Dois policiais rodoviários federais foram baleados na operação que forças de segurança realizam no Complexo do Salgueiro e na comunidade do Anaia, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. A informação foi confirmada pela Polícia Rodoviária Federal, que afirmou que eles foram feridos sem gravidade. Os dois foram socorridos pelo helicóptero da PRF.

As equipes foram recebidas a tiros na BR-101, próximo ao Complexo do Salgueiro. Dois policiais foram atingidos nos pés. Motociclista recebeu socorro na rodovia, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. (Foto: Divulgação/ PRF) Motociclista recebeu socorro na rodovia, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. (Foto: Divulgação/ PRF)
Tropas federais em conjunto com as polícias Federal, Rodoviária Federal, Civil e Militar fazem uma operação, na manhã desta terça-feira (7), no Complexo do Salgueiro e na comunidade Anaia, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, para prender criminosos e localizar esconderijos de armas e drogas.

Durante a ação, dois policiais rodoviários federais foram baleados. Segundo o Comando Militar do Leste (CML), desta vez a operação das tropas federais conta com um cerco marítimo e embarcações da Marinha estão de prontidão para evitar fugas por barcos pesqueiros.

Cerca de 3,5 mil homens da forças armadas atuam no cerco à região, segundo o porta-voz do CML. Ainda não há informações sobre prisões ou apreensões. “O diferente dessa operação em relação as outras é que neste cerco que estamos realizando há também um setor marítimo. Então, também temos embarcações da Marinha do Brasil, que estão participando dessa desse cerco na região de São Gonçalo”, afirmou o porta-voz do CML, coronel Roberto Itamar.

No início da manhã, diversos veículos militares foram vistos se deslocando pela Avenida Brasil. Moradores do Jardim Catarina afirmam ter visto uma grande movimentação das tropas na região e escutado disparos. As polícias Civil e Militar atuam no interior das comunidades tentando cumprir os mandados de prisão.
As Forças Armadas estão responsáveis pelo cerco nas comunidades e baseadas em pontos estratégicos. Algumas ruas estão interditadas e o espaço aéreo está controlado. Não há interferência nas operações dos aeroportos.


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