciente, possibilitando e auxiliando no retorno às atividades de vida diária e ao convívio social. ”O processo de reabilitação se inicia ainda na fase hospitalar. Na unidade de AVC do HGE, a gente vai tratar aquele paciente que tem o AVC agudo, que tem menos tempo do início do acidente vascular. É voltado para o auxílio, à prevenção ou recuperação das complicações respiratórias e motoras”, ressalta a profissional.

Ela explicou que, assim que o paciente encontra-se em condições clínicas para iniciar o tratamento de recuperação funcional, este é iniciado. ”Com a fisioterapia, ele é voltado para a mobilização precoce, fortalecimento muscular, treino de equilíbrio, de marcha e todo estímulo motor. O objetivo do tratamento da fisioterapia é maximizar a capacidade funcional e evitar complicações secundárias”.

Ainda de acordo com a fisioterapeuta, o tempo e o tipo de tratamento vão depender das disfunções sensório-motoras de cada paciente, após a lesão e do tamanho daquela lesão cerebral e gravidade. ”A adesão do paciente e o auxílio da família são fundamentais para o total restabelecimento, visto que muitos necessitam continuar o tratamento após a alta”, salientou.

Em pacientes que fazem uso do trombolítico, como é o caso de Carlos Antônio, a recuperação, geralmente, é mais rápida. O pedreiro chegou ao hospital dentro da janela de 4 horas e meia e fez uso da medicação que auxilia na recuperação de vítimas de acidentes vasculares. Ele começou a se sentir mal ainda em casa e a família correu para a UPA mais próxima de sua residência, no Benedito Bentes. Na Unidade de Pronto Atendimento, foi observado o desenvolvimento do acidente vascular e o encaminhamento ao HGE foi efetivado.

”Muitos pacientes já saem da unidade andando. A fisioterapia não trabalha sozinha. Contamos com a fono e a terapeuta ocupacional, que vão trabalhar de acordo com a lesão apresentada. Se o paciente tiver, por exemplo, uma disfunção de fala, de deglutição, a fono é a profissional habilitada para reabilitar este paciente. Se ele apresentar uma disfuncionalidade na mão ou algo mais cognitivo, a terapeuta irá trabalhar junto conosco”, completou.

Como Carlos Antônio, a empresária Maritânia da Silva (46 anos) desenvolveu um AVC quando trabalhava. Ela ficou paralisada no seu lado direito, com fraqueza nos braços e pernas. Com o tratamento da equipe multiprofissional da UAVC, os movimentos já retornaram e a fraqueza vem diminuindo.

”Estou me sentindo ótima. Cheguei ao HGE completamente sem os movimentos em meu braço e perna direitos. Dá aquele desespero. Mas hoje já me sinto pronta para retornar a minha vida fora do ambiente hospitalar”, comemorou.

A equipe de fisioterapia atua rotineiramente em todos os setores da unidade hospitalar. Eles são responsáveis pela movimentação precoce das articulações de pacientes acamados, restabelecendo o desempenho motor e minimizando as sequelas e o tempo de hospitalização. Para auxiliar na recuperação, eles também fazem uso de um game que se tornou uma diversão entre os pacientes, nas unidades de AVC, Dor Torácica (UDT) e de Terapia Intensiva (UTI). A equipe conta, ainda, com um guincho que auxilia na movimentação dos pacientes que não conseguem se movimentar.

”Cerca de 1/3 dos pacientes que tiveram AVC ficarão com sequelas, segundo dados da Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares. A fisioterapia é fundamental para auxiliar nossos pacientes a terem qualidade de vida, retornarem ao mercado de trabalho e a suas funções normais de vida. É sabido que muitos adquirem depressão em decorrência disto. Cada ganho funcional melhora demais a auto estima deles. Trabalhamos cada caso individualmente, sempre visando a total recuperação”, salientou


Anvisa determina a suspensão de 13 lotes de anticoncepcional

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão de 13 lotes do anticoncepcional Gynera após a farmacêutica Bayer, fabricante do medicamento, comunicar o recolhimento voluntário dos produtos.

O motivo do recolhimento foram os resultados insatisfatórios em testes de estabilidade, que determinaram um “risco à saúde de classe III”, que significa um alto risco.

O Gynera é um contraceptivo oral composto por dois hormônios, um estrogênio (etinilestradiol) e um progestógeno (gestodeno).

Lista dos lotes suspensos do contraceptivo Gynera

LOTE     VALIDADE

BS01EN6 04/12/2017

BS01F2H 04/12/2017

BS01F2J         04/12/2017

BS01F4A         04/12/2017

BS01FCF 04/12/2017

BS01FJH         28/06/2018

BS01FSK 28/06/2018

BS01G1CC 28/06/2018

BS01G1D 25/08/2018

BS01GJS 25/08/2018

BS01GR4 25/08/2018

BS01GSS 26/10/2018

BS01H6F 26/04/2018


UE do Agreste registra 296 atendimentos nesse final de semana

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Unidade de Emergência do Agreste

O Hospital de Emergência Daniel Houly (HEDH), em Arapiraca , registrou 296 atendimentos de sábado (24) até as primeiras horas desta segunda-feira (26).

Conforme relatório divulgado pelo Núcleo de Processamento de Dados (NPD), os casosque mais chamaram a atenção foram os atendimentos a 72 pessoas vítimas de colisão de motos e 60 pessoas por conta de quedas da própria altura.

O Hospital também registrou cinco atendimentos por agressão com arma de fogo e quatro vítimas de agressão com arma branca (faca/facão), sendo registro um óbito.

Dois pacientes foram internados por conta de queimaduras com fogos de artifício.

Dos 296 pacientes que deram entrada no Hospital de Emergência do Agreste, no sábado até a madrugada desta segunda-feira, 264 receberam alta médica e 31 pacientes continuaram internados em observação médica.


Médico emociona ao relatar consulta de idosa com câncer: ‘Ela que me curou’

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Depois de uma semana cansativa de trabalho, que aguçou a saudade de casa, o médico João Carlos Resende se emocionou e comoveu internautas ao relatar a consulta com uma paciente de câncer. Dona Socorro chegava ao Hospital do Câncer de Barretos, em São Paulo, ansiosa por uma boa notícia, mas receberia em seguida um novo diagnóstico da doença. A simplicidade da reação da idosa, mesmo decepcionada, tocou o coração de Resende, cujo relato já alcançou mais de 100 mil compartilhamentos no Facebook.

O texto do médico comove ao transportar o encontro no hospital para a literatura. Ela chegou a ele franzina, com “mãos de sutil aspereza de quem trabalhou pesado a vida toda”. Vestia a melhor roupa que tinha. Mas Resende precisava avisá-la de que a doença havia voltado e progredido, e ela precisaria retomar a cansativa e nauseante medicação.

“Mas, Dotô. Não diga isso”, respondeu Socorro, enquanto seu rosto se entristeceu. Doeu no médico, que pediu à senhora que não ficasse triste porque tinha coração mole e poderia chorar. “Vou chorar em casa, para o senhor não olhar”, rebateu a idosa, com brilho nos olhos, segundo o texto. Ela se despediu: “Dotô, o resto pode estar doente e não prestar, mas meu coração é grande e bom”.

“Consegui enxergar naquela consulta algo que vou levar para a vida. A forma com que ela respondeu (à notícia), no gesto, na simplicidade, me tocou. Desde que deixei a minha cidade, foi difícil abrir mão de momentos com a minha família para uma missão maior aqui. São essas histórias que me preenchem e me alentam, me fazem continuar”, explicou o médico ao jornal EXTRA, surpreso e assustado com a repercussão.

Medicina humanizada

João Carlos Resende Martins Medeiros Trindade é natural de Campina Grande, na Paraíba, e foi morar no interior de São Paulo em março do ano passado para a residência em oncologia. Sempre gostou de escrever, movido pela leitura e pelo incentivo da mãe, que é revisora ortográfica. Muito ligado aos parentes desde criança, ele convive hoje com a solidão. Mas aposta na missão de ajudar na fragilidade dos pacientes com câncer, em um mundo que “usa a fragilidade das pessoas para o engano, o golpe”. E se apoia em afagos como o de Dona Socorro, o que trouxe um sopro de esperança.

“Ela me ajudou muito mais do que eu, como médico, poderia ajudá-la. Ela que me curou. Me senti visitado por Deus. Foi uma semana me desestimulou, me fez pensar na Paraíba. E veio aquela mulher, naquela simplicidade… Muita gente me diz que eu deveria ser mais frio para não sofrer. Mas o que eu recebo de volta com isso é uma satisfação que faz valer a pena o fato de deixar minha mãe, meu pai, minha avó para cuidar da mãe, do pai e da avó dos outros.

Resende é fiador de uma medicina humanizada. Gosta de sentar e ouvir a história do paciente. Desde a faculdade, era desaconselhado a escolher a oncologia por ter “coração mole”. O médico, que se diz tímido, nunca havia visto tamanha repercussão de um texto seu, apesar de escrever constantemente aos seguidores e publicar de forma privada no Facebook. Desta vez, uma amiga pediu que tornasse público para ela compartilhar.

“Apesar da amplitude (do texto na rede social) que eu não esperava e até não queria, vi um significado nisso, é uma forma de estimular que outros colegas façam o trabalho deles de forma não tão técnica, não só prescrever remédios. A gente tem que tratar a dor, a doença, mas às vezes uma palavra pode resolver. Eu poderia olhar a morte como frustração, como algo que não deu certo no que fiz, mas todo mundo tem que viver com dignidade e tem que morrer com dignidade também”, defendeu Resende, que pretende voltar ao seu estado natal ao fim da residência, no ano que vem.

A paciente autorizou a divulgação do contexto e da foto da consulta. O médico preservou detalhes sobre a condição da doença de Dona Socorro e mais informações sobre a paciente, em nome da ética médica. Por uma questão técnica, o relato acabou publicado duas vezes no Facebook: um deles tem quase 60 mil compartilhamentos; o outro, 41 mil. Segundo médico, a repercussão fez pacientes e colegas de trabalho o pararem nos corredores para agradecer pela energia renovada.


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