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‘Estou lidando com médicos, não com vigaristas’ afirma Júlio Cezar em resposta a médicos da UPA

Prefeito se pronunciou após Rádio Sampaio levar ao ar informações de que os médicos da UPA estariam limitando o atendimento 

Prefeito Júlio Cezar (Foto: Arquivo/TodoSegundo)

Por Cayo César

Na manhã desta terça-feira, 22, o Programa Nosso Encontro da Rede Sampaio de Comunicação, levantou em pauta a respeito da recusa de atendimento de um médico da Unidade de Pronto Atendimento de Palmeira dos Índios. Populares entraram em contato com nossa redação informando que teria um limite de atendimento de apenas 140 pessoas em 24 horas.

 

O relato principal que tomou as redes sócias nesse final de semana partiu de um desabafo de uma cidadã nas redes sócias, que segundo ela, procurou a UPA e foi informada que não teria o atendimento, já que já teria chegado ao limite de atendimento.

 

“Eu levei meu pai meia noite da sexta feira pra UPA 24 horas de Palmeira dos Índios, e não foi atendido, por que o médico já tinha passado da quantidade de pacientes a ser atendido. Era para ter três médicos, mas infelizmente não tinha. Fui pessoalmente na sala do médico, perguntei.. Meu pai vai ser atendido? A resposta do médico foi que eu falasse com as enfermeiras lá na sala, fui lá e falei e a resposta foi, não.. Agora eu pergunto, de quem é a culpa? Do paciente ou das autoridades? Do prefeito da cidade, vamos lá, quero resposta.”

 

O Prefeito Júlio Cezar (PSB), que estava escutando o programa, entrou imediatamente em contato com a redação e explicou no ar a situação da UPA. Segundo o Prefeito, essa determinação de atendimento não foi orientada pela prefeitura e não deveria acontecer já que compromete o atendimento a população e caracteriza crime.  “O que eu não posso é passar a mão no erro, aceitar que isso possa acontecer. Isso compromete a assistência a população, e também caracteriza omissão de socorro.” afirmou o prefeito Júlio Cezar.

 

Júlio afirmou também que ficou impressionado quando soube da informação e logo mandou apurar. “E a gente vai combinar quantas pessoas adoecem? Depois de 140 ninguém pode mais adoecer? não é para isso que esses médicos estão lá! Não é para isso que eles são pagos e fizeram juramento para atender seja quem for!”, afirmou.

 

Questionado pelo ancora do programa, Edvaldo Silva se os médicos estariam com os pagamentos em dia, o prefeito respondeu que era uma desculpa “esfarrapada” dos médicos e que eles estavam fazendo isso para “fazer jogo” e durante a leitura de um nota oficial da empresa que tem o contrato com os médicos Júlio Cezar disparou: “Mentira desses médicos! mentirosos! Eles estão mentindo, o próprio IPAS está dizendo que o pagamento está em dias.” e continuou “Médicos não é para isso, não é para está indo a uma emissora de rádio  e dizer que não está recebendo, eu estou lidando com médicos, eu não estou lidando com vigarista nem também com maloqueiros. Está tudo pago!” afirmou o prefeito.

 

Ouça a entrevista na integra:

 

 


SAMU Alagoas orienta sobre uso correto do cinto de segurança

“Desde o bebê recém-nascido até os idosos, o uso do cinto de segurança é indispensável para a proteção de todos os ocupantes de um veículo, que em casos de colisão pode salvar vidas. Mas esse dispositivo deve ser utilizado da maneira correta, com o intuito de evitar graves traumas no momento de um possível acidente automobilístico”. O alerta é da enfermeira do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Alagoas, Karla Gonzaga.

cinto de segurança é obrigatório e foi instituído pela Lei Nº 9.503/1997, que criou o Código Brasileiro de Trânsito (CTB). Em seu artigo 65º, ele determina que, além do motorista, todos os passageiros também devem utilizar o dispositivo. Enfatiza, ainda, que o não cumprimento dessa determinação representa uma penalidade grave, com a perda de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa de R$195,23.

De acordo com Karla Gonzaga, enfermeira do Samu Maceió, a população ainda precisa entender que, colocar o cinto de segurança não pode ser uma atitude tomada somente para não levar uma multa. Ainda de acordo com ela, é necessário ter a consciência de que, caso seja mal colocado, pode trazer complicações em casos de colisão.

“Muitas pessoas colocam a parte de baixo do cinto no meio da barriga, na região do umbigo. Com isso, caso ocorra uma batida, em razão da intensidade do choque, o cinto pode causar traumas na região abdominal, lesionando vários órgãos internos, como o intestino, por exemplo, e pode acabar gerando uma hemorragia interna, em razão desse posicionamento errado”, explicou a socorrista.

Posicionamento Correto – A enfermeira do Samu ainda fala sobre o posicionamento correto do dispositivo. “O cinto deve ser colocado na cintura, e a parte superior em cima da clavícula, passando por cima do tórax. Caso essa segunda parte esteja na altura do pescoço, os traumas seriam lesões na cervical ou até fratura na clavícula”, salientou.

Segundo dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, a utilização do cinto de segurança no banco da frente diminui o risco de morte em 45%, nos passageiros do banco traseiro essa redução pode chegar a 75%. Também é importante colocar os apoios de cabeça bem ajustados, conforme a altura dos ocupantes do veículo.

“O apoio deve estar no nível do meio da cabeça para cima. Caso contrário, em situações de colisão, podem gerar traumas na região cervical, que podem ser causados pelo efeito chicote, que acontece quando há um movimento brusco e repentino da cabeça para trás e para frente”, ressalta.

Gestantes também devem usar – Mesmo as mulheres que estão esperando um bebê devem usar o cinto de segurança. E segundo Karla Gonzaga o dispositivo deve ser utilizado independente do mês de gestação.

“As orientações para a utilização do cinto de segurança por gestantes é semelhante a qualquer outro passageiro, por cima da pelve, posicionando por baixo da barriga, tendo como referência o osso do quadril e o ‘fundo do útero’. Caso essa mulher use de maneira incorreta, durante uma colisão o cinto pode comprometer vários órgãos e a situação mais grave seria o sofrimento fetal, pela compressão uterina”, afirmou a enfermeira.

Essa é a primeira ação tomada por Juliana Canuto, 34 anos, grávida de sete meses da primeira filha, Alice. Ela conta que, quando entra em veículo, não importando se o destino é perto ou longe de casa, se é um passeio pela cidade ou uma viagem mais longa para o interior, coloca imediatamente o cinto de segurança.

“Não sabia que tinha uma maneira correta de utilizar esse equipamento. Nunca questionei isso para nenhum médico, mas, para mim, é algo natural colocar o cinto de segurança. O que eu tenho feito nos últimos tempos, com o decorrer da gravidez, é tentar ficar o mais confortável possível quando estou no carro e, acho que, por instinto, sempre passo o cinto por baixo da barriga e na altura do quadril”, contou a fisioterapeuta.

Transporte de crianças menores de 10 anos – Em 2008, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicou a resolução número 277 para tratar sobre a utilização de dispositivos de retenção para o transporte de crianças menores de 10 anos.

Todas as crianças com idade inferior a 10 anos devem ser transportadas no banco traseiro e, dependendo da idade, deverá ser utilizado um desses equipamentos: bebê conforto (até um ano), cadeirinha (de 1 a 4 anos), assento de elevação (4 a 7 anos e meio) e o cinto de segurança (7 anos e meio até 10).

Atendimentos de trânsito 2018 – Nos primeiros quatro meses do ano, o Samu Alagoas foi acionado para 2.712 acidentes de trânsito, sendo 1.242 ocorrências pela Central de Regulação de Arapiraca e 1.470 pela Central Maceió. Na capital do Estado e na região metropolitana de Maceió, foram 821 acidentes, com o mais recorrente sendo colisão entre carro e moto (345), seguido das quedas de moto (174).

Fonte: Sesau

Alagoas registra aumento de quase 200% nos casos suspeitos de Zika em 2018

Dados do último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (15) apontam que, em Alagoas, houve um aumentou de aproximadamente 200% no número de casos prováveis do Zika vírus. O boletim traz os dados referentes ao período compreendido entre 31 de dezembro de 2017 e 14 de abril deste ano, comparando-os com igual período do ano passado.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, as cidades sertanejas de Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia aparecem como as campeãs em incidência de casos prováveis de Zika, com 182,5 e 129,3 registros por 100 mil habitantes, respectivamente.
Na contramão destes índices, o número de casos de dengue diminuiu 32% no mesmo período. Em 2017, o estado registrou 690 casos prováveis, enquanto que em 2018 este número caiu para 469.

Com relação ao tipo grave da doença, houve um aumento dos casos com “sinais de alerta”, saltando de três para cinco. Contudo, nenhum óbito chegou a ser registrado.

Já a maior redução no número de casos em Alagoas envolveu a Chikungunya, onde, no período em questão, contabilizou-se 82,5% registros a menos – caíram de 240 para 42 as notificações da doença, sem que nenhum óbito tenha sido confirmado nos dois anos.
A assessoria da Sesau encaminhou uma nota de esclarecimento, ressaltando o apoio dado aos municípios no combate ao mosquito transmissor.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) esclarece que tem prestando assistência técnica aos municípios alagoanos nas ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, uma vez que o trabalho de busca ativa dos focos do mosquito é de responsabilidade dos agentes municipais endemias. Salienta, no entanto, que o trabalho dos agentes públicos só tem eficácia se cada cidadão cuidar da limpeza de sua residência, adotando práticas como, evitar o acúmulo de água limpa e parada, o cultivo de plantas aquáticas, além de evitar lixo e recipientes que juntem água limpa, uma vez que ela se configura como espaço propício para a proliferação criadouros.


Secretaria de Saúde confirma primeira morte por H1N1 em Alagoas

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) conformou na tarde desta terça-feira, 15, a primeira morte pelo vírus H1N1, no Estado de Alagoas, em 2018. Segundo informações da assessoria de comunicação da pasta, a vítima é um homem idoso, do sexo masculino, que estava internado em um hospital de Maceió, cujo nome não foi informado.

A coordenadora do Núcleo de Doenças Imunopreveníveis da Sesau, Claudiane Nascimento, alerta que a população precisa se prevenir contra a influenza tomando a vacina, que está disponível nas unidades de saúde dos municípios. Segundo dados da Sesau, até o momento menos de 50% da cobertura vacinal foi alcançada pela campanha. A Campanha de Vacinação se encerra no dia 1º de junho.

NOTIFICAÇÃO DE CASOS DE INFLUENZA EM ALAGOAS

2016 – 52 Casos confirmados – 10 óbitos
2017 – 10 Casos confirmados – 03 óbitos

2018 – 17 confirmados
15 – H1N1
02 – H3N2
Em investigação – 06 casos

Público Alvo

Para 2018, o MS estipulou que deverão ser vacinados, além de indivíduos com 60 anos ou mais de idade, as crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores da saúde, os professores das escolas públicas e privadas, além das comunidades indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade, sob medidas socioeducativas; a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) esclarece que a Influenza é uma infecção viral aguda do sistema respiratório. Salienta que, em Alagoas, circulam dois subtipos, o H1N1 (desde 2009) e o H3N2 (desde 2014).


Trotes para o SAMU caem mais de 18% no primeiro quadrimestre de 2018

O Serviço de atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Alagoas registrou, no primeiro quadrimestre deste ano, uma queda de 18,76% no número de trotes recebidos, quando comparado com o mesmo período de 2017. Em números absolutos, o percentual representa uma redução de 28.685 chamadas indevidas para o número 192, uma vez que, no ano passado, foram 152.825 trotes, contra 124.140 no período de janeiro a abril de 2018.

A redução obtida é reflexo do sucesso de projetos de conscientização promovidos pelo órgão, a exemplo do Samu nas Escolas e o Conheça o Samu, desenvolvidos ao longo dos anos. Nesta sexta-feira (11), por exemplo, o Projeto Samu nas Escolas esteve na unidade escolar Rosalvo Lobo, no bairro Jatiúca, em Maceió.

De acordo com o major Dárbio Alvim, supervisor do Samu Maceió, no mês de abril foram registrados, durante sete dias, índices de trotes menores do que 50% do total de ligações recebidas. Ainda de acordo com ele, essa porcentagem diária chegou a ser maior do que 60%.

“No dia 22 do mês passado, registramos 42,09% das nossas ligações como sendo trotes. Foram 974 ligações recebidas no número 192 e, dessas, 410 foram trotes. É algo que devemos comemorar, e nos incentiva a cada vez mais dar andamento nos nossos projetos educativos para a população, como o Samu nas Escolas e o Conheça o Samu. O índice geral de trotes em 2018 está em 59,07%, nos quatro primeiros meses de 2017 foi de 66,74%. Isso mostra que, por meio das ações de conscientização, temos conseguido, aos poucos, mudar essa realidade”, destacou o supervisor.

Mas a quantidade desse tipo de ligação ainda é uma preocupação para o Samu Alagoas. Somente no mês passado, a Central Maceió recebeu 17.028 trotes, o que representou 53,57% das chamadas totais. Já no Samu Arapiraca não foi diferente. Das 16.749 ligações recebidas em abril, 9.866 foram trotes, representando 58,90% das ligações para o 192.

Ações de Conscientização – Um projeto que já vem sendo desenvolvido desde 2014 é o Samu nas Escolas, executado em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Ele leva informações até crianças e adolescentes de colégios públicos e privados, evidenciando os prejuízos que os trotes causam para o serviço.

As ações acontecem todas às sextas-feiras, com a participação de 66 acadêmicos de enfermagem, medicina, e serviço social de instituições de ensino superior de Maceió. Em todas as edições, eles passam noções de primeiros socorros em situações que envolvam vítimas de engasgos, choque elétrico, desmaios, fraturas e queimaduras.

Para Goretti Bastos, assistente social do Samu Maceió, durante as ações, a linguagem utilizada é de fácil compreensão pelos jovens. Com isso, eles terão facilidade de multiplicar as informações para os colegas e familiares.

“A redução dos trotes é fruto de um trabalho continuado de conscientização, realizado ao longo dos anos, onde temos conseguido atingir tanto os alunos, como interagirmos com a comunidade escolar. Também incentivamos que as crianças reproduzam o que aprenderam, conversando em casa ou com os colegas que não tiveram a oportunidade de participar da ação, para que saibam a importância do Samu”, afirmou a assistente social.

Este ano o Samu nas Escolas já passou por 12 instituições, levando informação para aproximadamente 900 estudantes. O Conheça o Samu teve início em 2017, envolvendo diretamente pessoas de todas as idades, onde os próprios socorristas mostram a rotina de trabalho com o atendimento pré-hospitalar.

Eles também apresentam as noções de primeiros socorros, sempre alertando sobre os trotes e sobre quando o número 192 deve ser acionado. O projeto teve sete edições, passando por Maceió, Arapiraca, Murici e União dos Palmares, e levando informações sobre o Samu para 2.567 alagoanos.

Nos dois projetos, os participantes têm a oportunidade de conhecer o interior das ambulâncias do Samu, que pode ser uma Unidade de Suporte Básico (USB) ou uma Unidade de Suporte Avançado (USA).


Cliente encontra pedaço de plástico em lanche de lanchonete de Palmeira dos Índios

Foto: Cortesia/Internauta

Portal Rádio Sampaio

Uma cliente que preferiu não se identificar, encontrou um pedaço de plástico, enquanto comia um lanche, em uma famosa lanchonete em Palmeira dos Índios, agreste alagoano.

 

Segundo a cliente, ela teria saído com seu namorado para comer um lanche, no local eles teriam pedido dois salgados e sucos para comerem, após parti o lanche, ela percebeu algo estranho, ao olhar direito o salgado eles perceberam que tinha uma pedaço de plástico no meio do lanche.

 

A cliente informou ainda que chamou o garçom para comunicar o ocorrido e pedir a conta. “Ninguém da gerência do estabelecimento foi até a mesa falar sobre o acontecido, e exigiram o pagamento completo do lanche, mesmo sem a gente ter consumido devido o objeto estranho está no alimento.” informou o casal.

 

O casal ainda tentou questionar, mas não obtiveram êxito, para evitar tumultos, eles pagaram a conta e foram embora. Nossa equipe entrou em contato com a lanchonete para saber do ocorrido, mas nossas ligações não foram atendidas.