Palmeira dos Índios
24 ºC Céu limpo

Palmeira dos Índios | Céu limpo
24 ºC

82 99641-3231 (pedido musical)

82 99947-6977 (jornalismo)

82 99641-3231 (pedido musical)

82 99947-6977 (jornalismo)

Censo agropecuário mostra aumento no uso de agrotóxicos em Alagoas

Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true
Censo agropecuário mostra aumento no uso de agrotóxicos em Alagoas

Dados do Censo Agropecuário divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), apontam que entre os anos de 2006 e 2017 houve um significativo aumento de pelo menos 10% no uso de agrotóxicos nas plantações do estado de Alagoas.

Ainda segundo informações do IBGE, no ano 2006 o instituto registrou 20% e em 2017 o número chegou a cerca de 30%.

O professor de agroecologia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Rafael Navas, avaliou o aumento destes números como preocupante e disse que a sociedade e poder público deve prestar mais atenção no assunto.“Quando se faz o uso desses produtos, temos um enorme impacto ambiente, mesmo eles sendo aplicados seguindo as recomendações dos fabricantes, existe um impacto ambiental”, destacou.

Um outro recorte da pesquisa apresenta ainda que 90% das pessoas que fazem o uso destas substâncias afirmaram que não possuem a devida orientação para realizar a aplicação do produto. O professor pontuou ainda que isso oferece outros riscos à saúde de quem faz a manipulação inadequada. “Um outro fator que preocupa é que pesquisas mostram que quem faz a manipulação destes produtos são pessoas possuem uma baixa escolaridade e normalmente não fazem o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), ou seja, esses trabalhadores correm o risco de uma contaminação com esses produtos por fazer esse uso inadequado”.

Rafael Navas explicou ainda que existem alguns fatores que levam os produtores a fazerem o uso de agrotóxicos, mas destacou que isso pode ser revertido. “Um dos principais fatores para que façam o uso desses produtos é o modelo de produção baseado na monocultura.  O uso de agrotóxicos é muito relacionado aos monocultivos, ou seja, quando você tem uma única cultura plantada, isso aumenta os riscos da ocorrência de pragas e doenças, justamente por você não ter uma biodiversidade na área e para manter o controle é feito o uso de agrotóxicos”.

O professor de agroecologia explicou ainda que apesar de existir uma certa dificuldade de manter uma produção sem o uso de agrotóxicos, ainda é possível. “Temos muitas experiências positivas, principalmente em Alagoas da agroecologia, pois ela traz uma perspectiva que vai te fazer trabalhar com uma diversidade de cultivos e essa diversidade manejada vai te trazer uma alta produtividade e faz com que o produtor venha reduzir esse indicie de agrotóxicos.

Navas explicou ainda que existem produtos biológicos que podem manter o equilíbrio e que consequentemente acaba fazendo com que as pragas não se aproximem das plantações. “Hoje já temos produtos biológicos que podem contribuir no controle e no manejo de pragas e doenças, fazendo com que possamos evitar os produtos químicos. É um conjunto de técnicas que devem serem adotadas, quanto mais a biodiversidade, maior será o controle biológico, para que possamos ter uma menor dependência”, finalizou.

O censo percorreu no estado de Alagoas aproximadamente 150 mil propriedades, onde dentre elas cerca de 98 mil foram considerados como rurais. O IBGE explicou ainda que percorreu mais de 200 mil km, para que estes dados pudessem serem levantados.

 

 

*   Com Cada Minuto


Censo Agropecuário: Brasil tem 5 milhões de estabelecimentos rurais

Plantação de Café na Embrapa Cerrado
Valter Campanato/Agência Brasil

Com território de 851,487 milhões de hectares (ha), o Brasil tem um total de 5.073.324 estabelecimentos agropecuários, que ocupam uma área total de 351,289 milhões de ha, ou seja, cerca de 41% da área total do país. Em relação ao levantamento anterior, feito em 2006, houve aumento de 5,8% na área ocupada, apesar da redução de 102.312 unidades rurais. O levantamento também mostra um total de terras indígenas que somam 117,639 milhões de ha e unidades de conservação espalhadas por 151,895 milhões de ha.

É o que revela o Censo Agropecuário 2017, que teve os resultados definitivos divulgados hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa fez uma fotografia do campo brasileiro no dia 30 de setembro de 2017, com dados relativos ao período entre 1º de outubro de 2016 e a data base. O primeiro Censo Agropecuário do país foi feito em 1920 e ocorre em intervalos mais ou menos decenais desde 1940, com exceção do período entre 1970 e 1985, quando foi feito a cada 5 anos.

Foram visitados para o último levantamento um total de 7,5 milhões de endereços, num trajeto dos recenseadores que somou 5,56 milhões de quilômetros de extensão. A coleta de dados ocorreu entre os dias 1º de outubro de 2017 e 28 de fevereiro de 2018.

SÃO PAULO, SP, BRASIL, 12-06-2013, 09h00: Plantação de café onde pesquisadores da Embrapa estudam os efeitos do aquecimento terrestre e o do aumento de CO2 na atmosfera no comportamento das plantas. O estudo pretende prever como será o
Café – Foto: Arquivio/Marcelo Camargo/Agência Brasil

O gerente do censo, Antônio Florido, explica que houve aumento de estabelecimentos com área nas faixas de propriedades grandes em regiões de fronteira agrícola, enquanto diminuiu o número de estabelecimentos no Nordeste.

“Novos estabelecimentos foram incorporados ao processo produtivo, principalmente nas regiões Norte e Centro-Oeste, que são regiões de fronteiras agrícolas. No Nordeste houve redução de estabelecimentos e de área de lavoura. Pode ter sido ocasionado por envelhecimento do produtor e não substituição, pela seca que ocorreu no período antes do censo, foi uma seca muito forte, que fez com que as pessoas acabassem abandonando os seus estabelecimentos”.

Segundo o IBGE, estabelecimento agropecuário é toda unidade de produção ou exploração dedicada, total ou parcialmente, a atividades agropecuárias, florestais ou aquícolas, independentemente de seu tamanho, de sua forma jurídica (se pertence a um produtor, a vários produtores, a uma empresa, a um conjunto de empresas), ou de sua localização (área urbana ou rural), tendo como objetivo a produção, seja para venda (comercialização da produção), seja para subsistência (sustento do produtor ou de sua família).

Área

Na categoria com mais de mil hectares, são 51.203 estabelecimentos, que ocupam 167,227 milhões de ha. As propriedades pequenas, com até 10 hectares, são 2.543.681, em 7,993 milhões de ha. Foram identificados 77.037 estabelecimentos agropecuários sem área, ou seja, produtores que trabalham, por exemplo, com extrativismo e apicultura.

Rio de Janeiro - Colheita de batata-doce biofortificada, fornecida pela Embrapa para alguns produtores rurais de Magé-RJ alcança boa produtividade. Na foto, o agricultor Laerte Luiz da Rosa (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Rio de Janeiro – Colheita de batata-doce biofortificada, fornecida pela Embrapa para alguns produtores rurais de Magé-RJ alcança boa produtividade. Na foto, o agricultor Laerte Luiz da Rosa (Tomaz Silva/Agência Brasil) – Tomaz Silva/Agência Brasil

Quanto à utilização da terra, houve diminuição de 34% na área de lavouras permanentes, ficando em 7,755 milhões de hectares, e de 18% nas pastagens naturais, que somam 47,323 milhões de ha. Por outro lado, as áreas dedicadas a lavouras temporárias cresceram 14% (55.761.998 ha), as de pastagens plantadas subiram 10% (112.174.148 ha), as matas naturais dentro de estabelecimentos agrícolas aumentaram 12% (106.574.867 ha) e as matas plantadas ocupam uma área 83% maior que em 2006 (8.658.850 ha).

Segundo Florido, o aumento da área com mata natural decorre da aprovação, em 2012, do Código Florestal. “Todo estabelecimento agropecuário, dentro do Código Florestal, tem que manter um percentual de matas naturais, de acordo com a região. É natural que você aumente o estabelecimento, aumente a área total e aumente a área de mata, porque esta área de mata não estava sendo contada como pertencente a estabelecimento agropecuário”.

Os produtores que são proprietários das terras subiram de 76% em 2006 para 81% em 2017. As terras arrendadas são a segunda maior proporção, com um total de 6,3% das propriedades, embora a participação em hectares dessa modalidade tenha subido de 4,5% para 8,6% do total em área.

 

 

*   Com Agência Brasil


Exportações do agronegócio brasileiro caíram quase 4% em setembro

Agencia Brasil/arquivo

O valor das exportações do agronegócio brasileiro somou 7,75 bilhões de dólares em setembro, recuo de 3,9% na comparação com igual período do ano passado, informou nesta quinta-feira a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura.

Segundo nota do órgão, a queda ocorreu devido à redução dos índices de preços dos produtos agrícolas exportados pelo Brasil, que apresentaram recuo médio de 4,5% no período.

“Por outro lado, o índice de quantum aumentou 0,7% na comparação entre setembro de 2019 e setembro de 2018, ajudando a abrandar a queda no valor exportado”, ponderou a secretaria.

Em relação à participação do agronegócio no total das exportações brasileiras no mês passado, o setor foi responsável por 41,4% delas, leve queda de 0,6 ponto percentual na comparação com setembro de 2018.

 

 

 

 

*    Com Extra/Abril


Dicas para empreender no agronegócio

Agencia Brasil/arquivo

Mesmo sendo um mercado considerado tradicional e conservador, cada vez mais os empresários envolvidos com a agricultura e a pecuária percebem a necessidade de modernização. Isto permite que se mantenham competitivos e atendam às exigências dos consumidores.

De modo geral, empreender exige muito estudo e dedicação, independentemente da área na qual você deseja entrar. No agronegócio não é diferente. No entanto, com alguns cuidados iniciais, você aumenta as chances de ser bem-sucedido.

O agronegócio consiste na rede que envolve todos os segmentos da cadeia produtiva vinculada à agropecuária.

Isso significa que ele inclui as atividades desenvolvidas por fornecedores de insumos e sementes, equipamentos, serviços, beneficiamento de produtos, industrialização e comercialização da produção agropecuária.

Portanto, existem dezenas de segmentos que você pode escolher para começar a empreender.

Os critérios que devem direcionar sua decisão precisam combinar o seu conhecimento técnico e a afinidade pelas atividades desenvolvidas pela sua futura empresa.

Governo federal libera mais 63 agrotóxicos; total em 2019 chega a 325 — Foto: Reprodução TV Globo

Assim, você terá mais segurança e motivação para enfrentar os desafios e vencê-los.

Outra ação importante que você pode tomar, antes de empreender no agronegócio, é conversar com quem já atua nesse setor.

Procure por profissionais que trabalham em empresas do ramo. E também por empreendedores que já tenham experiência prática no mesmo segmento no qual você deseja empreender.

Tente extrair deles tudo o que fizeram para enfrentar as incertezas e vencer as maiores dificuldades. Veja também como é a rotina do negócio.

Assim, você conseguirá coletar informações essenciais, que mostrarão se é o tipo de empreendimento que realmente deseja e se as atividades desenvolvidas serão prazerosas.

 

 

*   Com SEBRAE


Veja o que vai movimentar o mercado do milho a partir desta segunda

A partir desta segunda-feira, 21, o mercado de milho continuará de olho no clima do Meio-Oeste dos Estados Unidos, que já enfrentaram episódios de neve nos últimos dias. A expectativa é de que o frio permaneça e impacte nas cotações em Chicago. Um possível atraso na colheita pode gerar uma produtividade ainda menor.

Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da Safras Consultoria, Paulo Molinari.

  • O mercado permanece focado no clima no Meio-Oeste norte-americano, com modelos climáticos apontando para frio intenso em toda a região;
  • Os modelos ainda indicam para possibilidade de geadas em Iowa e Ohio. Enquanto em Wisconsin, Dakota do Sul e Dakota do Norte segue com possibilidade de neve;
  • Essa situação se torna especialmente preocupante avaliando o atraso da colheita, com possibilidade de uma produtividade ainda menor, com o frio causando severo dano nas lavouras;
  • Nesse contexto os relatórios semanais de evolução da colheita e condição das lavouras seguem preponderantes para a formação de tendência de curto prazo, oferecendo um importante norte para o mercado;
  • O mercado brasileiro de milho segue centrado na decisão de venda do produtor;
  • Basicamente, o regime de chuvas permanece irregular em grande parte do Centro-Oeste, levando à grande preocupação em relação ao primeiro quadrimestre de 2020;
  • Nesse cenário, os preços domésticos seguem em franco processo de descolamento, experimentando consistente movimento de alta.

Peste Suína: Animais são apreendidos em Palmeira dos Índios após registro da doença no Estado

Veterinário Gustavo Galindo

O médico Veterinário Gustavo Galindo esteve na manhã desta quinta-feira concedendo entrevista ao Programa Nosso Encontro da Rádio Sampaio FM para explicar o motivo da apreensão de porcos na última segunda-feira durante a feira de animais em canafístula de Frei Damião.

Após exames feitos no local da feira nenhum animal foi diagnosticado com a doença, mesmo assim foram recolhidos e sacrificados na base sanitária por conta da situação que foi diagnosticada em Traipú onde todos os animais foram sacrificados. O médico veterinário afirmou que alguns criadores sabiam da proibição de trânsito de suínos no estado, mas insistiram em levá-los para a comercialização durante a feira.

Está proibida a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) para suídeos no território alagoano, para quaisquer destinos ou finalidades, exceto abate imediato em estabelecimentos com serviço de inspeção oficial. Fica suspensa, também por tempo indeterminado, a aglomeração de animais da espécie suídea, como em feiras de animais espalhadas pelo estado.

A medida foi instituída pelo órgão, considerando as diretrizes do Programa Nacional de Sanidade dos Suídeos (PNSS), após a confirmação de um foco de PSC no município de Traipu, no interior alagoano. Com o objetivo de evitar a disseminação do vírus e reduzir ao máximo as perdas produtivas e econômicas decorrentes, a Adeal está atuando diariamente na região para combater a doença.

imagem ilustrativa

Fica estabelecido que, em Traipu, na área correspondente ao raio de 10 km a partir de propriedade rural com registro de foco da doença, é vedada a entrada ou saída de animais da espécie suídea, independentemente do destino ou finalidade, exceto para abate imediato após aprovação prévia do Serviço Veterinário Oficial (SVO).

Além disso, cargas de suídeos e de seus produtos e subprodutos, quando abordadas dentro do Estado de Alagoas, por servidores da ADEAL no exercício da fiscalização, estarão passíveis das medidas de controle sanitário previstas em Lei.

Na mesma publicação, a Adeal suspende em caráter emergencial a Feira de Animais do município de Campo Grande, a fim de complementar as medidas de segurança adotadas para conter o avanço do agente patogênico no estado, até disposição em contrário.

Carlos Mendonça Neto, diretor-presidente da Adeal, explica que o intuito das medidas é proteger Alagoas da disseminação do vírus. Segundo ele, a Agência continua atenta ao surgimento de novos casos e informa que todas as medidas estão sendo tomadas para o controle da doença e consequentes prejuízos econômicos ao setor.

“Pedimos que casos suspeitos sejam imediatamente comunicados aos escritórios da Adeal através das nossas mídias sociais, ou pelo telefone 0800 082 0050”, ressalta o diretor-presidente.

 


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

Redes sociais


Facebook

Whatsapp: 82 99641-3231

Fale conosco


82 99641-3231

© 2019 RÁDIO SAMPAIO - Todos os direitos reservados | Desenvolvido por Interactive MOnkey