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Lagoas em terrenos baldios, lixo e lama preocupam população palmeirense por causa da dengue, zika e chikungunya.

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O Ministério da Saúde divulgou no ultimo dia 30 de abril, levantamento apontando que 22 municípios de Alagoas estão com risco de surto para dengue, zika e chikungunya.

Todas as três doenças causadas pelo mosquito apresentaram aumento no número de casos em Alagoas, comparando com o mesmo período do ano passado. Os casos prováveis de dengue aumentaram 270,5%, os de chikungunya, 188,6% e os de zika, 66,7%.

O MS também identificou 44 municípios alagoanos em alerta, com índice de infestação e possível dano de saúde a população.

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De acordo com o Ministério da Saúde, o armazenamento de água em casa, como tonel, barril, lixo exposto, em terreno baldio, vasos/frascos com água, pratos e garrafas retornáveis, garrafas PET, latas, sucatas e entulhos de construção, são os principais motivos pela proliferação do mosquito.

Em vista dessas informações, habitantes de vários bairros de Palmeira dos Índios procuraram na manhã desta quinta-feira (02) a redação do site rádiosampaio.com.br para denunciar a existência de terrenos baldios que se transformaram em lagoas e criadouros de lavas do Aedes Aegypti e pedem providencias por parte da secretaria de Saúde do município visando acabar com essa exposição de água.

Palmeira é um município que tem um histórico assustador de casos de Dengue, Zika e Chikungunya e por isso a preocupação com a proliferação do mosquito transmissor dessas doenças.

 


22 municípios de Alagoas têm risco de surto de dengue, zika e chikungunya, diz Ministério da Saúde

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(imagem da internet)

O primeiro Levantamento Rápido de Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2019, que foi divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (30), apontou que 22 municípios de Alagoas estão com risco de surto para dengue, zika e chikungunya. Essas cidades apresentaram alto índice de infestação do mosquito Aedes aegypti, ou seja, larvas do mosquito em recipientes com água parada.

Todas as três doenças causadas pelo mosquito apresentaram aumento no número de casos em Alagoas, comparando com o mesmo período do ano passado. Os casos prováveis de dengue aumentaram 270,5%, os de chikungunya, 188,6% e os de zika, 66,7%.

Além das cidades em situação de risco, o LIRAa identificou 44 municípios alagoanos em alerta, com índice de infestação predial (IIP) entre 1% a 3,9% e municípios com índices satisfatórios, com menos de 1% das residências com larvas do mosquito em recipientes com água parada.

De acordo com o Ministério da Saúde, o armazenamento de água no nível do solo (doméstico), como tonel, barril, foi o principal tipo de criadouro no país, seguido dos depósitos móveis, caracterizados por vasos/frascos com água, pratos e garrafas retornáveis. Por último, depósitos encontrados em lixo, como recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas e entulhos de construção, sendo passíveis de remoção.

O Ministério da Saúde alerta que o sistema de vigilância de estados e municípios e toda a população devem reforçar os cuidados para combater o mosquito.

Dengue

De 30/12/2018 até 13/04/2019 (Semana Epidemiológica 15), foram registrados 1.923 casos prováveis de dengue em Alagoas. No mesmo período de 2018, foram 519 casos. O aumento no número de casos foi de 270,5%.

Em 2019, até a SE 15, foram confirmados 3 casos de dengue grave e 30 casos de dengue com sinais de alarme. Até o momento (SE 15 de 2019), foram confirmados 2 óbitos por dengue em Alagoas.

Chikungunya

Em 2019, até 13 de abril, foram registrados 127 casos prováveis de chikungunya em Alagoas. No mesmo período de 2018, foram registrados 44 casos prováveis. O aumento no número de casos foi de 188,6%.

Zika

Em 2019, até 4 de abril, foram registrados 50 casos prováveis de zika em Alagoas. No mesmo período de 2018, foram registrados 30 casos prováveis. O aumento no número de casos foi de 66,7%.

Municípios em risco de surto:

 

  • Arapiraca

  • Atalaia

  • Campestre

  • Coité do Nóia

  • Coqueiro Seco

  • Craíbas

  • Dois Riachos

  • Estrela de Alagoas

  • Girau do Ponciano

  • Jaramataia

  • Junqueiro

  • Lagoa da Canoa

  • Major Isidoro

  • Maribondo

  • Murici

  • Ouro Branco

  • Paulo Jacinto

  • São José da Tapera

  • Satuba

  • Senador Rui Palmeira

  • Taquarana

  • Teotônio Vilela

 

Municípios em alerta:

 

  • Água Branca

  • Anadia

  • Barra de Santo Antônio

  • Barra de São Miguel

  • Belém

  • Cacimbinhas

  • Campo Alegre

  • Campo Grande

  • Canapi

  • Capela

  • Colônia Leopoldina

  • Delmiro Gouveia

  • Feira Grande

  • Flexeiras

  • Igaci

  • Igreja Nova

  • Inhapi

  • Limoeiro de Anadia

  • Maceió

  • Maragogi

  • Maravilha

  • Mata Grande

  • Matriz de Camaragibe

  • Messias

  • Minador do Negrão

  • Monteirópolis

  • Novo Lindo

  • Olho D’água do Casado

  • Olivença

  • Palmeira dos Índios

  • Pariconha

  • Penedo

  • Pilar

  • Piranhas

  • Rio Largo

  • Roteiro

  • Santa Luzia do Norte

  • Santana do Ipanema

  • Santana do Mundaú

  • São José da Laje

  • São Luís do Quitunde

  • São Sebastião

  • Tanque D’Arca

  • União dos Palmares

Fonte: G1 Al


Adeal inicia campanha de combate a febre aftosa.

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Foto: Diário de Araxá

Teve inicio nesta quarta-feira (01) A primeira etapa de vacinação contra a Febre Aftosa, em Alagoas, tendo como objetivo, manter a sanidade animal. Criadores devem vacinar e declarar os bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias ainda nesta etapa, que segue até o dia 31 de maio. A expectativa da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal) é que 100% do rebanho seja vacinado.

Para estimular os criadores de todo o Estado, o corpo técnico da Adeal promove, neste dia 2 de maio, a vacinação assistida de um rebanho de bovinos contra a febre aftosa, que é uma maneira prática de iniciar a vacinação.

A ação está sendo acompanhada pela diretoria do órgão estadual e vai acontecer na Fazenda Mão Direita, localizada na zona rural de União dos Palmares.

Este ano, a vacina contra a febre aftosa terá a dose reduzida de 5ml para 2ml, que ajudará a diminuir edemas e lesões no local da aplicação. Depois da vacina, os produtores têm até 15 dias para declarar a vacinação junto a Adeal, nos escritórios da Agência distribuídos pelo Estado. O criador que deixar de vacinar e declarar estará sujeito ao pagamento de multas e impedido de circular com os animais.

O produtor deverá adquirir as vacinas em uma revendedora autorizada ou loja de produtos agropecuários, devidamente cadastrada na Adeal. O objetivo é aumentar abrangência da zona Livre de Febre Aftosa no Estado e em todo País, sem vacinação. A meta é que a partir do ano 2020 não precise mais vacinar e este é um compromisso com o produtor, que busca a valorização da carne, juntos aos mercados mais exigentes.

A Febre Aftosa

A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que afeta animais de casco fendido como os bois, búfalos, cabras, ovelhas e porcos. Pode ser transmitida principalmente pelo contato entre os animais doentes e sadios. O vírus pode ser transportado pela água, ar, alimentos, pássaros e pessoas que entrem em contato com animais doentes.


Brasil tem 451 mil casos de dengue no ano; há risco de surto em 994 cidades

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Aedes aegypti — Foto: Raul Santana/Fundação Oswaldo Cruz/Divulgação

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (30) novos dados sobre dengue, zika e chikungunya. Até o dia 13 de abril de 2019, foram 451.685 casos prováveis da doença registrados, um aumento de 339% dos casos de dengue registrados.

Ainda segundo o novo boletim do ministério, 994 municípios apresentam alto índice de infestação, com risco de surto para dengue, zika e chikungunya.

Rodrigo Said, Coordenador Geral dos Programas Nacionais de Controle e Prevenção da Malária e das Doenças Transmitidas pelo Aedes, informou durante coletiva de imprensa que a maioria dos casos está na região sudeste, principalmente em São Paulo e Minas.

“O ano de 2019 tem sido caracterizado pelo aumento de casos. O cenário geral para dengue são de 451.685 casos prováveis da doença. Sendo 65% dos casos registrados na região sudeste, principalmente pelo nas regiões de São Paulo e Minas Gerais”, disse em entrevista coletiva. Segundo ele, os casos prováveis são os que foram notificados e levam em conta os casos já descartados.

Epidemia localizada

Oito unidades federativas tem incidência superior de 300 casos por 100 mil habitantes, número preocupante. Tocantins tem o maior número de incidência de casos de dengue. Seguido de Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Acre, Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal. O Paraná tem incidência acima de 100 casos por 100 mil habitantes.

Questionado se estes estados e o DF vivem epidemias da doença, Said alerta que os números indicam epidemia, mas pede cautela: “Quando a gente olha para estes estados, sabemos que alguns são muito grandes então nem toda área terá epidemia. O dado do estado é muito agregado”, alerta Said.

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, disse que o país não vive uma epidemia generalizada da doença: “Mesmo com aumento no número de casos da doença, a taxa de incidência de 2019 está dentro do esperado para o período. Sendo assim, até o momento, o país não está em situação de epidemia, embora possa haver epidemias localizadas em alguns municípios e estados”, disse.

Segundo Said, o aumento do número de casos de dengue mesmo fora do verão, época de proliferação do mosquito aedes aegypti, se deve a alguns fatores: “Nos últimos dois anos o país passou por períodos fora da sua sazonalidade, com redução de casos, e, desde o ano passado, as condições ambientais foram propícias para a proliferação dos mosquitos com aumento de temperatura e mais chuvas”.

(imagem da internet)

Sorotipo diferente

Said alerta para o retorno do sorotipo 2, que há bastante tempo não era identificado no país e a mudança deixa a população mais suscetível. Mais de 85% dos casos avaliados eram do sorotipo 2, quando nos últimos anos não passavam de 5%.

“Em dengue, quando há mudança do sorotipo circulante, há aumento do número de casos. Nos últimos anos, os tipos 1 e 4 eram predominantes, no final do ano passado o sorotipo 2 começou a prevalecer”, explicou Said.

Zika e Chikungunya

Foram registrados 3.085 casos de Zika em todo o país, com incidência de 1,5 casos para cada 100 mil habitante. Não foram registradas mortes pela doença.

A chikungunya tem incidência de 11,6 para cada 100 mil, sendo 24. 120 casos registrados. Houve uma redução quando comparado com o mesmo período do ano passado e também não foram registradas mortes.

Segundo Said, o vírus da chikungunya é bastante localizado e não teve uma dispersão nacional.

Fonte: G1 Globo.

ONU: uso excessivo de remédios pode matar 10 milhões até 2050

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Uso excessivo de remédios pode matar 10 milhões ao ano até 2050 – Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Relatório de entidades ligadas à Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado nesta segunda-feira (29), alerta que o uso excessivo de medicamentos e os consequentes casos de resistência antimicrobiana podem causar a morte de até 10 milhões de pessoas todos os anos até 2050.

O prejuízo à economia global, segundo o documento, pode ser tão catastrófico quanto a crise financeira que assolou o mundo entre 2008 e 2009. A estimativa é que, até 2030, a resistência antimicrobiana leve cerca de 24 milhões de pessoas à extrema pobreza.

Atualmente, pelo menos 700 mil pessoas morrem todos os anos devido a doenças resistentes a medicamentos – incluindo 230 mil por causa da chamada tuberculose multirresistente.

“Mais e mais doenças comuns, incluindo infecções do trato respiratório, infecções sexualmente transmissíveis e infecções do trato urinário estão se tornando intratáveis”, destacou a Organização Mundial da Saúde (OMS) por meio de comunicado.

“O mundo já está sentindo as consequências econômicas e na saúde à medida em que medicamentos cruciais se tornam ineficazes. Sem o investimento dos países em todas as faixas de renda, as futuras gerações terão de enfrentar impactos desastrosos da resistência antimicrobiana descontrolada”, completou a entidade.

O relatório recomenda, entre outras medidas, priorizar planos de ação nacionais para ampliar os esforços de financiamento e capacitação; implementar sistemas regulatórios mais fortes e de apoio a programas de conscientização para o uso responsável de antimicrobianos e investir em pesquisa e no desenvolvimento de novas tecnologia,s para combater a resistência antimicrobiana.

 

Fonte: Todo Segundo


Hospital Universitário, em Maceió, é furtado e prejuízo chega a R$ 600 mil

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Uma nova avaliação no Hospital Universitário, no bairro Cidade Universitária, em Maceió, vai ser feita para saber se mais algum equipamento foi levado — Foto: Jonathan Lins/G1

Quatro equipamentos do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (Hupaa-Ufal), no bairro Cidade Universitária, em Maceió, foram furtados nesta sexta-feira (26) e o prejuízo estimado é de R$ 600 mil. O caso, que aconteceu durante a madrugada, foi divulgado pelo HU por meio de nota.

Um trecho da nota diz que uma enfermeira sentiu falta dos equipamentos ao iniciar o trabalho por volta das 6h30. Ela informou aos vigilantes e a gestão da unidade. A Polícia Federal (PF) foi acionada e está investigando o caso (leia na íntegra ao final do texto).

Os equipamentos furtados foram dois processadores de imagem, um broncoscópio e um colonoscópio, que eram do Centro Endoscópico e Terapêutico.

Segundo o HU, os exames de ecoendoscopia foram suspensos temporariamente devido ao furto do único aparelho capaz de fazer procedimento.

A unidade hospitalar disse ainda que uma nova avaliação vai ser realizada para ver se algum outro equipamento foi levado.

Leia a nota do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (Hupaa-Ufal) na íntegra:

O Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (Hupaa-Ufal) informa que na madrugada desta sexta-feira (26) foi alvo de furto de quatro equipamentos do Centro Endoscópico e Terapêutico. Um levantamento inicial mostrou que foram levados dois processadores de imagem, um broncoscópio e um colonoscópio. O prejuízo estimado é de R$ 600 mil até o momento. Uma nova avaliação patrimonial será feita para identificar se algum outro material foi levado.

Uma enfermeira do setor notou o ocorrido ao iniciar suas atividades às 6h30, informou os vigilantes e a gestão do hospital, que acionou a Polícia Federal e tomou as demais providências cabíveis. A PF já esteve no local e investiga o caso. A gestão também entrou em contato com a Ufal e a Ebserh, que se colocaram à disposição para ajudar no que for possível.

Os atendimentos na unidade não serão interrompidos e já retornam na próxima segunda-feira (29), pois o hospital conta com outros equipamentos deste tipo. O único exame que não poderá ser realizado neste momento é a ecoendoscopia, pois o único processador capaz de realizar este exame foi levado.

A unidade, entretanto, ainda avalia o impacto no número de procedimentos que serão oferecidos. Anteriormente, era feitos cerca de 80 por dia. O Hupaa reforça que continua à disposição das autoridades visando encontrar os envolvidos e recuperar os equipamentos.

Fonte: G1 AL


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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