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Anvisa suspende medicamentos para tratamento de HIV e herpes

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) suspendeu nesta sexta-feira (6) três medicamentos por problemas de qualidade. Dois casos se referem a apenas um lote específico e outro são para todos os produtos de uma empresa.

Um lote de Lafepe Zidovudina do xarope 10mg/ml, usado para tratamento de portadores do vírus HIV, embalados em frascos de vidro âmbar de 200 ml, foi identificado com presença de partículas estranhas pela própria fabricante. O lote proibido é o 17080002, com data de fabricação 08/2017 e validade 08/2019. As demais unidades do produto estão liberadas.

Também foi suspenso o lote B16L1470 (validade 11/2018) do medicamento Heclivir (aciclovir), de 200 mg, em comprimidos. O produto, usado para tratar herpes, é fabricado pela Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica. Analisado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal, o produto tinha problemas nos ensaios e nos rótulos. A empresa deverá fazer o recolhimento do produto. Já a empresa Theodoro F Sobral & Cia perdeu o Certificado de Boas Práticas de Fabricação. Com isso, todos os seus medicamentos foram banidos do mercado.


Adesivo para tratamento de Alzheimer já está disponível pelo SUS

Uma nova forma de tratamento para o Alzheimer está disponível no SUS.

O remédio rivastigmina, já disponibilizado em comprimido e solução oral, agora também é disponibilizado em forma de adesivo transdérmico.

A rivastigmina faz com que ocorra um aumento de uma substância chamada acetilcolina, que está reduzida no cérebro de quem tem Alzheimer, mas a medicação pode causar sintomas gastrointestinais como náuseas e diarreia, diminuição do apetite e dor de cabeça.

A adição do adesivo à lista de remédios do SUS representa uma melhoria na qualidade de vida de alguns pacientes. Por ser colocado na pele, a absorção do remédio se dá ao longo do dia e por isso tem menos efeitos colaterais, especialmente no sistema digestivo.

Segundo Rodrigo Schultz, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer, o adesivo também garante que não haja flutuação da dose: “Sendo por via transdérmica, há uma liberação contínua e regular ao longo das 24h, impedindo a ocorrência de flutuação de dose, ou seja, aumentos e reduções da medicação no organismo conforme ela segue sendo metabolizada.”

Além disso, de acordo com Schultz, muito pacientes se recusam a fazer uso de remédios via oral e muitas vezes tiram o medicamento da própria boca após a administração.

“Com o adesivo ele não consegue fazer isso. Além disso, como a absorção é por via cutânea, há uma redução sensível na possibilidade da existência de efeitos colaterais, principalmente gastrointestinais”, explica.

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, causada pela morte progressiva de células do cérebro, prejudicando funções como memória, atenção e orientação e linguagem, o que gera graves consequências para qualidade de vida dos pacientes. A doença não tem cura.

No Brasil, segundo dados de 2017, estima-se que haja 1,1 milhão de pessoas com a doença.

Quem pode usar?

Qualquer paciente com Alzheimer que faça uso da rivastigmina pode usar o medicamento em versão adesiva: “Há uma população que se beneficia mais que seria aquela com dificuldades para engolir ou que apresenta efeitos colaterais, sejam eles com qualquer medicação para essa finalidade”, explica Schultz.

O adesivo também pode ser usado no banho e deve ser retirado 24 horas após o uso. Por ser colocado na pele, o adesivo pode trazer esporadicamente algumas reações no local da sua colocação e por isso é recomendado um rodízio no local de uso do adesivo.

“Em caso de falta, podem ser usados comprimidos ou solução oral na dose correspondente sem problema algum. Sem qualquer risco”, diz Schultz.

Como ter acesso

Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento já está disponível nas unidades de saúde responsáveis pela distribuição deste tipo de remédio.

Ainda de acordo com o ministério, os pacientes devem atender aos critérios de elegibilidade dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas e apresentar os seguintes documentos em um estabelecimento de saúde designado: cópia do Cartão Nacional de Saúde (CNS); cópia de documento de identidade, cabendo ao responsável pelo recebimento da solicitação atestar a autenticidade de acordo com o documento original de identificação; Laudo para Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (LME), adequadamente preenchido; prescrição médica devidamente preenchida; documentos exigidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas publicados na versão final pelo Ministério da Saúde, conforme a doença e o medicamento solicitado; e cópia do comprovante de residência.

Além da rivastigmina, o SUS também disponibiliza outros medicamentos para o tratamento de Alzheimer: Donepezila, Galantamina e a Memantina.

O ministério explica que a adição da versão adesiva do medicamento à lista disponibilizada pelo SUS se dá por causa dos menores efeitos colaterais e da facilidade de aplicação.

“A rivastigmina já era oferecida por via oral, porém tinha o inconveniente de causar alguns desconfortos gastrointestinais no paciente, como náusea, vômito e diarreia. Para tentar diminuir esses efeitos indesejáveis, foi incorporada essa nova apresentação, que será indicada pelo médico que acompanha o paciente.

Além disso, os pacientes com Alzheimer, podem tomar mais medicamentos ou menos que a quantidade prescrita, devido ao esquecimento”, diz nota do Ministério da Saúde.


Expansão do Hospital de Emergência do Agreste será inaugurada nesta quarta

O governador Renan Filho e o secretário de Estado da Saúde, Christian Teixeira, inauguram nesta quarta-feira (4), às 10h, a obra de reforma e expansão do Hospital de Emergência Daniel Houly, em Arapiraca. Com a reforma, o número de leitos será triplicado, passando de 40 para 120, além de ter garantida a ampliação da área de UTI, que elevou o número de 13 para 20 leitos.

Dos 80 leitos que serão entregues, 60 estão na ala de internação, que receberá o nome do cirurgião Rodrigo Catunda. O jovem médico, de 35 anos de idade, era especialista em cirurgias buco-maxilo-facial, e morreu há quatro anos, na cidade do Recife. Inaugurado no dia 18 de julho de 2003, com 15 anos de história e média anual de 45 mil atendimentos, a unidade hospitalar é especializada na assistência a vítimas de traumas de Média e Alta Complexidade.

Diariamente, o hospital presta atendimento aos alagoanos de 50 municípios do Agreste, Sertão e Baixo São Francisco, além de usuários dos estados de Pernambuco, Sergipe e Bahia. Além dos investimentos na estrutura física, o Governo de Alagoas está dotando o hospital com modernos aparelhos, incluindo a aquisição de novos cardioversores, desfibriladores, monitores, ventiladores mecânicos, aparelhos de anestesia, endoscópio, bisturis elétricos, bem como, de dois aparelhos de osmose e duas máquinas para hemodiálise, entre outros equipamentos para continuar salvando vidas.

Atendimentos – O Hospital de Emergência Daniel Houly completa 15 anos com outra importante marca. Já são mais de 600 mil atendimentos e um índice de satisfação da ordem de 98% de aprovação pelos pacientes e acompanhantes. De acordo com a gerente da unidade, médica Regiluce Santos, todos esses investimentos vão possibilitar que mais pessoas sejam atendidas em um ambiente reestruturado, melhor adaptado e dotado de novas tecnologias.

“Temos certeza de que as melhorias que o hospital está recebendo vão refletir diretamente na qualidade e agilidade no atendimento aos pacientes”, pontua a gerente, agradecendo o apoio que o HE do Agreste vem recebendo do governador Renan Filho, vice-governador Luciano Barbosa, do secretário de Estado da Saúde, Christian Teixeira, e toda equipe da Sesau.

Nova Classificação – Por conta disso, a antiga Unidade de Emergência do Agreste foi elevada a uma nova classificação no Ministério da Saúde (MS), e passa agora ser Hospital de Emergência Daniel Houly. Principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), o HE do Agreste presta assistência especializada em urgências e emergências, provocadas por acidentes de trânsito, ferimentos por arma de fogo ou arma branca, queimaduras, afogamentos, entre outros traumas de média e alta complexidade.


Com estoque estabilizado, Hemoal e Hemoar não funcionam nesta segunda (2)

Em razão do ponto facultativo decretado pela Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), por meio da portaria 6.782/2018, os Hemocentros de Alagoas (Hemoal) e Regional de Arapiraca (Hemoar) não irão funcionar para coleta de sangue nesta segunda-feira (2).

Entretanto, a população alagoana não sofrerá prejuízos, uma vez que o estoque de sangue das unidades é suficiente para atender as transfusões das maternidades e hospitais, já que no mínimo deveriam dispor de 600 bolsas, mas, às 17h46 deste sábado (30), contavam com 783, ou seja, 183 a mais do que o limite mínimo necessário.

Estoque satisfatório que é resultado do sucesso da Campanha “Torcer está no Sangue”, realizada pelo Hemoal e Hemoar no período de 11 a 15 deste mês. E além de contar com sangue em número suficiente, os hemocentros alagoanos dispõem de plaquetas em quantidade necessária para atender às solicitações que possam surgir nos próximos dias, segundo o Núcleo de Dispensação de Sangue do órgão, que irá funcionar normalmente para liberar as bolas de sangue solicitadas pelas maternidades e hospitais.

Com relação ao atendimento aos pacientes hematológicos, o Hemoal contará com um médico hematologista de plantão no Ambulatório de Hematologia, visando atender aos casos de urgência, segundo informou a gerente da unidade, Verônica Guedes. “Adotamos todas as providências necessárias para que nenhum alagoano tenha prejuízos, caso necessite de sangue. Inclusive, neste sábado [30], funcionamos das 8h às 17h, e recebemos 62 doações, aumentado ainda mais nosso estoque”, explicou.

Retorno da Coleta – Na terça-feira (3), o Hemoal e Hemoar retomam a coleta de sangue e o cadastro para doadores de medula óssea. No Hemoal Farol, localizado no Hospital do Açúcar, o atendimento ocorre das 8h às 11h; no Hemoal Trapiche, situado ao lado do Hospital Geral do Estado (HGE), o funcionamento acontece das 7h às 18h. Já no Hemoar, na Rua Geraldo Barboza Lima, no Centro de Arapiraca, os voluntários poderão se candidatar à doação de sangue das 7h30 às 17h30.

Critérios da Doação

Para se candidatar à doação de sangue é necessário ter idade entre 16 e 69 anos, no mínimo 50 kg e portar um documento de identificação com foto, segundo exigência do Ministério da Saúde (MS). No caso dos menores de 18 anos, é necessário estar acompanhado dos pais.

O voluntário não pode ter contraído doença de Chagas, Aids, sífilis e hepatite após os 11 anos. É indispensável que o candidato à doação de sangue compareça bem alimentado. Em se tratando das gestantes e lactantes, não é permitida a doação. Já quanto aos doadores que irão repetir o procedimento, estipula-se um intervalo de dois meses para os homens e três para as mulheres.


Planos de saúde serão reajustados em até 10%

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou ontem um reajuste de até 10% para planos de saúde privados individuais e familiares. A decisão está no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (27). O reajuste tem vigência retroativa a partir de 1° de maio deste ano e vale até 30 de abril de 2019. A decisão foi tomada por unanimidade pelo plenário da ANS em reunião realizada no dia 22 deste mês.

O aumento nas mensalidades dos planos de saúde chegou a ser barrado na Justiça, por decisão da 22ª Vara Cível Federal de São Paulo. O órgão havia fixado no último dia 14 um teto de 5,72% para o reajuste de planos individuais para o período de 2018-2019 por meio de uma liminar.

A medida foi tomada após o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) ter protocolado uma Ação Civil Pública, com base em um relatório do Tribunal de Contas da União, apontando falhas na metodologia usada pela ANS para fixar o reajuste. O instituto também alegava que o processo de redefinição dos preços era pouco transparente.

A liminar que limitava os reajustes, porém, foi derrubada dez dias depois pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região, o qual alegou que “a questão dos reajustes dos planos de saúde é muito mais complexa, envolvendo aspectos técnicos que não podem ser desprezados”.

“É equivocado comparar-se o Índice de Preços Amplo – IPCA, do IBGE, aos índices de reajustes autorizados aos planos de saúde, uma vez que aquele é representativo de preços, ao passo que este leva em conta a variação de custos”, escreveu o desembargador Neilton dos Santos.

Na ocasião, o Idec lamentou em nota a decisão “tomada apenas considerando os argumentos das empresas sem levar em conta os fatos gravíssimos que o Idec e as organizações de defesa do consumidor vêm denunciando há anos.”

A metodologia usada pela ANS para calcular o índice máximo de reajuste dos planos de saúde individuais é a mesma desde 2001. A agência leva em consideração a média dos percentuais de atualização aplicados pelas operadoras aos planos coletivos com mais de 30 usuários.

CORREÇÃO

O reajuste máximo autorizado só pode ser aplicado pelas operadoras autorizadas pela ANS. A correção dos valores somente pode ser aplicada a partir da data de aniversário de cada contrato, mas é permitida a cobrança de valor retroativo nos meses de defasagem entre a aplicação e a data de aniversário.


Alagoas ultrapassa meta e alcança 91,66% de pessoas imunizadas contra a gripe

Campanha de vacinação contra a gripe, estabelecida pelo Ministério da Saúde, ultrapassou a meta de 90%, alcançando o percentual de 91,66% de pessoas imunizadas no estado de Alagoas.

Segundo o último levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), na tarde desta terça-feira (19), o número corresponde a 624.559. A campanha de vacinação segue até a próxima sexta-feira (22).

Com esses dados, ainda conforme a Sesau, Alagoas se torna um dos únicos estados do Nordeste, além do Ceará, a atingir a meta da campanha.

De acordo com Programa Nacional de Imunização (PIN), Alagoas já imunizou:

101,09% dos professores;
99,62% dos idosos;
99,24% das puérperas (até 45 dias após o parto);
99,22% dos indígenas;
98,24% dos trabalhadores de saúde;
84,80% das gestantes;
79,72% das crianças (de 6 meses a cinco anos).
A secretaria acredita que a implantação de postos volantes de vacinação na capital e mutirões em áreas como grotas e regiões periféricas contribuíram para que a meta fosse ultrapassada.

As vacinas continuam disponíveis nos postos de saúde de todo o estado. Para ter acesso à imunização, é preciso ir a qualquer um deles, com cartão de vacina e um documento de identificação com foto.


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