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Clinica Analise Saúde e radio Sampaio 94.5 FM presenteiam 10 mulheres com exames e consultas médicas em homenagem ao dia das mães.

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doutor Phelipe Brandão, um dos proprietários da Clinica Analise Saúde

Em homenagem as mães de Palmeira dos Índios e por extensão geográfica a Alagoas, a Clinica Análise Saúde em parceria com a rádio Sampaio 94.5 FM presenteou, nesta sexta-feira, 10 mamães da região com exames e consultas, numa ação social que tem como objetivo levar o serviço dessa unidade de saúde a população.

Os nomes das mães sorteadas foram conhecidos através do programa Nosso Encontro, com a participação de 48 mulheres ao vivo, no período de 10 minutos, com 10 escolhidas através do telefone e do whatsapp numa demonstração de força da audiência da 94.5 Sampaio FM e da qualidade do serviço  prestado pela Clinica Análise Saúde em Palmeira dos Índios e em outras cidades de Alagoas.

As mães sorteadas foram:

Valderci Correia neta;

Maria Cicera;

Maria Jaine;

Auricéia Nunes;

Marli da Silva;

Erivânia Balbino;

Elda Gavião;

Mariêta Amorim;

Maria Verônica;

Maria dos Santos.

A Clinica Análise Saúde e a Rádio Sampaio 94.5 FM presentearam as 10 mães com 06 exames de mamografia, 02 exames de citologia e 02 consultas médicas.

O doutor Phelipe Brandão, um dos proprietários da Clinica Analise Saúde agradeceu a parceria com a 94.5 e enalteceu a audiência da Sampaio do programa Nosso Encontro, que em apenas 10 minutos recebeu 48 ligações e varias mensagens de Palmeira dos Índios e de cidades da região.


Caos na saúde publica de Palmeira dos índios revolta população.

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O não cumprimento de exames na data marcada, a falta de remédio, o não comparecimento de profissionais nos postos que também não tem equipamentos para atender a população, o mau atendimento nas unidades do município, traduz um caos na saúde publica de Palmeira dos índios que vive um dos piores momentos desde sua existência.

A quantidade de pessoas que procuram o atendimento nos PSFs para marcar consultas para especialistas nas áreas de Ginecologia, Citologia, mamografia, radiografia, odontologia, oftalmologistas e outros profissionais, mas não dispõe desses serviços é imaginável.

Todos os dias, cerca de 15 palmeirenses procuram todos os dias o programa Nosso Encontro da rádio Sampaio 94.5 FM e a redação do site radiosampaio.com.br, para denunciar o descaso do poder público para com elas.

Revoltadas, elas afirmam que nos postos de saúde da cidade e da zona rural não tem nada. Falta até material para fazer um curativo e às vezes papel higiênico nos sanitários.

O que mais tem chocado a população é a remarcação de exames em todas as áreas, muitos deles já estão com seis meses de marcados e remarcados e não houve atendimento para ninguém até hoje.

O caos se alastra por todo município e a tendência segundo os denunciantes é piorar e, muita gente ter seus problemas com a saúde agravado e até óbitos serem registrados por falta de respeito aos palmeirenses.


Mortes por insuficiência cardíaca aumentam em adultos mais jovens

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As taxas de mortalidade devido à insuficiência cardíaca estão aumentando, e esse aumento é mais proeminente entre os adultos com menos de 65 anos, considerados como morte prematura, segundo um estudo da Northwestern Medicine.

O estudo utilizou dados da ampla gama de dados online dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças para Pesquisa Epidemiológica, que inclui a causa de morte subjacente e contribuinte de todas as certidões de óbito de 47.728 milhões de indivíduos nos Estados Unidos de 1999 a 2017. Pesquisadores analisaram a taxa de mortalidade ajustada por idade para adultos negros e brancos entre 35 e 84 anos que morreram de insuficiência cardíaca.

O estudo mostrou, pela primeira vez, que as taxas de mortalidade por insuficiência cardíaca vêm aumentando desde 2012. O aumento das mortes ocorre apesar dos avanços significativos nos tratamentos médicos e cirúrgicos para insuficiência cardíaca na última década.

O aumento no número de mortes prematuras por insuficiência cardíaca foi maior entre homens negros com menos de 65 anos de idade, e estima-se que 6 milhões de adultos nos Estados Unidos tenham insuficiência cardíaca. É a principal razão pela qual os adultos mais velhos são admitidos em hospitais.

“O sucesso das últimas três décadas em melhorar as taxas de mortalidade por insuficiência cardíaca está agora sendo revertido, e é provável que seja devido às epidemias de obesidade e diabetes”, disse Sadiya Khan, professora assistente de medicina na Escola de Medicina da Universidade Northwestern Feinberg e cardiologista da Northwestern Medicine.

“Dada a população em envelhecimento e as epidemias de obesidade e diabetes, que são os principais fatores de risco para a insuficiência cardíaca, é provável que esta tendência continue a piorar”, disse ela.

Dados recentes mostram que a expectativa média de vida nos Estados Unidos também está diminuindo, o que compõe a preocupação de Khan.

No próximo passo, os pesquisadores vão tentar entender melhor o que causa as disparidades na morte cardiovascular relacionada à insuficiência cardíaca.

O estudo foi publicado na segunda-feira no Diário do Colégio Americano de Cardiologia.

Northwestern Medicine é uma colaboração entre a Northwestern Memorial Healthcare e a Escola de Medicina Northwestern da Universidade Feinberg, que inclui pesquisa, ensino e assistência ao paciente.

 

Fonte: Agência Brasil


Pacientes com câncer ficam sem atendimento por falta de repasse em Arapiraca

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E a novela mais uma vez se repete. O Complexo Hospitalar Manoel André (Chama), de Arapiraca, suspendeu na manhã desta quinta-feira (2) o atendimento pelo SUS no setor de oncologia da unidade. Sem atendimento, dezenas de pacientes que lutam contra o câncer voltaram para casa sem a certeza de quando poderão retomar o tratamento.

De acordo com a diretora do Serviço de Oncologia, a médica Bertha Mendes, somente o repasse referente ao mês de janeiro foi realizado este ano e que os frequentes atrasos vêm colocando em risco a vida dos pacientes. O atendimento pelo SUS recebe 35% da verba da Prefeitura de Arapiraca e 65% do Governo do Estado.

O Hospital Chama é referência no Agreste e também atende as regiões circunvizinhas. No local, mensalmente são realizados, pelo menos, 2.400 consultas, 70 procedimentos cirúrgicos, 650 procedimentos de quimioterapia e 1000 tratamentos radioterápicos. Atualmente, 25 pacientes estão internados. Estes, segundo o hospital, terão toda a assistência garantida por conta da condição clínica.

JOGO DE EMPURRA

Como sempre ocorre, a responsabilidade da suspensão dos atendimentos é sempre jogada de um lado para o outro. A Secretaria de Estado da Saúde afirma que não existem repasses em atraso ao município de Arapiraca. Já a Prefeitura de Arapiraca diz que foi informada pelo Estado que os repasses foram regularizados somente  na última terça-feira, 30 de abril, mas a verba ainda não aparece nas contas do município.

 

Fonte Cada Minuto


Casal descobre gravidez 19 dias antes de bebê nascer

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Casal de Curitiba descobre gravidez 19 dias antes do bebê nascer — Foto: Arquivo pessoal/Fervarhau
Casal de Curitiba descobre gravidez 19 dias antes do bebê nascer — Foto: Arquivo pessoal/Fervarhau

O casal Lana Maria Wigand e Arthur Felipe Wogram, ambos de 27 anos, descobriu a gravidez 19 dias antes de o bebê nascer, em Curitiba. O filho Gabriel veio ao mundo em 23 de abril, com 47 centímetros e três quilos.

Segundo eles, a gravidez foi totalmente inesperada, já que a Lana não teve nenhum sintoma de gestação. Além disso, ela estava com o ciclo menstrual regular e usava anticoncepcional.

Tudo começou quando ela foi a um gastroenterologista, com problemas de intestino preso. Ele a examinou e receitou um laxante para cólica intestinal. Lana pensou que os quatro quilos que tinha engordado era pelo fato de ter parado de treinar e por não estar cuidando muito bem da alimentação.

No dia 4 de abril, Lana resolveu procurar outro médico, dessa vez um ginecologista, isso porque o fluxo dela veio um pouco diferente, e durou apenas dois dias.

No meio do expediente de trabalho, ela saiu em horário de almoço para “resolver rapidinho” essa questão. Mal sabia ela que aquela consulta mudaria para sempre a sua vida.

“Eu não ia à ginecologista há um ano, e como já tive cistos na adolescência, fiquei preocupada. Chegando lá, a médica foi apertando minha barriga e, espantada, falou que eu estava muito, mas muito grávida”, lembrou a mãe.

A cólica na verdade sempre foi o Gabriel se mexendo. A altura uterina dela media 32 centímetros, o que é compatível com oito meses gestação.

Barriga da Lana no dia em que descobriu a gravidez, com oito meses de gestação — Foto: Arquivo pessoal/Lana Maria Wigand
Barriga da Lana no dia em que descobriu a gravidez, com oito meses de gestação — Foto: Arquivo pessoal/Lana Maria Wigand

Explicação médica

Conforme a médica ginecologista e obstetra Flavia Martins Vieira Bueno, como Lana sempre usou anticoncepcional oral com pausa curta, já costumava ter uma menstruação escassa. Então, o fluxo diminuiu e ela não percebeu a diferença. Foi se alarmar quando reduziu a quase zero nos últimos dois meses.

“Lana é muito magra e sempre fez atividade física, com isso a forte musculatura abdominal fez com que o útero crescesse mas não estufasse pra fora da barriga. O bebê cresceu pressionando os órgãos internos, o que potencializou os sintomas de gases, azia, constipação intestinal. Ela se sentia muito estufada, mas não achava que era um útero gravídico, e sim gases”, explica a médica.

Ainda segundo Flávia, esses casos não são comuns, mas também não são tão raros. Ela diz ainda que sempre existem riscos nessa demora na descoberta, mas que isso muitas vezes é inevitável.

“Como não existe método anticoncepcional 100% seguro, ela engravidou tomando a pílula. Em todos os casos que acompanhei, as pacientes referiam estar passando por um período de estresse intenso e com isso não perceberam as mudanças no corpo”, disse.

A notícia

Chegando em casa, Lana tinha a missão de contar a notícia para o namorado. “Não tinha desconfiança nenhuma, e sai do hospital com a carinha do meu filho impressa no exame. Sai de lá sabendo que seria um menino”, contou ela.

Em casa, ela pediu para ele sentar porque tinha um assunto sério para tratar. Segundo ela, Arthur pensou que viria uma notícia de doença.

“Quando mostrei o exame, ele ficou radiante. Depois, quando disse que nasceria no mês seguinte, ele ficou olhando para a estante, completamente sem reação”, lembra Lana.

Arthur contou que não via a hora de contar a grande novidade para todo mundo.

“Tem coisas que a gente controla, coisas que a gente influencia, outras que a gente determina. Mas tem umas coisas que não, que simplesmente acontecem”, disse ele.

Barriga da Lana com 38 semanas e meia de gestação. — Foto: Arquivo pessoal/Lana Maria Wigand
Barriga da Lana com 38 semanas e meia de gestação. — Foto: Arquivo pessoal/Lana Maria Wigand

Dia do nascimento

Depois de contarem a notícia para os familiares e amigos, todos ficaram na expectativa da chegada do bebê.

Conforme a médica, era para Gabriel nascer entre os dias 5 e 15 de maio, mas, em uma nova surpresa, ele decidiu vir no dia 23 de abril.

“Estávamos calmos, eu estava trabalhando, a Lana estava em um treinamento de como era o processo, por onde ela entrava no hospital e tudo mais. Ela voltou para casa e a bolsa rompeu. No hospital, tinha grávida de seis meses com a barriga maior que a dela”, disse o pai.

O bebê nasceu na mesma maternidade que o pai Arthur. — Foto: Arquivo pessoal/Arthur Felipe Wogram
O bebê nasceu na mesma maternidade que o pai Arthur. — Foto: Arquivo pessoal/Arthur Felipe Wogram

Os médicos explicaram ao casal que, como Lana não tinha dilatação suficiente para realizar o parto normal, era preciso fazer uma cesárea. Segundo eles, em questão de 10 minutos o bebê saiu.

“Gabriel nasceu na mesma maternidade que eu nasci em Curitiba. Ele tem os olhos do pai e a boca da mãe”, lembrou Arthur.

Gabriel nasceu no dia 23 de abril, com 47 centímetros e 3 quilos — Foto: Arquivo pessoal/Lana Maria Wigand
Gabriel nasceu no dia 23 de abril, com 47 centímetros e 3 quilos — Foto: Arquivo pessoal/Lana Maria Wigand

“Era para ser”

No final do ano passado, os dois queriam comprar uma nova casa. Durante a pesquisa de imóveis, sempre buscavam aquela que tivesse um quarto a mais.

“Queríamos um escritório junto com o estúdio de música. Compramos a casa e nunca conseguimos ajeitar direito, parecia que na verdade não era para ser lugar disso, mas sim o quartinho do nosso filho”, contou o pai.

Outra coincidência, ou destino, foi na compra do carro. Arthur queria um carro hatch – compacto, esportivo – mas tudo o levava à compra de um sedan.

“No fim, comprei mesmo um carro grande, com muito porta-malas. Ainda brinquei com a Lana: ‘parece carro de família’. Deus devia estar assistindo nossa vida e comendo uma pipoquinha. Era para ser”, brincou Arthur.

Solidariedade

Como eles só tiveram 19 dias para organizar tudo, contaram com a ajuda de muita gente. O casal disse que recebeu doações de todos os tipos, desde o berço, até banheira e carrinho de bebê.

“Foi um ‘enxoval express’. O bebê não tem roupinhas de marca conhecida ou móveis combinando, mas tem o que importa que é o amor. Estamos vivendo esse momento”, relatou Lana.

Bebê teve uma clavícula envergada durante o parto, mas está 100% bem agora — Foto: Arquivo pessoal/Lana Maria Wigand
Bebê teve uma clavícula envergada durante o parto, mas está 100% bem agora — Foto: Arquivo pessoal/Lana Maria Wigand

Eles ainda realizaram um chá de bebê, mas como foi dentro de um bar, batizaram de chá de beber. A intenção do evento era justamente arrecadar dinheiro para ajudar nos custos com a chegada do novo integrante.

“Cerca de 200 pessoas foram convidadas. Tudo foi bem colaborativo, alguns amigos venderam cookies, brigadeiros. O dono do estabelecimento disponibilizou doses de shots, com o valor revertido para nós. Somos muito abençoados”, disse o pai.

Além do chá, outro evento está marcado para sexta-feira (3) para auxiliar o casal. O evento ocorrerá em um bar no Batel, Curitiba. Os ingressos serão vendidos a partir de R$ 10 e todo o valor será entregue para compra de fraldas e outros produtos.

“É tanta gente bacana ao nosso redor. Lana teve a melhor gestação da história, não teve dor, não teve barrigão, estresse, desejo, náuseas, nada. Virei pai em 19 dias. Estou realizado e muito feliz”, concluiu Arthur.

Casal de Curitiba descobre gravidez 19 dias antes do bebê nascer — Foto: Arquivo pessoal/Fervarhau
Casal de Curitiba descobre gravidez 19 dias antes do bebê nascer — Foto: Arquivo pessoal/Fervarhau

Fonte: G1 Globo


Atividade física moderada e regular melhora a memória, segundo estudo

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Imagem da Internet

Atividade física moderada e regular pode mudar a forma como o cérebro funciona, melhorando imediatamente a memória, segundo um estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, publicado no Jornal da Sociedade Internacional de Neuropsicologia.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que exercícios regulares afetam o cérebro, aumentando a produção de neurotransmissores, melhorando o raciocínio. Nesse estudo, o foco foi a memória.

Foram selecionados 32 idosos fisicamente ativos, entre 55 e 85 anos. Eles tinham que ir ao laboratório duas vezes por semana. Enquanto um grupo pedalava uma bicicleta ergométrica por 30 minutos – o exercício deveria estimular, mas não esgotar os participantes – o outro apenas descansava.

Em seguida, todos eram submetidos ao mesmo teste – tanto os que se exercitaram quanto os que não praticaram atividade física. Esse teste consistia em reconhecer nomes de pessoas famosas enquanto a atividade cerebral era acompanhada por meio de ressonância magnética. Reconhecer nomes públicos são um elemento importante da memória semântica, o conhecimento sobre o que nos cerca, segundo o estudo.

Os pesquisadores esperavam que essa região da memória não reagisse após o treinamento, mas ocorreu justamente o contrário. A área do cérebro relacionada à memória se mostrou muito mais ativada depois do exercício do que do descanso.

O estudo faz uma analogia com o que acontece com os músculos. Quando uma pessoa começa a se exercitar, há um grande esforço dos músculos para queimar energia. Mas, à medida em que ela fica em forma, os músculos respondem com mais eficiência, utilizando menos energia para a mesma atividade.

Os pesquisadores acreditam que um fenômeno parecido ocorre em relação à atividade cerebral. O exercício é capaz de regular melhor a função de determinadas áreas cerebrais, entre elas, a relacionada à memória.

 

Fonte: Minuto Palmeira


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