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Moradores de Palmeira dos Índios podem ficar sem água em 2 meses

Moradores de Palmeira dos Índios podem ficar sem água nos próximos dois meses devido à falta de chuvas. A barragem Carangueja, situada no município de Quebrangulo, abastece 70% da população de Palmeira e está com o volume de água muito reduzido.

A tendência é de que a situação se agrave porque a barragem Carangueja – que tem 18 metros de profundidade – já reduziu mais de 9 metros, 30% de sua capacidade. O motivo é a falta de chuvas na região.

Segundo o gerente da Companhia de Água e Saneamento de Alagoas (Casal), Joaquim Oliveira, para poupar a água que resta, a Casal desliga, durante a noite, uma das duas bombas de captação. Se não chover logo, o abastecimento em Palmeira deve ficar mais comprometido. “A preocupação é enorme. Nos próximos sessenta dias, poderá haver essa deficiência”, alertou o gerente.

Uma das opções para evitar o colapso seria fazer a transposição das águas da Barragem Caçamba –  que também fica em Quebrangulo e abastece 30% dos domicílios de Palmeira – para a Barragem Carangueja. A barragem Caçamba está cheia porque fica próximo a uma área preservada, cercada por serras, onde existem centenas de nascentes e alguns rios ao redor.

“Já existe um estudo da diretoria para que seja feita de forma emergencial essa transposição. A Seinfra é quem irá providenciar esse projeto para que seja feito isso e de forma rápida para solucionar o problema da cidade”, informa. A Secretaria de Estado da Infraestrutura informou, no entanto, que ainda não foi comunicada sobre pedido de estudo feito pela Casal para a transposição da água. Segundo a meteorologia, não há previsão de chuva para o Agreste, nos próximos dias.

Darlene Gomes mora no bairro São Francisco. Em casa, ela precisa das duas caixas de água de mil litros e da cisterna por causa do rodízio no abastecimento. “Chega água no domingo e falta na terça-feira. Tem que ter os reservatórios porque se não a gente fica sem água”, disse ela, reclamando, ainda, dos resíduos que vêm na água e se acumulam no fundo do reservatório.


“STF não acompanhou a evolução da vaquejada”, diz defensores

Criadores de cavalo quarto de milha e integrantes da Associação de Vaqueiros de Alagoas realizam uma mobilização nesta terça-feira, 11, em protesto à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que derrubou uma lei do estado do Ceará, que regulamentava a vaquejada. Dos 11 ministros do Supremo, seis consideraram que a prática impõe sofrimento aos animais e fere princípios constitucionais. O julgamento teve início em agosto e foi encerrado no último dia 6.

Em Alagoas, a decisão provocou a reação imediata de praticantes, financiadores, criadores e até do governador Renan Filho (PMDB), que usou o seu perfil na rede social para defender a prática da vaquejada. “Vaquejada é atividade recreativa e competitiva que virou esporte e tem seus heróis, os vaqueiros mais corajosos e hábeis. Sobretudo, vaquejada é festa em todos os cantos do Nordeste, herdeira das antigas “pegas de boi” na caatinga. Ela precisa ser preservada porque é um patrimônio cultural de Alagoas e de toda a região nordestina.”

Em entrevista, os defensores da vaquejada alegaram que o STF não acompanhou a evolução da vaquejada, que hoje é legal, inclusive com assinatura de termos de ajuste de conduta (TAC) junto ao Ministério Público e que não causa maus-tratos aos animais. Os defensores afirmam, ainda, que os regulamentos protegem os animais.

Segundo os praticantes, o objetivo da mobilização é mostrar à população a necessidade do esporte não acabar. Estimativa das associações afirmam, ainda, que a vaquejada hoje ocupa a 11ª colocação no ranking de economias no Estado e que há milhares de pais de família que sobrevivem da prática.

Ambientalistas, no entanto, afirmam que lutam há mais de 20 anos pela proibição da vaquejada.


Arapiraca e Palmeira dos Índios: Defensoria Pública abre inscrições para seleção de estágio em direito

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo para cadastro de reserva voltado a estágio em Direito, nas sedes da Defensoria Pública do Estado de Arapiraca e Palmeira dos Índios. Segundo o edital publicado no Diário Oficial do Estado (DOE/AL), na semana passada, poderão participar da seleção estudantes que estejam cursando a partir do 4º período de Direito, vinculados a instituições de ensino superior conveniadas à Defensoria Pública.

As inscrições, que são gratuitas, podem ser feitas nas sedes da Defensoria Pública de Arapiraca, na Rua Pedro Nunes de Albuquerque, 450, Capiatã e em Palmeira dos Índios, na Rua Domingos Roque da Costa, 45, São Luiz, até a próxima sexta-feira, dia 14 de outubro de 2016, dentro do horário de funcionamento das instituições.

No ato de inscrição, o estudante poderá, voluntariamente, doar um sachê/refil de leite em pó, a ser destinado a instituição de caridade das cidades de Arapiraca e Palmeira dos Índios/AL, a ser oportunamente indicada pela Defensoria Pública do Estado de Alagoas.

Vale ressaltar que o município escolhido para realizar a prova será também o local para o qual o estudante pleiteia vaga de estágio.

Os estudantes aprovados e convocados para as vagas, que venham a surgir no período de validade da seleção, receberão uma Bolsa de Complementação Educacional no valor mensal de 01 (um) salário-mínimo, durante o período de estágio, além de auxílio transporte no valor de R$ 50 mensais.

A prova será realizada no dia 31 de outubro, das 14h às 18h, simultaneamente nos dois municípios. Em Arapiraca as provas acontecem na Faculdade CESAMA – UNIRB (Rua Gazeta de Alagoas, 85 – Brasília, Arapiraca – AL, próximo ao Arapiraca Garden Shopping); em Palmeira dos Índios: na Faculdade CESMAC do Sertão (Rua Bráulio Montenegro, 285/286, Vila Maria, Palmeira dos Índios). Todas as informações quanto à prova serão divulgadas no Diário Oficial do Estado e em mural nas Sedes da Defensoria Pública do Estado de Alagoas em Arapiraca e Palmeira dos Índios.

Os estudantes aprovados trabalharão 30 horas semanais e receberão uma Bolsa de Complementação Educacional no valor mensal de 01 salário mínimo, além de auxílio transporte no valor de R$ 50,00 mensais.

O concurso terá validade de seis meses, a contar da data da homologação do resultado, podendo ser renovado pelo período de até dois anos, ou até a colação de grau do estagiário, o que acontecer primeiro.

Consulte o edital: http://www.doeal.com.br/portal/edicoes/download/27409. Maiores informações através do www.defensoria.al.gov.br, ou pelo telefone (82)3420-1164.


Alunos do Curso de Formação de Praças podem perder chance de ingressar na PM

Os alunos do Curso de Formação de Praças da Polícia Militar de Alagoas foram pegos de surpresa nesta segunda-feira, 10, após serem informados que 78 alunos podem ser impedidos de participar da formatura e, consequentemente, de se tornarem soldados.

Isso porque a Polícia de Alagoas estabelece como limite máximo para ingresso na corporação, a idade de 30 anos, contada a partir da conclusão do curso. O agravante é que os mais de 70 alunos que podem ter a “incorporação anulada” participaram de todas as etapas do curso, durante oito meses e foram considerados aptos.

A decisão, anunciada hoje, deve ser publicada na edição desta terça-feira, 11, do Boletim Geral Ostensivo da PM. Mas a assessoria de comunicação informou, por meio de nota, que está solicitando nova análise do caso. Confira nota na íntegra:

“A Polícia Militar de Alagoas vem informar que, em virtude das notícias publicadas nos veículos de comunicação referentes à anulação da incorporação de servidores militares, está solicitando uma nova análise do caso para o Gabinete Civil do Estado.

Os policiais que excederam o limite máximo de idade para o ingresso na corporação, seguirão matriculados nos Cursos de Formação de Oficiais e no Curso de Formação de Praças até que uma decisão seja oficializada.”

O grupo prejudicado no processo seletivo está buscando esclarecer o caso junto ao Governo do Estado. Eles fazem parte dos 200 integrantes da reserva técnica da PM, referente ao concurso realizado em 2012.


PF cumpre mandados contra possíveis crimes eleitorais em Arapiraca

Uma operação da Polícia Federal denominada “Pinote” foi realizada na manhã desta segunda-feira (10) para identificar possíveis crimes eleitorais no município de Arapiraca. Ao todo, quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos. A PF ainda apreendeu documentos e uma lista com nomes de eleitores suspeitos na residência de um político.

De acordo com o delegado da PF, André Costa, dos mandados expedidos, dois deles foram cumpridos em sedes de empresas, outro na casa do diretor de um dos estabelecimentos e outro mandado em um posto de gasolina.

O delegado ainda afirmou que o material do crime é de compra de votos e de transporte ilegal de eleitores. “Também existe a possibilidade a formação de uma organização criminosa para a compra de votos. O esquema estava com listas de eleitores, cópias de títulos e documentos que foram usadas no dia da eleição”.

A ação faz parte de uma operação que aconteceu no dia 2 de outubro, no primeiro turno das eleições. PF apreende dinheiro e santinho de candidato a prefeito em Arapiraca.

Primeiro turno das eleições

Além da quantia, em mais de R$ 9 mil reais em espécie, os policiais encontraram santinhos de um candidato a prefeito e outro candidato a vereador.

Através de uma denúncia anônima, agentes da PF e policiais militares flagraram dezenas de motociclistas abastecendo no mesmo posto. No momento da abordagem, a polícia identificou que um veículo foi abandonado no local e condutor saiu sem deixar pistas.

No local, havia uma caminhonete Fiat, de cor branca. A PF conseguiu chamar um chaveiro para abrir o veículo e encontrou a o material da campanha, além do dinheiro.

O material apreendido foi encaminhado para sede da Polícia Federal, em Maceió, onde os policiais fariam as investigações.

PF no primeiro turno das eleições
PF no primeiro turno das eleições

10º BPM apreende duas armas de fogo e drogas em Palmeira dos Índios

As guarnições da Rocam e da Radiopatrulha, pertencentes ao 10º Batalhão de Polícia Militar (BPM), apreenderam duas armas de fogo, durante a noite desta terça-feira (04), no bairro Tenório Cavalcante, em Palmeira dos Índios. Na ação, dois maiores e dois menores foram detidos.

Os militares estavam em patrulhamento na Rua Drº Fernandes de Barros, quando visualizaram os quatro suspeitos e o abordaram. Com Alysson Rafael Siqueira Monteiro, de 18 anos; Cícero David Rosa de Lima, de 20 anos; além de dois menores, ambos de 16 anos, estavam sob a posse de dois revólveres calibre 38, seis bombinhas de maconha e uma pedra de crack.

Os acusados foram encaminhados à 5ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), onde os maiores foram autuados por Tráfico de Drogas, Associação ao Tráfico, Porte Ilegal de Arma de fogo e Corrupção de Menores.