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Homem é morto a tiros dentro de estabelecimento comercial em Arapiraca

Um homem foi morto a tiros, no início da tarde desta quarta-feira (17), dentro de um estabelecimento comercial, na Rua Tibúrcio Valeriano, no bairro Baixa Grande, em Arapiraca.

Segundo informações, a vítima, identificada como Marcelo Barbosa da Silva, de 34 anos, entrou em uma galeteria para compra um frango, quando dois homens encapuzados, que estavam em uma moto, se aproximaram e efetuaram vários disparos de arma de fogo contra a vítima, logo depois, fugiram do local.

Marcelo Barbosa, que era mais conhecido como Galeguinho, não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo no local, antes de ser socorrido. A Polícia Militar foi acionada e isolou o local do crime.

Ainda segundo informações, a vítima trabalhava como eletricista em uma empresa prestadora de serviços de energia elétrica.

O Instituto Médico Legal (IML) e o Instituto de Criminalística (IC) foram acionados para fazer os procedimentos necessários. O crime deve ser investigado pela Delegacia de Homicídios de Arapiraca.


Mulher é presa após investigação da DEIC

Foi presa nesta quarta-feira (17), a acusada de integrar uma organização de criminosa especializada em roubos a residência e extorsão. A prisão foi efetuada após uma investigação da Seção de Capturas da GRE/DEIC que descobriu o esquema comandado por um presidiário.

Com um mandado de prisão expedido pela 17ª Vara Criminal, Leylane Soares de Santana, 23 anos, foi detida acusada nos crimes de roubo e organização criminosa, pois agia dando suporte logístico na fuga dos criminosos e auxiliava nas vendas dos objetos roubados das vitimas.

De acordo com o delegado Fábio Costa, Leylane é suspeita de participar de um grupo especializado na prática de roubos a residências e extorsão, tendo como chefe da organização Paulo Felipe Victor Mendonça, conhecido como “Rabico”, que já se encontra preso no sistema penitenciário.

De acordo com as investigações, o grupo atuava sempre com emprego da violência e intimidação para consumação dos delitos.


Senado rejeita privatização de empresas distribuidoras de energia

O Plenário do Senado rejeitou, nessa terça-feira (16), o projeto que permitiria a privatização de seis distribuidoras de energia controladas pela Eletrobras (PLC 77/2018). De autoria do governo federal, o texto tinha o objetivo de resolver pendências jurídicas para despertar o interesse de investidores pelas empresas, entre elas a Companhia Energética de Alagoas (Ceal), cujo leilão foi suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na votação, o senador Fernando Collor (PTC) votou contra o projeto da privatização.

Aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) no início de setembro, a matéria foi enviada ao Plenário em regime de urgência. Depois de muito debate, o projeto foi colocado em votação. A oposição pediu a verificação do quórum, fazendo com que a votação passasse de simbólica para nominal – quando cada senador precisa votar por meio do sistema eletrônico. O painel, então, mostrou 34 senadores contrários à matéria e apenas 18 favoráveis.

Amazonas

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo, defendeu a aprovação do texto, conforme acordado com o governo, aprovado pela Câmara dos Deputados e confirmado na CAE e na CCJ. Segundo o senador, o projeto contém vários benefícios para o consumidor. Ele destacou a previsão de uso, por parte das companhias, de geradores com custo menor, de forma a evitar o acionamento de termelétricas.

– Esta matéria tem outros assuntos relevantes, como o risco hidrológico e o fim de questões que estão judicializadas. É importante a Casa deliberar – disse o senador, negando que o projeto acabaria com o programa federal Luz para Todos.

Por outro lado, o senador Eduardo Braga (MDB-AM) defendeu seu relatório, aprovado na CI, no qual foram acatadas uma série de emendas. Braga explicou que as emendas poderiam evitar que a dívida da Amazonas Energia fosse transferida para o consumidor do seu estado, além de afastar uma possível liquidação da empresa. De acordo com o senador, o valor da dívida da companhia pode chegar a R$ 11 bilhões, considerando o passivo da empresa. Ele lembrou que as outras companhias da região Norte já foram negociadas.

Na mesma linha, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) se posicionou contrária à privatização. O senador Jorge Viana (PT-AC) também criticou o projeto e lamentou a forma como a Eletroacre foi negociada.

Companhias

Com o projeto, o governo pretendia resolver pendências burocráticas com o objetivo de atrair compradores para as companhias elétricas. Algumas dessas empresas já foram negociadas. A Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), as Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) e a Boa Vista Energia, que atende Roraima, já foram arrematadas no último dia 30 de agosto em leilão promovido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em julho, foi vendida a Companhia de Energia do Piauí (Cepisa).

Além dessas, o governo pretendia vender a Amazonas Energia e a Companhia Energética de Alagoas (Ceal). O leilão da Ceal, no entanto, foi suspenso por decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF).


Horário de Verão vai afetar mais da metade dos candidatos do Enem

No dia 4 de novembro, primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mais de 3 milhões de candidatos precisarão adiantar o relógio em uma hora para se adequar ao horário de verão, que nesse ano coincide com o exame do MEC. Eles representam 56% do total de 5,5 milhões de candidatos com inscrição confirmada nas provas.

Onde haverá horário de verão?

O horário de verão entrará em vigor em dez estados, além do Distrito Federal:

Região Sul: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná
Região Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais
Região Centro-Oeste: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal
No total, 3.087.626 candidatos do Enem 2018 vivem nesses locais.

Horário das provas (horário OFICIAL de Brasília)

Abertura dos portões: 12h (horário de Brasília)
Fechamento dos portões: 13h (horário de Brasília)
Início das provas: 13h30 (horário de Brasília)
Saída permitida a partir das 15h30 sem o caderno de provas.
Saída liberada com o cartão de provas: 18h30 (horário de Brasília)
Fim da prova: 19h (horário de Brasília)

E o resto do Brasil?

Os demais estados não precisarão mudar o relógio em 4 de novembro, mas os 2,4 milhões de candidatos que farão as provas nessas regiões terão que se ajustar à nova diferença de fuso em relação ao horário oficial de Brasília.

Atualmente, 14 estados estão no mesmo horário que Brasília, mas, no primeiro dia do Enem, eles passarão a estar uma hora atrás. Portanto, o horário local de fechamento será, também, uma hora antes. Outros três estados estarão duas horas atrás e, no Acre e em 13 municípios do Amazonas, essa diferença será de três horas.

Veja abaixo a lista com os horários locais de fechamento dos portões em cada estado do Brasil:

13h (fechamento dos portões no horário local)

Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Minas Gerais
Paraná
Rio de Janeiro
Rio Grande do Sul
Santa Catarina
São Paulo

12h (fechamento dos portões no horário local)

Alagoas
Amapá
Bahia
Ceará
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Pará
Paraíba
Pernambuco
Piauí
Rio Grande do Norte
Sergipe
Tocantins

11h (fechamento dos portões no horário local)

Amazonas (com exceção de 13 municípios abaixo)
Rondônia
Roraima

10h (fechamento dos portões no horário local)

Acre
Amazonas (13 municípios da região sudoeste: Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Boca do Acre, Eirunepé, Envira, Guajará, Ipixuna, Itamarati, Jutaí, Lábrea, Pauini, São Paulo de Olivença e Tabatinga)


Ouvidoria recebe 38 denúncias de violações por divergências políticas

Apenas nas duas primeiras semanas deste mês, a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos já recebeu 38 denúncias relacionadas a violações envolvendo divergências políticas associadas às eleições presidenciais. Segundo a assessoria, são denúncias de violações de direitos que serão encaminhadas aos órgãos responsáveis.

Se analisadas separadamente, as denúncias podem ser agrupadas em 88 violações registradas por situações específicas, como violências física, institucional e psicológica, discriminação, negligência e outras agressões.

Para o ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, todos devem ser respeitados, independentemente de suas ideologias e posições políticas. “A pauta de direitos humanos não tem dono, não é de direita nem de esquerda, é de todos. Tenho confiança que, independentemente do resultado, vamos avançar.”

A ouvidora Nacional dos Direitos Humanos, Larissa Rêgo, disse que em cada registro de denúncia “é possível constatar diferentes cenários” envolvendo distintas vítimas e violações. “Cada denúncia pode ter mais de um tipo de violação, conforme dados disponibilizados, e cada tipo de violação pode envolver mais de uma, resultando assim em um número de violações maior que o número de denúncias.”

Denúncias

Para denunciar basta discar 100 – Disque Direitos Humanos e o Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, ambos de utilidade pública e com funcionamento 24 horas por dia, todos os dias da semana, incluindo sábados, domingos e feriados.

No Disque 100, as ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel (celular).

No caso do Disque 180, o canal funciona no Brasil e em outros 16 países: Argentina, Bélgica, Espanha, EUA (São Francisco e Boston), França, Guiana Francesa, Holanda, Inglaterra, Itália, Luxemburgo, Noruega, Paraguai, Portugal, Suíça, Uruguai e Venezuela. O serviço também é oferecido por e-mail (ligue180@mdh.gov.br), aplicativo Proteja Brasil e Ouvidoria On-line.


Exposição mostra ensaio fotográfico de pacientes com câncer de mama

Até o fim deste mês, em comemoração ao Outubro Rosa, uma exposição de fotos de mulheres que tiveram câncer de mama ficará disponível no Parque Shopping, no bairro de Cruz das Almas. O lançamento dos totens com as fotografias das pacientes aconteceu na noite desta terça-feira (16).

A ação é uma iniciativa do Hospital Cliom e tem como propósito de celebrar a luta dessas pacientes durante este mês de conscientização da população, como explicou a diretora administrativa da unidade de saúde, Keyla Casteliano. “Para as pacientes, participar do ensaio fotográfico foi um afago na autoestima. Elas puderam expor suas belezas e mostrar sua força nesse momento delicado, servindo também de inspiração para outras mulheres”, disse.

Para a paciente Cícera da Silva Gomes, participar da sessão de fotos foi muito gratificante. Ela descobriu o câncer em janeiro do ano passado e, em novembro, precisou amputar o braço em decorrência da doença.”A gente está nessa luta para mostrar às pessoas que a gente venceu. Estou viva por um milagre de Deus com a ajuda dos médicos. Me sinto ótima e só tenho a agradecer pela minha vida”, falou.

Maria do Socorro, de 67 anos, revelou que achou sensacional participar da ação. Ela descobriu a doença há um ano e sete meses e, apesar do diagnóstico de cura, continua fazendo tratamentos. “Para mim é uma benção. Tenho uma gratidão muito grande em ter ficado boa e conseguir estar aqui hoje”, disse.

A psicóloga Luciana Martins explicou que o câncer de mama é um estigma e sempre fica um ‘fantasma’ quando o assunto é câncer. Segundo a especialista, ações como essa valorizam as mulheres e as fazem elevar a autoestima e ter uma motivação na vida. “Algumas delas ficam mutiladas e a autoestima baixa após a mastectomia. Mas elas são pessoas completas e queremos que enxerguem isso”, explicou.


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