Alagoas registrou seis mortes por febre chikungunya no ano passado

| Redação Rádio Sampaio


É uma das maiores proporções de óbitos por estado, segundo Ministério da Saúde

Em 2016, foram registrados 17.030 casos prováveis de febre chikungunya e confirmados seis óbitos em Alagoas. Até o dia 24 de dezembro de 2016, o estado registrou 41.048 casos prováveis das três doenças, todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
Foram  17.140 de dengue, 17.030 de chikungunya e 6.878 de zika. Os dados são do novo boletim epidemiológico publicado no site do Ministério da Saúde.
A soma de mortes por dengue, zika e chikungunya no Brasil em 2016, até o dia 24 de dezembro, chegou a 794: 629 por dengue, 159 por chikungunya e 6 por zika. No mesmo período de 2015, as três doenças haviam provocado 1.001 mortes: 984 por dengue, 14 por chikungunya e 3 por zika.
Brasil
Mesmo antes da compilação dos casos da última semana do ano, o número de casos de dengue registrado em 2016 já é o segundo mais alto desde 1990, quando os dados começaram a ser registrados no Brasil. E se aproxima do ano recordista, que foi 2015, quando houve 1.649.008 casos.
A incidência em 2016 foi de 731,9 casos por 100 mil habitantes. A região com a maior incidência foi o Centro-Oeste, com 1.313,8 casos por 100 mil, seguida do Sudeste, com 999,5 casos por 100 mil.
Chikungunya
Os 265.554 casos de chikungunya registrados em 2016 representam um aumento de 589,7% em relação aos 38.499 casos registrados em 2015. O vírus foi identificado pela primeira vez no Brasil em 2014. O número de mortes pela doença aumentou em 1.035% de 2015 para 2016: de 14 para 159.
A incidência de chikungunya no país em 2016 foi de 129,9 casos por 100 mil habitantes. A região com maior incidência foi o Nordeste, com 407,7 casos por 100 mil habitantes.
Zika
A zika foi identificada no Brasil pela primeira vez em abril de 2015 e os casos só passaram a ser notificados a partir do final do ano, por isso não é possível comparar os dados de 2016 com os de anos anteriores.
Em 2016, os 214.193 casos registrados no país representaram uma incidência de 104,8 casos por 100 mil habitantes. A região Centro-Oeste teve a maior incidência do país: 219,2 casos por 100 mil habitantes.

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