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‘Deus o livre aquela pessoa tivesse uma arma de fogo’ diz Marina sobre atentado contra Bolsonaro

A ex-ministra Marina Silva, presidenciável da Rede, comparou neste sábado, 8, o atentado contra o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, com o assassinato de Marielle Franco e os tiros dados contra um ônibus da caravana do ex-presidente Lula. “Fico pensando: Deus o livre aquela pessoa tivesse uma arma de fogo, o que poderia ter acontecido”, disse a ex-senadora. Ela ainda defendeu o uso do respeito contra a violência e disse que as eleições 2018 podem encerrar o ciclo de polarização no qual o País entrou.

O que vai nos defender contra a violência não é um arma na mão. É o amor e o respeito uns pelos outros dentro do coração, independente de cor, raça e ideologia”, afirmou a candidata, que foi à Rua 25 de Março, no centro de São Paulo, para fazer uma caminhada “pela paz”. O ato reuniu cerca de 30 militantes da sigla, que se misturaram à multidão de populares que fazia compras por um dos principais centros de comércio da cidade.

Marina chegou de táxi e logo foi cercada por quatro seguranças. Três homens e uma mulher formaram um cordão isolamento em torno da candidata e a acompanharam durante todo o percurso. “Essas eleições nos dão a possibilidade de pôr um ponto final na polarização, no ódio e na violência”, afirmou. Essa foi a primeira manifestação de rua da candidata depois do ato de violência.

“Em 2014, foi violência política. Agora é a violência física. Foi assim no assassinato de Marielle, nos tiros contra um ônibus da caravana do ex-presidente Lula e agora com esse atentado.”


Em debate, Ciro lidera menções no Twitter e comemora com dança no palco

 

Presidential candidate Ciro Gomes of the Democratic Labour party (PDT) gestures during a television debate at the Gazeta TV studio in Sao Paulo, Brazil September 9, 2018. REUTERS/Nacho Doce

Ciro Gomes, candidato do PDT à Presidência, foi o campeão de menções no Twitter durante o debate da TV Gazeta, na noite deste domingo (9), com 45% das citações aos presidenciáveis.

Também participaram do debate os candidatos Guilherme Boulos (PSol), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos).

A cada intervalo do programa, realizado em parceria com o Estadão, a rádio Jovem Pan e o próprio Twitter, um jornalista apresentava o nível de interesse dos usuários da rede em cada um dos candidatos, e Ciro foi o presidenciável mais citado em todos os blocos.

Encerrado o segundo bloco, ao ouvir que mais uma vez liderava as menções no Twitter, Ciro comemorou seu sucesso com uma dancinha. Os passos, contidos, foram dados atrás de seu púlpito e durante o intervalo, portanto longe das câmeras e dos olhos dos telespectadores — só quem estava dentro do estúdio conseguiu ver.

Após o terceiro bloco e a constatação de que mantinha a liderança, Ciro divertiu a plateia com sua dança mais uma vez.

A dança foi igual a esta que Ciro exibiu no final:

Em entrevista a jornalistas após o debate, Ciro disse que tem a melhor “turma na internet”.

“A minha turma na internet é disparada a melhor. E é tudo de carne e osso, não tem nenhum robô”, disse o candidato.

Na sequência, Ciro gravou um vídeo de agradecimento a seus eleitores. “Eu definitivamente tenho a melhor, sem rival, turma na internet. Hoje vocês me comoveram. Ficar lá em cima no Twitter… eu sei que isso foi serviço da turma toda que me ajuda na internet.”


Meirelles ataca Alckmin e é alvo de críticas de Boulos

O candidato do MDB à Presidência, Henrique Meirelles, atacou Geraldo Alckmin (PSDB) durante o debate Estadão/TV Gazeta/Jovem Pan/Twitter e afirmou que ele não respeitou o candidato Jair Bolsonaro (PSL) mesmo após o ataque a faca em Juiz de Fora (MG).

Alckmin reagiu e negou que o programa dele tenha feito radicalismo. Guilherme Boulos (PSOL), por sua vez, usou uma pergunta a Meirelles para atacá-lo e a criticar Alckmin.

Meirelles citou, então, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e se comprometeu em criar 10 milhões de empregos em um eventual governo dele. Ele defendeu ainda o trabalho dele em governos do PT e do presidente Michel Temer. “O Brasil não se divide País entre quem gosta ou não de Temer, Lula ou FHC”, afirmou.

Na tréplica, Boulos criticou o mercado financeiro e disse que não vai “chamar o Meirelles”, em referência à campanha do emedebista. “Vou taxar o Meirelles”, disse.


Supremo decide nesta terça se Bolsonaro se tornará réu sob acusação de racismo

 A Primeira Turma do Supremo vai retomar o julgamento da acusação de racismo contra Jair Bolsonaro (PSL) nesta terça (11). O ministro Alexandre de Moraes, que interrompeu a discussão do caso no dia 28 de agosto com um pedido de vista, incluiu o processo na pauta do colegiado, presidido por ele. Será de Moraes o voto decisivo. Quando suspendeu o debate, havia um empate. O episódio que levou Bolsonaro ao STF é rumoroso e, não raro, mencionado por adversários da corrida eleitoral.

O voto de Moraes decidirá se Bolsonaro deve se tornar réu sob acusação de racismo. O presidenciável foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por ter, em uma palestra no Rio, se referido de maneira pejorativa a quilombolas. Na ocasião, ele disse que foi a uma aldeia e que o “afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas”.

O caso começou a ser discutido na Turma antes do atentado ao presidenciável, em Juiz de Fora, na quinta (6). Qualquer que seja a decisão do Supremo, ela terá implicação no debate eleitoral.


Criminosos roubam botijões de gás e carnes de escola em Arapiraca

Segundo militares do 3º Batalhão, os criminosos levaram dois botijões de gás e alguns quilos de carne que estavam no aumoxerifado da Escola Municipal de Ensino Fundamental Jarbas Silvério Lúcio.

O segurança da escola viu a porta arrombada e acionou a polícia, que fez buscas na região, mas não encontrou nenhum suspeito.


Tiroteio dentro de McDonald’s deixa um morto e quatro feridos nos EUA

Um possível confronto entre criminosos rivais deixou uma pessoa morta e quatro feridas, na madrugada deste domingo (9), dentro de um restaurante do McDonald’s no Alabama, ño Sudeste dos Estados Unidos.

Ainda não se sabe quantas pessoas estariam envolvidas no crime. A identidade de nenhuma das vítimas foi revelada. A única informação divulgada foi da pessoa que morreu. Ela tinha 20 anos e era natural de Tuskegee.

Três dos quatro feridos são homens, de 16, 19 e 21 anos. A outra vítima é uma adolescente, de 17 anos. O autor dos disparos ainda não foi encontrado e encontra-se foragido.A polícia investiga o caso.


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