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Bolsonaro tem 57% dos votos válidos, contra 43% de Haddad, diz pesquisa CNT/MDA

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, segue com larga vantagem sobre Fernando Haddad (PT) em intenções de voto, segundo os resultados da pesquisa do instituto MDA, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).

Divulgado nesta segunda-feira, 22, o levantamento estimulado aponta Bolsonaro com 57% da preferência enquanto o petista tem 43%. O cálculo leva em consideração apenas os votos válidos, ou seja, exclui os brancos, nulos e indecisos

Quando considerados os votos totais, o candidato do PSL registra 48,8% da pesquisa estimulada, já Haddad possui 36,7%. Neste caso, a parcela disposta a votar nulo ou em branco é de 11% dos entrevistados, os indecisos representam 3,5%.

Na pesquisa espontânea, Bolsonaro também lidera: ele tem 45,8% da preferência e Haddad tem outros 33,3%. Neste cenário, 11,5% declararam votos em branco ou nulo e 9,2% disseram estar indecisos. O levantamento registrou ainda que 0,2% dos entrevistados citaram “outros” como possíveis candidatos de sua preferência.

O instituto também mediu a rejeição aos dois candidatos. Segundo o instituto, Fernando Haddad está à frente neste quesito. O petista é rejeitado por 51,4% dos entrevistados e Jair Bolsonaro por 42,7%. A pesquisa CNT/MDA ainda questionou os entrevistados sobre a definição do voto. Dos eleitores de Bolsonaro, 91,1% disseram já ter certeza sobre o voto no segundo turno. Entre os que declararam preferência para Fernando Haddad, 91,3% deles estão convictos da decisão de votar no petista.

O levantamento foi feito entre os dias 20 e 21 de outubro. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00346/2018.

Desse total de pessoas ouvidas, 79,8% viram ou ouviram a propaganda eleitoral na televisão ou no rádio para Presidente da República. Entre eles, 40,2% consideram que Jair Bolsonaro está apresentando o melhor programa eleitoral e 36% consideram que é Fernando Haddad que tem as melhores propostas. Por fim, 74,4% acreditam que Jair Bolsonaro vai vencer a eleição para Presidente da República. Para 14,6%, Fernando Haddad sairá vitorioso.


Em Alagoas, combate à seca terá controle social da água

O governo do Estado promoveu na manhã desta segunda-feira (22) uma reunião para discutir medidas que minimizem os efeitos da seca nos municípios do Sertão do Estado. Na ocasião, foi explicado o plano de contingência que será implantado pelo Estado, por meio da Defesa Civil Estadual, nas áreas mais afetadas pela seca.

O aporte do Governo Federal, por meio do Ministério da Integração Nacional, será de R$ 5 milhões e o estado deve entrar com mais R$ 3 milhões em recursos próprios. O evento, realizado no Palácio República dos Palmares, foi acompanhado por prefeitos das cidades do Sertão. Na ocasião, foram definidas as ações emergências a partir do momento em que os recursos forem liberados.

A operação deve ter início dentro do prazo de 30 a 45 dias, nos 38 municípios considerados em situação de emergência, informou o governador Renan Filho, esclarecendo que haverá possibilidade de um redimensionamento para levar água aos animais, embora a prioridade seja o abastecimento humano.

“Vamos concentrar nossos esforços com os esforços dos municípios”, ressaltou Renan, que propõe um controle social da distribuição do líquido às comunidades.


TSE nega ao PSOL liminar para restringir WhatsApp nas eleições

O ministro Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou liminar (decisão provisória) ao PSOL em representação que pedia que o uso do WhatsApp fosse restringido nos dias que restam até domingo (28), data do segundo turno das eleições.

Na representação, o PSOL pediu que a Justiça Eleitoral determinasse ao WhatsApp o uso temporário de mecanismo para limitar o compartilhamento, encaminhamento e transmissão de mensagens e o número de membros em novos grupos criados na rede.

O partido fez a solicitação com a justificativa de que a disseminação sem controle de notícias falsas pelo aplicativo estaria prejudicando a lisura do pleito. Para o ministro Edson Fachin, no entanto, o PSOL não apontou “fundamentos jurídicos” suficientes para a restrição do WhatsApp, tampouco apontou “conduta ilícita” praticada pelo aplicativo.

Para Fachin, desse modo, o pedido do PSOL “não encontra, no atual momento processual, em que se analisa apenas a plausibilidade dos argumentos invocados, fundamento apto para seu deferimento”. Fachin deu 24 horas para que o WhatsApp se manifeste na representação.

Entre as medidas que haviam sido solicitadas pelo PSOL estão a restrição dos encaminhamentos de 20 para cinco, com o objetivo de limitar a disseminação de desinformação; a restrição do número de transmissão de uma mensagem para contatos (atualmente é de 256 contatos ao mesmo tempo); e a limitação do número de grupos.

“Inúmeras são as situações diariamente noticiadas de que as mensagens que circulam nos grupos de WhatsApp, sem qualquer acompanhamento e cuidado com a legislação, têm desequilibrado o pleito eleitoral, especialmente porque chegam a milhões de pessoas, e muitas têm como principal meio de se informar o grupo de mensagens, o que facilita o trabalho de quem divulga notícias falsas, ofensivas e inverídicas”, escreveram os advogados do partido.


Ministros do STF consideram grave declaração de filho de Bolsonaro

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se manifestaram a respeito da declaração dada pelo deputado Flávio Bolsonaro, no domingo (21), sobre a Corte. De acordo com um grupo consultado pela jornalista Miriam Leitão, do ‘Globo’, o caso não pode ficar sem resposta.

Em reação ao filho do presidenciável Jair Bolsonaro, que disse que “basta um soldado e um cabo para fechar o STF”, um dos ministros lembrou que, para fechar o Supremo, “o que nem a ditadura tentou”, será preciso “antes disso revogar a Constituição”.

Um assessor direto disse ao colunista do ‘Globo’ Lauro Jardim que Toffoli “não quis botar mais lenha na fogueira”. Já Marco Aurélio Mello e Rosa Weber minimizaram a gravidade da declaração de Eduardo Bolsonaro.

Celso de Mello, por sua vez, classificou a afirmação como “inconsequente e golpista” em nota enviada à ‘Folha de S. Paulo’. De acordo com o ministro, a votação recorde do deputado não legitima “investidas contra a ordem político-jurídica”.

Os ministros consultados por Miriam Leitão optaram por não serem citados na matéria, pois a ordem é que o presidente da Casa, Dias Toffoli – que estava em um congresso em Veneza -, ou o decano Celso de Mello falem em nome do STF.

Um dos ministros classificou a manifestação de Eduardo Bolsonaro como “uma mistura de autoritarismo com despreparo”. “O que ele falou, e ele já é deputado, é golpista. Nem a ditadura fez o que ele disse que é fácil fazer. Em 1969, foram cassados três ministros, mas o STF nunca foi fechado”, completou.

Outro, admitiu que tem ficado claro o risco da eleição de um populista de direita. Um terceiro justificou o posicionamento do STF em uma só voz pelo momento conturbado que o país vive. No entanto, ele admite que o assunto deve ser levado a sério.


Urnas eletrônicas já estão prontas para distribuição em Alagoas, diz TRE

As 8 mil urnas que serão utilizadas no segundo turno das eleições no próximo dia 28 de outubro já estão prontas para distribuição, segundo afirmou a assessoria do TRE, na manhã desta segunda-feira (22). Em Alagoas, os eleitores irão votar apenas no candidato à presidente da República.

As urnas eletrônicas serão distribuídas a partir do sábado (27), dia que antecede a votação, para todas as regiões do estado. Elas seguirão para as 6.387 seções eleitorais, onde mais de 2 milhões de eleitores participarão do pleito.

Segundo a assessora do TRE, Flávia Gomes de Barros, as urnas se encontram nos cartórios eleitorais, de onde seguem para suas respectivas zonas, tanto na capital quanto no interior do estado.

“As urnas já estão todas prontas, todas as cargas foram feitas até a semana passada. O esquema das eleições para o TRE segue igual ao primeiro turno”, pontuou.

Efetivo SSP

A Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP/AL) informou que o esquema de segurança deve seguir com mesmo efetivo empregado no primeiro turno das eleições. Serão 1.800 militares nas ruas fazendo o policiamento das eleições em Maceió. No total, serão utilizados 4 mil militares, sendo 2.711 nos municípios do interior do estado.

“Vamos manter o planejamento operacional do primeiro turno. Tivemos uma eleição tranquila graças às parcerias que fizemos e ao trabalho de inteligência. Após 18 anos, não precisamos de tropas federais em Alagoas”, ressaltou o secretário de Estado da Segurança Pública, coronel Paulo Domingos Lima Júnior.

Colégios eleitorais

As eleições mudam a rotina de algumas escolas do estado, que servem como colégios eleitorais no dia da votação. A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou que a determinação da pasta é para que as escolas funcionem normalmente na sexta-feira (26). Já na segunda, um dia após a votação, as escolas que servirem de local de votação estarão fechadas no horário da manhã e retornam as atividades na parte da tarde.

As aulas da rede estadual de ensino serão suspensas na tarde da sexta-feira e retornarão na segunda-feira, apenas à tarde.


Ciro Gomes diz que está ‘cansado’ e vê um Brasil ‘doente’

Em Paris desde que terminou o primeiro turno das eleições em terceiro lugar, Ciro Gomes tem se mantido longe dos holofotes e declarou em apoio tímido ao candidato do PT, Fernando Haddad. No entanto, de acordo com a coluna de Mônica Bergamo na “Folha de S. Paulo”, ele disse que está “muito cansado”.

A colunista revela que a declaração foi dada para uma brasileira, Érika Campelo, diretora de uma associação cultural. Ao ser questionado do motivo pelo qual não se encontra no Brasil, o político afirmou: “eu estou muito cansado. Estou batalhando há três anos. E não dá mais”.

Ciro ainda avaliou que a situação do país “realmente está muito difícil”, completando que o Brasil “está doente”.

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