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Gestores do Hospital Universitário denunciam nova prática de venda de lugar em filas

A Gestão do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA) deve enviar à Polícia Federal (PF) uma nova denúncia sobre suspeita de venda de fichas para vagas nas filas para marcação de consultas e exames. O caso já está sendo investigado desde novembro de 2017.

A nova denúncia, de acordo com a assessoria de comunicação do hospital, aponta que o mesmo grupo continua com a prática irregular.

A Gestão resolveu enviar as novas provas documentais após um tumulto, que aconteceu na última terça-feira (5). Tudo teria começado após uma mulher que estava na fila começar a vender o lugar. Ela foi questionada por alguns paciente que esperavam a vez. O ocorrido foi registrado em um vídeo gravado por celular.

Dessa forma, devido a continuação da prática, o a Gestão do HUPAA adotou algumas medidas para tentar coibir a ação do grupo. De acordo com a assessoria do hospital, atualmente, as consultas e exames só podem ser marcadas por algum parente que esteja em posse do documento oficial do paciente.

Ainda segundo a assessoria do hospital, as pessoas que cometem a ação irregular, ainda não foram identificadas. A Defensoria Pública do Estado e o Ministério Público Federal estão apurando o caso.

 


Funcionários do Hospital de Santana do Ipanema são acusados de cobrar para estágio

Denúncia exposta nesta segunda-feira (28), aponta que funcionários do Hospital Regional Clodolfo Rodrigues de Melo, em Santana do Ipanema, estariam cobrando valores a alunos para a realização de estágios dentro da unidade.

O caso foi levantado pelo repórter Emílio Souza, durante o Programa Liberdade de Expressão. Ele explicou ter conversado com alunos, que disseram ter pago valores entre R$ 100 até R$ 700 para fazer o estágio.

Ainda segundo apuração, alguns desses estudantes já teriam procurado o Ministério Público para fazer as denuncias. “Nos últimos dias, 14 estudantes teriam prestado estágio na unidade. Só estes geram um total de R$ 9.800,00 embolsado pelos cobradores”, enfatizou Emílio.

O depoimentos de alunos enviados a emissora. “Sou uma ex-aluna e realmente a gente pagou valores no estágio. No primeiro pagamos R$ 100, no segundo R$ 120 e no ultimo foi R$ 140”, relatou a ouvinte identificada como Maria Aparecida.

Uma nota enviada pelo diretor administrativo do Hospital, Claudemir Mota Junior. Ele nega que a unidade cobre taxa referente a estágio e afirma que existe um convênio assinado pelas instituições envolvidas, mas não há nenhuma cláusula para essa prática.

“Se há algum tipo de cobrança de estágio é entre a Escola e o Aluno, portando o HRCRM não tem nada haver com e gerência da escola nesse assunto”, disse parte do texto.

A Promotoria de Justiça da cidade, a fim de confirmar se as denuncias já haviam mesmo chegado ao MP-AL. O assessor no local informou que a promotora responsável deverá chegar nesta terça-feira (29) e poderá posteriormente passar mais detalhes.


Após matéria, Governador Renan Filho garante vaga de UTI para criança de Palmeira dos Índios

Manuela Nascimento Foto: Arquivo Pessoal

Por Cayo César

Após o Portal da Rádio Sampaio apresentar o caso da menina Manuela Nascimento, que aguarda desde terça-feira uma vaga de UTI Pediátrica, o Governador de Alagoas, Renan Filho pediu pessoalmente para que a médica Marta Mesquita, coordenadora médica do HGE e do Hospital do Açúcar, acompanhasse o caso e garantiu uma vaga para realizar a transferência da criança.

 

No momento Manuela continua aos cuidados da pediatria do Hospital Santa Rita, ao qual já passou o relatório médico da menina para a Dra. Marta que informou que iria acompanhar o caso até o final. “Por orientação do Governador Renan Filho, vou acompanhar todo processo até o final para não dá nada errado, ajudando e agilizando.” afirmou à médica.

 

O vereador Cristiano Ramos, que é amigo pessoal da Dra. Marta e comivido com o caso que ficou sabendo pela matéria do portal, esteve no hospital para ajudar a agilizar todo o processo.

 

A tinha de Manuela, que foi quem solicitou o apoio do Portal Rádio Sampaio para conseguir a vaga, agradeceu. “Obrigada pelo apoio gente, o governador Renan entrou em contato e garantiu a transferência dela amanhã. Obrigada Rádio Sampaio por esse espaço, imensamente grata!” disse Juliana.

 

A equipe da Rádio Sampaio continuará acompanhando o caso.

 


Família faz apelo para conseguir vaga de UTI para criança de Palmeira dos Índios

Manuela Nascimento Foto: Arquivo Pessoal

Por Cayo César

Familiares da pequena Manuela Nascimento, de apenas 6 meses, entraram em contato com a equipe do Portal Rádio Sampaio, no final da tarde deste domingo,27, para fazer um apelo e tentar conseguir uma vaga em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

 

Segundo a Tia de Manuela, Juliana Nascimento, segundo ela a criança deu entrada na UPA na segunda-feira com um desconforto respiratório, sem melhoras a família procurou o Hospital Regional onde foi realizado um Raio X que constatou que um dos pulmões estava comprometido com uma Pneumonia e o outro pulmão sofria uma anomalia anatômica ao qual os órgãos abdominais estavam na região torácica comprimindo o pulmão e dificultando a respiração.

 

Devido a gravidade da situação Manuela Nascimento precisa com urgência de uma UTI Pediátrica como o Hospital Regional Santa Rita não tem esse tipo setor — apenas uma UTI Adulto — a família foi aconselhada pela médica que acompanha o caso a tentar uma vaga de UTI em outro Hospital. Segundo a tia da criança, ela permanece na enfermaria esperando pela vaga, mas sem nenhuma previsão.

 

“O último caso que foi transferido foi na quinta-feira, à médica nos informou que precisa transferir ela com urgência. Que esse tipo de caso só pode ser resolvido em Maceió” afirmou Juliana Nascimento, tia da criança.

 

Nossa equipe entrou em contato com o Hospital Regional Santa Rita mas as enfermeiras estavam em troca de plantão e ninguém pode falar sobre o caso.


‘Estou lidando com médicos, não com vigaristas’ afirma Júlio Cezar em resposta a médicos da UPA

Prefeito se pronunciou após Rádio Sampaio levar ao ar informações de que os médicos da UPA estariam limitando o atendimento 

Prefeito Júlio Cezar (Foto: Arquivo/TodoSegundo)

Por Cayo César

Na manhã desta terça-feira, 22, o Programa Nosso Encontro da Rede Sampaio de Comunicação, levantou em pauta a respeito da recusa de atendimento de um médico da Unidade de Pronto Atendimento de Palmeira dos Índios. Populares entraram em contato com nossa redação informando que teria um limite de atendimento de apenas 140 pessoas em 24 horas.

 

O relato principal que tomou as redes sócias nesse final de semana partiu de um desabafo de uma cidadã nas redes sócias, que segundo ela, procurou a UPA e foi informada que não teria o atendimento, já que já teria chegado ao limite de atendimento.

 

“Eu levei meu pai meia noite da sexta feira pra UPA 24 horas de Palmeira dos Índios, e não foi atendido, por que o médico já tinha passado da quantidade de pacientes a ser atendido. Era para ter três médicos, mas infelizmente não tinha. Fui pessoalmente na sala do médico, perguntei.. Meu pai vai ser atendido? A resposta do médico foi que eu falasse com as enfermeiras lá na sala, fui lá e falei e a resposta foi, não.. Agora eu pergunto, de quem é a culpa? Do paciente ou das autoridades? Do prefeito da cidade, vamos lá, quero resposta.”

 

O Prefeito Júlio Cezar (PSB), que estava escutando o programa, entrou imediatamente em contato com a redação e explicou no ar a situação da UPA. Segundo o Prefeito, essa determinação de atendimento não foi orientada pela prefeitura e não deveria acontecer já que compromete o atendimento a população e caracteriza crime.  “O que eu não posso é passar a mão no erro, aceitar que isso possa acontecer. Isso compromete a assistência a população, e também caracteriza omissão de socorro.” afirmou o prefeito Júlio Cezar.

 

Júlio afirmou também que ficou impressionado quando soube da informação e logo mandou apurar. “E a gente vai combinar quantas pessoas adoecem? Depois de 140 ninguém pode mais adoecer? não é para isso que esses médicos estão lá! Não é para isso que eles são pagos e fizeram juramento para atender seja quem for!”, afirmou.

 

Questionado pelo ancora do programa, Edvaldo Silva se os médicos estariam com os pagamentos em dia, o prefeito respondeu que era uma desculpa “esfarrapada” dos médicos e que eles estavam fazendo isso para “fazer jogo” e durante a leitura de um nota oficial da empresa que tem o contrato com os médicos Júlio Cezar disparou: “Mentira desses médicos! mentirosos! Eles estão mentindo, o próprio IPAS está dizendo que o pagamento está em dias.” e continuou “Médicos não é para isso, não é para está indo a uma emissora de rádio  e dizer que não está recebendo, eu estou lidando com médicos, eu não estou lidando com vigarista nem também com maloqueiros. Está tudo pago!” afirmou o prefeito.

 

Ouça a entrevista na integra:

 

 


SAMU Alagoas orienta sobre uso correto do cinto de segurança

“Desde o bebê recém-nascido até os idosos, o uso do cinto de segurança é indispensável para a proteção de todos os ocupantes de um veículo, que em casos de colisão pode salvar vidas. Mas esse dispositivo deve ser utilizado da maneira correta, com o intuito de evitar graves traumas no momento de um possível acidente automobilístico”. O alerta é da enfermeira do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Alagoas, Karla Gonzaga.

cinto de segurança é obrigatório e foi instituído pela Lei Nº 9.503/1997, que criou o Código Brasileiro de Trânsito (CTB). Em seu artigo 65º, ele determina que, além do motorista, todos os passageiros também devem utilizar o dispositivo. Enfatiza, ainda, que o não cumprimento dessa determinação representa uma penalidade grave, com a perda de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa de R$195,23.

De acordo com Karla Gonzaga, enfermeira do Samu Maceió, a população ainda precisa entender que, colocar o cinto de segurança não pode ser uma atitude tomada somente para não levar uma multa. Ainda de acordo com ela, é necessário ter a consciência de que, caso seja mal colocado, pode trazer complicações em casos de colisão.

“Muitas pessoas colocam a parte de baixo do cinto no meio da barriga, na região do umbigo. Com isso, caso ocorra uma batida, em razão da intensidade do choque, o cinto pode causar traumas na região abdominal, lesionando vários órgãos internos, como o intestino, por exemplo, e pode acabar gerando uma hemorragia interna, em razão desse posicionamento errado”, explicou a socorrista.

Posicionamento Correto – A enfermeira do Samu ainda fala sobre o posicionamento correto do dispositivo. “O cinto deve ser colocado na cintura, e a parte superior em cima da clavícula, passando por cima do tórax. Caso essa segunda parte esteja na altura do pescoço, os traumas seriam lesões na cervical ou até fratura na clavícula”, salientou.

Segundo dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, a utilização do cinto de segurança no banco da frente diminui o risco de morte em 45%, nos passageiros do banco traseiro essa redução pode chegar a 75%. Também é importante colocar os apoios de cabeça bem ajustados, conforme a altura dos ocupantes do veículo.

“O apoio deve estar no nível do meio da cabeça para cima. Caso contrário, em situações de colisão, podem gerar traumas na região cervical, que podem ser causados pelo efeito chicote, que acontece quando há um movimento brusco e repentino da cabeça para trás e para frente”, ressalta.

Gestantes também devem usar – Mesmo as mulheres que estão esperando um bebê devem usar o cinto de segurança. E segundo Karla Gonzaga o dispositivo deve ser utilizado independente do mês de gestação.

“As orientações para a utilização do cinto de segurança por gestantes é semelhante a qualquer outro passageiro, por cima da pelve, posicionando por baixo da barriga, tendo como referência o osso do quadril e o ‘fundo do útero’. Caso essa mulher use de maneira incorreta, durante uma colisão o cinto pode comprometer vários órgãos e a situação mais grave seria o sofrimento fetal, pela compressão uterina”, afirmou a enfermeira.

Essa é a primeira ação tomada por Juliana Canuto, 34 anos, grávida de sete meses da primeira filha, Alice. Ela conta que, quando entra em veículo, não importando se o destino é perto ou longe de casa, se é um passeio pela cidade ou uma viagem mais longa para o interior, coloca imediatamente o cinto de segurança.

“Não sabia que tinha uma maneira correta de utilizar esse equipamento. Nunca questionei isso para nenhum médico, mas, para mim, é algo natural colocar o cinto de segurança. O que eu tenho feito nos últimos tempos, com o decorrer da gravidez, é tentar ficar o mais confortável possível quando estou no carro e, acho que, por instinto, sempre passo o cinto por baixo da barriga e na altura do quadril”, contou a fisioterapeuta.

Transporte de crianças menores de 10 anos – Em 2008, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicou a resolução número 277 para tratar sobre a utilização de dispositivos de retenção para o transporte de crianças menores de 10 anos.

Todas as crianças com idade inferior a 10 anos devem ser transportadas no banco traseiro e, dependendo da idade, deverá ser utilizado um desses equipamentos: bebê conforto (até um ano), cadeirinha (de 1 a 4 anos), assento de elevação (4 a 7 anos e meio) e o cinto de segurança (7 anos e meio até 10).

Atendimentos de trânsito 2018 – Nos primeiros quatro meses do ano, o Samu Alagoas foi acionado para 2.712 acidentes de trânsito, sendo 1.242 ocorrências pela Central de Regulação de Arapiraca e 1.470 pela Central Maceió. Na capital do Estado e na região metropolitana de Maceió, foram 821 acidentes, com o mais recorrente sendo colisão entre carro e moto (345), seguido das quedas de moto (174).

Fonte: Sesau

Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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