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Ministério da Saúde aponta que casos de dengue recuam 29% em Alagoas

Os casos de dengue registrados em Alagoas recuaram 29% de janeiro a outubro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo boletim divulgado nessa terça-feira (13), pelo Ministério da Saúde.

De acordo com os dados, a incidência da doença diminuiu de 79,2 casos para cada 100 mil habitantes, no ano passado, para 56,2 casos para cada 100 mil habitantes em 2018.

Os dados do Ministério da Saúde revelam também que o número de mortes recuou pela metade este ano, na comparação com o ano passado, passando de quatro para dois.

O levantamento do governo federal mostra ainda que os casos de chikungunya registrados em Alagoas de janeiro a outubro deste ano recuou 61,19%, saindo de 13,4 para cada 100 mil habitantes para 5,2 casos por 100 mil. De acordo com o ministério, o estado não registrou nenhuma morte decorrente da doença nos dois últimos anos.

Já a incidência de doenças provocadas pelo vírus zika caiu 24,13% este ano, na comparação com o ano passado, recaindo de 5,8 casos para cada 100 mil habitantes para 4,4 casos na mesma proporção.

Nesta terça-feira, o Ministério da Saúde lançou campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti que visa mobilizar toda a população sobre a importância de intensificar, neste período que antecede o verão, as ações de prevenção contra o mosquito, que transmite dengue, zika e chikungunya.

Segundo o ministério, os meses de novembro a maio são considerados o período epidêmico para as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, porque o calor e as chuvas são condições ideais para a proliferação do mosquito.

“É o momento em que todos – União, estado e municípios, e a população em geral – devem ter maior atenção e intensificar os esforços para não deixar a larva do mosquito nascer”, explica o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Divino Martins.

“No caso da população, além dos cuidados, como não deixar água parada nos vasos de plantas, é possível verificar melhor as residências, apoiando o trabalho dos agentes de endemias”, ressalta.

Ele informa que além do lançamento da campanha, está prevista ainda, para o final de novembro, a divulgação do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), ferramenta utilizada para identificar os locais com focos do mosquito nos municípios.

“Com base nas informações coletadas, os gestores podem identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de depósito onde as larvas foram encontradas”, explica.


Pediatra alerta sobre a gastroenterite comum durante o verão

Com o aumento da temperatura durante o verão, o aparecimento de algumas doenças se torna comum, a exemplo da gastroenterite – uma inflamação no trato digestivo que resulta em vômitos e/ou diarreia. Os atendimentos desse caso chegam a atingir 50% dos pacientes atendidos pela pediatra Anna Márcia Maranhão, em dias quentes.

As crianças menores de cinco anos são as mais suscetíveis e a melhor forma de evitar o quadro é com o cuidado com a higiene e com o armazenamento de água e alimentos.

Há cerca de três semanas o filho de Patrícia Brito, Bruno, de 10 anos, deixou de apresentar os principais sintomas da gastroenterite: o vômito e a diarreia. Mas por cerca de três semanas, anteriores, Bruno também apresentou febre acompanhada de virose, garganta inflamada e aftas. “Ele ficou com a imunidade baixa, emagreceu bastante durante esse período e não conseguia comer direito. Ele também ficou sem ir a escola e até hoje ainda apresenta algum incomodo na garganta”, contou Patrícia.

Quando Bruno começou a apresentar os sintomas, Patrícia o levou a emergência médica e lá ao seu filho foi receitado remédio para enjoo, soro e a ingestão de bastante água. Apesar da melhora no quadro, o próximo passo da família será levar Bruno para um gastroenterologista, para investigar o quadro a fundo.

Segundo a médica pediatra Anna Márcia Maranhão, a transmissão da gastroenterite é fecal-oral e os sintomas da doença se apresentam por colocar objetos contaminados na boca e também pela ingestão de alimentos e água contaminados. “O causador da gastroenterite pode ser o vírus, a bactéria ou o parasita e o tratamento vai depender de cada causador. Mas o cuidado principal que se deve ter para evitar a doença é por meio da manutenção da hidratação com sais para reidratação oral, água e sucos”, informou.

A médica ainda ressaltou que são muitos os casos que chegam até ela de sintomas que indicam a gastroenterite, que o número de casos, em dias quentes, podem ultrapassar os 50%, e que, além do vômito e da diarreia, a criança ainda pode apresentar febre e dores abdominais.

Ela também explica que o verão se torna o ambiente mais propício para a proliferação da doença devido as chances de contaminação dos alimentos aumentada pelo calor e também por ser a época das férias, viagens e de idas frequentes a praia e piscinas.


Uncisal cria espaço para crianças com síndrome congênita do Zika vírus

As crianças portadoras da síndrome congênita do Zika vírus atendidas pela Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) contam, agora, com um espaço de apoio no local. Inaugurado este mês, o “Espaço Família” foi estruturado para oferecer conforto a quem busca atendimento no Centro Especializado em Reabilitação IV (CER IV), vinculado à instituição. A Uncisal é referência no atendimento a crianças com microcefalia em Alagoas.

A proposta do espaço, segundo o reitor da Uncisal, professor Henrique Costa, é ser um ponto de apoio para pais que levam os filhos ao atendimento especializado da universidade e acabam permanecendo por várias horas, entre consultas e terapias. O local conta com sofá, poltrona para amamentação, TV, trocador, três carrinhos de transporte, além de pia e utensílios domésticos que podem auxiliar no preparo de refeições para as crianças.

De acordo com Henrique Costa, embora recém-inaugurado, o local deve ser ampliado em breve, quando um processo licitatório for concluído. A ampliação vai incluir a construção de um banheiro exclusivo para os pacientes, no qual seja possível, inclusive, banhar as crianças enquanto aguardam o horário das consultas médicas.

“A ideia é gerar mais conforto para os pais e para as crianças. Nós recebemos um número elevado de pacientes que vêm do interior do estado, ou até mesmo de bairros distantes da capital, e que passavam muitas horas em atendimento de fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional . Com o Espaço Família, vamos proporcionar um local adequado e prestar um melhor serviço”, explicou o reitor.

Conforme a vice-reitora da Uncisal, professora Ilka Soares, a criação de um espaço adequado para receber pais de pacientes com a síndrome congênita do Zika vírus é uma forma de a instituição acolher essas pessoas. “É um aconchego que nós oferecemos. Nós sabemos como é difícil essa luta diária. Há mães que passam de segunda a sexta com os filhos em tratamento”, explica.

A construção do Espaço Família contou com a colaboração da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e com a doação de voluntários. A iniciativa atende a uma demanda da Associação das Famílias de Anjos do Estado de Alagoas, que reúne mães de portadores da síndrome congênita do Zika vírus.

“É importante agradecer a todos que colaboraram para que esse espaço fosse criado: a Secretaria da Fazenda, que nos disponibilizou recursos; os servidores do CER e dos setores administrativos da Uncisal; e todos os que fizeram doações para que o local pudesse abrir as portas”, complementou a vice-reitora.

Serviço de referência

Por meio do Centro Especializado em Reabilitação (CER), a Uncisal oferece serviços de fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional a pacientes diagnosticados com a síndrome. Atualmente o CER atende cerca de 50 crianças portadoras da síndrome congênita do Zika vírus.

O Centro Especializado em Reabilitação IV (CER IV) é uma unidade complementar da Uncisal. O acompanhamento para crianças, adultos e idosos é gratuito e pode ser solicitado após encaminhamento de um médico atestando o problema de saúde do paciente. São realizados cerca de 250 atendimentos por semana nas áreas de fonoaudiologia, fisioterapia e terapia ocupacional.

O CER IV também é responsável pela distribuição gratuita de aparelhos auditivos. Para receber os aparelhos auditivos é necessário que, além do encaminhamento, o paciente tenha sido avaliado por um otorrinolaringologista do Centro.

Na área da fonoaudiologia, o CER é referência em prevenção, orientação e terapia dos distúrbios da comunicação humana que interferem na qualidade de interação social do homem, desenvolvendo atividades interrelacionadas de ensino, pesquisa, extensão e assistência.

Na área da terapia ocupacional, o local é referência na assistência às pessoas portadoras de necessidades especiais, ao idoso, à criança em situação de risco, além de ações voltadas à saúde do trabalhador e saúde mental. Já na fisioterapia, o espaço trabalha na área das disfunções neurológicas do adulto e infantil, traumas ortopédicos, cardiovasculares e pulmonares.

Além das reabilitações, os pacientes contam com acompanhamento de várias especialidades médicas como neurologista, pediatra, ortopedista, oftalmologista e otorrinolaringologista. Para ser atendido no CER, o paciente precisa do encaminhamento de qualquer profissional de saúde indicando a necessidade.


Vídeo: sete pessoas já morreram de Leishmaniose em Alagoas só em 2018

De janeiro até o mês de outubro deste ano, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) registrou 71 casos de Leishmaniose em Alagoas. Dos infectados, 16 morreram. Sete casos já foram confirmados enquanto os outros nove ainda são investigados.

O aumento nos casos, principalmente nas regiões do Agreste e Sertão, fez com que o Estado buscasse junto às prefeituras do interior uma parceria, na tentativa de frear avanço da doença, inclusive diagnosticando cães infectados.

O agente transmissor da doença é um inseto conhecido popularmente como “mosquito palha”. A doença tanto atinge humanos como animais, podendo causar a morte do indívuduo, pois afeta sua medula.

Caso comprovada a presença da doença em animais, indica-se, inicialmente, o tratamento. Eles só poderão ser sacrificados com a autorização de seus respectivos donos.

Assista a reportagem completa:


Exposição mostra ensaio fotográfico de pacientes com câncer de mama

Até o fim deste mês, em comemoração ao Outubro Rosa, uma exposição de fotos de mulheres que tiveram câncer de mama ficará disponível no Parque Shopping, no bairro de Cruz das Almas. O lançamento dos totens com as fotografias das pacientes aconteceu na noite desta terça-feira (16).

A ação é uma iniciativa do Hospital Cliom e tem como propósito de celebrar a luta dessas pacientes durante este mês de conscientização da população, como explicou a diretora administrativa da unidade de saúde, Keyla Casteliano. “Para as pacientes, participar do ensaio fotográfico foi um afago na autoestima. Elas puderam expor suas belezas e mostrar sua força nesse momento delicado, servindo também de inspiração para outras mulheres”, disse.

Para a paciente Cícera da Silva Gomes, participar da sessão de fotos foi muito gratificante. Ela descobriu o câncer em janeiro do ano passado e, em novembro, precisou amputar o braço em decorrência da doença.”A gente está nessa luta para mostrar às pessoas que a gente venceu. Estou viva por um milagre de Deus com a ajuda dos médicos. Me sinto ótima e só tenho a agradecer pela minha vida”, falou.

Maria do Socorro, de 67 anos, revelou que achou sensacional participar da ação. Ela descobriu a doença há um ano e sete meses e, apesar do diagnóstico de cura, continua fazendo tratamentos. “Para mim é uma benção. Tenho uma gratidão muito grande em ter ficado boa e conseguir estar aqui hoje”, disse.

A psicóloga Luciana Martins explicou que o câncer de mama é um estigma e sempre fica um ‘fantasma’ quando o assunto é câncer. Segundo a especialista, ações como essa valorizam as mulheres e as fazem elevar a autoestima e ter uma motivação na vida. “Algumas delas ficam mutiladas e a autoestima baixa após a mastectomia. Mas elas são pessoas completas e queremos que enxerguem isso”, explicou.


Doenças ligadas à falta de saneamento geram custo de R$ 100 mi ao SUS

As internações hospitalares de pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS), em todo o país, por doenças causadas pela falta de saneamento básico e acesso à água de qualidade, ao longo de 2017, geraram um custo de R$ 100 milhões. De acordo com dados do Ministério da Saúde, ao todo, foram 263,4 mil internações. O número ainda é elevado, mesmo com o decréscimo em relação aos casos registrados no ano anterior, quando 350,9 mil internações geraram custo de R$ 129 milhões.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada dólar investido em água e saneamento resultaria em uma economia de US$ 4,3 em custos de saúde no mundo. Recentemente, organizações ligadas ao setor privado de saneamento, reunidas em São Paulo, reforçaram a teoria da economia produzida por este investimento. Pelas contas do grupo, a universalização do saneamento básico no Brasil geraria uma economia anual de R$ 1,4 bilhão em gastos na área da saúde.

No mesmo evento – Encontro Nacional das Águas – os representantes das empresas apontaram que dos 5.570 municípios do país, apenas 1.600 têm pelo menos uma estação de tratamento de esgoto e 100 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à tratamento de esgoto.Atualmente, de acordo com o Instituto Trata Brasil, apenas 44,92% dos esgotos coletados no país são tratados. O Brasil tem uma meta de universalização do saneamento até 2033. Este objetivo previsto no Plano Nacional de Saneamento Básico, representaria um gasto de cerca de R$ 15 bilhões anuais, ao longo de 20 anos. E este é um dos desafios para os governantes a serem eleitos em outubro.

A reportagem da Agência Brasil visitou Maceió, capital de Alagoas, cidade onde o percentual de coleta de esgoto é 11 pontos percentuais inferior à media do país (51,9%).

Maceió

Quem chega a Maceió logo se deslumbra com azul do mar e a simpatia dos moradores. Mas, basta um olhar mais atento em direção oposta à praia para concluir que o deleite visual produzido pela natureza disputa espaço com canais de esgoto a céu aberto. O mais grave é que grande parte dos dejetos, que corre ao longo de rios e riachos e cruza diversos bairros da cidade, acaba desaguando no mar.

“Temos praias lindas, mas nós não usamos porque sabemos que são bem poluídas. Temos a Lagoa Mundaú, dentro da cidade, e correndo para ela que tem vários braços de rios e riachos que, inclusive passam por bairros nobres, e todos servem para despejo de dejetos e lixos das casas”, lamentou a advogada Rita Mendonça.

Alagoana e atuante em direitos humanos, Rita reconhece que foram feitos investimentos na área de saneamento, mas a população cresceu em velocidade desproporcional aos recursos aplicados. Outro alerta recai sobre a falta de conscientização dos próprios habitantes. “As pessoas jogam lixo nesses rios e riachos porque não podem esperar o lixeiro passar. E todos desembocam no mar”, lamentou.

A realidade para quem vive o dia a dia na capital alagoana tem reflexos que vão além da balneabilidade das praias urbanas. Na economia, famílias que já vivem em situações mais precárias e dependem da pesca do sururu correm o risco de terem a fonte de renda comprometida. Em 2014, o molusco, largamente encontrado nas regiões lacustres de Alagoas em função dos encontros de água doce e salgada, foi registrado como patrimônio imaterial do estado. Moradores, agora, relatam e lamentam a redução do volume pescado em decorrência da poluição da água.

O comércio é também alvo do problema. Empresária e dona de uma loja de roupas no bairro da Jatiúca, Vanessa Taveiros, aponta para o esgoto que corre ao lado de um dos restaurantes mais badalados de Maceió. “Já foram feitas várias denúncias e nada é feito. Quando chove, tudo fica alagado, tem ruas aqui na Jatiúca que nenhum carro passa e os lojistas ficam sem vender porque fica tudo interditado”, disse.

Na saúde, os problemas relacionados ao saneamento aparecem em números de sete dígitos. Segundo o Ministério da Saúde, em todo o estado, ao longo de 2017, foram gastos mais de R$ 2,2 milhões com 5.183 internações no SUS de pacientes com doenças ligadas à falta de saneamento básico e acesso à água de qualidade. No mesmo ano, em todo o país, o total de gastos com este tipo de internação somou R$ 100 milhões.

O rol dessas doenças inclui desde diarreias e problemas dermatológicos até infecções mais graves, cólera, sarampo, além do agravamento de epidemias, já que a exposição do esgoto a céu aberto aumenta condições para a proliferação do mosquito transmissor de dengue, chikungunya e zika.

Maceió não é uma cidade planejada e é possível ver que o problema do saneamento afeta todas as classes econômicas. Algumas ruas começam na praia, como na Jatíuca, com prédios e casas visualmente de classe média alta, e terminam em trechos extremamente pobres. O despejo de lixo nos rios e riachos é feito por parte da própria população, mas também é parte dos alagoanos que lamenta os efeitos dessa prática.

“Não vou esquecer nunca. A gente saia da escola e vinha direto para a Praia da Avenida. Era aqui que passávamos os finais de semana com a família também. Agora é impossível”, lamentou o taxista, de 54 anos, que não quis se identificar. Segundo ele, até dejetos de um hospital foram lançados pelo canal que desemboca na praia que faz parte de seu imaginário.

A concessão dos serviços de saneamento é da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) que, em função do período eleitoral, preferiu não conceder entrevistas. Em nota enviada à Agência Brasil, assessores informaram que, dos 102 municípios do estado, a Casal opera em 77. Desses, 12 têm rede coletora de esgoto, incluindo Maceió. Em vários municípios do interior, existem obras de implantação de rede da Funasa e da Codevasf, que são órgãos federais. “Somente após a conclusão dessas obras é que os sistemas são entregues para a Casal operar”, destacaram os assessores.

De acordo com o Ministério das Cidades, estão previstos no orçamento investimentos da ordem de R$ 277 milhões para a capital alagoana. Esse total inclui desde abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e estudos e projetos. “Já foram concluídos 5 empreendimentos, no valor de R$ 76,5 milhões, beneficiando 83,8 mil famílias”, informou a assessoria do órgão.

Ainda diante de números produzidos pela pasta – divulgados pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) – em 2016, 96,2% da população de Maceió foram atendidas com rede geral de abastecimento de água e 40,3%, com coleta de esgoto, “independentemente de existir tratamento”. Com relação ao total da população representada pelos municípios que responderam ao SNIS no ano de referência, Maceió tem o índice de abastecimento de água superior à média do Brasil (93%) e índice de atendimento total de esgoto 11 pontos percentuais inferior ao do país (51,9%).


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