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10º BPM e CAS dão continuidade ao Projeto “Saudável Mente”

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O 10º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em conjunto com o Centro de Assistência Social (CAS), deram continuidade ao Projeto Saudável Mente, durante a manhã dessa segunda-feira (18), no município de Palmeira dos Índios.
O evento ocorreu no auditório do Instituto Federal de Alagoas (IFAL) e tem como objetivo proporcionar uma série de atividades para militares e seus familiares, voltadas para a qualidade de vida e saúde.
Na oportunidade, foram ofertadas palestras sobre o Alcoolismo, Transtornos do Estresse Pós-Traumático (TEPT) e Suicídio na Corporação, proferidas por assistentes sociais e psicólogos do CAS.
Participaram da cerimônia o coronel da reserva remunerada Edilson Resende e do professor Emerson Moura, ambos pertencentes à Secretaria de Segurança Pública de Alagoas, além de integrantes do Tiro de Guerra do Exercito Brasileiro/Palmeira dos Índios, da empresária Isa Dantas, representando o Sindilojas, além de oficiais e praças do próprio Batalhão.
Vale ressaltar, que o CAS oferece diversos serviços para os militares, como assistência e prevenção ao alcoolismo e outras drogas, prevenção ao estresse pós-traumático, valorização da vida e prevenção ao suicídio, assistência após falecimento de policiais da ativa, assistência itinerante, atendimento psicológico e social para apoio e orientação, dentre outros.

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Promotoria de Palmeira vai intimar pais de adolescentes que postaram fotos com máscaras

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Em audiência pública, ocorrida na tarde desta terça-feira (19), na cidade de Palmeira dos Índios, o Ministério Público Estadual (MPE) determinou uma série de medidas na apuração do caso dos adolescentes que postaram vídeo nas redes sociais com máscaras dos atiradores que mataram alunos e servidores, semana passada, na cidade de Suzano, no interior de São Paulo.

Na audiência, promotor Sérgio Vieira recebeu informação de que as fotos que estão circulando foram tiradas há alguns meses e não é nada recente. Porém, como só agora elas ganharam repercussão, a promotoria vai acompanhar o caso.

Além disso, a direção da escola relatou que os dois adolescentes envolvidos no fato não têm comportamento agressivo dentro da unidade de ensino, e nunca se envolveram em nenhuma situação de violência.

Entretanto, em razão do tipo de post feito por eles, o promotor vai solicitar um estudo psicossocial dos dois adolescentes envolvidos no caso. Esse estudo será solicitado ao CREAS, ao CRAS e ao Conselho Tutelar da cidade.

Ainda durante a visita, a escola ficou de informar, o mais breve possível, os nomes completos e endereços dos dois adolescentes e quando os dados chegarem à promotoria, tanto os pais quanto os adolescentes serão intimados para prestar depoimentos.

A escola prometeu entregar ao Ministério Público, o quanto antes, um relatório sobre toda a situação causada dentro da instituição de ensino, após a divulgação das imagens.

O delegado de Palmeira dos Índios, Alexandre Leite, já instaurou um procedimento investigativo para apurar o fato.

Entenda o caso

O Centro Educacional Cristo Redentor, no bairro São Cristóvão, em Palmeira dos Índios, com 75 anos de existência, vivenciou, nesta terça-feira (19), algo que nunca viveu após vazar fotos de um aluno do 3º ano do ensino médio. As aulas precisaram ser suspensas.

Em uma das imagens publicadas em janeiro pelo estudante, ele aparece com a mesma máscara dos atiradores de Suzano (SP), mas qualquer mensagem de ameaça é negada pela diretoria do colégio, que desde essa ontem (18) à noite acompanha o caso diretamente.

“O estudante e toda a sua família estão muito assustados”, declarou uma funcionária ao Diário Arapiraca. “É bom lembrar que estamos nos referindo a um menor de idade e todo cuidado é pouco”, completou.

A psicóloga da instituição de ensino, identificada como Vanessa, comentou que o aluno mantém um bom relacionamento com todos do colégio, onde ele estuda desde o maternal, e não tem nenhuma queixa sobre o comportamento do mesmo, que no momento tem sofrido muito com a retaliação da sociedade.

“Nada disso é verídico”, garantiu Vanessa. “O aluno está indignado com a repercussão, ele próprio procurou a diretoria, hoje pediu para ir para casa por vergonha e disse que todos os seus colegas são muito importantes para ele”.

Apaixonado por fotogafias e rock, as imagens do garoto chamam atenção na rede, mas de acordo com a direção da escola nada tem a ver com o ataque ocorrido em Suzano ou qualquer ligação com violência.


Alunos de Palmeira dos Índios vão ser intimados a depor, diz MPE

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Após uma reunião entre o promotor Sérgio Vieira Leite e representantes de uma escola particular de Palmeira dos Índios, o Ministério Público do Estado (MPE) de Alagoas pediu estudo psicossocial dos estudantes evolvidos em boatos de massacre e vai intimar os pais e os adolescentes a depor. A decisão foi tomada nesta terça-feira (19).

O estudo será solicitado ao Conselho Tutelar, Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) do município.

O MPE também vai intimar os pais e os adolescentes a depor, após as identidades dos envolvidos serem enviadas pela escolar particular ao orgão.

Os representantes do Centro Educacional Cristo Redentor voltaram a afirmar que os fatos usados para comprovar indícios de que adolescentes pretendiam cometer um ataque são recentes e não possuem coesão.

A psicóloga da escola, Vanessa Nascimento, disse, em entrevista, que as fotos utilizadas como comparação com ataque em Suzano são antigas e que o gosto musical dos adolescentes não pode ser levado em conta.

“Os dois são ótimos alunos, nunca tivemos qualquer queixa em relação ao comportamento deles. O que aconteceu foi que fizeram prints de fotos postadas por eles em suas redes sociais por alguém que usou essas imagens para provocar essa situação. Mas garantimos que tudo está esclarecido e que todas as medidas estão sendo tomadas”, contou.

A Delegacia Regional do município vai também investigar caso.


Delegada ouve guarnição que trocou tiros com sargento acusado de matar policial

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A Polícia Civil ouviu a guarnição do Batalhão de Polícia de Radiopatrulha (BPRP) envolvida na troca de tiros que culminou com a morte do sargento Valterly Lima, nesta terça-feira (19). A vítima estava sendo investigada pelo assassinato do soldado Ivanilton Leão de Farias, caso ocorrido em frente a um bar, em Arapiraca, nessa segunda-feira (18).

“A guarnição já prestou depoimento e verificamos que se tratou de um caso de resistência à prisão. Não tinha como evitar. O inquérito está praticamente encerrado”, disse a delegada Talita de Aquino, da Delegacia de Homicídios da Capital.

Para a delegada, o caso está concluído. “Foi um desdobramento de um homicídio ocorrido em Arapiraca. O sargento que entrou em confronto com a Polícia Militar em Maceió foi o autor da morte do soldado de Arapiraca e teria vindo para Maceió para fugir”, declarou a delegada.

Durante a investigação da PM e da Secretaria de Segurança de Pública (SSP), foi descoberto o endereço onde o sargento Valterly estava, em apartamento no Benedito Bentes. “Ele resistiu a prisão e atirou contra os policiais. Quando houve a morte do soldado em Arapiraca, souberam por testemunhas que teria sido o Valterly, começaram as investigações e conseguiram localizá-lo. Ele veio para cá com mais duas pessoas e um deles autuado por ter favorecido a fuga”, acrescenta Talita de Aquino.

O delegado Everton Gonçalves que investiga a morte do soldado Ivanilton informou à Gazetaweb que as investigações continuam para esclarecer pontos como a motivação do crime e saber se mais alguém participou do assassinato do militar, em Arapiraca. Sobre a informação de que Ivanilton foi baleado porque pegou nas partes íntimas do sargento, o delegado disse que isso não foi ainda confirmado.


Polícia apreende menor de idade suspeito de organizar ataque em Suzano

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Policiais civis apreenderam, na manhã desta terça-feira (19), o adolescente suspeito de ajudar a planejar o massacre que terminou com dez mortos na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo. O jovem de 17 anos foi apreendido em casa e levado ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade, onde foi submetido a exame de corpo de delito. De lá, seguiu para o fórum.

Na quinta-feira (14), o adolescente chegou a se apresentar à Justiça, mas negou a participação e foi liberado. Durante a investigação, porém, foram analisados os celulares dele e dos dois assassinos e, de acordo com a polícia, os três aparelhos têm conversas claras sobre o planejamento das mortes.

Nesta segunda-feira (18), a polícia apresentou ao Ministério Público um relatório com os resultados das buscas feitas na casa do menor. Além disso, a Polícia Civil apresentou à Justiça um documento com 13 tópicos que reforçam a participação do adolescente no planejamento do crime.

Entre as evidências estão depoimentos como o de uma professora que afirma que, no início do mês, durante uma dinâmica de grupo sobre expectativa de futuro, o adolescente “de forma fria, sem expressar qualquer sentimento, respondeu que seu maior sonho era entrar em uma escola, armado, e atirar em várias pessoas aleatoriamente”.

Em outro depoimento, um amigo dele disse que o menor havia dito que tinha planejado o crime com um dos assassinos, mas que não sabia quando seria executado.

Além disso, uma testemunha disse ter visto o menor com a dupla que executou o crime numa locadora de veículos no dia em que eles alugaram o carro usado no crime. Outra evidência foi a apreensão na casa dele de “uma bota estilo coturno, em estado de conservação novo, muito similar às utilizadas pelos autores do crime”.

Com base nessas novas evidências e num parecer do promotor Rafael do Val, a juíza Erica Marcelina Cruz, da 1ª Vara de Suzano, determinou a apreensão do adolescente nesta manhã.

Internação

O prazo da internação provisória do menor é de 45 dias. Se terminado o prazo e não houver sentença judicial de internação definitiva, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) determina a sua liberação. Em caso de sentença de internação definitiva, o prazo máximo é de 3 anos.

Além dos pais, o advogado Marcelo Feller irá acompanhar o adolescente no fórum. Nesta audiência a juíza vai decidir para qual unidade da Fundação Casa ele será internado.

Segundo assessoria do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo, o procedimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) determina que, se não for encontrada vaga em unidade da Fundação Casa para menor infrator, este deverá ficar pelo prazo máximo de cinco dias em cela especial de cadeia, aguardando vaga.

Flores em homenagem às vítimas do massacre na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano — Foto: Glauco Araújo/G1 Flores em homenagem às vítimas do massacre na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano — Foto: Glauco Araújo/G1

Flores em homenagem às vítimas do massacre na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano — Foto: Glauco Araújo/G1

O ataque

Os assassinos de 17 e 25 anos eram ex-alunos da Escola Estadual Raul Brasil. Na manhã de quarta-feira (13), eles invadiram o colégio e mataram sete pessoas. Antes do massacre, um deles baleou e matou o próprio tio em uma loja de automóveis também em Suzano.

A investigação aponta que, depois do ataque na escola, um dos assassinos matou o comparsa e, em seguida, se suicidou. A polícia diz que os dois tinham um “pacto” segundo o qual cometeriam o crime e depois se suicidariam. Ainda não se sabe a motivação do massacre.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o caso é investigado pela Delegacia de Suzano, com o apoio do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa da Seccional de Mogi das Cruzes. Até esta terça, 31 testemunhas foram ouvidas. Elas poderão ser chamadas novamente para prestar depoimento ao longo das investigações.

Ataque em escola de Suzano (atualizada dia 15/3) — Foto: Juliane Monteiro/G1 Ataque em escola de Suzano (atualizada dia 15/3) — Foto: Juliane Monteiro/G1

Ataque em escola de Suzano (atualizada dia 15/3) — Foto: Juliane Monteiro/G1


ÁUDIO: Pais e alunos de colégio particular em Palmeira estão assustados após imagens de aluno divulgadas nas redes sociais

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Uma suposta ameaça pelas redes sociais partindo de dois alunos do terceiro ano do Colégio Cristo Redentor em Palmeira dos Índios, deixou pais e alunos assustados na manhã desta terça-feira. Imagens mostram um dos alunos com uma máscara idêntica a que foi utilizada pelos atiradores da escola de Suzano, na semana passada.

As imagens circularam rapidamente nas redes sociais e deixou a população assustada. A equipe de reportagem da Rádio Sampaio esteve na instituição educacional e verificou a grande movimentação, alguns pais de alunos proibiram os filhos de irem ao colégio na manhã de hoje e esperam o posicionamento por parte da direção para que as medidas sejam tomadas o mais rápido possível.

Em entrevista a nossa equipe, a professora Cristina ressaltou que “os pais precisam conversar e orientar os filhos em casa, a fim de evitar que casos como o de Suzano venham a ocorrer em outros lugares” à professora ressaltou ainda que “a postagem do aluno foi uma brincadeira infeliz e em um momento inoportuno pela tragédia acontecida semana passa no estado de SP”.

Ainda na entrevista a professora afirmou que o estudante do terceiro ano não tem nada que abone a sua conduta e que a mídia é a grande culpada por algumas informações que causam alvoroço nos dias de hoje, classificou como FAKE NEWS.

Uma reunião com advogado do colégio, direção, psicólogos, padre e professores foi realizada nesta manhã para que as medidas sejam tomadas para que a direção tome a melhor decisão que seja o melhor para todos.

OUÇA A ENTREVISTA DA PROFESSORA CRISTINA NA INTEGRA:


Rua José e Maria Passos, nº 25 - Centro - Palmeira dos Índios - AL.

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